Olá pessoal, sou novo por aqui e queria saber se tem como eu adicionar fotos junto com os meus relatos. Tenho fotos e videos da minha esposa com o Maranhão claro que eu tirei algumas fotos em momentos em que cito nos relatos. Assim ficar melhor para você terem noção de como é minha esposa e mais imersão no relato. Obrigado e espero que gostem. Comentem se estão gostando e deixem estrela. Boa leitura.
Minha cavala estava linda de quatro no sofá, babando, olhando o velho se masturbar tão perto dela.
Kelly: "O senhor gosta de me ver toda aberta assim pro senhor?"
Maranhão: "Sim, minha putinha."
Kelly: "Eu não sou sua putinha, estou apenas ajudando um velho sem-vergonha safado", disse com uma voz meio trêmula e rebolando a bunda bem devagarzinho.
Maranhão: "E os meus dois presentes que você disse que iria me dar? Eu não entendi quando você disse que não era como eu pensava."
Ela sai da posição de quatro e senta no sofá com uma carinha meio triste.
Kelly: "Eu sinto muito que o senhor não teve um único aniversário e nem ganhou um presente na vida. Sabe, Maranhão, o nosso aniversário é um dia muito importante para deixar passar assim, como se fosse um dia qualquer."
Maranhão: "Não se preocupe, minha filha. Se tudo o que eu passei contribuiu para estar aqui agora com você, valeu a pena."
Ele disse isso chegando mais perto e ficando com o pau a centímetros da boca dela. Eu vi os olhos dela cheios d'água.
Kelly: "Seu safado, para, se não eu choro, cachorro!"
Eu sorri nesse momento porque notei que parecia que o velho estava segurando um microfone perto da boca dela, mas ela não se afastou. Olhou para a rola do velho — grande, grossa e cheia de veias. Estava com muito pré-gozo saindo da cabeça do pau. Ela viu e deu uma lambida onde estava saindo o líquido; foi um movimento leve o suficiente para limpar tudo. Ele não esperava por isso e se tremeu todo. Ela ficou saboreando e olhando nos olhos dele, sorrindo. Depois, ela engoliu e perguntou com uma voz de tesão e de safada:
Kelly: "Desculpa, não resisti, tive que provar. Gostou?"
Maranhão: "Meu Deus, minha filha, que coisa boa! Faz de novo?"
Kelly: "Não, seu aniversário está acabando, vamos aproveitar. Termina de bater punheta para eu te dar o seu primeiro presente. Quando estiver gozando, me avisa, tá, safado?"
Maranhão só confirmou com a cabeça e começou a se masturbar. Minha mulher continuava sentada bem perto da rola dele, olhando nos seus olhos. Eu nunca vi minha esposa com uma expressão tão safada como naquele dia. Parecia outra pessoa. Para o Maranhão gozar mais rápido, ela decidiu mostrar os seios. Tirou um, depois o outro, sempre olhando para o velho; ela apertava e alisava os seios fartos, com os bicos duros feito pedra.
Maranhão: "Não sei o que você tem em mente, sua cachorra, mas se apresse que lá vem porra!"
Ela, mais que imediatamente, ficou de joelhos no chão e abriu a boca. Aquele olhar sedutor, aquela língua para fora com um batom vermelho que deixava os lábios mais carnudos... a expressão de quem se entregou totalmente ao prazer, bem ali, de joelhos diante da pessoa mais improvável do mundo.
O velho entendeu na hora. Apenas disse: "Meu Deus, que tesão, minha filha, lá vem!"
Ela chegou mais perto da rola dele e ficou parada, com os olhos fixados nos dele. Maranhão apontou na direção da boca dela e soltou o primeiro jato lá dentro. Ela continuou com a mesma expressão. Então veio outro jato no fundo da garganta; dessa vez ela teve que engolir um pouco, mas rapidamente abriu a boca de novo e saiu mais um pouco, tudo lá dentro. Ela sempre olhando para ele. Ela fechou a boca e engoliu o resto que tinha. Olhou para a rola dele e falou:
Kelly: "Calma, Maranhão, acho que dá para sair mais. Espreme aqui."
E colocou a língua para fora de novo.
Maranhão: "Meu Deus, que mulher é essa?"
Maranhão espremeu a rola o máximo que podia e ainda saiu muito. Ela saboreava cada gota, não sujou o rosto, engoliu tudo como uma vadia. Ela fez tudo isso sem encostar nele, tirando a vez que lambeu o pré-gozo — acho que não resistiu na hora, mas deu para entender que havia um limite ali. Eles podiam fazer tudo, desde que não houvesse toque entre os dois. Acho que ela traçou esse limite e, por mim, estava perfeito.
