A namorada de minha filha é uma tentação. E ela também

Um conto erótico de Nikolov
Categoria: Heterossexual
Contém 2720 palavras
Data: 22/04/2026 13:30:44

Quando fiquei viúvo me defrontei com um problema maior do que a falta que sentia de minha falecida esposa, pois minha filha estava em pleno período da puberdade.

Meu nome é Nelson, mas todos me conhecem como Niko por causa do meu sobrenome de origem Búlgaro ‘Nikolov’, que significa ‘filho de Niko’. Acontece que o uso de apelido se tornou um costume na minha pequena família, pois minha filha que se chama Valentina só atende quando se dirigirem a ela usando seu apelido de infância que é Tina.

Esse costume ficou tão arraigado nela que não foram poucas as vezes que tive que comparecer na escola onde ela estuda pelo motivo de ela ficar sem nota em alguma matéria, simplesmente porque o professor não aceitava o fato de ela se identificar nas provas como Tina e nunca como Valentina.

Durante os cinco anos depois da morte de minha esposa, tive que me virar para criar Tina sem uma presença feminina, o que me causou sérios problemas e, o pior deles, o fato de ela insistir em desfilar pela casa usando apenas roupas íntimas e algumas vezes nem isso. Quando eu reclamava, ela minimizava o problema dizendo:

– Para com isso papai. Que coisa! Qual o problema de eu ficar só de calcinha ou sutiã na sua frente? Você me vê pelada desde o meu nascimento!

– O problema, minha filha, é que você está crescendo e se tornando uma mulher.

– Uma mulher muito feia, você quer dizer. Tão feia que você não suporta olhar para o meu corpo. – Dizia ela em tom de provocação.

E era realmente uma provocação, pois a cada dia que passava, o corpo de Tina ia ganhando formas de mulher. Não bastasse seus cabelos pretos, lisos e aparados na nuca em um corte reto, seu rosto lindo com olhos também negros grandes e brilhantes e uma boca sensual e seu corpo moreno que a cada dia se tornava mais sinuoso e provocante. Os seios eram pequenos, mas eu sabia que iriam crescer e ficar iguais ao de sua falecida mãe que eram fartos e firmes e que eu adorava chupar seus mamilos grandes que ficavam acesos a qualquer contato ou palavras de incentivo para tanto. Sua baixa estatura, 1,57 e o peso de 47 quilos não a prejudicava em nada e só dava proporções à beleza de seu corpo.

Quando Tina estava com dezesseis anos e meio, a preocupação de vê-la desfilando pela casa com pouca ou nenhuma roupa ficou em segundo plano com o surgimento de outro problema. Ela, que nunca revelava estar namorando, ter ficado com algum menino ou mesmo elogiar a algum colega, começo a demonstrar que sua atenção toda estava com uma colega de classe que se chamava Petra.

A princípio eu fiquei feliz com o fato de ela estar se apegando a uma amiga, pois outra coisa que para mim não soava normal era o fato de Tina nunca manter uma amizade duradoura e não se apegar a ninguém. Mas quando ela começou a usar um linguajar diferente, eu fiquei preocupado. Como sempre fazia, fui procurar na internet e foi a partir disso que fiquei estarrecido ao ver que seu recém adquirido vocabulário era muito usado entre mulheres lésbicas.

Por não saber o que fazer, não disse nada a ela e planejei procurar ajuda, porém, como passava por um período atribulado no serviço, fui adiando até que conheci a amiga de Tina.

Foi por acaso que, estando próximo ao colégio em um dia que ela tinha aula de educação física no período da tarde, que resolvei dar carona a ela e me dirigi para lá. Cheguei antes do horário e fiquei aguardando diante do colégio até que ela apareceu de mãos dadas uma garota que, diante de tudo o que ela dizia, só podia se tratar da Petra.

Toquei a buzina e elas vieram correndo em minha direção e, depois de eu explicar a minha filha porque estava ali, ela agradeceu e disse que não poderia ir para casa comigo porque tinha que se apresentar para o professor de Ciências para obter algumas informações a respeito de um trabalho que precisava concluir. Lamentei, porém, quando estava para sair, Tina virou para mim e falou:

– Papai, você pode dar uma carona para a Petra, por favor? Ela mora no mesmo bairro que a gente.

