A Vida da Beta – As Coisas Esquentaram!

Da série A Vida da Beta
Um conto erótico de Beta Vidal
Categoria: Trans
Contém 4763 palavras
Data: 23/04/2026 10:45:21

Olá, lindos!

Depois que eu e minha amiga Samira abrimos o escritório de contabilidade, o horizonte expandiu. Mas quem me dera que tivesse sido essencialmente no âmbito de trabalho. Pois nossas peripécias sexuais foram tão extremas que, mais à frente — 6 anos para ser mais exata — tivemos que tomar caminhos profissionais e pessoais diferentes.

Minha sócia também tinha sofrido um abalo emocional tremendo com o fim de seu casamento de 10 anos, mas, diferente de mim, estava atirando para todos os lados e fora de controle. Enquanto eu me recuperava da perda de Daniel e não pensava em flertar ou me envolver, a danada vinha se comportando como uma adolescente e praticamente se empolgava com qualquer carinha que aparecesse, inclusive com clientes.

Nosso laço de amizade se estreitou e nós praticamente nos tornamos unha e carne. Fora do escritório, era certo nos ver juntas ou sempre em contato. Nos fins de semana, marcávamos cinema, barzinho, cozinhávamos uma na casa da outra e fazíamos maratonas de filmes e séries. Nos tornamos confidentes e, infelizmente, a amizade transcendeu o limite do pudor e chegamos, com o passar do tempo, a esbarrar no assunto sexo.

Eu sou muito extrovertida, comunicativa e sei marcar minha presença; porém, quando as coisas vão para o lado mais caliente e pressinto um ambiente de affaire, fico um pouco mais polida e, às vezes, reticente. Acredito que as coisas mais intensas — as que, consequentemente, mais gosto — dependem da combinação entre preparação, discrição e vigor.

Mas a transloucada da Samira gostava das coisas escrachadas, tornando muitas vezes a minha vida uma bagunça e o nosso ambiente de trabalho um chat digno daqueles grupos de WhatsApp compostos pelos amigos mais sacanas, que compartilham as coisas mais imorais que se pode imaginar. E olha que sempre gostei de uma sacanagem.

Após um dia estressante de trabalho, lá pelas 7:30 da noite, resolvemos sair do escritório e ir a um pub perto do trabalho, bem frequentado por advogados, contadores como nós e uma galerinha de altos cargos em umas multinacionais. Estávamos arrasadas, exaustas por conta de um gigantesco trabalho de auditoria que pegamos de uma empresa grande do ramo de tecnologia. Mas, apesar de esbodegadas, queríamos sair para comemorar aquele grande contrato de serviço fechado, a entrada de dinheiro e a maneira formidável como estávamos lidando com aquele trabalhão todo.

Chegamos no salto, lindas e bem vestidas. A Samira é baixinha, de 1,55 m, mas toda turbinadinha; chegou em um tailleur preto lindo que marcava tudo, dando destaque aos seios fartos e ao bundão de parar o trânsito. Um banquete para mil talheres, apesar de os homens não a acharem tão atraente de rosto devido às suas antigas marcas de acne da adolescência. Por outro lado, euzinha cheguei de vestido tubinho azul, que realçava muito bem os meus seios, marcava minha cintura e anca larga, as coxas grossas e o meu bumbum GG. Entramos no lugar causando e, inevitavelmente, sendo notadas com olhares indiscretos e piadinhas. Tudo isso, na verdade, de certa forma enchia a nossa bola e colocava o nosso ego e autoestima na estratosfera.

Assim que nos situamos, procuramos uma mesinha, nos instalamos e pedimos a primeira rodada de Chopp da noite. Com as bebidas em mãos, brindamos, demos aquela golada digna dos grandes bebedores de cerveja e segundos depois abrimos a noite com um descontraído bate papo, que envolvia os assuntos engraçados da semana e os recortes de Samira, sobre os homens no nosso entorno.

Quanto mais a baixinha bebia, mais ela fitava os homens nos olhos e dava aquelas sacadas sobre os volumes na calça; tanto os que envolvem a parte da frente, junto ao zíper, quanto os da lateral, com destaque para o bolso. O cio eterno em que aquela vaca estava, por fim, ficava até engraçado depois da terceira tulipa.

Mas vê-la feliz novamente, sorrindo, sem aquelas olheiras horríveis e hematomas, me deixava extremamente feliz. Depois de toda a turbulência em um casamento de traições e até agressões físicas, constatar sua alegria era algo maravilhoso.

