Por fora, minha vida continuava exatamente igual. Acordava cedo, malhava, levava Theo e Sofia na escola, dava minhas aulas, voltava para casa, preparava jantar, brincava com as crianças, dormia ao lado de Paulo. Meu marido não desconfiava de nada. Eu continuava transando com ele duas vezes por semana, gemendo baixinho como sempre, deixando que ele me comesse com carinho. Mas agora era diferente. Enquanto Paulo entrava em mim devagar, eu fechava os olhos e lembrava das estocadas fortes de Pedro, dos tapas, dos xingamentos. Gozava mais rápido, mais forte… e me sentia uma traidora deliciosa.
Por dentro, eu estava mudando rápido.
Depois daquela primeira vez na sala de estudos, Pedro e eu criamos uma nova rotina secreta.
Duas ou três vezes por semana, depois da aula ou em horários “extras”, nos encontrávamos. Às vezes na mesma sala reservada da faculdade. Às vezes no carro dele, estacionado num canto escuro do estacionamento da academia. Uma vez, até no banheiro masculino da academia, depois do treino, com ele me fodendo de pé contra a parede enquanto eu mordia o ombro dele pra não gemer alto.
Ele era insaciável. E eu descobri que também era.
Na segunda vez, dois dias depois da primeira, ele me chamou para “revisar” o mesmo tema. Mal entramos na sala, ele já me empurrou contra a parede, levantou minha saia e me comeu de frente, com minhas pernas enroladas na cintura dele. Dessa vez ele foi ainda mais safado:
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, sua puta casada. Quero ver esses olhos de professora certinha enquanto você leva pica de aluno.
Ele deu tapas no meu rosto — não fortes o suficiente pra machucar, mas o suficiente pra arder e me deixar molhada pra caralho. Eu nunca tinha apanhado na cara durante o sexo. Com Paulo era só carinho. Com Pedro eu descobri que gostava de ser tratada como vadia.
Ele me virou, me fez ajoelhar e enfiou o pau na minha boca. Segurou meu cabelo loiro com as duas mãos e fodeu minha garganta devagar, bem fundo, fazendo eu babar inteira.
— Chupa gostoso, Carla. Isso… engole até o fundo. Boa garota. Professoras boazinhas sabem chupar direitinho, né?
Eu gozei só de chupar ele, tocando minha boceta enquanto ele usava minha boca. Depois ele me colocou de quatro no chão da sala e me fodeu com força, puxando meu cabelo como rédea, dando tapas na bunda até ficar vermelha. Gozou dentro de mim dessa vez, enchendo minha boceta de porra quente. Eu senti escorrendo pelas coxas enquanto voltava pra casa dirigindo.
Em casa, tomei banho rápido antes de Paulo chegar. Quando ele me beijou, eu ainda sentia o gosto de Pedro na boca.
A rotina na academia também mudou. Todo sábado de manhã a gente se encontrava “por acaso”. Treinávamos juntos, conversávamos, ríamos… e depois, no vestiário feminino vazio ou no carro, ele me comia de novo. Uma vez ele me fez sentar no banco de trás, tirar a legging e cavalgar nele enquanto ele apertava meus seios de silicone e me mandava:
— Rebola nessa pica, sua vadia. Mostra pra mim como você tá viciada em aluno novo.
Eu rebolava, gemendo, gozando alto, sem me importar se alguém podia ouvir. Depois voltava pra casa com a calcinha molhada de porra e suor, sorria para meus filhos e preparava o almoço como se nada tivesse acontecido.
Pedro adorava me fazer descobrir coisas novas. Ele me apresentou ao sexo anal — algo que eu nunca tinha feito com Paulo. Na terceira semana, numa tarde que eu disse pra faculdade que ia corrigir provas, fomos pra um motel barato perto da faculdade. Lá ele me preparou com calma, com muito lubrificante e paciência, mas depois me fodeu a bunda com vontade, segurando minha cintura e xingando:
— Olha como sua bundinha apertada engole meu pau. Você é uma puta completa agora, Carla. Professorinha de dia, putinha de aluno à noite.
Eu gozei como nunca, com o pau dele enterrado no meu cu, tocando meu clitóris desesperadamente. Chorei de prazer. Depois, deitada na cama do motel, com o corpo dolorido e marcado por tapas, eu me senti viva de um jeito que não me sentia há anos.
Mas nem tudo era só prazer. Tinha culpa.
Às vezes, quando via Paulo brincando com as crianças ou quando ele me abraçava carinhosamente à noite, eu sentia um aperto no peito. “O que eu tô fazendo?” pensava. Mas bastava receber uma mensagem de Pedro — “Estou pensando na sua boceta apertada” — e a culpa virava excitação de novo. Eu respondia escondido no banheiro, com o coração acelerado: “Também tô pensando no seu pau.”
Minha vida tinha se dividido em duas.
De dia: Professora Carla, esposa dedicada, mãe carinhosa, loira elegante de 40 anos.
De noite e nos momentos roubados: Carla, a puta de 19 anos que adorava ser xingada, espancada, usada e preenchida de porra.
E, a cada dia que passava, a segunda Carla estava vencendo.
Eu não queria parar.
Na verdade, eu queria mais. Queria arriscar mais. Queria que Pedro me fodesse em lugares ainda mais perigosos.
Queria me entregar completamente.