Olhei para a garota e o que vi foi uma bela mulher. Com 1,75 de altura e pesando 58 quilos, a garota era um verdadeiro aviãozinho. Cabelos longos castanhos claros com camadas de loiro que caiam até o meio de suas costas, cintura fina, bumbum arrebitado e seios fartos que, espremidos em um top apertado, pareciam que se libertariam de sua prisão a qualquer momento. No seu rosto o destaque ficava para sua boca com lábios carnudos e o nariz perfeito, enquanto seus olhos verdes não eram muito expressivos, porém, não atrapalhavam em nada na sua beleza. A visão de Petra e Tina juntas era um deleite para a visão de qualquer um que aprecia a beleza feminina.

Não gostei de assumir aquela tarefa, mas aceitei porque sabia que, além de ser grosseria da minha parte, Tina ficaria possessa e eu teria problemas. Então elas deram a volta no carro e depois de se darem um selinho, a amiga entrou no meu carro enquanto Tina, acenando para mim, voltava em direção ao colégio.

O que ocorreu é que eu não estava preparado para o que aconteceu no percurso entre o colégio e o prédio onde Petra morava, que ficava a cerca de 500 metros de minha casa. O que começou da forma normal, acabou por se transformar em uma das situações mais inusitadas que já passei.

Assim que coloquei o carro em movimento, Petra agradeceu:

– Muito obrigada senhor Nelson. Eu...

– Niko. Você pode me chamar de Niko. E não precisa desse senhor. E é um prazer poder ser útil para a amiga de minha filha.

Em seguida, ela reclina o assento do banco para a metade do que era possível e fica na posição quase deitada cruzando as pernas musculosas e isso me deu uma visão de seus seios que, naquela posição, estavam quase que aparecendo, inclusive, com um dos mamilos aparecendo pela metade, mostrando que era quase da mesma cor que sua pele.

Ao ver aquela cena, meu pau começou a dar sinal de vida e perguntei:

– Quantos anos você tem, Petra?

– Completei 18 no mês passado.

– Ah! Um pouco mais velha que a Tina.

– Sim. Ela ainda vai completar 17. – Notando que eu olhava para ela com uma expressão interrogativa, se apressou em explicar: – Sei que você está estranhando estarmos na mesma classe. Isso acontece porque meus pais moraram no exterior por dois anos e não consegui estudar por lá. Então estou um pouco atrasada.

– Entendo. Muitas vezes essas coisas acontecem e não há nada que possamos fazer a respeito.

– Pois é. Mas teve suas compensações. Talvez, se não fosse por isso, eu não teria conhecido a Tina.

Senti raiva de Petra ao ouvi-la dizer na maior cara de pau que tinha um relacionamento com minha filha que transcendia a uma simples amizade, porém, antes que eu pudesse pensar nisso, ela voltou a falar:

– Então, Niko. A Tina hoje vai estar muito ocupada com o trabalho. Que tal a gente passar alguns momentos agradáveis juntos?

Ao dizer isso, ela se endireitou ficando sentada com o tronco ereto e, para não deixar dúvidas quanto à natureza de seu convite, estendeu a mão na direção de meu pau duro. Reagi recusando o convite:

– Não. Muito obrigado.

Enquanto falava, segurei o pulso dela e forcei para evitar que sua mão tocasse no volume que meu pau provocava em minha calça social. Ela sorriu e fez força para realizar o que pretendia enquanto falava:

– Oras, Niko. Não seja tímido. Eu adoraria te mostrar algumas coisas que já aprendi, se você permitir, é claro.

– Não. Eu não permito.

Ela livra seu pulso que eu ainda segurava e volta a se deitar no banco enquanto fala:

– Então vai ser assim? Você vai dificultar as coisas? Não seja tão inocente, Niko!

– Se você quer dizer que sou inocente, tudo bem. Apenas se comporte, menina!