Lá pelas 10 da noite, dois homens bem vestidos na mesa ao lado, trajando ternos e com pinta de advogados, passaram a olhar incisivamente para nós duas. Seus olhares nos despiam, deixando o meu grelinho ouriçado, desejando uma boquinha quente para sugá-lo, e o meu cuzinho piscando, louco para ganhar leitinho.

Percebendo que os homens nos encaravam, Samira disse:

— Hum, dois gatos, bem vestidos e com cara de casados! Apesar de não conseguir ver a aliança daqui, o carinha de terno cinza parece ser aquele pai, chefe de família safadinho, que gosta de pegar umas secretárias no fim do expediente. O que você acha, hein?

Fingindo que não estava dando atenção aos olhares de desejo dos homens ao lado, respondi:

— Amiga, são lindos, mas não tenho uma opinião sobre eles, não! — disse, apertando a bunda na cadeira, louca por um pau no rabinho.

Apesar do tesão que sentia, eu estava uma pilha de nervos. Depois da morte de Daniel, eu praticamente fechei o coração e o cuzinho. Quando pensava em sexo, inevitavelmente, vinha a memória de Daniel, o jeito gostoso como ele me comia e o tesão sem fim dele.

Séria, Samira disse:

— Amiga, você precisa sair desse luto e reagir! Colocar essa fila para andar e viver! Transar um pouco e se permitir! Olha essas duas criaturas... são um tesão! Vamos?

E continuou:

— Você mesma disse que está cansada de punheta e consolo, não é? Que precisa de toque e do calor de um corpo, não é mesmo? Vamos dar confiança e ver no que vai dar! Não precisamos sair daqui direto para um motel, mas podemos dar uns beijinhos ou, quem sabe, um boquete gostoso acompanhado de uma rapidinha no banheiro! O que você acha?

Quando ela falou as palavras "rapidinha" e "banheiro", desabei:

— Ai, Samira! Agora você embaralhou a minha cabeça ainda mais com essa história de banheiro e rapidinha! Adivinha quem você me fez lembrar? Você, hein?

E corri para o banheiro chorando. Para a minha sorte, o banheiro feminino estava milagrosamente vazio. Entrei correndo e me tranquei em uma das cabines sanitárias. Sentei no vaso e chorei copiosamente, pensando em Daniel. A lembrança dele e a saudade ainda me torturavam, apesar de morrer de tesão por outros caras e desejar desesperadamente transar.

Minutos depois, escuto três batidas na porta da cabine e uma voz:

— Amiga, me desculpa! Sei que cada pessoa tem o seu tempo e que a história de vocês foi um conto de fadas, que poucos casais gays vivem. Vocês eram felizes, tinham o aval da família e tal! Tô sendo insensível, né?

E, procurando não chorar, continuou:

— Vou parar de falar disso, de ficar te empurrando para os caras o tempo todo e de pensar essas putarias perto de você! Minha história foi outra; acabei não tendo filhos com aquele filho da puta, o que me deixou livre para viver as experiências loucas que tenho vivido! Abre a porta?

Segundos depois, segurando as lágrimas, abri a porta da cabine:

— Tá tudo bem! Me dá um abraço!

Depois do abraço apertado, retocamos a maquiagem e saímos do banheiro.

Já na porta, do lado de fora do banheiro feminino, esperava o carinha de terno cinza e com um olhar penetrante:

— Oi, meninas! Me chamo Nando e estou na mesa ao lado de vocês! Notei que as garotas parecem ter saído do trabalho e só tomaram umas cervejas, correto? Que tal sair para comer algo em um lugar menos barulhento, com um ambiente mais aconchegante e discreto?

Samira muda o semblante e dispara:

— Aconchegante e discreto? Porra! Logo de cara já chama a gente para o motel? Olha, ela está passando por um momento...

E, antes que Samira terminasse, Nando responde:

— Não, minha querida! Eu pensei no restaurante aqui ao lado, na esquina, que é climatizado, jazz de música ambiente, ótimos pratos e uma carta de vinhos fantástica! Meu amigo foi embora e eu fiquei com a opção de continuar a minha noite de forma esplêndida na companhia de duas mulheres bonitas e interessantes! Só isso!