Maranhão: "Meu Deus, não acredito que você engoliu minha porra. Nunca ninguém fez isso."
Kelly: "Estou lisonjeada por ser a primeira. Mas foi muita porra, grossa e quentinha. Adorei! kkk"
Maranhão: "Você me faz gostar mais da minha vida, menina."
Kelly: "Fico muito feliz, Maranhão. É muito bom ouvir isso. Como você disse que nunca ganhou um presente, eu queria que ele fosse especial e memorável para você. E então, gostou?"
Maranhão: "Minha filha, esse já é o melhor aniversário da minha vida. Graças a você."
Kelly: "Que bom, Maranhão, que bom."
Eu via aquela cena de boca aberta. Eles estavam conversando normalmente, nem parecia que, alguns minutos atrás, o velho tinha acabado de encher a boca da minha esposa de porra. Quando achei que tinha acabado, escuto ela falando:
Kelly: "Calma que ainda tem o segundo presente, tá bom? Espera aqui."
Maranhão: "Nossa, mais ainda? Duvido superar esse."
Kelly: "Espera, eu deixei seu presente lá no quarto, vou buscar."
Nessa hora gelei a espinha. Saí dali feito uma bala, deitei na cama e fiquei esperando. Notei que ela foi ao banheiro e depois entrou no quarto. Foi até o guarda-roupa e tirou alguma coisa; parecia uma caixa com um laço. Antes de ela voltar, chegou bem perto de mim e me deu um beijo na testa. E saiu. Não sei como ela não percebeu, mas eu estava tremendo de tesão naquele momento.
Esperei alguns segundos e voltei para o meu canto. Ela foi até ele, que estava sentado no sofá, e ficou de novo de quatro do lado dele. Toda animada, falou rebolando a bunda:
Kelly: "Vem, cachorro, fica atrás de mim."
Percebi que ela estava bem animada mesmo. O velho ficou atrás dela sem entender muito; depois daquela gozada, ele já parecia cansado, mas obedeceu. Minha esposa deu dois tapas bem fortes na própria bunda e disse sorrindo:
Kelly: "Nossa, como eu sou puta! kkk Vem cá, safado, chupa esse dedo."
E mostrou o dedo do meio. O velho não entendeu nada, mas eu vi quando ele abocanhou o dedo dela. Deu um certo nojo. Ela ficava fazendo um movimento de vai e vem na boca dele com o dedo.
Kelly (com voz de puta): "Isso, chupa meu dedo, passa a língua, deixa ele bem babado."
De onde eu estava, o velho parecia não entender muito. Fazia o que ela pedia, mas sem muita animação, talvez porque tinha acabado de gozar e estava morto. Minha esposa não estava nem aí. Tirou o dedo da boca dele e disse:
Kelly: "Isso, cospe nele agora, que esse dia vai ser inesquecível para você, seu velho safado!"
O velho cuspiu no dedo dela, e a baba ficou escorrendo. Achei meio nojento, mas...
Kelly: "Isso mesmo, cachorro."
Ela voltou a ficar de quatro e começou a alisar o cuzinho rosa com o dedo babado. Abaixou a cabeça e, para me deixar de boca aberta, enfiou o dedo todo no cu até o talo. Olhei para o velho e ele estava com os olhos arregalados, tendo aquela visão de camarote. Minha cavala soltou um gemido contido e deu para ver que ela estava movimentando o dedo lá dentro sem tirar. Ela olhou para o velho e sorriu ao ver a expressão dele. Tirou o dedo do cu; ele estava brilhando.
Kelly: "Aqui, safado, sente o gosto do meu cu."
O velho ficou alguns segundos paralisado, incrédulo. Então ele avançou e engoliu o dedo dela. Diferente da primeira vez, ele engoliu, chupou e mordeu o dedo dela, enquanto ela olhava para ele de boca aberta, com uma expressão de tesão e alguns gemidos. O velho passou uns três minutos assim, parecia fora de si.
Kelly: "Calma, seu velho."
Ela puxou o dedo e eu escutei o barulho da chupada na hora que saiu da boca dele. O dedo dela estava vermelho. Ainda de quatro, enfiou mais uma vez, só que agora socava bem forte, fazendo o corpo ir para frente. Fez isso umas cinco vezes, tirou e apontou para o velho, que engoliu de novo.
Kelly: "Gostou do gosto? Era assim que você imaginava?"
O velho tirou o dedo da boca e disse:
Maranhão: "Melhor, bem melhor."
