Oi, pessoas! Franzinha aqui dando continuidade a mais um episódio da minha saga. Esse demorou um pouquinho, é mais longo que os outros. Quero dizer que eu amo cada comentário e estrelinha que vocês deixam nos meus contos. Continuem, por favor!
PARTE 9 - O CHURRASCO ENTRE AMIGOS
Minha primeira vez no cu foi tão intensa que eu apaguei no sofá do mesmo jeito que minha mãe havia me deixado. Acordei e já estava anoitecendo, com um silêncio muito incomum na casa. Peguei meu celular e havia uma mensagem do Robson:
"Dei uma saidinha rápida, sua puta. Mais tarde eu volto com os rapazes. Se prepara rsrs"
Levantei devagar e fui procurar minha mãe. Conforme eu caminhava, sentia meu cu latejar e piscar. Era uma sensação estranha mas extremamente prazerosa. Eu sentia como se eu tivesse cumprido o meu papel de puta da melhor maneira possível. Minha boca, minha buceta e meu cu tinham sido deflorados pelo mesmo pau, aquele pau enorme que eu tanto amo. E Robson ainda queria mais, o que me dava um orgulho de mim mesma, simbolizava que eu estava fazendo a coisa certa. Afinal, se meu macho continua querendo me foder muito, é porque estou sendo uma vagabunda correta. E ainda ia trazer os meninos pra me usarem também! Que maravilha! Ouvi passos no quarto da minha mãe e fui adentrando pela porta devagarinho. Ela estava ajeitando a cama, de costas pra porta. Tinha trocado os lencóis e colocado novos, de seda. Porém, o que me chamou mais a atenção era a forma como estava vestida. Ela tomou banho e o cheiro dos seus cremes exalava pelo quarto, e colocou um look pra lá de ousado. Eu nem imaginava que ela pudesse ter aquele tipo de roupa. Dona Lúcia estava com um vestido preto tomara que caia bem justo, bem agarrado em suas curvas. O vestido acentuava suas tetas redondas e marcava muito seu quadril avantajado e sua bunda graúda. Aliás, a bunda dela estava estourando naquele vestido, ele visivelmente ia ficar subindo, pois era bem curto e já estava mostrando a parte de baixo das nádegas dela. E pelo vestido ser bem justo, o tecido ficava até meio transparente, e a calcinha fio dental preta com as alças fininhas estava muito marcada na roupa, dava pra ver claramente o desenho da peça entrando naquela bunda enorme. Pra completar, ela usava meias 7/8 pretas finas, com barra rendada e risca atrás da coxa, e um sapato de salto agulha preto envernizado bem alto. Estava muito vulgar. Quando ela se virou pra mim, ela sorriu muito feliz por me ver, e pude perceber que estava com uma maquiagem com sombra preta, com os olhos bem marcados, um batom vermelho matte e o cabelo preso em um coque com alguns fios soltos. Estava deslumbrante, mas parecendo uma atriz pornô.
- Oi, minha filha amada! Que bom que você acordou! Tá tudo bem? - ela disse se aproximando de mim e me dando um beijo carinhoso na bochecha, segurando meu rosto com a mão
- O-oi, mãe. Eu tô bem sim, e você? - pude sentir que ela estava bastante perfumada também - Toda arrumada, que roupas são essas? Nunca te vi assim...
- Você gostou? Tô bonita? - ela disse enquanto se mostrava pra mim, feliz e sorridente - Acho que essa é minha nova forma de me portar, combina mais comigo. E o Robson me incentivou antes de sair...
- Tá linda sim... Mas o que o Robson disse?
- Ele... Ele disse que ia sair, que ia buscar algumas coisas pra que os amigos de vocês venham aqui hoje. - ela disse mordendo o lábio com carinha de tesão reprimido - Ele estava quase saindo pela porta, me chamou e agarrou a minha bunda, disse que eu deveria me vestir igual uma vagabunda pra recepcionar o pessoal, que eu precisava mostrar o que tenho de melhor
- Nossa... Ele realmente tá começando a te tratar como me trata - eu disse, sorrindo por eles estarem se dando tão bem
- Não é o máximo, minha filha? Eu amo o quanto ele me respeita! Achei um amor ele me incentivar a me arrumar mais! Que rapaz maravilhoso! - ela sorria empolgada enquanto terminava de ajeitar a cama - E você, mocinha, deveria fazer o mesmo. Vai se arrumar logo, daqui a pouco eles chegam!
