Minha mulher de repente quer ter um filho. Parte 6

Um conto erótico de Mark
Categoria: Heterossexual
Contém 1903 palavras
Data: 03/04/2026 08:46:46

Dois dias se passaram desde que Claire assinou aqueles papéis. Dois dias de silêncio pesado em casa, de olhares que ela tentava decifrar e eu não deixava. Dois dias em que eu fingia que estava tentando reconstruir alguma coisa enquanto, por dentro, tudo girava como um relógio que ninguém via.

Ela entendia que eu precisava de espaço, então não tentava muita coisa. Falamos e fizemos apenas o básico. Eu já sabia onde essa história ia terminar, então estava me preparando para tudo que iria acontecer.

O dia que eu tanto esperava, finalmente tinha chegado. Agora eu estava no auditório grande do centro de convenções, luzes fortes batendo no palco, câmeras por todo lado. Era o último debate antes da eleição para prefeito.

O lugar lotado de repórteres, assessores, gente importante da cidade. Eu estava ali como repórter, com uma credencial pendurada no pescoço, bloco de notas na mão, mas minha atenção não estava só no palco. Eu olhava atento pra todos os candidatos, pra plateia, pros movimentos de cada um.

E então eu vi ele. Lucio Forest. O candidato que liderava as pesquisas, O antigo patrão de Claire . Ele estava de terno impecável, só a gravata um pouco torta, sendo arrumada por algum puxa-saco que sussurrava no ouvido dele. Lucio sorria pro público, mas era um sorriso cínico, sarcástico, como se soubesse que o mundo inteiro girava do jeito que ele queria.

Eu senti o celular vibrar no bolso. Peguei rápido e vi a notificação. Era o aplicativo que eu tinha instalado no telefone dela. Lucio estava ligando pra Claire naquele exato momento. Dei uma olhada nele, e ele estava com o telefone na mão, com um sorriso cheio de segundas intenções. Não vi menções dela ter atendido. Deu pra ver na cara dele a irritação por causa disso, mas ele tentou manter a postura. Fiquei curioso para saber o que ele queria com ela. Marcar algum encontro, talvez?

Eu sorri. Um sorriso frio, que ninguém viu porque eu estava de cabeça baixa fingindo anotar algo.

E foi aí que as lembranças vieram todas de uma vez, como uma onda que me acertou no peito. Tudo estava indo como eu tinha planejado, desde aquele dia.

O dia exato em que comecei a desconfiar de verdade. Aquele jantar romântico quando eu voltei da viagem, o jeito carinhoso demais dela, o beijo com língua, e depois a bomba: “acho que a gente deveria começar a tentar ter um filho”. Alguma coisa dentro de mim gritou que não batia. A gente mal transava há semanas, a rotina tinha matado tudo, e de repente ela queria um bebê? Logo depois de eu ter passado uma semana fora?

Meu instinto de repórter falou mais alto. No dia seguinte eu saí cedo, fui numa loja de segurança e comprei duas câmeras pequenas, com áudio e vídeo, de alta qualidade. Elas gravavam até uma semana sem parar e mandavam tudo direto pro meu celular em tempo real.

Coloquei uma no quarto, escondida no canto da prateleira, e outra na sala, atrás de um livro na estante. Ninguém ia notar.

Eu precisava ter certeza.

E como eu imaginava, a prova veio rápida. Num dia em que eu estava na redação, digitando mais uma matéria, abri o aplicativo e voltei as gravações. Meu coração já batia forte antes mesmo de ver. E lá estava. Um homem entrando no nosso apartamento. E esse homem era Lucio Forest. Ele e Claire se beijaram assim que a porta fechou, como se não aguentassem mais esperar.

Ele tirou a blusa dela com pressa, apertando aqueles seios médios que eu conhecia tão bem. Claire gemeu baixo, o mesmo gemido que ela dava pra mim no começo. Ela caiu de joelhos na sala mesmo, abriu o cinto dele e puxou a calça. O pau dele já estava duro. Ela lambeu a cabeça devagar, depois engoliu inteiro, chupando com vontade, com a sua mão massageando as bolas, e sua saliva escorrendo pelo queixo. Lucio segurou o cabelo dela e empurrou mais fundo, gemendo:

— Porra, Claire, você tem uma boca de puta... melhor que a da minha esposa.