Apesar do papo mole, Samira parece ter rapidamente caído nele:

— Ah, sim! Esse restaurante aqui da esquina é divino! Me perdoe por imaginar que você havia feito um convite para um motel — disse Samira, me surpreendendo — Mas agradeço! Minha amiga não está bem e precisamos ir para casa.

Mas as palavras dela mexeram comigo e me alertaram sobre a vida, me mostrando que eu precisava voltar à vida normal e viver.

Daí, logo após a fala de Samira, disse a Nando:

— Já estou bem melhor e adoraria, talvez, tomar uma saideira nesse restaurante! Um vinho essa hora aqueceria o meu coração! O que vocês acham?

Petrificada, Samira diz:

— Jura que está melhor, amiga? Você quer dar uma esticadinha lá e depois ir para casa? Tem certeza?

Nando sorri e diz:

— Não importa onde seja e a hora que vamos sair de lá, deixo vocês duas em casa! Tudo bem?

Então, disse a Samira:

— Amiga, tenho certeza! Ainda é cedo, amanhã é sexta-feira e o trabalho está bem adiantado.

Como se tivesse virado a chave, sorri de forma safada para Nando e disse:

— Surpreenda-nos.

Nando cordialmente pagou a nossa conta e depois nos conduziu até o restaurante. Lá, jantamos, bebemos vinho, conversamos e demos muitas risadas. Aquela noite que, para mim, não passaria de mais uma noite como outra qualquer, estava sendo muito divertida. Taças depois, Samira voltara à sua forma e cio natural e, sem pudor, dispara a Nando:

— Você é um gato, sabia? E me desculpa, pensei que você fosse gay! Você é um gentleman!

Ele sorri e responde:

— Não sou gay, mas estou de coração aberto para novas experiências — disse ele, olhando fixamente para mim.

Samira percebe o olhar e diz:

— Acho que sobrei, não é?

Nando segura a mão de Samira e diz:

— Claro que não!

Envergonhada, Samira responde:

— Que isso, cara! Você está falando sério? Isso é uma coisa... não sei explicar.

Nando diz:

— Uma coisa deliciosa, só de pensar. Não é, Beta?

Eu, desejando em minha mente que naquele instante ele estivesse lambendo o meu cuzinho, disse:

— Não rolaria! Acho que, na hora, você irá travar, eu vou travar e a Samira vai dar para trás. Vamos ficar como irmãozinhos, tomando a saideira da saideira.

Já alcoolizada e deixando o seu lado “piranha” vir à tona, Samira dispara:

— Eu sou louca para transar com uma mulher trans! — E continuou: — Só de imaginar você gozando na minha xereca, já fico molhadinha! — disse, com um olhar fulminante na minha direção.

Na hora, o meu grelo ficou super duro e eu já encaixava a Samira nas sacanagens que estava pensando:

— Olha, amiga, eu confesso que sou cem por cento passiva, mas você me deixou de grelinho duro!

Nando sorri e diz:

— É hora de irmos e colocarmos essas coisas todas em prática!

O cara nos levou para o motel e, minutos depois de entrarmos no quarto, disse:

— Vou tomar um drink, me sentar aqui e deixar vocês duas começarem os trabalhos.

Sem perder tempo, Samira me sentou na cama, desceu o meu vestido e foi diretamente ao meu pintinho:

— Eu quero ver ele, amiga! Você deixa?

Por não estar mais raciocinando devido ao tesão, deixei que ela pegasse no meu pau. Samira o colocava e tirava da boca com delicadeza, parcialmente, só a cabecinha. Sutilmente, privilegiava o uso apenas dos lábios e da língua, como se quisesse saboreá-lo e me encher de prazer. Do outro lado do quarto, Nando bebia um Bourbon com uma rola enorme para fora da calça, masturbando-se e massageando o membro.

Aos poucos, eu e Samira fomos nos despindo da maneira que dava, pois ela não queria parar de me chupar. Assim que conseguiu despir-se totalmente, deu uma pausa no boquete, levou os dedos da mão direita à xereca, pequena e bem depilada, para iniciar uma siririca:

— Nando, eu quero que você coma o meu cu a noite inteira, da mesma forma que irá comer o dela, ok? — disse, olhando nos olhos do homem que batia uma punheta no sofá.

Fixando o olhar no meu, continuou:

— Você vai ficar com esse pau durinho para comer a minha xereca e me encher de leite de travesti! Você entendeu?

