O início da minha vida dupla – Pte 4

Um conto erótico de Casado_SP_Aventureiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1669 palavras
Data: 23/04/2026 13:55:52

Olá novamente. Hoje quero contar uma fase da minha vida, onde a decisão de transar ou não, veio junto com um dilema: o fato de as mulheres daqui para frente, serem esposas de colegas meus, próximos, e de convivência na igreja.

Pois é, depois de um tempo, eu comecei a congregar em uma igreja. Estava tudo bem, a vida fluindo em sua normalidade. Nessa época eu estava ajudando na igreja tocando guitarra, e por conta disso, era normal, pessoas pedirem aulas.

Neste contexto, um rapaz chegou até mim, pedido ajuda para comprar um violão para sua esposa, e que ela queria aprender. Logo ele já foi sugerindo que eu ajudasse a comprar o instrumento e também a dar as aulas.

Marcamos o dia para ir comprar o violão, eu, ele e a sua esposa, Tatiana, nome fictício.

Tatiana era branca, dos olhos castanhos, cabelos longos e pretos, seios médios, bumbum médio também, mas tinha um olhar sedutor nela. Sempre bem arrumada, maquiada, nada exagerado, mas exalava sedução aquela mulher.

Chegamos na loja, eles falaram com os vendedores sobre os preços e me pediram opinião. Ajudei na escolha, e quando o marido dela disse que iria levar o violão, ela ao invés de abraçar ele, me abraçou. Mas não foi um simples abraço, foi um abraço de felicidade, apertado, quase pulando no meu colo, juro que ela estava com os pés fora do chão, corpo colado no meu. E pude sentir o perfume dela, o seu corpo.

Fiquei constrangido, o marido dela estava ali do lado, fora o vendedor que também ficou olhando sem entender a reação dela. Quando ela me soltou, foi até o marido deu um beijo nele e agradeceu.

Dias depois, ele me liga perguntando sobre as aulas, disse que estava complicado para isso, por falta de tempo, mas ele insistiu, pois disse que ela queria aprender e comigo. Isso já me deixou meio intrigado, mas até aí, pensei, estou na igreja, não deve ser nada do que estou pensando.

A primeira aula seria na casa deles, quarta a tarde. Cheguei lá, ele me recebeu, ela na sala, de vestido de alças, até o joelho, pernas cruzadas tentando tirar algum som do violão. Sentei de lado no sofá e iniciei as explicações.

Ele depois de uns 20 minutos, disse que precisava sair para resolver algumas coisas e voltaria logo. Pensei que deveria ir também afinal, ficar sozinho com a esposa dele não seria bem visto, mas ele disse que não tinha problema, os filhos deles, estavam no quarto, então não estávamos sós.

Ficou meio tenso o clima, mas segui na aula e pouco tempo depois ele voltou e eu fui embora. Mais tarde, ela me mandou mensagem no whatsapp dizendo que estava feliz, não via a hora de conseguir tocar uma música e tal.

Seguimos nesse papo, quando ela me perguntou se a minha esposa, estava de boa com o fato de eu dar aulas para ela.

- Porquê a pergunta? Sim, ela não disse nada.

- Que bom, mas acho que ela não vai muito com a minha cara não

- Deve ser impressão sua, nem se falam direito

- Pode ser, mas é que mulher têm uns instintos, alarmes que soam as vezes sabe?

- Alarmes do quê?

- De perigo!!

- Não estou te entendendo, perigo? Do que você está falando?

- Na próxima aula, eu te explico

Já havia percebido o “perigo”, mas não queria dar um passo em falso. Então me fiz de desentendido. A outra aula, precisou ser na minha casa, pois não conseguia sair naquela quarta. Ela chegou, minha esposa foi recebe-la enquanto eu finalizava algumas coisas no trabalho. Desci e iniciei a aula, foi tudo tranquilo e finalizamos. Mas depois que minha esposa a levou ao portão disse:

- Essa mulher está com maldade. Acho melhor você não continuar com essas aulas.

- Sério, porquê?

- Não sei, mas melhor você parar.

Fiquei com aquilo na cabeça, mas no fundo louco para saber se era verdade. Então mandei mensagem para Tatiana:

- Oi, pode me ajudar?

- Oie, o que precisa?

- Estou precisando de um salão ou algo assim, para minha esposa ir, ela vai ter um evento de família e queria dar de presente

- Legal hein. Então eu conheço um lugar, muito bom. Fazem de tudo lá, eu faço sempre o cabelo, unhas e até depilação.

- Boa. Me passa o telefone então. Sabia que tinha acertado..

- Passo, mas acertado em quê?

- Ah, quando eu pensei nisso, lembrei de você. Está sempre bonita, arrumada

- Hum, obrigado, mas para com elogios viu...

- É verdade, e já que você falou, depilação também é?

- kkkk sabia que ia prestar atenção nisso.

- Ah me fala mais. Ou quem sabe até, me mostra?

- Você quer ver???

- Quero

- Espera ai então, vou lá pro quarto

Já era noite, por volta das 22 horas. Depois de um tempo, recebo a foto dela com os seios de fora, lindos, bicos rosados, aqueles seios redondos e branquinhos.

- Maravilhosa, mas quero onde você faz a depilação, acredito eu!

Ela me manda uma foto deitada, sem calcinha, mostrando a bucetinha. Fiquei com um tesão grande e mandei para ela a foto do meu pau duro.