Ela não parou. Chupou mais forte, olhando pra cima com aqueles olhos verdes que eu amava. Depois ele levantou ela, tirou o resto da roupa e colocou ela no sofá da sala — o nosso sofá. Entrou nela de uma vez, metendo fundo, segurando a cintura. Claire arqueava as costas, gemendo alto, empinando o bumbum redondo pra ele. Eles foderam ali mesmo, forte, pele batendo contra pele, o som molhado enchendo a sala.

Ele virava ela de quatro, batia na bunda dela, chamava ela de safada, de vadia. Claire gozou tremendo, apertando o pau dele, pedindo mais. Depois ele gozou dentro, jorrando, segurando ela firme. Mas não parou. Levou ela pro quarto — pra nossa cama — e continuou. De lado, por cima, de novo por trás. A cama tremia toda. Claire cavalgava nele, com seus seios balançando, e sua boca gemendo o nome dele. Eles transaram como dois animais, suados, sem vergonha, gozando mais uma vez antes de ele sair.

Eu fiquei arrasado assistindo aquilo. Não era só dor. Era como se tivessem arrancado um pedaço de mim. A Claire que eu conhecia — a menina recatada do congresso, a que me olhava com amor no começo — estava ali, sendo comida pelo chefe no nosso apartamento, na nossa cama, gemendo pra ele como nunca gemeu pra mim. Minha autoestima foi pro chão. Eu chorei sozinho na redação, sentado na cadeira, o celular tremendo na mão. Mas eu não confrontei ela na hora.

Eu tomei uma decisão ali mesmo. Confrontar direto ia significar divórcio difícil, ela levando vantagem, talvez até o apartamento, dinheiro, tudo. Não. Eu ia agir com frieza. Com cautela. Eu ia mostrar que também sabia jogar esse jogo.

Foi aí que o plano começou de verdade.

Procurei um amigo que era detetive particular. Ele me ajudou a instalar um programa discreto no celular dela pra interceptar mensagens e ligações. Foi assim que eu soube de tudo. Lucio planejava visitar ela no dia que os meus sogros chegassem a Nova York. Ele mandou mensagem marcando. Eu fiz questão de deixar Claire sozinha aquele dia. Deixei os sogros no hotel, disse que ia passar na redação, mas na verdade, aluguei um quarto no mesmo hotel, perto o suficiente pra monitorar. Fiquei lá, sentado na cama, com meu celular na mão, vendo as câmeras em tempo real.

Vi Lucio entrar no prédio. Vi ele subir. E ouvi tudo pelo áudio. Claire abriu a porta e disse, voz manhosa:

— Saudade pra caralho de você.

Eles se beijaram forte. Ele tirou a roupa dela rápido, ela caiu de boca no pau dele de novo, chupando como uma puta, mais safada do que nunca foi comigo. Lucio ria, segurando o cabelo dela:

— Você chupa melhor que minha esposa, sabia?

Depois ele levou ela pra cama. Foderam com vontade, a cama batendo na parede, gemidos altos. Ele metia fundo, chamando ela de vadia, de puta dele. Claire gozava gritando, arranhando as costas dele. Quando terminaram, suados, ela contou que estava grávida. Lucio olhou pra ela e riu frio.

— Não vou assumir porra nenhuma, Claire.

Ela insistiu, dizendo que era melhor que a esposa dele, porque a esposa não conseguia engravidar e ela estava dando um filho pra ele. Lucio só balançou a cabeça.

— Isso não importa. Minha esposa me dá dinheiro e status. Você me dá só buceta.

Ele aconselhou ela a me enganar, dizer que o filho era meu. Depois disse que eles precisavam ficar um tempo sem se ver. Claire implorou pra transarem mais uma vez. Eles começaram de novo, ela por cima, rebolando desesperada. Foi aí que eu liguei pra polícia. Fiz uma denúncia anônima: disse que tinham invadido o apartamento, que uma mulher estava sendo agredida e feita de refém. Pedi pra comunicarem os familiares. Depois mandei mensagem pra alguns portais de notícia falando de adultério no endereço. Fiquei assistindo tudo pela janela, e com o outro olho no meu quarto, no celular. A polícia chegou rápido. O maldito do Lucio conseguiu escapar pagando propina pra um dos policiais, mas as câmeras gravaram tudo. Para a minha surpresa, a vizinha do lado também estava com um amante, dando pra ele enquanto o vizinho, um cara bacana que eu conhecia, estava servindo o exercito. Mais tarde, Claire foi levada pra delegacia.