Felizmente, ou infelizmente, eu não tinha estrutura para aguentar o cataclisma de tesão que devastava meu corpo e mente. Após as palavras de Samira, peguei-a pelo braço, coloquei-a de quatro na cama e enfiei o meu grelinho, ainda meia-bomba, na xerequinha dela. Conforme penetrava incessantemente — algo que não fazia há anos —, meu pau, que de forma impensável voltaria a comer uma mulher, ficou totalmente duro e latejante dentro da buceta molhada de Samira. Isso me permitiu meter plenamente por quase meia hora, deixando-a louca de tesão.

Sentindo o meu corpo estremecer, Samira sorriu e disse:

— Isso, Beta! Goza na minha buceta! Me dá seu leitinho! — rebolava, forçando a bunda contra mim para me fazer gozar. — Tô gozando gostoso! Hum... que delícia! Faz filhote em mim, Beta! Me enche com leite de travesti!

Aquelas palavras, para minha surpresa, me encheram de prazer. Fizeram com que, depois de anos, eu não só comesse uma buceta, mas sentisse tesão real transando com uma mulher.

Segundos depois, não aguentando mais:

— Toma meu leite! Você não queria? Não queria leite de travesti? Tá com a xereca cheia! — enquanto eu gozava intensamente na bucetinha da mulher, ela foi virando para ficar de frente, abraçada, sem tirar o meu pau de dentro dela.

Em seguida, já de frente e procurando com os lábios os meus seios, disse:

— Me dá esses peitos gostosos! Você não disse que fica louca de tesão quando os chupam?

Enquanto Samira chupava os meus seios, e eu, praticamente de quatro na cama em cima dela, senti uma mão forte segurar o meu quadril e puxá-lo para trás; era Nando. Olhei para trás e o vi de pau duro e lubrificado.

Ele inclinou-se um pouco e disse:

— Chegou a minha vez.

Com certa destreza, foi metendo devagar aquela rola grande no meu cu.

Sentindo-o entrar, disparei:

— Come gostoso, seu mentiroso! Aberto a novas experiências? Você sabe comer cu de travesti!

Enquanto Nando metia gostoso no meu rabinho, Samira abandonou os meus seios e buscou novamente o meu pau:

— Que pica gostosa! Safada! Me comeu e encheu de leite! Leitinho de piranha! — disse, voltando a chupá-lo.

Sem perdão, Nando socava o meu cu com vontade e, de fato, com uma destreza que só quem come cu de travesti saberia ter. E, apesar do tempo sem receber uma rola daquele calibre, meu rabo aguentava bem as estocadas, sendo uma verdadeira comilona. Pois, enquanto ele metia, eu contraía e soltava a musculatura do meu cuzinho, apertando e soltando o pau dele dentro de mim, fazendo-o gozar muitas vezes.

Depois de comer o meu cu por mais de uma hora, havia chegado a hora de Samira aguentar a rola de Nando:

— Agora eu vou comer essa outra traveca — disse Nando, virando Samira na cama, abrindo suas pernas e colocando-a em posição de 'frango assado'.

Revirando os olhos e em êxtase por ter sido chamada de 'traveca' por Nando, Samira disse:

— Vem comer sua travesti, vem! Come o cuzinho da sua traveca! — enquanto colocava o travesseiro embaixo da bunda para levantá-la e deixá-la bem aberta para ele.

Com força, Nando começou a bombar Samira enquanto sugava seus seios. No tempo em que metia nela de frente, forçou-me com um dos braços a ficar de pé na cama, ao seu lado, para que eu oferecesse a ele o meu grelinho. Assim que me posicionei, Nando abandonou os seios de Samira, puxou-me para o seu lado e tomou o meu membro, ainda leitoso, na boca. Com uma voracidade espantosa, chupou-o por inteiro, sugando tudo o que restava: o gozo de Samira e os resquícios de sêmen que ainda saíam.

Em êxtase, assistindo Nando me chupar, Samira leva a mão esquerda à xereca e começa a tocar uma deliciosa siririca enquanto é enrabada. Ela revira os olhos, rebola e geme, deixando o destruidor de rabos delirando.

Sem conseguir raciocinar e alcançando o orgasmo, a louca disse:

— Ai! Tô gozando! Tô gozando, Nando! Toma o meu leitinho também!

E passa a mão cheia de gozo na boca do cara, fazendo com que ele ficasse entre o meu grelinho e a mão encharcada do gozo de Samira.

