Corno Viajante Parte 2

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 809 palavras
Data: 22/04/2026 17:36:47

PARTE 2 CORNO VIAJANTE

​O silêncio da casa era apenas uma fachada. No quartinho dos fundos, o ar estava pesado, carregado com o cheiro de desejo acumulado. Ela se movimentou com uma confiança que só quem sabe o poder que tem possui; em um gesto rápido, deslizou o short para o lado, revelando que não usava nada por baixo. Sem dizer uma palavra, ela se apoiou, empinando o corpo e oferecendo-se para mim naquele cenário que contrastava o lúdico com o mais puro instinto.

​Eu não esperei. Aproximei-me, sentindo o calor que emanava dela. Meus dedos encontraram sua pele já úmida, e o contato inicial foi como um choque. Comecei a ditar o ritmo, batendo com força, cada impacto ecoando a urgência daquele encontro. Ela estava entregue, os gemidos baixos, mas constantes, preenchendo o espaço entre nós. Ela era a definição da tentação: uma mulher decidida, mãe, esposa, mas ali, naquele instante, era apenas minha e de mais ninguém.

​Quando ela arqueou as costas e confessou que tinha chegado ao limite, senti meu próprio corpo vacilar. Avisei que estava no limite, que não conseguiria segurar, e foi então que ela se virou levemente, me prendendo com um olhar intenso e as mãos firmes.

​— Não para — ela sussurrou, a voz embargada. — Pode ir. Sou sua laqueadinha... esquece o medo e vai até o fim.

​Aquelas palavras foram o gatilho final. Segurei sua cintura com força, sentindo a firmeza da pele dela sob minhas mãos, e me enterrei o mais fundo que pude. A sensação de liberdade foi absoluta. Sem barreiras, sem hesitação, deixei tudo fluir dentro dela, preenchendo-a enquanto sentia as paredes dela se contraírem ao redor do meu membro, me apertando, me reivindicando.

​Ficamos ali, conectados, o batimento cardíaco acelerado e a respiração pesada. Ela sorriu entre os beijos, o suor brilhando na pele, e selou o momento com a frase que ainda ecoa: "Você é o dono da sua laqueadinha preferida". O tesão de tê-la conquistado daquela forma, com toda a complexidade da vida dela e a simplicidade da nossa entrega, era algo que nenhuma outra experiência poderia replicar.sentindo cada contração, aproximei o rosto do seu ouvido e deixei a voz sair carregada de malícia, sem filtros:

​— O corno te come desse jeito gostoso? — perguntei, sentindo-a tremer sob o meu comando. — É ele que faz essa b***** ficar toda melada assim?

​As palavras bateram nela como um combustível. Ela arqueou o corpo, os olhos revirando de prazer enquanto as mãos buscavam apoio nos móveis do quartinho. O rosto dela estava corado, entregue ao delírio daquela pergunta.

​— Aperta... aperta essa b*************! — eu comandei, sentindo o calor dela me envolver cada vez mais forte.

​Ela delirava. Entre um gemido e outro, em meio ao transe de prazer que a dominava, ela conseguiu reunir forças para negar com a cabeça, a voz saindo quase como um rastro de som:

​— Não... ele não me come desse jeito... só você... — Ela gemia alto, sem se importar com quem pudesse ouvir, reafirmando que ali, naquele momento, o mundo lá fora não tinha poder nenhum sobre o que estávamos sentindo.

​A confirmação dela só me fez apertar ainda mais sua pele, cravando os dedos na carne e intensificando os movimentos. Ela apertava meu pal com uma força surreal, o corpo todo em espasmos, vivendo aquela realidade proibida onde o prazer era a única regra.​O mundo parecia resumido àquele calor e aos gemidos dela, até que um som estranho cortou o ar: o barulho da porta da frente batendo e passos infantis ecoando pelo corredor. O choque foi imediato. O prazer, que segundos antes era absoluto, transformou-se em puro instinto de sobrevivência.

​— Mãe? — a voz da filha dela chamou, vinda de algum lugar perigosamente perto do quartinho.

​O tempo parou. Ela deu um salto, os olhos arregalados, a respiração travada na garganta enquanto ajeitava o short com uma rapidez frenética, as mãos ainda trêmulas. Eu recuei para as sombras, o coração martelando contra as costelas, sentindo o suor esfriar instantaneamente na pele. Estávamos a milímetros de sermos pegos no flagra.

​A troca de olhares foi rápida, um misto de "quase" e "precisamos agir agora". Sem dizer uma palavra, aproveitei o momento em que ela saiu para distrair a pequena, criando a brecha necessária. Deslizei pelo corredor com a cautela de um fantasma, cada estalo do chão parecendo um trovão aos meus ouvidos.

​Só respirei fundo quando ganhei a rua. O vento frio bateu no rosto, mas o corpo ainda carregava o calor dela e a memória do que tínhamos acabado de viver. Fui embora com o gosto da vitória e o tremor do susto, sabendo que, apesar do risco, a sensação de tê-la tido daquela forma valia cada batida acelerada do meu coração. A "laqueadinha" tinha ficado lá, mas a marca daquela tarde no quarto das crianças já estava eternizada. Gostaro? Quer que continue?

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