PUDIM DE CHOCOLATE

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 777 palavras
Data: 22/04/2026 17:33:08

Uma praia no meio do nada. Acho que nem nome tem. Difícil que só a porra chegar lá. Eu mesmo só consegui porque estava em grupo. Uns doze ou quinze viados, contando comigo. Tinha uma espécie de cabana toda aberta, coberta de palha de coqueiro, num recanto de uma elevação, que era o ponto de apoio: ali ficavam os coolers com todo tipo de bebida. Ali ficavam também os que, além de viados, eram frescos – contando comigo. Eu que não ia sair daquele paraíso. Maior chiquê: tinha um monte de armadores de rede fortemente fincados nos troncos das árvores, onde a gente usufruía literalmente de sombra e água fresca – e um pouco mais, evidentemente.

O pessoal saía pela praia, entrava no mar para tomar banho, ou entrava no mar para tomar no cu – não por conta da privacidade, que ali era todo mundo liberal, todos se davam e se comiam, não precisavam se esconder – mas cada um tem seus fetiches... Outros praticavam caminhadas ou exercícios, havia os que jogavam futebol, peteca, vôlei...

Não preciso dizer que era todo mundo nu, não é? Apesar de não ser uma praia oficialmente de nudismo, era propício a tirar-se a roupa, porque, como falei, ficava no meio de lugar algum, e não chegava viv’alma por lá. Rolas e bundas desfilavam, andavam, corriam. Paus flácidos e eretos, meia bomba ou pinotantes. Bundas redondas, cus depilados... Puro paraíso!

Estava eu estatelado na minha rede, tomando uma caipirosca fresquinha, recém feita. Olhava o oceano tranquilo à distância, alguns brincando na areia, quando meus olhos pousaram num moreno lindo, praticando algumas posições de yoga (acho), esticando pernas e braços. Rala barba era o único vestígio de pelo: cabeça, peito, axilas, púbis, pernas... tudo depilado, a pele suave dava-lhe uma aparência de chocolate.

Em seus movimentos de elastecimento do corpo, a rola também se elastecia, endurecendo – e era linda: mesma cor da pele, a cabeça um pouco mais escura, e rígida. Meus olhos fixaram-se naquela maravilha da natureza como que colados por um visgo, sem qualquer disfarce.

O bofe percebeu minha atenção (qualquer um perceberia), e sem nada dizer, veio caminhando em direção a minha rede, a rola balançando-se, dura, à frente. Parou na minha frente, a cabeça do pau a centímetros do meu rosto. O rosto dele construído em sensualidade. Ele avançou mais o tantinho que faltava para tocar meus lábios; coloquei a pontinha da língua para fora, sentindo o gostinho salgado da cabeça de sua rola, para em seguida envolve-la em gulosas lambidas e traze-la para dentro da minha boca.

Uma vez dentro de mim, passei a sugar e a chupar cadencialmente, enquanto ele se remexia e os três ou quatro companheiros que também ali estavam, passaram a admirar o boquete profissa a sua frente e se tocavam também. Rolas endureciam nas mãos dos voyeurs. A minha estava que era rocha, dentro da rede.

O corpo moreno serpenteava, impulsionado pelo meu sugar. Gemidos vinham dele e de outros, que já se punhetavam explicitamente. Senti sua rola crescendo e, em seguida, explodindo em minha boca, sua gala invadindo e escapando pelos cantos, enquanto o moreno estocava como se comesse algum buraco.

Ao gozar, sem nada dizer, ele se agachou sobre a rede, catando minha rola, passando a me aplicar um sublime boquete, em retribuição. Como eu permanecia deitado, ele precisava se abaixar para me chupar, mas não se agachou, manteve a cu no alto, aberto – que para seu corpo habituado com yoga (acho) era fácil.

Um dos caras que estavam acompanhando aquela festa de bocas e rolas, a sua própria pica em riste, aproximou-se do moreno, lambeu-lhe o cu diversas vezes e aprumou a vara, penetrando-o com vigor. Ele arqueou mais as pernas, facilitando a penetração e as estocadas tornaram-se cadenciadas, enquanto sua boca na minha rola me levava aos céus de todos os prazeres. Os outros que ali estavam agora também se punhetavam no ritmo daquela foda.

O cara que fodia meu boqueteiro acelerou os movimentos , e, num grunhido mais forte, enterrou a rola até o fundo, deixando-a pulsar e expulsar os jatos de leite naquele rabo moreno. Os que se punhetavam foram aos poucos gozando, espirrando seus líquidos na areia, em meio a gemidos. Eu não tive como mais segurar e explodi em gozo na boca do moreno, que fechava a garganta e deixava meu sêmen voltar por sobre minha rola e minhas bolas, em leitosa cascata.

Quando seu cu foi desocupado da rola que o comera, ele se levantou, com gala escorrendo pelos cantos da boca e um sorriso lindo nos lábios, e se dirigiu ao mar, a bunda quase negra e volumosa requebrando-se e agitando-se feito pudim. Pudim de chocolate.

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