Não aguentando, Nando tira o pau do cuzinho de Samira e o enfia na xereca lisinha:

— Vai ficar com dois leites diferentes na xereca! Toma meu leite, safada! — gozando deliciosamente na buceta de Samira.

Após semear deliciosamente a bucetinha de Samira, Nando se levanta, trocando as pernas, e diz:

— Puta que pariu! Que noite maravilhosa!

Logo em seguida, ele me abraça pela cintura e se joga na cama, levando-me junto para deitar ao seu lado. Para a minha surpresa, ao cair, ele conduz minha boca diretamente ao seu pau meia-bomba:

— Chupa, amor! Chupa o meu pau! Deixa ele duro e depois monta!

Louca, suguei com todas as minhas forças, deixando-o, em poucos segundos, transformado em uma tora. Assim que senti a rola dura, montei, encaixando o meu cuzinho. Enquanto eu subia e descia suavemente, como um anel entre os dedos, deslizando na pica de Nando, Samira pôs-se de joelhos ao meu lado e começou a chupar novamente os meus seios. Nando segurava minha cintura e, de forma ritmada, cadenciava o meu galope sobre sua pica duríssima, fazendo-a entrar e sair de uma forma indescritível.

O cara de fato era uma máquina! Pois, enquanto galopava, sentia o seu pau latejando e gozando sem ficar mole! Incrivelmente, se não me falha a memória, senti-o gozar de forma ininterrupta, muitas vezes!

Tentando baixar a adrenalina, Samira abandona um pouco os meus seios e parte para o canto do quarto, em direção ao frigobar:

– Que loucura! Meu Deus! Que sacanagem gostosa!

Enquanto eu galopava, Nando forçava a minha cintura para baixo, fazendo com que eu inclinasse minha cabeça junto à dele para beijar a sua boca. Um beijo gostoso, de língua e quente. Na medida que nos beijávamos, Nando me envolvia em seus braços, fazendo carícias nas minhas costas com uma das mãos e, com a outra, dando apalpadas deliciosas na minha bunda.

Ficamos mais de cinco minutos, linguinha com linguinha, enquanto ele estocava sem perdão o meu cuzinho. Nesse momento, em que o tempo pareceu ter parado — para a minha felicidade e, enfim, o descanso de Daniel —, consegui tomar as rédeas dos meus sentidos e sentimentos. Permiti que o meu coração pudesse seguir o seu caminho, independentemente de esquecê-lo, o que seria difícil, mas garantindo que isso não cobrasse nunca mais um pedágio caro demais em minha vida, impedindo-me, apesar de tudo, de olhar para frente e viver. Isso não quer dizer que tudo aquilo que eu estava vivendo com Nando, naquele momento, me fez apaixonar-me por ele ou coisa assim; pelo contrário, me fez sentir viva, livre e, se quiser, com o corpo e a mente prontos para mais momentos como aquele, independentemente de com quem seja.

Sentindo um pouco da noitada e diminuindo o ritmo, Nando me pôs de ladinho, abriu, com suas mãos grandes, a minha bundinha e continuou metendo no meu cuzinho. Assim que Samira viu o que ele fez, voltou à cama, pôs-se de quatro ao meu lado e começou a chupar o meu grelinho, que escorria bastante fluido seminal por conta do tesão que eu estava sentindo.

Com a mão direita atochada na xereca encharcada, siriricando, Samira pausou a mamada e disse:

— Fica durinho pra mim, fica? Deixa essa piroquinha linda e branquinha durinha de novo, amiga!

Juntando forças para conseguir falar e mal raciocinando por causa do tesão, disse:

— Amiga, eu não tô conseguindo pensar, falar... — e voltei a gemer baixinho, perdendo completamente o controle da minha mente, que só conseguia pensar em rebolar, dar mais e aceitar as incansáveis estocadas de Nando.

Samira para de me chupar e, saindo da cama, diz:

— Então vou deixar vocês brincarem! Divirtam-se, crianças!

Ela se senta em um dos sofás do outro lado do quarto para beber cerveja e tocar siririca enquanto nos observa.

