Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua parte 3

Um conto erótico de Paulim
Categoria: Heterossexual
Contém 1950 palavras
Data: 22/04/2026 13:44:50

​Levantei da cama, era umas 7 da manhã. Não consegui dormir direito e fui fazer o café. Pouco depois chega a Kelly, mais gostosa do que nunca, sorridente e cantarolando.

​Kelly: "Bom dia, meu amor", me dando um selinho e sentando na mesa.

​Eu: "Bom dia, Kelly. Dormiu bem?"

​Kelly: "Maravilhosamente bem!", disse ela sorrindo de orelha a orelha.

​Vadia. Estava gostando.

​Eu: "Meu bem, e essa roupa aí? Se o Maranhão chegar agora, vai conseguir ver seus seios."

​Kelly: "Não começa, amor. Já te disse que ele tem mais coisas com que se preocupar, e eu estou em casa. Hoje vou lavar roupa e esse calor acaba comigo."

​Eu não disse mais nada. Fui para a sala assistir ao jornal e, de repente, o Maranhão chega, ainda com um pouco de dificuldade na perna.

​Maranhão: "Bom dia, Sr. Paulo. Tudo bem?"

​Eu: "Bom dia, Maranhão. Como vai a perna?"

​Maranhão: "Está melhorando, senhor. Graças ao senhor e, principalmente, à dona Kelly, que me ajuda bastante."

​Olhei para ela e ela corou na hora, desviando o olhar.

​Eu: "Que bom ouvir isso. Tenho certeza que ela ainda vai ajudar bastante o senhor, não é mesmo, amor?"

​Kelly: "Sim, Maranhão. Pode contar comigo", com o rosto ainda mais vermelho.

​Maranhão apenas sorriu, percebendo que aquela cavala estava toda ao seu dispor. Confesso que meu pau já ficou duro imaginando o que aconteceria depois, e eu queria logo. Enquanto os dois estavam tomando o café da manhã juntos na mesa, eu digo que vou pôr o fone de ouvido para escutar músicas. Enquanto mexia no celular, claro que fingia, para ver se ouvia alguma coisa.

​Maranhão: "A senhora está linda hoje."

​Kelly: "Maranhão, agora não", disse baixinho.

​O velho já estava bem ousado.

​Maranhão: "Relaxa, minha filha, ele não está escutando. NÃO É MESMO, SR. PAULO?"

​Eu fingi não ouvir nada.

​Maranhão: "Viu, minha filha? Agora faz um favor para mim e pega aquele copo lá em cima, por favor. O mais alto, para eu poder ver sua bunda na frente do seu marido."

​Kelly: "Não, de jeito nenhum." Percebi ela fazer uma carinha de safada para ele.

​Maranhão: "Por que, minha filha? A senhora acabou de dizer que iria me ajudar em tudo."

​Kelly: "Safado!"

​Ela deu um sorrisinho para ele e olhou disfarçadamente para mim; então levantou e foi até o armário da cozinha. Ela estava com um vestido florido. Este ia até um pouco acima do joelho, então o velhote não conseguiu ver o rabo dela como ele queria. Mesmo assim, aquele vestido colado na bunda dela era maravilhoso. Ela pegou o copo bem devagarinho, dando tempo para o velho apreciar a bunda dela. Ela pegou o copo e perguntou:

​Kelly: "Satisfeito, velho safado?", meio baixo, mas eu ainda conseguia ouvir.

​Maranhão: "Aí não vale, quero ver o seu cuzinho."

​Kelly arregalou os olhos, assustada.

​Kelly: "Fala baixo! Meu marido está aqui do lado." Dava para sentir o tesão na voz dela. Uma voz manhosa e meio submissa.

​Maranhão: "SR. PAULO? OI? TÁ OUVINDO? Viu, minha gostosa, ele nem está ouvindo."

​Kelly: "Seu louco."

​Ela foi deixar o copo para ele. Onde eu estava, tem uma divisória entre a cozinha e a sala; a divisória bate um pouco acima da minha cintura. Então, como eu estava sentado do lado da sala, não podia ver direito o que estava acontecendo do outro lado da divisória. A minha sorte é que tem o fogão, que refletia certinho a mesa onde eles estavam.

