A traição tem um gosto metálico, uma mistura de perigo e desejo que entorpece o juízo. Para Alexandre, tudo começou com o vibrar discreto do celular em uma terça-feira comum. A mensagem de Ester, esposa de seu irmão Alberto, rompeu qualquer barreira de respeito familiar: "Sonhei com você a noite toda... e não era um sonho de família. Acordei molhada."
O que se seguiu foi uma espiral de mensagens proibidas. O desejo, antes sufocado pelos almoços de domingo, floresceu em confissões digitais que duraram dias. A tensão atingiu o ápice quando Ester enviou o convite definitivo: "O Alberto sai para o trabalho às 7h. Vem logo depois. Não aguento mais só imaginar."
O Encontro
Naquela manhã, o ar parecia mais denso. Alexandre estacionou a duas quadras de distância, o coração martelando contra as costelas. Quando Ester abriu a porta, ela não usava o habitual vestido comportado; vestia apenas um roupão de seda que mal escondia as curvas que ele tanto cobiçou em segredo.
Não houve espaço para "bom dia". No silêncio da sala, Ester se ajoelhou à frente dele. Com uma agilidade faminta, ela abriu o cinto de Alexandre, libertando-o. O contraste do batom vermelho dela contra a pele dele era o sinal de que não havia mais volta. Ela começou a chupá-lo com uma entrega voraz, os olhos fixos nos dele, desafiando qualquer resquício de culpa.
No Quarto do Irmão
"Vem", ela sussurrou, puxando-o pelo braço em direção ao quarto que dividia com Alberto. Ali, as roupas foram descartadas como obstáculos inúteis. Ester se posicionou de quatro no centro da cama, o corpo arqueado, oferecendo-se por completo.
Quando Alexandre a penetrou, sentindo o calor apertado dela, a realidade do pecado se transformou em puro êxtase. O som da carne colidindo preenchia o quarto. Ester olhou por cima do ombro, um sorriso provocante no rosto transfigurado pelo prazer:
— Está gostando de comer a sua cunhadinha, Alexandre? — ela provocou, a voz rouca.
— Estou amando... — ele respondeu, com o pau latejando dentro dela, as mãos apertando possessivamente os quadris da mulher do irmão. — Você é deliciosa.
O Ápice
A urgência tomou conta. Ester pediu para inverter as posições, montando nele com uma autoridade que o deixou sem fôlego. Ela cavalgava com força, os cabelos bagunçados e o peito subindo e descendo em arfadas rápidas. Alexandre sentiu o controle se esvair; o acúmulo de dias de desejo reprimido estava prestes a explodir.
Ele a segurou pela cintura e deu as últimas estocadas profundas, sentindo as paredes dela se contraírem em espasmos. Alexandre não conseguiu segurar e gozou bem no fundo dela, um preenchimento quente que selou o pacto de traição.
Deitados lado a lado, ainda ofegantes e com o cheiro do sexo impregnado nos lençóis do irmão, o silêncio não trouxe arrependimento, mas sim uma promessa silenciosa. Aquela era apenas a primeira de muitas aventuras que o segredo passaria a alimentar.
Caso gostem irei postar as demais aventuras que não são poucas com essa maravilhosa mulher.