DEMÔNIO COLORIDO 😈😈 Capítulo 12

Um conto erótico de Dan
Categoria: Gay
Contém 1899 palavras
Data: 23/04/2026 14:36:44
Última revisão: 23/04/2026 14:48:59

Daniel sentou na cama, ainda com o gosto do beijo de Dante nos lábios — quente, elétrico, impossível de esquecer. Ele não sabia se era desejo, culpa, confusão…Ou tudo misturado num turbilhão que não fazia sentido.

Mas antes que pudesse respirar, o ar do quarto vibrou.

Dante reapareceu. Devagar. Não como um predador, mas como alguém… *ferido*. Os olhos mudavam entre azul acinzentado — tristeza — e dourado — desejo.

Daniel engoliu seco.

— Achei que você tinha ido embora. — ele murmura.

Dante dá um sorriso torto, quase… tímido.

— Eu fui. Mas… — ele passa a língua pelos lábios — não deu certo.

— Não deu certo?

— Tentar… parar de querer você. — Dante diz, direto como só ele consegue ser.

— Isso dói de um jeito irritante. E eu odeio dores que eu não entendo.

Daniel sente a respiração travar.

Dante dá dois passos.

Depois mais dois.

Até ficar diante dele novamente.

— Eu sei que você ama o Robinson. — o tom é firme, sincero. — Eu sei que você não vai me amar como ama ele.

Os olhos mudam levemente para um rosado quente.

— E é exatamente por isso que eu quero ficar com você.

Daniel pisca, sem entender.

— O quê?

Dante sorri…um sorriso lento, quase perigoso.

— Porque você foi honesto, Porque você não me prometeu nada. E porque… — ele encosta o dedo no peito de Daniel — …eu quero experimentar tudo isso aquiv Ele desliza o dedo — Esse negócio de sentir. De querer alguém. De ser… desejado de volta.

Daniel sente o corpo arrepiar da nuca até a base da coluna.

— Então você… aceita isso? — ele pergunta com a voz trêmula. — Aceita… ficar comigo mesmo sabendo que eu amo outro?

Dante responde sem hesitar:

— Eu aceito ficar com você *porque* você ama outro. A voz é baixa, quente. — Porque eu não quero te prender, eu quero te viver.

Ele aproxima a boca do pescoço de Daniel.

— E porque quando você me beija… eu me sinto vivo de um jeito que nem quando nasci eu senti.

Daniel derrete por dentro.

Dante completa, olhando fundo nos olhos dele:

— Não quero o seu amor. quero o seu desejo.

Daniel fecha os olhos por um instante — e esse único instante basta para Dante colá-lo contra a parede de novo.

Mas agora o beijo não é violento.

É quente, profundo, cheio daquela fome **experimental**, quase infantil — como quem aprende um idioma usando a boca de Daniel como aula.

A mão de Dante desliza pela cintura dele. Puxa, aperta. Daniel geme baixinho, Dante sorri no meio do beijo.

— Eu gosto desse som…

E quando o beija de novo, Daniel corresponde com a mesma intensidade quente do primeiro beijo — mas agora sem culpa, sem mentiras, sem tentar tapar o sol com a mão, porque ele sabia a verdade: Dante era desejo, Robinson era amor. E naquele momento, pelo menos por uma noite…Daniel podia ter os dois.

Daniel narra aqui...

Ele chegou bem próximo do meu ouvido e falou baixinho:

-Eu entrei aqui sem querer, mas tá tão gostoso ficar assim com você...se você quiser mesmo, eu vou embora...

Enquanto dizia, o safado tocava na minha cintura e sarrava minha bunda com seu pau duro. Como eu fiquei imóvel, sem saber o que fazer, ele segurou meu pau, que estava quase rasgando o short.

-Você tá gostando, safadinho... tá bem duro também, vamos brincar um pouquinho...

Eu, já sem aguentar aquele tesão todo, me entreguei e empinei o rabo contra seu pau, o que provocou um suspiro intenso de satisfação nele, e eu gostei demais de ouvir aquilo, até que ele que passou a me apertar de forma mais intensa. Já estava um escuro completo então e aquele calor, aquele cheiro de suor, junto àquela sensação de sentir o pau duro do demônio esfregando minha bunda fez com que eu quase gozasse quase sem me tocar. Tive que me segurar muito pra não fazer barulho!

o demônio era um homem atraente, cabelos louro escuro e olhos azuis, musculoso, másculo, e voz grave.