Minha mãe tinha razão! Eu precisava me aprontar pra que meus machos fossem bem recepcionados! Fui direto pro banheiro e abri o chuveiro. Antes de entrar, me olhei fixamente no espelho. Não sei dizer o que, mas algo em mim mudou depois de ter perdido a virgindade dos meus dois buraquinhos. Eu estava com uma expressão de mulher, de uma puta de verdade, tinha deixado de ser apenas uma menina inocente. A garota que o Robson botou pra punhetar na biblioteca aquele dia já não existe mais, e essa nova Francieli que surgiu era infinitamente melhor. Vi que meus peitos estavam com leves chupões da foda que tive com o Robson a tarde, e amei estar marcada pelo meu preto delicioso. Quando entrei no banho, senti meu cu estava inchadinho e aberto, internamente melecado de porra ainda, pulsava e estava bastante sensível. Fiz a higiene necessária pra deixar ele prontinho pro meu homem novamente e fui me vestir. Decidi seguir a inspiração vulgar da minha mãe e coloquei um top de tule preto transparente, sem sutiã, o que possibilitava ver minhas tetas rosadas e marcadas claramente. Peguei a menor calcinha que tinha, uma fio dental preta com as alcinhas rosa, e atolei ela na minha bunda. Me olhei no espelho e o fio chegava a se perder dentro do meu rabo. Pus uma mini saia curta preta com listras brancas na barra, estilo colegial plissada, que mal tapava minha bunda, e uma sandália de salto alto na cor prata. Me maquiei como minha mãe e me encarei por uns instantes. Eu podia jurar que era uma prostituta se me visse na rua. Estava linda e do jeito que precisava! Meu coração acelerava imaginando os meninos me vendo daquela forma e querendo me usar!
Quando estava terminando de me ajeitar, ouvi a porta de entrada se abrir. Robson, Cadu e Dio chegaram com sacolas. Dava pra ouvir o barulho de garrafas e eles falavam alto e riam a vontade. Minha mãe passou igual um raio pelo meu quarto, correndo e saltitando com aquelas tetas e rabo enormes balançando, tendo que ajeitar o vestido quando chegou próxima dos meninos.
- Olha ela aí, essa é a mãe da Franzinha? - Cadu perguntou pra Robson, olhando minha mãe dos pés a cabeça enquanto largava as sacolas sobre a mesa
- Caralho, hein, dona... O Robson falou que a senhora era gostosa, mas eu não imaginava tanto - Dio falou se aproximando dela
- O-oi, meninos! Eu me chamo Lúcia, sou mãe da Francieli. - ela dizia sorridente e simpática, colocando a mão sobre o peito dos rapazes - O Robson me falou muito bem de vocês! Fiquem a vontade, sintam-se em casa!
- Eu não falei pra vocês? - Robson abria uma long neck e cumprimentava seus manos com um hifive - Lucinha, cê tá uma delícia hoje, hein! Levou a sério o que eu falei mesmo
- C-claro, querido! Você pediu e eu atendi. Seria boba de dizer não? - ela sorria maliciosa - Fico feliz que tenha gostado! Especialmente pra receber vocês!
- Cê gosta de obedecer macho também, sua puta? - Cadu disse olhando pra ela, com uma cara de tarado - Vestida igual uma cadela desse jeito, só pode gostar...
- Claro que ela gosta, tá na cara dessa vagabunda que ela se arrepia toda quando vê um macho. - Dio falou e deu uma fungada no cangote da minha mãe, que a fez rir e se encolher toda
- Aí, mano, não fala assim com a minha sogrinha! - Robson falou debochado dando um gole na cerveja
- Que isso, tá tudo bem! Podem me chamar como quiserem. Eu não me importo, de verdade! E... - minha mãe falou olhando pra Robson e logo em seguida olhando os meninos, com aquele olhar de hipnotizada que sempre ficava na presença do Robson - Sim, meninos, eu gosto. Eu gosto muito!