Enquanto me possui de ladinho, Nando mordisca minha nuca e depois me traz rente a ele para lamber e mamar meus seios, deixando Samira louca do outro lado do quarto. Por um instante, Nando abandona meus seios, aproxima os lábios do meu ouvido e sussurra:

— Eu estou de olho em você há muito tempo lá no pub, sabia? Queria tanto esta noite... você nem imagina. Sonho com isso há meses: provar você e amar esse rabo gostoso. Me deliciar com uma mulher de verdade e enchê-la com o meu leite.

Enquanto ele sussurrava, meu corpo estremecia de tesão. Logo em seguida, sentindo que estava próximo de gozar, Nando me vira, colocando-me por cima, mas de ponta-cabeça, em um delicioso 69, encaixando o pau na minha boca e passando a chupar meu grelinho.

Concluído o movimento, de uma forma em que o êxtase não nos abandonou, começamos a nos chupar. O pau dele latejava muito e eu sentia que ele iria gozar a qualquer momento. Em contrapartida, meu pintinho foi enrijecendo na boquinha linda de Nando, dando ares de que também poderia enchê-la com meu leitinho em poucos instantes.

Transtornada e fora de controle, comecei:

– Ai, amor! Bebe do meu leitinho gostoso! Leite forte de mulher, bebe?

Levei a cintura para frente, colocando sutilmente mais e mais do meu pauzinho dentro de sua boca. Gemendo muito, Nando concentrou seus lábios à cabeça do meu grelinho e foi sugando feroz, gota por gota, o meu néctar — como se viesse diretamente do Olimpo, da deusa trans Beta. Enquanto se deliciava, segurava firme a minha bunda e forçava com volúpia minha piroquinha contra seus lábios.

Segundos depois, pude sentir latejos cada vez mais fortes que, por fim, resultaram em jatos fartos do leite grosso e delicioso daquele homem gostoso. Ele gozou tanto que encheu a minha boquinha e quase me levou a engasgar.

Depois de gozarmos deliciosamente, continuamos por minutos tentando extrair até a última gota um do outro, nos chupando, nos esfregando e pressionando nossos corpos.

Como eu estava virada para os pés da cama, pude assistir Samira no sofá, se contorcendo de tesão, gozando pela milésima vez à base da siririca. Os olhos da baixinha estavam revirados e ela estava de lado, com uma das mãos na xereca e outra dentro da bunda, com o dedo médio atolado, entrando e saindo do cuzinho.

Ainda no 69, colocando a minha bunda para o lado e observando Samira, Nando diz:

– Isso é muito injusto! Vem pra cá, Samira! – A baixinha sorri, se levanta, corre pra cama e se joga, ficando entre nós dois.

Como se quisesse presentear Samira e integrá-la ainda mais àquela festinha, Nando se levanta, vai até o bolso do paletó e pega um comprimido de Viagra. Em seguida, abre uma cerveja, me entrega a latinha e o comprimido, dizendo:

– Gata, brinca um pouco com ela agora! Preciso descansar, fazer umas ligações e tomar uma ducha! Quando eu voltar, entro na brincadeira, ok?

Eu sorri e disse:

– Tá bom! Mas o meu cuzinho quer mais leitada! Volta logo, tá?

Já passava das três da madrugada e Nando ainda estava pronto para me comer mais e nos satisfazer, pois provavelmente tomara um desses comprimidinhos mágicos. Mas, à beira da piscina da suíte, perdido em suas ligações, entendi o motivo da pausa: ele estava no celular com a esposa e os dois pareciam brigar. Vendo aquilo, tratei de não me importar; a noite até ali tinha sido perfeita e os problemas conjugais eram dele com a coitada que ele traía.

Pensando no prazer que a noite ainda podia proporcionar, tomei o comprimido e aguardei um pouco. Enquanto isso, Samira mamava deliciosamente os meus seios e estimulava o meu cuzinho com o dedo, ajudando meu pau a ficar duro novamente o mais rápido possível para saciá-la. Apesar dos meus bloqueios em relação a mulheres, o remédio fez efeito rápido e ele subiu, ficando bem rígido. Então, coloquei meu grelinho na boca da minha melhor amiga, fazendo-a delirar.

Louca de tesão, ela disse:

— Amiga, agora você me faz mulher? Me come gostoso? Deita, que eu vou montar em você!

Depois de deitar como ela pediu, Samira montou em mim, encaixou a xereca no meu pauzinho e começou a rebolar. A baixinha ia e vinha com uma desenvoltura tremenda e conseguiu me dar muito prazer, ao ponto de eu me questionar se era lésbica. Minutos depois, Nando volta de pau duríssimo e força Samira a reclinar-se parcialmente sobre o meu corpo, pondo o seio da baixinha na minha boca e fazendo com que eu, consequentemente, o mamasse.

