Maia Putinha 6 (FIM)

Um conto erótico de Maia
Categoria: Heterossexual
Contém 1199 palavras
Data: 22/04/2026 22:23:38

6

Valdão sorriu vendo sua urina pingando do meu rosto. Aquele cheiro forte em cima de mim, que nojo!

- Porra! Por que não acendeu a luz? - ele perguntou. - Tava querendo um banho dourado?

Denner veio ver o que estava acontecendo e também sorriu.

- Cara deu um banho de mijo na minha gatinha?

Valdão sacudiu os ombros e mandou o Denner sair que resolvia comigo. Valdão fechou a porta sanfonada atrás de si, e se inclinou para lavar o pau na pia.

Ele mandou eu entrar no box para tomar um banho.

- Sim, mas com você aqui no banheiro? - perguntei desconfiada.

- Tem o quê? - ele bateu no cacete moreno. - Eu e meu amigo Denner podemos revezar, já estraçalhei o cabaço da sua amiga, agora…

Eu sorri achando graça da proposta safada dele. Valdão abriu a porta sanfonada, e gritou pela Aidé e o Denner que apareceram. Ai, estava se cobrindo em um lençol mas Denner continuava peladão.

- Galera, que tal a gente revezar os pares! - Valdão sugeriu. - Eu termino a noite com a Maia, e meu brother aqui, Dennão, termina a noite com a recém inaugurada boceta da cidade, Aiai!

Ela olhou para mim mordiscando o lábio, eu sacudi os ombros, Valdão voltou a fechar a porta e se virou para mim. O saco enorme e a rola dele era morena, parda, sem veias e com a cabeça saltada para fora.

Eu ainda estava sentada no vaso. Valdão chegou junto alisando meus cabelos.

- Não sei se aguento mais não, - falei mas sem conseguir despregar os olhos do pau dele. - Denner quase quebra minha coluna.

- Eu coloco devagar, - alisou meu lábio com o polegar. - Prometo!

Valdão segurou firme meus cabelos, encostou seu pau na minha cara e o esfregou em mim. Ele tinha que abaixar para chegar na altura do meu rosto. Logo minha pele arrepiou com o contato.

Valdão segurou o pau ainda um pouco mole e bateu na minha cara, principalmente boca e nariz.

- Estou suja… - falei ainda com uma fagulha de dúvida se aguentaria mais rola naquela noite.

Valdão fez que não com a cabeça.

- Está não, agora abre bem essa boquinha linda - e meteu a rola já meio dura para dentro.

Eu engoli com dificuldade por causa do susto e porque estava toda peguenta. O cheiro forte de urina, se misturou ao cheiro da rola dele na minha boca, de repente eu estava com a boca cheia, olhando para cima, e vendo a cara de satisfação do Valdão, enquanto socava de leve batendo as bolas no meu queixo.

Ele beliscava meu mamilo, imprensando meu corpo contra a parede atrás do vaso, eu apoiava nos meus pés e na borda do vaso, com a cabeça na parede, nunca saiu tanta lágrima dos meus olhos e baba pelo meu nariz como naquele momento.

Valdão segurava por meu cabelo, sem dar descanso, assim que eu tirava para respirar, engulhando, ele voltava a enfiar na minha goela.

Eu nem enxergava direito, vendo tudo embaçado por causa das lágrimas e do suor escorrendo por meu rosto.

- Chega… chega… - pedi, implorei.

Valdão me segurou erguendo com muita facilidade, eu o agarrei pelos braços sentindo minhas costas na parede fria ao lado do box. Valdão encaixou a rola na minha boceta forçou e entrou de uma vez, gritei igual uma desvalida por ardeu para um caralho!

Eu segurei em seu pescoço sentindo o suor escorrer por minhas costas. O pau do Valdão entrava e saia com tanta velocidade que eu nem processava direito o que estava sentindo, era um misto, uma montanha russa, uma hora estava gemendo e pedindo mais, na outra pedia menos.