Me deu um selinho e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, o safado, não saiu do lugar, apesar das minhas reclamações. Ao voltar pra trás, senti que encaixei a bunda exatamente no seu pau, que agora já estava duro como uma barra de ferro, e ficamos os dois parados meio sem saber o que fazer, mas um comendo o outro com os olhos naquele restinho de luz que ainda havia. Os shorts já denunciavam estado de excitação em que estávamos.

Então Dante se aproximou mais e o colocou nos meus lábios, pedindo com aquela voz grave: “Chupa um pouco, vai...” – eu não conseguia responder. Apenas abri a boca e ele lentamente foi introduzindo seu cacete agora totalmente rígido como pedra na minha boca. Eu sentia um gosto bom, o cheiro de sabonete e de uma colônia que ele usava, segurei em seu saco e brinquei com as grandes bolas dele enquanto sorvia seu pau. Ele foi me orientando, dizendo para tomar cuidado com os dentes, como passar a língua e tal...

Ele então me colocou novamente de pé de costas pra ele e logo colou atrás de mim de novo, roçando seu pau em minha bunda.

-Tá gostoso, tá? Safado! Voltei louco pra sentir a bunda do meninão aqui, esse bundão gostoso

Sua fala sussurrada no pé do meu ouvido me deixava ainda mais excitado, se é que isso era possível. Minha resposta era empinar mais a bunda e esfregá-la naquele mastro duro.

Senti suas mãos começando a abaixar o meu short e aquilo me deu um medo terrível, também muito tesão. Parecia que eu estava sonhando. Eu me deixava guiar docilmente por aquela mão grande, quente e forte, e senti um frio na espinha quando ele passou o dedo com saliva em meu rego. Parei e disse-lhe que meu cuzinho ainda estava doendo. Ele me apertou a nádega.

Ele não disse nada, só voltou a ma sarrar de forma ritmada. Logo senti que ele me abraçava por trás, beijando meu pescoço. Suas mãos pegaram no meu peito e torceram de leve os meus mamilos. Aquilo quase me fez dar um grito! mas um grito de tesão. Em seguida, ele começou a morder minha orelha. Já estava ficando difícil ordenar meus pensamentos. Só conseguia sentir. Suas mãos nos meus peitos, sua boca em minha orelha e seu pau, sarrando minha bunda.

-Deixa eu comer esse cuzinho de novo, vai? Eu vou colocar devagarinho, não vai doer nada! Se você pedir, eu paro. Eu juro! Deixa, vai...

Era difícil resistir àquele ataque. Minha resposta, novamente, foi empinar a bunda e me esfregar mais nele. Sentindo que o caminho estava livre, ele voltou a me dedar, mesmo tenso, não ofereci resistência e deixei ele me dedar. Aos poucos, a sensação do seu dedo médio me invadindo me deixava alucinado. Quando doía um pouco eu travava e gemia, ele dizia para relaxar e penetrava mais um pouco... Eu deixando, até sentir aquele dedo grosso todo dentro de mim. Ele começou a tentar descer, dessa vez a minha cueca, o que fez sem impedimentos agora.

Quase morri com aquele corpo pesado, quente, já suado, apertando o meu. Suas coxas envolveram as minhas, seus braços fortes me imobilizaram e ele foi esfregando o pau duríssimo e melado em meu rego, procurando a entrada. Eu tremia, mas não conseguia evitar

Seu pau parecia em brasa ao tocar minha pele, me deixando completamente arrepiado. Ele ainda roçou minha bunda, mas logo começou a procurar seu caminho. Ele cuspiu em meu rego e pude sentir sua saliva escorrendo, mas foi amparada por seu dedo que, lubrificado, começou a brincar de novo na porta do meu cu. Eu já estava vendo estrelas, mas ele ainda tinha surpresas pra mim. Quando percebeu que eu relaxei, disse em meu ouvido:

“Fica calmo... Eu sei que dói mesmo mas é só no começo...” – Seu hálito quente na minha orelha me derretia e fui relaxando, Ele se abaixou, me deixando curioso sobre o que estava acontecendo. Pensei que ele tinha deixado cair alguma coisa.