Em seguida, empurra um pouco mais o corpo da Samira sobre o meu, pega as minhas pernas e as abre com cuidado para não desfazer a montada, abre a minha bunda e mete gostoso no meu cuzinho. Isso me fez ir à lua e voltar, pois eu comia Samira enquanto ele devorava o meu rabo.

Provocativa e querendo cutucar Nando, disse:

— Já imaginou a sua mulher vendo uma cena dessas? O marido, a essa altura, comendo uma mulher trans!

Com um semblante canalha, ele disse:

— Eu disse onde estou e com quem estou! Ela não pode me dar o que eu quero! Você pode, ela sabe disso e agora precisa saber lidar com isso, já que aceitou minhas preferências! Fiz questão de nunca as esconder!

Intrigada, disse:

— Tudo bem quanto às suas preferências, mas cu todo mundo tem, inclusive ela!

Parecendo amar aquele tipo de papo e mais excitado por estar vivendo seus fetiches, disparou:

— Entendi o que você quis dizer e concordo sobre o cu, mas ela não é uma travesti e você é! Entendeu? Eu gosto de travestis! Ela nunca será uma travesti, então nunca me dará o que eu quero! — o safado terminou a frase gozando no meu cuzinho, como se aquela confissão entre quatro paredes fosse o maior dos afrodisíacos.

Nesse meio tempo, Samira implorou a Nando:

— Nando, come o meu cu! Eu também quero ser sua traveca!

Após todo aquele papo revelador e o pedido de Samira, Nando tirou o pau do meu cuzinho e o colocou no rabo da minha amiga. Minutos depois, enquanto Nando bombava o cuzinho de Samira, ela disparou, irritada:

— Nando, está perdendo o tesão? Meu Deus, ele é apaixonado por travestis mesmo! Da outra vez que meteu em mim, o pau foi ficando mole do nada e logo em seguida partiu para a Beta!

Ela continuou, enquanto rebolava no meu pau, como se aquele assunto também a excitasse:

— Então a festinha era para ser só com a Beta! Safado!

Nando tirou o pau do cuzinho de Samira e o levou até minha boca, do outro lado da cama. Assim que ele ficou duro novamente, voltou-o para o meu rabo quentinho, de onde nunca deveria ter saído.

Eu estava tão devassa, que tudo aquilo me deixou super excitada, o que acabou me fazendo gozar segundos depois na xerequinha de Samira.

Por fim, como não uso o meu pintinho para esses propósitos, o bichinho acabou ficando irritado e esfoladinho, fazendo com que Samira, logo após eu ter gozado, enchesse o meu grelinho de beijinhos e carinhos.

Àquela altura, estávamos todos cansados. Nando havia me feito de gato e sapato, e euzinha, depois de anos, comia novamente uma xaninha. Dormimos os três na cama até as 7 da manhã; despertamos, tomamos café, o picudo me comeu novamente, só que agora na piscina, e pelas nove pedimos a conta e fomos embora. Depois disso, ele nos levou pra casa e pedimos, por mensagem, que nossa assistente abrisse o escritório e fosse empurrando a agenda com os clientes até nossa chegada, que poderia ser antes ou depois do almoço, pois estávamos arrasadas. Chegamos no escritório depois do almoço, atendemos alguns clientes, continuamos o trabalho do novo contrato juntas e quase não nos falamos ou interagimos, pois estávamos morrendo de vergonha uma da outra.

Mas por volta das seis e meia da noite, para quebrar o gelo, resolvi ir à sala de Samira e falar sobre aquela noite:

— Oi! Que noite a de ontem, hein? Você me desculpa por alguma coisa ou palavra mal colocada?

Samira solta um sorriso envergonhado, porém safado, e responde:

— Bom, não achei nada mal colocado, pois acho que você coloca muito bem! Ahahahahah! Mas algumas palavras, tanto ditas por mim quanto por você, digamos, foram um pouquinho demais, não acha? Confesso que estou envergonhada! Mas acho que passa! Afinal, somos duas vadias mesmo, não é? — Dando um sorriso e uma piscadela.

Envergonhada, respondi:

— Somos duas cadelas no cio!

Beijos, pessoal! :-*

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