– Menina! – Petra riu alto ao repetir a palavra e depois voltou a ficar séria e falou: – Então tá. Vamos fingir que sou apenas uma menininha ingênua, tudo bem?

– Não vamos fingir nada. Você é amiga da minha filha e apenas isso. Se você não se comportar, vou proibir a Tina de andar em sua companhia.

A garota sorriu me olhando com uma expressão de zombaria como se duvidasse que eu tivesse o poder de proibir minha filha de fazer alguma coisa. O problema é que eu também duvidava disso. Só que, para minha surpresa, ela falou concordado:

– Tudo bem, Niko. Vou me comportar. – E virando o rosto para o outro lado, falou baixinho, mas não o suficiente para que eu não ouvisse: – Por enquanto.

Continuamos em silêncio e eu prestando atenção no trânsito e olhando para ela de rabo de olho. Petra tinha voltado a se deitar e o bico de seus seios duros marcavam o top que ela usava me deixando ainda mais excitado. Depois de uns cinco minutos ela falou indicando o caminho que eu deveria seguir e logo estávamos em frente ao prédio que ela residia e ela falou:

– Sabe de uma coisa? Eu tenho tesão em homens mais velhos. Você não vai se livrar de mim tão fácil assim, Niko.

– Até logo, Petra. Passe bem.

Ela sorriu e desceu do carro indo com seu caminhar insinuante em direção à entrada do prédio de onde me atirou um beijinho com a mão quando entrava para a porta e se virava para mim.

Muito mais tarde fiquei sabendo que, no dia seguinte, ao chegar na escola, Petra levou Tina para o banheiro e se trancaram em um box enquanto ela comentava:

– Sabe Tina? Acho que seu pai não gostou muito de mim.

– O que aconteceu? – Quis saber minha filha.

– Não sei. Parece que ele acha que minhas intenções para com ele não são muito descentes.

Tinha deu uma gargalhada e, quando conseguiu parar, falou:

– Bom. Parece que meu pai acertou em cheio. Suas intenções com ele não são nada descentes que eu sei.

Nesse momento, Petra já tinha enfiado a mão sob o short e calcinha da amiga começando a tocar seu grelo com os dedos e, ao ouvir o gemido dela, falou:

– Hum! Eu adoro esse seu grelinho grande. Ele se parece muito com um pintinho. Pequeno, mas um pintinho.

– Ai Petra! Para com isso senão eu vou gozar.

– Lógico que você vai gozar, minha putinha. E vai gozar para mim agora.

Dizendo isso, Petra abriu o short de Tina, sentou-se sobre a tampa do vaso sanitário e abaixou a peça de roupa junto com a calcinha até o tornozelo dela e abocanhou o grelo de três centímetros da morena começando a sugar com força.

– Hum! Você faz isso tão gostoso. Eu adoro gozar assim. Ai amor. Eu já estou quase.

Sem afastar a boca da xoxota de Tina, Petra não podia falar nada e apenas aumentou a pressão da sucção que fazia enquanto passava a língua na parte do grelo que estava em sua boca e sentiu seu queixo ficar ensopado por causa do orgasmo que sua namorada estava tendo naquele momento.

Durante o resto daquela semana eu fiquei encucado com minha situação. Tinha acabado de descobrir que minha filhinha era lésbica que que, não bastando isso, sua namorada tinha se atirado para cima de mim.

Era o tipo de situação que não dá margens para você perder muito tempo e eu não estava certo que Tina teria reagido bem se eu a arrastasse ao consultório de um psicólogo. Diante dessa situação, me cobri de uma coragem que não tinha e resolvi conversar abertamente com ela.

No sábado à noite, estávamos os dois assistindo TV na sala com minha filha usando apenas uma calcinha transparente e nada mais. Seus seios livres estavam normais, o que não ia demorar para mudar. Raspando a garganta, comecei a falar sem nenhuma preleção, indo direto ao assunto:

– Tina, tem uma coisa que eu preciso te falar sobre a sua amiga.

– Pode falar papai. Ela é linda, não é?

