Opa galera eu sou o Paulo
Eu sempre fui o "playboy" da capital, o cara que o pai banca, que tem o carro do ano e a namorada padrão. A Clara é linda, a gente mora junto há oito meses, mas a vida na cidade grande às vezes cansa. Quando ela disse que viríamos para a roça ver a irmã, eu achei que seria um tédio total. Que erro o meu.
Desde que bati o olho na Lia, aquela mulata baixinha, de pernas grossas e um bumbum que parece desafiar as leis da gravidade, minha cabeça virou um turbilhão. E o pior: ela sabia disso. Cada esbarrão "sem querer", cada olhada por cima do ombro, cada vez que ela se abaixava com aquele short minúsculo... ela estava me caçando.
A verdade é que eu já estava me sentindo um lixo. Na noite anterior, depois daquele banho de rio e daquela loucura no chuveiro, eu perdi o sono. O peso da traição com a Clara batia forte, mas o desejo pela Lia era maior. No meio da madrugada, perdi o juízo e peguei o celular da Clara enquanto ela dormia pesado ao meu lado.
Eu queria ver se ela comentava algo com as amigas sobre mim. Foi aí que o sangue subiu à cabeça.
Abri o WhatsApp e vi uma conversa arquivada. Um tal de "Sérgio". Cliquei. O cara era um Sugar Daddy. Mensagens de depósitos, promessas de viagens para o exterior e elogios que nenhum namorado gostaria de ler. Eu fiquei furioso. Senti um ódio cego. "Então a santinha da capital tem um patrocinador?", pensei, sentindo o chifre arder.
Mas, enquanto eu rolava a conversa para ver até onde aquilo ia, vi uma foto enviada recentemente. era uma foto de clara
Era uma foto caseira, tirada no espelho do banheiro, onde a clara aparecia só de calcinha fio dental, de costas, exibindo seu bumbum usando um plug anal. Na legenda, a Clara escreveu para o velho:
__Olha amor, no nosso próximo encontro, vou te dar algo novo.
Ali, meu mundo girou. Clara estava me traindo e eu tive uma sensação de "vale tudo". Se a minha mulher tá dando para um velho rico, por que eu não posso continuar comendo sua irmã?
Por isso, quando o Robson fechou a porta do quartinho de ferramentas e nos deixou a sós, eu não tive um pingo de remorso. Eu olhei para a Lia e vi não apenas a cunhada provocante, vi minha perdição.
— "Você quer me enlouquer, Lia?" — eu rosnei, mas por dentro eu pensava: *"Se você quer me dar, eu vou te comer."*
A Lia, com aquela malícia natural, percebeu que algo em mim tinha mudado. Eu não era mais o galego acuado e tímido. Eu era um homem possuído por uma mistura de vingança e luxúria.
Quando ela se ajoelhou e abriu meu zíper, eu fechei os olhos e vi a foto do WhatsApp de clara se exibindo pro velho. Cada sugada dela era como se eu estivesse descontando a raiva que sentia da Clara. E quando a joguei de quatro naquela bancada imunda, entre parafusos e graxa, eu não estava apenas possuindo a Lia; eu estava rasgando qualquer contrato de fidelidade que eu tivesse com aquela família.
O som da carne batendo, o calor sufocante e o cheiro de suor... tudo era mais intenso porque eu sabia do segredo da clara. Enquanto eu estocava com força, sentindo a pressão daquela bucetinha apertada, eu só conseguia pensar que, na capital, eu era o playboy sustentado, mas aqui, naquele quartinho de tijolo aparente, eu era o dono da situação.
Gozar dentro dela foi meu grito de liberdade. A Clara que ficasse com os depósitos do tal "sergio". Eu ficaria com a carne, o pecado e o suor da mulata que o sertão me deu. A janta podia estar na mesa, mas o banquete principal eu já tinha devorado ali mesmo, no chão de terra batida.