Os três se olharam e sorriram, como se tivessem combinado algo antes. Cadu e Dio deram um tapa forte na bunda gorda da minha mãe, que fez ela gemer um "ai" manhoso e fez o vestido subir, deixando parte daquele rabo enormea mostra. Havia um brilho nos olhos da minha mãe enquanto via aqueles três machos fortes e altos na sua cozinha. Era como se ela estivesse sonhando acordada, incapaz de se conter de entrar nessa fantasia. Eu parei no corredor e fiquei olhando pra ela, que não parava de encarar os meninos e principalmente olhando a região do pau deles. Quando eu cheguei na cozinha, ela desviou o olhar e sorriu pra mim, me pegando pela mão pra levar até os meninos. Eu os abracei e dei um beijo no rosto deles, que exclamaram "oi, putinha" e enfiaram a mão na minha bunda por baixo da saia, apertando sem qualquer cerimônia. Que saudade que eu estava deles e dessa forma carinhosa que eles tem comigo! Minha mãe sorria ao ver que meus amigos me adoravam e me tratavam muito bem! Robson e os meninos foram pra fora no pátio, onde ficava a churrasqueira, e enquanto ajeitavam tudo pra colocar a carne pra assar, eu e minha mãe ficamos dentro de casa preparando as saladas e ajeitando a mesa. Minha mãe estava muito animada, era contagiante ver a empolgação dela.
- Ai, filha, que coisa boa ter seus amigos aqui com a gente! Eu achei esses meninos tão educados, tão respeitosos!
- Você achou, mãe? No início eu achava todos eles uns idiotas, mas agora eu adoro a relação que nós temos. Eles me tratam como mereço!
- Que bom, Fran! As portas da nossa casa vão estar sempre abertas pros seus amigos, quero receber eles sempre aqui! - ela os observava pela janela rindo e bebendo, conversando e falando claramente coisas de homem, pois gesticulavam muito e alisavam constantemente as rolas
- Mãe... - perguntei, curiosa - Você sempre agiu como se eu devesse evitar homens a todo custo, pra cuidar minha forma de se vestir, e agora vejo você totalmente a vontade com meu namorado e amigos, usando roupas que jamais pensei que fosse ver você usando, a forma como você me lambeu hoje mais cedo... Não tô reclamando, mas... O que mudou?
- Ah... - minha mãe ficou meio sem graça com a pergunta e desviou o olhar - Eles são especiais pra você e quero participar mais da vida da minha filhota. É isso.
- Hmmm... Às vezes sinto como se a senhora me escondesse alguma coisa - olhei pra ela e fiquei encarando-a
- E-eu... - ela ficou tensa e sem palavras e desconversou - Deixa de ser boba, Francieli! Vamos terminar as coisas porque daqui a pouco a carne tá pronta!
Logo os meninos vieram pra dentro com as carnes e sentamos todos a mesa. Cadu e Dio não tiravam o olho da minha mãe, eles estavam babando e desejando ela. Quando ela ficou entre as cadeiras onde eles estavam sentados pra servir, tanto Cadu quanto Dio apertaram e alisaram a bunda dela, deram tapas. Ela apenas sorria, se empinava mais e fingia que nada estava acontecendo. Eu estava eufórica, era maravilhoso notar que os meninos gostaram da minha mãezinha! Sentamos pra comer e eles ficaram falando de coisas de homem, do campeonato que estava se aproximando, do quanto precisavam se dedicar. Eles davam risada e bebiam, eu e minha mãe nos olhávamos com aquele olhar de cumplicidade, era como se estivéssemos dizendo uma pra outra apenas com os olhos que era bom demais ter aqueles machos na nossa casa. De repente, Robson se colocou de pé e abaixou a bermuda, expondo aquela vara enorme e bem dura na minha cara. Todos ficaram espantados e os meninos começaram a rir. Ele não falou nada, apenas colocou a mão na minha cabeça e puxou contra o pau dele. Eu não ofereci resistência alguma e comecei a mamar aquela piroca que eu tanto amava. Olhava pra minha mãe e ela estava com aquele brilho no olho, boquiaberta comigo babando naquela tora preta mais uma vez. Os meninos logo em seguida levantaram e vieram pra volta, sacando os paus pra fora e me dando pra chupar também. Eu só consegui sorrir, e comecei a revezar naquelas picas. Eu nem acreditava que estava fazendo o que vinha fazendo todos os dias no banheiro abandonado na frente da minha mãe. Eu não me controlava, mamava com gosto, babando pra caralho, deixando eles enfiarem os paus até as bolas na minha boquinha, punhetava os outros. Aquele cheiro delicioso de pau de macho subindo no ar me deixava sedenta, a minha buceta já estava babando. Os meninos esfregavam a minha cara nas bolas deles, roçavam o pau babado por todo meu rosto. Eu sorria realizada. Eu AMO esse cheiro de rola e saco no meu rostinho! Olhava pra minha mãe e ela estava fixada naquela cena, mordia os lábios e arqueava as sobrancelhas, se contorcia na cadeira. Ela estava visivelmente excitada e sem conseguir se controlar
