Corno Viajante Parte 1

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 652 palavras
Data: 22/04/2026 14:54:12

​Ele 34 ela 29 História Real. Parte 1

A história começa com um corno viajante que, por conta do trabalho, passava mais tempo fora do que em casa. Ele achava que deixava tudo em ordem, mas não contava com o fogo da esposa — uma mulher magrinha, de bunda grande e deliciosa, que não escondia de ninguém o quanto era safada.

​Um dia, ela colocou os olhos em você. Foi o sorriso que a pegou de jeito. Sem perder tempo, ela usou a cara de pau de uma verdadeira biscate: rastreou suas redes sociais e mandou o primeiro "Oi". A conversinha começou mansa, com elogios, mas logo o jogo virou. Ela dizia que, por ser casada, "não podia", mas logo emendava o quanto estava morrendo de vontade. O marido estava longe, e a carência dela já tinha virado um tesão acumulado que não cabia mais no peito.​A gente começou naquela conversinha de "gostei de você", mas ela sempre vinha com aquele papo de: "Ai, não posso, sou casada...". Só que, ao mesmo tempo, confessava que estava morrendo de vontade. No dia seguinte, ela veio com a cartada final: disse que tinha sonhado comigo indo na casa dela e me fez o convite real. Me passou o endereço, deu o serviço completo da casa e avisou: "O portão vai estar aberto".

​A Chegada

​Eu me troquei, caprichoei no perfume e fui. Quando cheguei lá, o portão estava mesmo só encostado. Entrei e já dei de cara com ela. Que visão! Ela estava com uma blusinha folgada, completamente sem sutiã, com os bicos do peito apontados e marcando tudo no tecido. O shortinho era tão curto que a bunda ficava de fora, e eu já conseguia ver o detalhe da calcinha de renda.

​Começamos a conversar, mas o clima estava elétrico. Não demorou nada e rolou o primeiro beijo. Enquanto a gente se pegava, eu enfiei a mão na b***** dela por cima do short. Foi instantâneo: ela começou a melar a calcinha inteira, a ponto de o tesão transparecer no tecido do short. Ela já começou a gemer ali mesmo, um amasso forte, eu sentindo aquela bunda gostosa e apertando os peitos dela.

​A Revelação

​O tesão estava tão alto que eu peguei a mão dela e levei direto no meu pau. Na hora que ela apertou e sentiu o volume, ela pirou. "Nossa, que grossura...", ela disse, com os olhos brilhando. Eu perguntei se ela queria ver e ela nem hesitou: "Quero!".

​Eu abri o short, baixei a cueca e meu pau de 18 cm saltou para fora. A cabeça estava toda coberta pela pele, e ela mesma fez questão de puxar para trás, olhando para aquela cabeça roxa e pulsante com uma fome que eu nunca tinha visto.

​— "Ah, que delícia...", ela sussurrou, passando a língua nos lábios.

​O Dono da Casa

​Ali eu tomei conta. Olhei para ela e mandei a real:

— "Olha o que esse corno perdeu viajando... deixou uma p*** dessas aqui sozinha precisando de um homem de verdade."

​Eu a peguei com força e ela se entregou total. Quando eu entrei com tudo, preenchendo aquela b***** molhada com meus 18 cm, ela grudou no meu pescoço e gritou:

— "Ai, meu homem! É assim que eu queria! Me arromba com esse pau grosso!"

​Eu martelava com vontade, sentindo a b***** dela pulsar e apertar meu pau a cada estocada. O som dos nossos corpos batendo ecoava pela sala do viajante. Ela estava louca, se contorcendo toda, até que travou as pernas na minha cintura e começou a berrar:

— "Estou gozando! Meu Deus, goza em mim, meu homem! Goza tudo dentro da sua cadela!"

​Eu não aguentei. Senti aquele calor subir e descarreguei tudo lá dentro, sentindo ela tremer inteira enquanto eu marcava o meu território naquela casa. O marido podia estar em qualquer lugar do mundo, mas naquela noite, quem mandava na mulher dele era eu. Historia real.

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