Então, de repente, ele afastou minhas nádegas com as mãos e tocou meu cu com a língua. Soltei o grito abafado pela surpresa. Nada havia me preparado para aquilo e meu cuzinho ainda estava meio dolorido da foda anterior.

Ele continuou a lamber o meu cu por alguns minutos. Minhas perninhas tremiam. E então ele subiu e me abraçou por trás, se encaixando todinho. Senti sua boca na minha orelha, seu peito em minhas costas e seu pau melado encaixado bem na portinha do meu cu.

-Rebola essa bundinha pra o teu macho, vai. Rebola gostoso. Deixa o demônio ser o primeiro e o segundo a meter nesse cuzinho, vai...

Completamente entregue, nada me restava a fazer á não ser obedecer. Fui rebolando devagar, enquanto ele encaixa a pica em mim e começava a me penetrar. Eu parecia que ira derreter, meu coração batia furiosamente A dor veio como um raio e me paralisou. Ele sentiu e parou na hora.

-Shhhh, vai passar, fica quietinho que logo acostuma...

E foi nesse ritmo, metendo um pouquinho, parando, metendo mais um pouco e, quando vi, já sentia seus pelos roçando minha pele. O pior da dor já tinha parado tava ficando muito gostoso. Ele tentou começar a forçar um pouco, mas eu não aguentei e gritei

- tira, tira, tiraaaaaaaaaaaa por favor tira isso de dentro de mim não to agüentando

ele pedia pra eu ficar calmo, eu gritava eu to calmo mais tira, ta me machucando por favor tira, quanto mais eu pedia pra tirar mais Dante gostava eu me sentia estuprado, naquele instante não sentia nenhuma forma de prazer, tinha sensação de estar sendo literalmente violentado, comecei a implorar para que Dante parasse com aquilo pois já não estava me satisfazendo

-Tudo bem, gatinho. Vamos devagar que vai ser bom pra nós dois, tá bem?

E assim ele foi indo até chegar a um ritmo compassado no qual ele metia profundamente, quase me tirando do chão, mas ia fazendo num ritmo gostoso. Meu pau, que tinha amolecido durante a penetração inicial, agora estava duro de novo.

Comecei a fazer movimentos para trás, indo ao encontro dele, rebolava a bunda como ele mandava, deixando-o enlouquecido. O calor era abrasador, suávamos abundantemente. A coisa não ia durar muito. Ele começou a bater uma punheta pra mim. A cada vez que ele metia até o fundo, sentia meu pau dar um pulo e derramar mais baba. Em poucos minutos, quando comecei a gozar, a sensação foi tão forte que apertei o seu pau com o cu, o que fez com que ele, metendo fundo, também gozasse dentro de mim e caísse sobre as minhas costas, arfando.

Jamais esquecerei aquele dia, muito amor, prazer, dor, alegria, todos os sentimentos misturados em um único dia

Ele amoleceu e saiu de dentro de mim. Nos limpamos com um papel toalha que ele tinha trazido. Vestimos nossos shorts e ficamos em silêncio nos encarando naquela quase escuridão. Ele me beijou de forma tão carinhosa que nem parecia que aquele cara metendo vorazmente minutos antes era um demõnio.

Os dois caem na cama, lentos, exploradores, curiosos. Dante tocava Daniel como quem descobre o próprio corpo, o próprio poder, o próprio mundo. E naquela madrugada, o demônio aprendeu tudo o que era sentir. Desejo, Ternura, Ciúme, Medo.

E mesmo sabendo que Daniel nunca seria dele por inteiro…

**Dante decide que quer cada pedaço que Daniel puder lhe dar.**

## 🌅CONTINUA...

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Foto de perfil de DanizinhoDanizinhoContos: 238Seguidores: 143Seguindo: 5Mensagem Autor Paraibano de 29 anos, escrevo na casa dos contos desde 2017, com experiência em contos voltados ao público jovem (embora tenha um público cativo maduro também), não tenho nada contra o maniqueísmo embora nos meus contos eu sempre prefira mostrar personagens humanizados que cometem erros, acertos e possuem defeitos e qualidades, meu maior sucesso foram os contos

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