Ele mantinha minhas pernas encostadas à parede, senti a força dos seus braços, enquanto me segurava, os muques duros, firmes, eu o apertei com força, cravando minhas unhas na sua pele!

Valdão desacelerou, metendo devagar, tirando e entrando todo, eu delirava naquela rola! Ele uniu meus joelhos e senti ainda mais o volume do seu pau e o peso do seu saco batendo no meu buraquinho.

Sentia minha boceta apertando o pau dele ainda mais nessa posição mas minha coluna não doía. Valdão, arfou, erguendo um dos braços, eu calcei meu pé na borda da pia, segurando no ombro dele.

E o senti gozando dentro de mim, o esperma vazava por entre minhas pernas, senti ele na minha bunda, Valdão foi parando, até me ajudar a descer e sentar ele mesmo no vaso.

- Que surra de boceta hein gostosa? Puxa! Você me acabou! - ele disse.

Eu mal me mantinha em pé com os joelhos moles, sentei no chão do box com o chuveiro ligado, respirando fundo e a cabeça debaixo da água. Aquela exaustão era gostosa, percebi Valdão me encarando, e sorri.

- A surrada aqui fui eu… - me apoiando na palma da mão fiquei de pé.

- Para uma novinha, tu é bem cavala - ele disse sacudindo a rola depois de mijar. - Bateu a maior fome agora!

Ele disse levantando, deixou a porta aberta ao sair, terminei o banho. Tinha a sensação de corpo anestesiado. Sentia minhas coxas tremerem um pouco, Aidé, entrou também um pouco curvada. Reclamando que Denner montou em suas costas, era inacreditável mas estávamos trocando figurinha sobre os machos.

- Valdão é bruto também mas os dois fodem muito, - eu disse. - Teu irmão é do mesmo jeito.

Eu falei sem perceber o que havia acabado de dizer. Aidé olhou para a minha cara e sorriu sem acreditar. Eu nem sabia onde enfiar a cara, nem a pitomba do Valdão fez meu rosto tremer tanto quanto aquela olhada de juízo final que a Aidé lançou para mim, julgando até minha próxima reencarnção.

- Não, nem fodendo… - ela disse. - Tu deu para o Léo? Quando foi isso? Vaca.

Aquele “vaca” no final quebrou o gelo e caímos na risada. Denner apareceu na porta já de cueca.

- Venham comer alguma coisa, - ele chamou - aqui, se seca com essa toalha está limpa.

Ele atirou a toalha para mim, enquanto eu me secava, fui contando a Aidé como tudo havia começado com seu irmão e de brinde falei do Negão também. Ela ficou assombrada.

Contou que o pai havia conversado com sua mãe sobre Léo ter trazido mulher para casa mas que ela nunca ia imaginar que a mulher era eu. Saímos para a cozinha e os caras estavam comendo bolo, desses de padaria de comer com café. Eu nem havia reparado mas o dia começava a nascer.

Valdão e Denner, nos deixaram perto da escola, descemos para a minha casa porque pela hora mamãe ainda não havia chegado, fomos pela rua de Negão, com medo de passar pela casa da Aidé, ainda dormimos por algumas horas e chegamos na escola no segundo horário.

Ninguém havia percebido nada!

- Amiga, você gosta do Léo? - Aidé perguntou dias depois dessa nossa aventura. - Porque acho meu irmão tão idiota, sem sal.

- Gostar, gostar, não - falei sincera. - Ele me excita, foi meu primeiro, e fode tão gostoso, tem um cheiro e uma pegada que me deixa mole. Mas Negão, Denner, Valdão, todos de uma forma particular cada um me deixaram do mesmo jeito. Eu gosto é de homem, disso estou bem certa.

A gente sorriu.

PERDI ACESSO A OUTRA CONTA ONDE EU HAVIA PUBLICADO DO 1 AO 5.

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