Eu recebi a ligação da polícia. Tudo estava indo exatamente como eu planejava. Eu ia ser a vítima que acabou de descobrir a traição. E eu queria ver o que Claire ia falar pros pais dela.

Infelizmente Derrick teve o infarto. Eu paguei tudo — remédios, estadia, exames. Tinha dinheiro guardado dos meus trabalhos e da reserva que meus pais me deram quando a gente se mudou. Não era problema.

Depois disso comecei a segunda parte do plano. Lucio tinha escapado da polícia, mas não ia escapar de mim. Plantei boatos, deixei pistas sobre as falcatruas dele. Como repórter, investiguei contratos da firma dele e descobri que ele lavava dinheiro pra organizações criminosas. Consegui até gravar um vídeo onde ele recebia propina de alguns traficantes menores da cidade.

Voltei pro presente. O debate estava prestes a começar. A esposa de Lucio — a bela morena de olhos azuis que eu tinha encontrado na floricultura e na instituição — se aproximou de mim. Ela me deu um beijo leve no rosto, sorrindo.

— Que bom ver um rosto familiar. Eu odeio esses eventos, mas preciso apoiar meu marido.

Eu sorri de volta, controlado.

— Estou aqui cobrindo o debate. Vou fazer algumas perguntas também.

Ela assentiu e foi pro lugar dela. O debate começou. A primeira parte era de perguntas dos jornalistas. Atrás dos candidatos tinha um telão grande. Eu tinha procurado o outro candidato e vazado as imagens do meu apartamento. Ele ia usar aquilo muito bem.

Chegou minha vez de perguntar. Eu me levantei, com o microfone na mão, e perguntei pro Lucio como ele pretendia lidar com a corrupção na cidade. Ele começou a responder, sorrindo confiante.

E então o telão atrás dele acendeu. As imagens apareceram grandes, nítidas. Claire e Lucio transando na nossa sala, na nossa cama. Tomei cuidado para censurar o rosto de Claire. Os gemidos ecoaram pelo auditório. A plateia ficou em choque.

A esposa dele viu tudo — o beijo, a mamada, as estocadas, os gemidos. Ela ficou perplexa, sem acreditar. Depois a raiva tomou conta.

Ela se levantou, deu um tapa forte na cara dele e gritou que aquilo não ia ficar assim. Disse que não queria falar com ele nunca mais.

Lucio tentou se explicar, gaguejando, mas o estrago estava feito. Repórteres, inclusive eu, procuramos para querer saber mais sobre o ocorrido. O outro candidato, aproveitou, e tomou as rédeas e mostrou o que aconteceria com a cidade se fosse deixada nas mãos dele. Ele abandonou o debate, saindo do palco quase correndo.

Eu fiquei ali, no meio dos repórteres, com um sorriso frio no rosto. Vendo a reputação dele ruir, a vida familiar dele desmoronar tudo na mesma noite.

Mas isso era apenas o começo.

No dia seguinte, no jornal onde trabalhava, a notícia que caiu como uma bomba: ADVOGADO FIGURÃO DE NOVA YORK ENVOLVIDO COM O CRIME ORGANIZADO.

Não se falou em outra coisa na cidade. A carreira dele e sua jornada rumo a prefeitura iriam ruir no mesmo dia. Eu sorri, satisfeito que tudo estava dando certo. E no meu celular, uma notificação, com uma bomba que iria mudar tudo.

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Comentários

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Ice mam em ação, muito bom. agora fica a curiosidade para saber qual é a próxima bomba

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Caraca que conto maravilhoso .

Todos estavam pensando que este conto seria estilo corno manso e estavam enganados .

A esposa vai se ferrar bonitinho , o esposo ainda teve o cuidado de nao expor o rosto da quenga acho q por causa dos pais dela .

Pega fogo cabaré

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