- É-é assim que vocês usam minha filhinha na escola? - minha mãe falou em sussurros, ardendo de tesão, apertando o bico das tetas
- Assim mesmo, dona. Ela adora, não é putinha? - Cadu falou enquanto eu apenas murmurei "uhum" com a pica dele na boca
- Tava querendo muito ver isso né Lucinha? - Robson perguntou, com um sorriso tarado no rosto - Te excita sabendo que a gente usa a Franzinha igual uma vagabunda?
- S-sim... E-eu precisava ver... É muito excitante assistir vocês tratando ela assim - minha mãe chegava a se babar admitindo essas coisas
- hahaha Caralho, mané! A mãezinha é uma cadela do caralho! - Dio ria com os meninos enquanto esfregava as bolas no meu rostinho comigo ofegante e babada de tanto chupar - Cê não vai pedir pra gente parar de fazer isso com a sua princesinha não?
- N-não, por favor... Usem minha filha, usem a vontade. - minha mãe estremecia na cadeira, sem esconder a excitação - Tornem ela cada vez mais puta, não se acanhem!
- (slurp) Mãe... - falei rouca de tanto tomar pirocada na garganta, com o maxilar doendo e explodindo de tesão - Pede pra eles me comerem na sua frente, pede (slurp) Eu quero dar pros três
- F-franci... - minha mãe chegou a gemer me ouvindo falar isso - Por favor, rapazes... Comam essa putinha. Comam ela sem pena, eu preciso ver isso, eu quero ver essa vagabunda ser fodida por essas 3 rolas gostosas
- hahaha é pra já, sogrinha - Robson olhou pros meninos e os três sorriram
Robson puxou minha saia pra baixo, me pegou no colo como se eu não fosse nada e deitou no chão, afastando minha calcinha e me encaixando com a buceta na sua pica. Eu gemi sem som enquanto aquela pica adentrava minha xota e ocupava todo o espaço. Minha mãe levantou da cadeira pra conseguir ver melhor e os meninos se aproximaram dela, apertando e alisando a bunda carnuda da dona Lúcia. Minha mãe simplesmente levantou o vestido até a cintura, deixando eles abusarem do rabo dela com mais facilidade. Cadu e Dio enlouqueceram, alisavam e davam tapas com força, estralando a mão. Minha mãe sorria e gemia, se empinava, ela estava adorando ser tratada dessa forma. Eu enquanto sentava no pau do meu macho preto, via essa cena e ficava ainda mais excitada. Era uma conexão absurda que estávamos criando, minha mãe e meus amigos, eu e meu namorado. Todos se entendendo e confraternizando juntos! De repente, Cadu anunciou que ia socar no meu cu, e sem aviso, minha mãe se colocou de 4 com o rabo empinado pra cima e começou a lamber meu cuzinho pra lubrificar. Os meninos ficavam boquiabertos com isso, mamãe chupava e lambia com bastante saliva, deixando meu cu prontinho praquele macho me violar. Depois de um belo banho de língua no meu rabo, minha mãe se afastou toda babada e sorriu, pedindo pra que Cadu fosse em frente. Eu senti cada centímetro da rola dele entrar bem devagar no meu cuzinho apertado e enlouqueci. Eu estava fazendo minha primeira dupla penetração e meu corpo dava espasmos de tanto prazer. Era uma sensação indescritível sentir duas rolas entrando e saindo da minha buceta e do meu cu, as estocadas ora sincronizadas, ora alternadas. Os meninos não tinham qualquer dó de mim, socavam com força e bem fundo. Eu gemia alto pra caralho, e Dio tratou imediatamente de socar o pau na minha boca pra eu ficar quietinha. Eu sentia meu cérebro derreter, era prazer intenso demais com aqueles 3 paus me fodendo. Minha mãe ficou ajoelhada ao meu lado, completamente hipnotizada por ver aqueles machos enormes arregaçarem a filhinha dela. Eu era igual um brinquedo no meio deles e minha mãe estava amando ver eles brincando comigo. Cheguei a ver ela passar a mão na própria buceta e ela vir toda melecada, levando os dedos na boca e chupando seu próprio melzinho.