- Humm que delicia, quando eu posso ver ao vivo

- Amanhã?

- Amanhã não posso, mas podemos nos ver rapidinho amanhã? Quero te ver depois de hoje

- Podemos sim.

Marcamos de nos encontrar em um estacionamento de um Habib´s, era perto, mas também reservado, já que não havia muito movimento por lá.

Umas 14:30 eu já estava lá esperando, quando vejo ela chegando de carro, estacionou ao lado do meu carro. Desci e fui para o carro dela, pois tinha insulfilm.

- Não acredito que você está no meu carro? – Disse ela, rindo

- Porquê, você sabia que ia dar nisso, não sabia?

- Eu queria, mas não sabia se ia acontecer

- Bom, ainda não aconteceu nada, mas......

Nesse momento, eu puxo seu rosto para perto do meu e nos beijamos demoradamente. Que boca gostosa, lábios macios, pele macia. Iniciei uma descida pelo seu pescoço em direção aos seios, mas ela estava com uma blusa um pouco mais fechada, não favorecendo minha intenção, mas pude beijar por cima da blusa mesmo.

- Eu quero sentir esses beijos sem a blusa...

- Mas com toda certeza irá

Ficamos mais um pouco ali nos beijos, mas não podíamos demorar mais. Fomos embora, e já marcando para nos encontrar em um motel.

No dia combinado, e depois de muitas mensagens e nudes enviados, fui encontra-la numa estação do metro, e de lá fomos para o motel.

Ela estava mais nervosa nesse dia, mas estava um tesão. Blusinha leve, mostrando o meio dos seus seios maravilhosos, calça jeans preta, e cabelos soltos.

Entramos no quarto e vi que ela ficou sem reação:

- Que foi, está arrependida? Perguntei, já puxando ela para perto de mim que estava sentado na cama.

- Não, é que não achei que iria ficar nervosa. Mas estou.

- Relaxa, não precisa disso.

Fui até ela, e iniciei um beijo, ela correspondeu e ao mesmo tempo já fui percorrendo seu corpo com as mãos.

Enfiei minha mão por baixo da sua blusa e fui até as suas costas, soltando seu sutiã. Continuei acariciando suas costas e iniciei o movimento para tirar sua blusa e sutiã. Quando tirei, que visão. Um par de seios lindos, rosados, bicos médios, macios e cheirosos, cai de boca neles por um bom tempo.

Depois ela sentou na cama para tirar a calça, e eu fui ajudar. Ao tentar tirar a calcinha, ela pediu para apagar a luz, pois estava com vergonha. Não entendi muito esse ponto, mas no clima que eu estava, só apaguei a luz do quarto e deixei a do banheiro acessa para deixar uma meia luz.

Depois disso, pude tirar sua calcinha e cair de boca em um oral na sua buceta. Raspadinha e molhada de tesão, chupava intercalando entre lento e rápido, desde a entrada até seu grelo e ela gemia e se contorcia de forma discreta na cama.

Peguei uma camisinha, e fui subindo na cama entre suas pernas, ela me abraçou pela cintura, direcionando meu pau para dentro dela. Quando a cabeça entrou ela me puxou e me deu um beijo de língua delicioso, e rebolava gostoso enquanto o pau ia entrando. Que penetração deliciosa, até hoje sinto a sensação.

Ficamos alternando posições, nos acariciando até gozarmos.

Deitamos e ficamos falando de como as coisas foram caminhando para aquele momento e etc. Mas eu queria mais, comecei a passar a mão em sua buceta novamente, ao que ela já correspondeu e veio por cima de mim, agora, já com a luz acessa e totalmente relaxada, ela sentou no meu pau que deslizou para dentro dela.

Vi que ela fechava os olhos e respirava profundamente em cada movimento, eu percorria aquele corpo delicioso com as mãos e os olhos, enquanto ajudava na penetração, acompanhando o ritmo de sobe e desce dela.

Pedi para ela ficar de 4, ela ficou na beirada da cama, e que visão.... aquela bunda linda, branquinha e aquela bucetinha rosa, me fizeram ser mais agressivo. Invadi por trás, acelerando o ritmo, segurando firme na sua bunda, enquanto via meu pau sumir dentro dela.

Ela anunciou que iria gozar, segurei mais firme nela, acelerei os movimentos, até que ela se ergueu de costas para mim, me segurando pela nuca, rebolando, eu peguei em seus seios por trás dela, enquanto sentia ela se entregando no meu pau e gozando.

Não demorei muito depois disso também e gozei gostoso.

Tatiana e eu nunca mais conseguimos transar, ela acabou se separando do antigo marido, mudou de bairro e seguiu com sua vida. Mas confesso que ela ainda ronda meus pensamentos e lembranças, pois se mostrou uma mulher deliciosa, amante que se entrega e extremamente bela de ser nua em uma cama.

Espero que tenham gostado de mais essa aventura. Tenho mais 3 situações que quero dividir com vocês futuramente, para finalizar esses meus relatos das aventuras que vivi.

Obrigado pela leitura, e agradeço a todos os comentários que venho recebendo de vocês.

Boas aventuras para vocês.

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Foto de perfil genéricaCasado_SP_AventureiroContos: 4Seguidores: 0Seguindo: 0Mensagem Homem 42 anos, casado, pai e apreciador de boas companhias.

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