​Consegui ver quando minha esposa se aproximou dele, entregou o copo e fez um sinal de silêncio com o dedo na boca. Eu fiquei paralisado, de boca aberta, esperando sem acreditar que ela iria fazer a vontade do velho bem ali na minha presença. Ela ficou de costas para ele, do lado da mesa, e levantou o vestido. Ela estava com uma calcinha branca. Ela ficou em pé olhando para ele, e ele hipnotizado. Ele tentou segurar aquele rabo gostoso, mas antes de ele pegar, ela deu um tapa na mão dele e disse:

​Kelly: "Só olhar, safado."

​Como a mesa é pequena, ela estava bem próxima dele. Percebi pelo reflexo o Maranhão colocando a rola enorme dele para fora. Ela ficava só olhando enquanto ele masturbava aquela tora. Para minha surpresa, e para a do velho também, ela espontaneamente coloca uma perna em cima da mesa e diz:

​Kelly: "É assim que você gosta, né, safado?"

​Então ela pega a calcinha, coloca de lado e abre o cu, dessa vez com as duas mãos. Como a mesa era pequena, e com aquela cavala arreganhada em cima dela, o Maranhão teve que ir um pouco mais para trás para minha esposa poder se abrir melhor, fazendo a cadeira fazer um barulho alto no chão. Os dois ficam paralisados, esperando alguma reação minha. Eu percebi e apenas disse:

​Eu: "Meu bem, tudo certo aí?"

​Kelly: "Sim, meu amor, não se preocupe." Puro tesão na voz.

​A atenção dela volta para a rola do Maranhão, que essa hora estava quase explodindo.

​Maranhão: "Meu Deus, tão longe e tão perto de realizar o meu sonho de sentir o gosto desse cu."

​Enquanto ele falava, eu percebia a Kelly mordendo os lábios e rebolando a bunda. O velho colocou a língua para fora e foi se aproximando dela. Quando ele chegava perto, ela ia afastando o corpo para frente; quando ele voltava, ela voltava para a posição. Fizeram esse movimento umas quatro vezes antes de ele falar:

​Maranhão: "Está provocando o velho, né, cachorra?"

​Kelly: "Humrum." Ela mordia os lábios e sorria.

​Fiquei sem acreditar que ela fazia aquilo tudo do meu lado. Era só eu erguer um pouco a cabeça que pegava os dois no flagra. Mas eu não queria isso, até porque eu estava gostando; nunca imaginei sentir tesão em minha esposa provocando outro, ainda mais com um velho quebrado. Eu olhava para ela e percebia o quanto ela é linda, uma deusa em contraste com o velho magro, feio e barbudo. Como um homem desses tem tanta sorte e azar na vida?

​Ela então saiu de cima da mesa, tirou a calcinha e a segurou na mão. Virou de frente para o velho e deixou ele apreciar a buceta lisinha dela um pouco; até abriu um pouco a buceta para ele ver como estava molhada.

​Kelly: "Aqui, velho. Não vou deixar você encostar no meu cu, mas deixo você ficar com minha calcinha."

​O velho pegou a calcinha e imediatamente começou a cheirar e lamber enquanto batia uma. Minha esposa só olhava e até ensaiou uma siririca, mas se recompôs e saiu da cozinha. Ela passou por mim sem dizer nada e se trancou no banheiro. Quando olhei de volta para a cozinha, o velho já não estava mais lá; tinha ido para o quarto dele com a calcinha da minha mulher.

​Já era umas 21:30 da noite. Estávamos assistindo a um jogo de futebol pela TV quando o velho solta que era o aniversário dele.

​Kelly: "Maranhão, por que o senhor não disse antes? Poderíamos ter feito alguma coisa para comemorar."

​Maranhão: "Não, minha filha, nem eu lembrava. Nunca tive uma festa de aniversário, nunca ganhei nada de presente. Só lembrei agora por acaso."

​Kelly: "Como assim uma pessoa nunca ganhou um presente ou comemorou um aniversário? E a sua mãe?"

​Maranhão: "Se ela fez, eu não lembro. Nem sei a sensação."

​Kelly: "Meu Deus, que tristeza."

​Aquela conversa eu não engolia. O velho tinha algum plano naquela cabecinha dele, tenho quase certeza. Kelly ficou realmente triste por saber daquilo; queria ir à padaria comprar um bolo, preparar alguma coisa em cima da hora ou até fazer amanhã, mas o velho não quis. Disse que a vida dele sempre foi assim e que não gostava de presentes nem festas. Kelly ficou triste em ouvir aquilo. O velho continuou: o presente tinha que ser muito bom, daqueles irrecusáveis para ele aceitar. Falou isso olhando para ela com um sorriso de predador. Eu só pensava: "que velho folgado".

