Mariane a Noiva parte 1

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 553 palavras
Data: 23/04/2026 13:46:58

​O Gosto do Proibido: Mariane

​Eu tinha 27 anos e ela, com aqueles 19 aninhos de puro pecado, era o que me tirava o sono. A Mariane era covardia: branquinha, o cabelo castanho batendo na cintura, um peito pequeno e delicado, mas com uma bunda e uma cintura que paravam a academia toda. O que começou com olhares entre um peso e outro e conversas no WhatsApp, virou um fogo que a gente não conseguia mais apagar. Ela era noiva, o que só deixava tudo mais perigoso e mais excitante.

​O nosso primeiro beijo no mezanino da academia, no topo da escada, foi só o começo. Ali eu já senti que o negócio ia ser forte. Mas quando a gente finalmente se trancou naquele quarto reservado, o mundo lá fora sumiu.

​Ela já chegou exalando desejo, com uma calcinha de renda minúscula, toda molhada. Quando a gente começou a se pegar, a roupa voou. Eu deixei ela só de sutiã e calcinha — ela adorava aqueles conjuntinhos combinando que deixavam o corpo dela ainda mais lindo. Pedi para ela ficar de quatro na cama, com aquela bunda gigante empinada bem na minha cara.

​A imagem era de enlouquecer. Ela ali, de quatro, ainda com a calcinha de renda, a bunda lá no alto. Eu não aguentei. Puxei a calcinha dela de lado, revelando tudo, e comecei a chupar o cu dela sem dó. A Mariane enlouqueceu; ela apertava a minha língua com o cu dela e gemia alto, urrava mesmo, agarrando o lençol da cama com força. Ela dizia que estava uma delícia, que não estava aguentando, que ia acabar gozando só com aquilo.

​Aí eu tirei a calcinha de vez e desci para a buceta. Comecei a chupar o grelinho dela, que era bem pequenininho, do jeito que eu gosto. Eu ficava só passando a língua ali, trabalhando nela até ela ficar totalmente entregue. Foi quando ela não aguentou mais, se virou e tirou a cabeça do meu pau para fora. Ela babou tudo, chupou a cabeça do meu pau com uma vontade que me deixou nas nuvens.

​Eu pedia para ela não parar, mas ela queria mais. "Quero ir por cima", ela disse. E quando a Mariane montou, eu vi que ela tinha um poder incrível. Ela cavalgava muito gostoso, mas o diferencial era como ela apertava a buceta no meu pau. Era uma pressão absurda. Eu falava: "Nossa, aperta muito forte... para, se não eu vou gozar muito dentro de você agora!". E ela, com aquele olhar de safada, só perguntava: "Você aguenta segurar?".

​Eu pedia para ela dar uma brecada quando o prazer chegava no limite. Ela parava um pouco, esperava a sensação passar e, quando eu dava o sinal, ela voltava a cavalgar com mais força ainda, apertando sem parar. Foi uma loucura. Ela chegou ao ápice cavalgando, agarrada no meu pescoço, com as pernas me prendendo. Ela gozou tão forte, mas tão forte, que molhou o colchão todo. Era muito líquido saindo de dentro dela.

​Ela gemia sem parar: "Ai, tô gozando... tô gozando!". E eu, vendo aquela cena maravilhosa, só incentivava: "Goza, Mariane... goza gostoso para o seu homem!". Foi um encontro inesquecível, a primeira de muitas vezes que a intensidade entre a gente provou que o perigo tem um gosto viciante. Nunca mais paramos Conto real.

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