Trocarei os nomes e o nome da cidade, pois somos conhecidos aqui onde moramos e os nomes são diferentes. Meu nome é Vinícius, tenho 27 anos, tenho 20 cm de pau e sou hetero, dominador e curto sado.
Eu tenho um primo que é bem mais novo que eu. Na época, eu tinha 19 e ele tinha 14. Estávamos na casa dos nossos avós quando nossa avó precisou sair e pediu para ficarmos brincando enquanto ela saía. Disse que já voltava, e falamos que tudo bem, já que sempre fazíamos isso.
Meu primo é um menino magrinho, branquinho, não tem pelo corporal praticamente nenhum, cabelinho liso.
Eu sempre achei ele muito atraente. Sempre via ele pelado e ele a mim, pois tomávamos banho juntos, mas sem muita malícia.
Então, enquanto estávamos a sós, eu o chamei para ver YouTube no computador e ficamos assistindo. Depois de um tempo, pedi para ele pegar meu celular que estava na sala e, quando ele foi buscar, coloquei um vídeo bem provocativo, que era uma prova do Pânico da Band, que tinha panicats, só para ter um assunto.
Quando ele chegou e sentou no computador, eu falei:
— Olha o que apareceu no YouTube.
Eram várias mulheres de biquíni brigando em uma piscina.
Ele deu risada e ficou assistindo. Em determinado ponto, um dos apresentadores falou que estava de pau duro no meio de tanta mulher, aí eu falei, dando risada:
— Eu também estou de pau duro aqui.
Ele deu uma risada, então eu perguntei:
— Você não está, não?
Ele disse que estava um pouco, então eu perguntei:
— Quer ver como eu estou?
Aí ele só acenou bem de leve com a cabeça.
Eu abaixei a bermuda e mostrei meu pauzão grosso para ele.
A esse ponto, eu já estava com muito tesão, um frio na barriga, e meu pau estava muito duro e cheio de veias.
Ele olhou e falou:
— É grande, né?
Eu falei que sim e perguntei se o dele era grande também. Ele falou:
— Acho que não.
Aí eu falei:
— Me mostra também.
Então ele abaixou a bermuda e me mostrou o pintinho dele, bem pequeno e sem pelo nenhum. Aquilo me deixou louco.
Aí eu falei:
— Não quer ver mais de perto ali na cama, não?
Ele acenou com a cabeça, levantou e foi para a cama.
Eu falei:
— Tira a bermuda aí para eu ver direito.
Ele tirou. Eu peguei com dois dedos, de tão pequeno que era, e comecei a colocar aquela cabecinha rosinha para dentro, e aquilo começou a me deixar doido de tesão. Eu ficava todo arrepiado o tempo todo.
Aí eu coloquei meu pauzão para fora e falei:
— Faz no meu também.
Ele pegou com a mãozinha e começou a punhetar bem devagar.
Depois de um tempinho nisso, eu falei:
— Coloca na boca para você sentir o gosto.
Ele sentou na beira da cama, pegou meu pau com as duas mãos e começou a chupar só a pontinha, porque a boquinha dele era muito pequena.
Eu peguei no cabelinho dele e comecei a empurrar um pouco, e, aos poucos, foi entrando.
O barulho dele engasgando era surreal de bom, então eu tirei meu pau da boca dele e comecei a passar pelo rostinho dele. Nesse momento, ele fechou os olhos e começou a dar alguns gemidos.
Meu tesão era tão grande que o pé da barriga doía de adrenalina.
Depois de colocar ele para mamar mais um pouco, pedi para ele ficar de quatro para ver a bundinha.
Ele me obedeceu na hora e fez.
Aquela bundinha branca, carnuda e com o cuzinho rosa foi a coisa mais linda que já vi na vida. Já tive relações com mulheres e nunca vi nenhuma chegar perto daquilo.
Então eu comecei a passar a cabeça do meu pau na portinha do cu dele e comecei a dar umas empurradinhas de leve para ir entrando aos poucos.
Mas era tão apertadinho que o pau não entrava.
Então tirei meu pau e comecei a chupar o cuzinho dele. Depois fui passando os dedos e enfiando bem de leve.
Pedi para ele deitar de barriga para cima e levantar as pernas.
Então peguei meu pau e comecei a tentar empurrar com mais força. Quando finalmente começou a entrar, ele começou a gemer e colocou as duas mãos na minha cintura. Então eu comecei a empurrar mais forte, e ele começou a gemer mais. A impressão que dava era que meu pau não cabia naquele cuzinho, mas eu fui bombando e metendo cada vez mais fundo.
Depois de um tempo, comecei a perceber que estava saindo um pouco de sangue, então comecei a meter mais rápido.
Ele gemia e se contorcia. Quando eu estava perto de gozar, tirei meu pau do cu dele, falei para ele sentar e mandei ele chupar de novo, mas ele não quis, porque estava um pouco melado de cocô. Então eu comecei a bater punheta na cara dele. Foi a gozada mais deliciosa da minha vida. Eu gemi tanto quando vi aquela carinha cheia de porra quente.
Ele levantou e correu para o banheiro lavar o rosto. Eu me limpei, fui atrás dele e disse para ele tomar banho para os pais dele não desconfiarem de nada.
Ele tomou banho e, depois disso, ficou tudo certo.
A gente chegou a fazer mais duas vezes depois disso e eu acabei introduzindo ele no mundo do sado.