- Isso, meninos... Fodam essa putinha! Fodam essa cadela como ela merece, deixem ela toda arrombada de tanta pica! - minha mãe falava firme, como se coordenasse tudo, dopada por tanta excitação e aquele cheiro de sexo e pau infestando o ambiente
- Vamos trocar, deixa eu comer essa putinha agora! - Dio falou enquanto os meninos saíam de dentro de mim
Eu montei no Dio e comecei a cavalgar naquela rola sem pudor. Minha mãe tinha razão, eu tinha que ficar toda arrombada mesmo, era pra isso que eu servia! Cadu e Robson me olhava e sorriam enquanto se punhetavam, e minha mãe olhava pra eles e praqueles paus ardendo de tesão.
- Rapazes... - ela disse, sorrindo com malícia - Deixem eu limpar o pau de vocês?
- hahaha Cê tá falando sério, Lucinha? Quer chupar nossa pica com gosto da buceta e do cu da sua própria filha? - Robson indagou
- S-sim, por favor. Eu quero me sentir útil pra vocês, deixem eu mostrar o meu valor pros machos da minha Franzinha
- Caralho, que vagabunda essa sua mãe, Fran! - Cadu disse, já colocando o pau na boca da minha mãe
Eu olhava pro lado enquanto levava rola na buceta e não acreditava no que via. Minha mãe ajoelhada, vestida igual uma atriz pornô, mamando e punhetando meu namorado e seu amigo. E ela fazia isso com afinco, sugava com força, lambia do saco até a cabeça e socava tudo dentro da boca, puxava o ar e ia pra rola do lado pra fazer o mesmo, esfregava a cara nas bolas deles. Era um show a parte, ela parecia amar fazer aquilo. Nossos olhares se cruzaram enquanto eu quicava e ela chupava, e nossa cumplicidade era tanta que fomos obrigadas a verbalizar o que estavamos sentindo.
- M-mãe... Aaaaah... É muito bom ser comida enquanto você me assiste e chupa essas pirocas, sabia? - eu disse ofegante e sorrindo, os cabelos já úmidos de suor - Fico... Aaaah... Tão feliz que você e os meninos tenham se dado tão bem!
- (slurp) Eu adorei eles, minha filha! (slurp) São rapazes muito educados e respeitosos! (slurp) - minha mãe pingava saliva pelo queixo nas suas tetonas, olhando diretamente pra Robson e Cadu - Meninos... (slurp) Se vocês quiserem, podem usar minha boquinha a vontade também, tá bom? (slurp) A casa é de vocês e eu posso mamar quando precisarem (slurp)
- É mesmo, sogrinha? - Robson socava a rola na garganta da minha mãe como se fosse uma buceta, e ela recebia aquela tora enorme como se já estivesse acostumada - Quer ser nossa boqueteira também?
- (slurp) Sim, por favor! (slurp) (spock) (slurp) - ela dizia alternando nas picas - Eu quero muito poder servir os amigos da minha filhota da melhor maneira possível! (slurp) Vocês todos merecem, são rapazes maravilhosos que eu quero sempre aqui! (slurp) Não é mesmo, filha? (slurp)
- Siiim aaaah - eu gemia e enlouquecia mais com nossa conversa - Usem a boquinha dela também, meninos! Botem essa mãe puta pra chupar quando quiserem!
