Professora Puta Se Revelado Capítulo 5

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 961 palavras
Data: 23/04/2026 14:19:01

As semanas seguintes viraram um vício silencioso e crescente. Minha rotina diária continuava parecendo normal para quem olhava de fora: acordar cedo, malhar (agora com um tesão extra só de saber que Pedro podia aparecer), levar as crianças, dar aula, voltar pra casa, ser a esposa e mãe perfeita. Paulo continuava sem desconfiar de nada. Eu transava com ele normalmente, mas meu corpo já respondia diferente — eu gozava pensando nas mãos fortes de Pedro, nos tapas, nos xingamentos. Meu marido achava que eu estava mais safada ultimamente. Eu deixava ele pensar isso.

Com Pedro, o caso evoluiu rápido. A gente se encontrava quase todos os dias úteis — às vezes só 20 minutos entre uma aula e outra, às vezes uma hora inteira roubada. E eu comecei a fazer coisas que nunca tinha imaginado fazer antes na vida.

Primeiro veio o risco maior.

Uma tarde, depois da aula do noturno, a faculdade estava quase vazia. Pedro me puxou para dentro do banheiro feminino do terceiro andar — um banheiro antigo, com cabines grandes e sem muita circulação. Ele trancou a porta principal, me empurrou contra a pia e levantou minha saia lápis.

— Hoje eu vou te foder sem camisinha de novo, sua vadia. Quero sentir essa boceta casada apertando meu pau cru.

Eu nunca tinha transado sem camisinha com ninguém além do Paulo (e mesmo com ele só depois de casados). Mas com Pedro eu cedi imediatamente. Ele me penetrou fundo, segurando meus quadris, metendo forte enquanto eu me olhava no espelho: cabelo loiro bagunçado, maquiagem borrada, boca aberta gemendo. Ele deu tapas na minha bunda e no meu rosto, alternando, e me obrigou a olhar pra mim mesma.

— Olha como você tá linda sendo usada, professora puta. Tá vendo essa cara de quem acabou de levar pica? Isso agora é você.

Eu gozei olhando meu próprio reflexo, tremendo, sentindo ele gozar dentro de mim. Depois saí do banheiro com a calcinha encharcada da porra dele escorrendo pela coxa, voltei pra casa e ainda preparei o jantar para a família. A sensação de perigo me deixava molhada o resto da noite.

Outra novidade que ele me apresentou foi o sexo oral mais agressivo e o “facefuck”. Num motel que viramos frequentadores (eu mentia pra Paulo dizendo que ia fazer reunião com outros professores ou corrigir provas em grupo), Pedro me fez ajoelhar no chão, segurou meu cabelo com as duas mãos e fodeu minha boca sem piedade. Ele ia fundo, batia a cabeça do pau no fundo da minha garganta, fazia eu babar e engasgar. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas eu não queria que ele parasse.

— Engole tudo, sua puta loira. Chupa como a vadia casada que você é. Isso… boa menina.

Eu nunca tinha deixado ninguém me usar a boca assim. Com Paulo era sempre carinhoso, quase romântico. Com Pedro eu descobri que adorava me sentir usada, dominada, com saliva escorrendo no queixo e a maquiagem destruída. Depois ele me recompensava me comendo de quatro e gozando na minha cara — outra primeira vez. Eu nunca tinha deixado ninguém gozar no meu rosto. Sentir o esperma quente batendo na minha bochecha, na minha testa, escorrendo até meus lábios… me fez gozar só de tocar minha boceta enquanto ele me marcava.

Ele também começou a me fazer usar plug anal durante o dia. Uma vez, ele me deu um plug pequeno de silicone e mandou eu colocar antes de ir dar aula. Fiquei a aula inteira com ele dentro de mim, sentada na cadeira da professora, sentindo pressão constante enquanto explicava jurisprudência. Toda vez que eu me mexia na cadeira, lembrava que era uma puta com o cu arrombado por ordem do meu aluno de 19 anos. Depois da aula, na sala reservada, ele tirou o plug e me fodeu o cu com força, sem dó.

— Olha como sua bundinha já tá acostumando com pica. Logo você vai pedir pra eu te arrombar todo dia, né, sua safada?

Eu pedi. Gozei com o pau dele no meu cu, gritando baixinho, sentindo um prazer anal que nunca imaginei que existia.

A ousadia aumentou. Uma noite, ele me chamou pra academia depois do horário. A gente treinado juntos, suados, e depois, no vestiário masculino vazio, ele me fodeu em pé contra os armários. Me fez gritar “eu sou sua puta” enquanto metia fundo. Depois me mandou voltar pra casa sem tomar banho — queria que eu sentisse o cheiro dele na minha pele quando deitasse ao lado do meu marido. Eu obedeci. Dormi ao lado de Paulo ainda com o cheiro de sexo e suor de Pedro no corpo. Foi assustadoramente excitante.

Com o tempo, eu comecei a mandar nudes pra ele durante o dia. Fotos no banheiro de casa, depois do banho, mostrando meus seios de silicone, minha boceta depilada, minha bunda. Ele respondia com áudios gemendo meu nome ou mandando vídeos dele batendo punheta pensando em mim. Eu via os vídeos escondida, no carro ou no banheiro da faculdade, e tinha que me controlar pra não me masturbar ali mesmo.

Eu estava me descobrindo uma puta de verdade. Fazia coisas que nunca tinha feito: sexo sem proteção, gozada na cara, sexo anal frequente, ser xingada e espancada, usar plug durante o dia, chupar pau de forma submissa, mandar fotos safadas… e adorava cada segundo.

A culpa ainda aparecia de vez em quando — especialmente quando via meus filhos rindo ou quando Paulo me dava um presente carinhoso. Mas o desejo era mais forte. Toda vez que eu transava com Pedro, eu me sentia mais viva, mais mulher, mais eu mesma do que nunca.

E o caso não parava de evoluir.

Pedro já falava em me levar pra um final de semana inteiro num hotel, longe da cidade. Eu já pensava em como mentir pra Paulo.

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Comentários

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Eu gostaria muito que a protagonista fosse descoberta, sempre torço pelo traído e que o traidor se de mal!!!

Mas pelo visto o coitado do marido vai fazer papel de trouxa a vida toda!!!

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Pois é. Eu tbm. Mostraria q todos os atos tem consequência

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