​Kelly: "Isso eu não vou permitir. Não se preocupe, safa... digo, Seu Maranhão, vou pensar em alguma coisa para o senhor." E saiu para o quarto rebolando aquela bunda gostosa. O velho sorria. Isso não vai prestar.

​Fui deitar depois do jogo e, quando chego no quarto, sinto um cheiro bom de mulher bem perfumada. Estava passando hidratante no corpo, tinha acabado de sair do banho. Já imaginei que ela queria transar comigo e já fiquei animado, porque quando ela queria foder, ela se preparava toda para mim. Mas não; disse que estava sem sono e que iria assistir a um filme sozinha na sala e que eu poderia dormir. De repente, me lembro da promessa que ela fez para o velho tarado e fico imaginando que o presente seria dar para ele. Meu coração disparou. Ela me deu um beijo de boa noite e saiu rebolando a bunda em direção à sala, de babydoll vermelho que mal cobria a bunda dela.

​Não é possível que ela tenha coragem de me trair dessa forma com um velho horrível e quebrado. O exibicionismo, eu confesso que estava gostando, mas se ela passar o limite e dar para ele, eu acabo com tudo hoje. Esperei um pouco e, de repente, o velho passa pelo meu quarto. Era umas 11:50 por aí; ainda era aniversário dele. Aguardo mais uns segundinhos e vou atrás, na ponta dos pés.

​Dessa vez tenho que tomar mais cuidado, porque ela estava no sofá sentada e ele estava na cozinha bebendo água. Fico no corredor escuro e olho para ela. Ela parecia nervosa; olhava para ele e olhava para a TV. Maranhão chega na sala.

​Maranhão: "Poxa, Kelly, que bom ver você aqui mais cedo. Estou gostando das nossas conversas de madrugada."

​Kelly: "Pois é, Maranhão. Estou sem sono e está muito calor."

​Maranhão: "Está assistindo o quê?"

​Kelly: "Nem sei, acabei de chegar e só liguei a TV."

​E os dois ficaram assistindo ao filme por algum tempo, quando a Kelly fala:

​Kelly: "Então, Maranhão, ainda é seu aniversário, né?" (voz trêmula).

​Maranhão: "Acho que sim, kkk."

​Kelly: "O senhor vai querer a ajudinha hoje?"

​Percebi ela tremendo, acho que de tesão.

​Maranhão: "Oh, minha filha, claro que eu quero. Dessa vez, fica de quatro no sofá, pode ser?"

​Kelly: "Pode sim, safado."

​Minha puta ficou de quatro no sofá. O babydoll não escondia nada; agora então desapareceu atrás do rabo dela. O velho suspirou bem fundo, olhou para o céu e agradeceu a Deus, tirando uma risada da minha esposa. Ele foi para trás dela e ela o acompanhava olhando. Ele imediatamente colocou a rola para fora e começou a se masturbar a menos de um metro dela. Ela rebolava a bunda olhando para ele. Ela sorria e parecia gostar da situação. Ela olhou para a rola dele e disse:

​Kelly: "Essa rola está muito seca, né?" Com a voz embargada.

​Ela virou para a frente dele e eu achei que ela iria chupar a rola dele ali mesmo, mas não. Ela chegou perto da rola gigante dele, assim como ela fez com a buceta dela, deixando o líquido cair na rola dele. Ela foi cuspindo devagar e deixando várias gotas de cuspe cair em todo o pau dele. Ela olhou e disse:

​Kelly: "Melhorou, Maranhão?"

​Maranhão: "Sim, putinha."

​Ela voltou a ficar de quatro no sofá, com a rola dele agora brilhando.

​Kelly: "Hoje o seu presente de aniversário vai ser realizar os seus dois maiores desejos, tá bom? Mas não como você pensa."

​Nessa hora, eu engoli a seco, o Maranhão engoliu a seco e ficamos na expectativa do que ela tinha em mente.

​Continua...

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Comentários

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Fazia tempo que não aparecia um escritor de alto nível nesse site. 👏🏼👏🏼

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Ansioso pra sua esposa levando rola do velho

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Sou comedor de casadas, aceito casais onde o marido quer ser cuckold e a esposinha safada vai ser a minha hotwife submissa...escreva já!!!

Eu moro na região sul... Itajaí SC

Email

maximusdom@outlook.com

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Muito bom,esperando a continuação

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Ótimo espero a continuação, esse seu primeiro conto e espetacular

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Que delicia de conto continua pfvr

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