Robson me pegou pelos cabelos e me levou gatinhando até o sofá, e minha mãe e os meninos ficaram de pé e acompanharam. Minha mãe foi indo agarrada na rola de Cadu e Dio, sem vergonha alguma. Meu negão sentou e me colocou sentada de costas pra ele, com as pernas arqueadas e abertas, encaixou o pau no meu cu e foi me deixando deslizar com o rabo pra engolir aquela pica. Meu cuzinho acomodava aquela tora com dificuldade ainda, mas eu sabia que era questão de tempo até que fosse lacear e ele poder meter sem dó. Os meninos ficaram parados de frente pra nós, e minha mãe ajoelhou entre eles e se pôs a mamar. Tirou as tetas pra fora, que já estavam bem molhadas de tanta saliva que pingou. Cadu e Dio abusavam bastante da boquinha da dona Lúcia, socavam sem pena, faziam ela engasgar, lacrimejar e borrar toda a maquiagem, davam tapas e apertavam os peitos dela. Minha mãe gemia e arfava a cada toque e estocada dos paus na sua garganta. Enquanto isso, Robson segurou minha bunda, abriu com as mãos e foi enfiando o pau bem fundo, rápido e forte no meu cu, fazendo eu sentir suas bolas ricocheteando na minha buceta completamente melecada. Era uma maravilha sentir aquele mastro duro feito uma barra de aço arrombar meu cuzinho enquanto minha mãe assistia tudo de pertinho e mamava meus amigos. Cadu deixou ela chupando apenas o Dio e foi pra trás dela encoxá-la, esfregando o pau por cima da calcinha como eles faziam comigo no banheiro da escola.
- Aaah, isso, meu garoto! - ela disse, olhando por cima do ombro com cara de tarada - Esfrega essa pica no meu rabão gordo! Brinca com a minha bunda!
- Cê é uma cadela, hein dona! - Cadu falava esfregando a pica entre as nádegas fartas da minha mãe e apertando suas tetas bicudas
- (slurp) Uhum... (slurp) - ela murmurava com o pau todinho de Dio dentro da boca - Aaaaah, eu sou uma cadela que gosta muito de servir macho! (slurp) Eu quero que vocês se sintam a vontade pra me usar quando quiserem, viu?
- Quando quisermos, é? - Cadu provocou enquanto "fodia" aquela bunda enorme e apertava e dava tapas nas tetas da minha mãe
- Sim, meninos! Podem vir aqui até mesmo quando a Francieli não estiver. Venham e me botem pra mamar do jeito que preferirem, vocês merecem ter uma boqueteira a disposição!
- hahaha a Franzinha puta tem a quem puxar, né não? - Dio falava enquanto passava a rola toda babada por toda a cara da minha mãe
- Sim, eu tenho! Sou uma puta viciada em macho porque minha mãe também é! - falei, rindo ensandecida com aquela cena a minha frente ao mesmo tempo que Robson dilacerava cada pedacinho do meu cu - Olha, mãe! Olha como ele tá arrombando meu cuzinho!
- (slurp) Tô vendo, filha! (slurp) Que cena linda!(slurp) Eu tô apaixonada! Deixa a mamãe sentir o gostinho do seu cu no pau dele rapidinho?
- Vem, Lucinha vagabunda! - Robson tirou o caralho de dentro de mim e quase que instantaneamente minha mãe caiu de boca chupando
- (slurp) Que (slurp) delícia (slurp) esse gostinho (slur) de cu, Jesus! - ela falava num tom de euforia enquanto sugava a rola do meu macho recém tirada de dentro do meu rabinho
- Vai, mãe! Lambe direto da fonte também! - pisquei o cuzinho pra ela e ela logo começou a enfiar a língua no meu rabo, fazendo movimentos circulares dentro dele, me fazendo delirar com isso
- Caralho, minha filha! - ela dizia chupando com vontade, fissurada - Eu AMO cu! Eu sou fascinada! Que gosto delicioso!