Ela sorriu. Depois de um tempo, o velho pediu mais. Agora ela enfiava no cu, colocava na boca dele, tirava da boca e voltava para o cu. Ficou nisso até cansar. O dedo dela já estava muito vermelho e ela disse que estava doendo, que era para parar. Nisso, ela deu a caixinha que tinha guardado. Ele, de pau duro de novo, olhou sem entender nada e pegou a caixa.
Kelly: "Maranhão, como você disse bem tarde que era seu aniversário, não tive tempo de comprar nada, mas lembrei disso."
O velho abriu a caixinha e lá dentro tinha um plug anal daqueles que têm um coração de um lado.
Maranhão: "Um plug anal?"
Eu pensei: "Um plug anal? Vocês pensaram: 'um plug anal?'" kkk.
Kelly: "Sim, seu bobo. Eu comprei há algum tempo para usar com o Paulo, mas faz tempo que não uso."
Maranhão: "Sim, mas o que eu vou fazer com isso?"
Kelly: "Você não, seu besta! O que você tem de safado e de rola, você tem de burro, kkk. É para eu usar para você. Não gostou?"
Maranhão até gaguejou:
Maranhão: "Cla... claro que eu gostei, minha filha. Coloca aí para eu ver como fica."
Kelly: "Safado!"
Minha esposa colocou o plug na boca e depois enfiou no cu, ficando só o coraçãozinho para fora. Ela virou o rabo para ele, deu dois tapas fortes que deixaram a marca da palma da mão e perguntou:
Kelly: "Então, gostou?"
Maranhão: "Eu sinceramente não sei o que fiz para merecer isso."
Kelly: "Não pense, aproveite. Vou tirar para você ver."
Minha cavala tirou o plug bem devagar, rebolando a bunda, e abriu o cu com as mãos. Ficou um buraco grande; o velho com certeza conseguia ver a alma dela por ali. Deixou o Maranhão desnorteado. Ele tentou avançar para enfiar a língua, mas ela não deixou. Mandou ele ficar quieto, só olhando. Colocou o plug de novo e disse:
Kelly: "Agora vou tirar e dar o plug para você ficar com ele e sentir o gosto do meu cu a noite toda, tá bom?"
Maranhão: "Sim, minha filha." (Se segurando para não estuprar o cu dela ali mesmo).
Ela começou a tirar o plug, mas desistiu.
Kelly (com voz manhosa): "Maranhão, tira para mim?"
Ela encostou a cabeça no sofá, erguendo ainda mais o rabo.
Maranhão: "É sério?"
Kelly: "Hum-rum", disse mordendo os lábios.
Maranhão se posicionou atrás dela, preparou-se e tocou no coração. A pele dela ficou toda arrepiada e ela deu uns espasmos. Ele segurou o coração e puxou, mas o cuzinho dela não queria soltar e o plug voltou. Ele puxou mais uma vez e o plug voltou de novo. Era ele puxando de um lado e o cuzinho dela puxando do outro. Ela gemia bem baixinho, quase chorando. Então ele segurou com mais firmeza e puxou com força, fazendo um barulho engraçado quando saiu.
Kelly: "Ai, filho da puta!"
Quando a Kelly estava se arrumando para sentar, o velho segurou o rabo dela com as mãos, forçando para cima, fazendo-a encostar a cabeça de volta no sofá. Agora, com o cu lá no alto e um buraco enorme na frente dele, ele apertou os dois lados da bunda. Ele respirou fundo e ficou olhando de camarote o cu dela totalmente aberto. A Kelly não reagiu, ficou totalmente entregue.
Quando ele colocou a língua para fora para enfiar no cu dela, eu estava com tanto tesão que não reparei no vaso de plantas ao meu lado e acabei esbarrando nele. Eu estava me masturbando, totalmente alucinado. Ele se assustou e a soltou; ela caiu no sofá totalmente sem forças.
Eu fiquei parado e olhei para eles. Eles não me viram, pois eu estava no escuro. Minha esposa, com muito esforço, se levantou e disse que chega por hoje, que era melhor ir dormir. O velho, contrariado, concordou. Ele, ainda com o plug na mão, foi para o quarto.
Maranhão: "Minha filha, me desculpe, eu perdi o controle."
Kelly: "Tudo bem, velho, eu entendo."
Maranhão: "Obrigado por fazer do meu aniversário um dia especial de novo."
Kelly sorriu para ele. Eu saí correndo de volta para a cama. Depois de um banho, a Kelly voltou para o quarto e apagou ali mesmo. Eu também consegui dormir.