– Não é isso. Ela é bonita sim, mas é sobre outra coisa. Mas antes eu queria que você me dissesse que tipo de relacionamento que você tem com ela.

– Eu sou a Melissinha dela, papai.

– Melissinha? O que vem a ser isso?

– É a lésbica mais nova de uma relação.

– Então você é mesmo lésbica?

– Não sei papai. Acho que estou mais para pirulita.

– Pirulita? Que diabo isso significa? Será que dá para você falar no nosso idioma?

Tita riu da minha pergunta e depois explicou:

– Papai, pirulita é a palavra que se usa para definir as mulheres bissexuais.

– Ah! Entendi.

Nesse momento eu fazia um esforço admirável para parecer calmo. A confirmação de que minha filha não era lésbica, mas que jogava nos dois times me deixou tonto. Porém, eu sabia que para continuar aquela conversa o mais importante era eu manter a calma. Então, diante do silêncio que se fez, perguntei:

– Isso quer dizer que você não é mais virgem?

– Não. Isso quer dizer que sinto atração tanto por meninos como por meninas e isso não quer dizer que eu já tenha transado com algum homem.

– Então, como você sabe que é bissexual?

– Porque tem situações em que me imagino com um homem e fico com tesão. Simples assim.

– Tá. Mas quando uma moça diz que é virgem, ela se refere ao hímen. Só que tem outras formas de transar sem que seja preciso quebrar essa virgindade.

– Do que você está falando, papai?

Tive que buscar mais coragem ainda para poder responder:

– Sexo oral, sexo anal. Essas coisas.

– Será que dá para falar do jeito certo, senhor Niko? Sexo oral é chupar ou ser chupada por alguém e sexo oral é dar o cu. Então não. Nunca chupei um pau e meu cuzinho ainda está invicto. Quer dizer, isso se considerarmos que chupar bucetas não conta como ‘perder a virgindade’.

Nossa! Ouvir aquela verdade crua da boca de minha própria filha quase que me derruba, principalmente porque, ao ouvir essa explicação dela, comecei a imaginar a cena com ela envolvida em um sessenta e nove com Petra e meu pau reagiu marcando a calça do short que eu usava e Tina olhava para ele com interesse que me deixou ainda mais atônito. No embalo daquele clima, perguntei sem pensar:

– E como duas mulheres transam? Só usam a boca?

– Não papai. Nossa, como você é mal informado. Acho que seria bom assistir a uns filmes pornôs. Papai, a gente cola velcro.

Fiquei olhando para ela admirado com a coragem dela em ser tão explícita na minha frente e ela, achando que era por causa do termo que usou, se apressou em explicar:

– Colar velcro, por as aranhas pra brigar. É assim que a gente fala quando encostamos...

– PODE PARAR POR AÍ!

– Foi você que começou. Não reclame agora.

– Bom. Mas o objetivo dessa conversa não é conhecer os termos usado pelas lésbicas e nem fazer uma planilha de suas atividades sexuais. O que eu quero é que você saiba que a sua ‘dedicada e fiel’ namorada deu em cima de mim. – Fiz o sinal de aspas com os dedos ao me referir à Petra.

– Ah! Eu sei. Ela tem uma tara por homens mais velhos mesmo. Além disso, ela viu algumas fotos suas e vive pedindo para ver de novo e sempre repete que você é o sonho de consumo dela.

– O que?

– Ela sente um tesão muito grande por você papai.

– E você não briga com ela?

– Não papai. Não sou nenhuma sapa para ter um chá de buceta. Ops... Chá de buceta é quando uma lésbica fica apaixonada depois de transar com outra.

– Então você não a ama?

– Quem? A Petra? Não sei papai. Acho que a gente se ama do nosso jeito. Ciúmes não entra nessa relação.

Não sei porque, mas aquela conversa me deixou um pouco mais tranquilo, pois entendi que nem tudo estava perdido e que Tina só estava tendo suas descobertas influenciada por má companhia, mas que quando encontrasse um rapaz de quem gostasse, isso tudo ia parar.

Eu não podia estar mais errado.

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