Robson voltou a socar o pau no meu rabo e me foder sem pena. Eu já estava sem energia, estávamos todos pingando suor e explodindo de tesão. Cadu foi o primeiro a gozar. Ele gozou horrores na bunda da minha mãe, encharcou a calcinha dela e melecou aquelas nádegas gigantes. Ela sorria e praticamente gargalhava de tesão sentindo os jatos de porra sobre a bunda dela, estava enlouquecida com aquilo tudo. Logo em seguida, Dio gozou na boquinha da minha mãe. Ele urrava de prazer e gozou vários e vários jatos. Deu pra ver que a boca dela ficou cheinha. Ela prontamente engoliu, sorriu com ar de gratidão e deu vários beijinhos na cabeça da pica dele. Por último, de tanto meter, Robson explodiu em gozo dentro do meu cu. Eu sentia como se o pau todo dele tivesse derretido dentro do meu rabo, porque era muita porra. Eu sorria de felicidade, olhava minha mãe e ela sorria também, batendo palminhas de euforia. Robson me tirou de cima dele e me deu um beijo na boca. Foi a PRIMEIRA vez que ele me beijava. Eu estava completamente incrédula e explodindo de paixão! Meu homem me usou igual uma vagabunda, seus amigos me usaram, usaram minha mãe e ele ainda me beijou! Era a melhor noite da minha vida! Como era perfeito o rumo que minha vida tinha tomado! Robson e os meninos botaram suas roupas e disseram que iam dar uma volta pra comprar maconha. Minha mãe, assim que eles saíram, baixou o vestido por cima da porra mesmo e sentou ao meu lado. Ela ficou me olhando com um olhar de ternura
- Minha filha... Eu tô apaixonada. Eu quero que esses rapazes fiquem sempre aqui em casa com a gente, que morem aqui!
- É mesmo, mãezinha? - eu falava fraca de tão cansada, mas decidi provocar com o que ela me disse antes - Por que você quer isso? Só porque eles são especiais e você quer passar mais tempo com a sua filhota?
- Não, Fran... - ela parou, me olhou nos olhos e sorriu gentilmente - É porque a sua mãe é uma boqueteira e precisa de machos usando a boca dela com violência. É porque eu gosto de ver o Robson arregaçando seu cu e lamber ele cheio de porra. Eu... Eu sou viciada nisso, muito viciada.
- Você tá falando sério? - eu me ajeitei no sofá e olhei sério pra ela, pois não esperava essa resposta - Do que você tá falando?
- Eu tenho coisas pra te contar. Coisas sobre o meu passado, coisas que eu fazia, coisas que eu não quero mais esconder. Eu prometo que vou te contar tudo, mas agora... - ela parou, colocou a mão em cima da minha e me olhou - Você tem que fazer uma coisinha pra mim, uma coisa que a mamãe precisa muito...
- O que, mãe?
- Fica de pé e abre a bunda pra eu comer toda a porra do seu cu? Por favor... - ela lambia os lábios e os olhos brilhavam, falando muito sério - Eu amo isso, eu amo demais. Faz isso pela mamãe, faz
Eu sorri e nem respondi. Apenas me levantei, me escorei na parede como se tivesse tomando um enquandro e abri as pernas. Ela sorriu feliz da vida, se ajoelhou e enterrou a cara no meio da minha bunda, chupando meu cu e devorando toda a porra que o Robson depositou lá.
- Obrigada, meu amor. Obrigada! - ela dizia entre as chupadas, enfiando a lingua no meu cuzinho e sorvendo o leite - Promete que vai deixar a mamãe fazer isso sempre? Promete que a mamãe vai poder comer porra do seu cu toda vez que o Robson gozar nele?
- E-eu... Eu prometo, mãezinha! - eu revirava os olhos sentindo aquela língua molhada dentro do meu rabinho sensível e arrombado - Mas só o Robson?
- Não! - ela abria minhas nádegas e chupava meu cu com vontade - Qualquer um que comer seu cu e gozar nele. Mesmo que seja na escola, vem pra casa com o cu entupido de leite pra mim! Deus, que delícia isso! Que saudade!
- T-tá bom, como você quiser, mãe! - eu me tremia toda
- Delícia de cu esporrado, Francieli! - ela se lambia toda, toda babada e melecada de porra recém saída do meu cuzinho - Você é a melhor filha do mundo!
CONTINUA