Tenho 36 anos e comecei a namorar uma mulher de 43 anos, com duas filhas: uma de 24 anos e outra de 19. Rose, minha namorada, é um mulherão de 1,72m, corpo firme, loira tingida, e sabe muito bem como agradar um homem na cama. Suas duas filhas são gatas, mas a Nicole, de 19 anos, é maravilhosa, magra, encorpada, ao estilo ninfetinha.
Quando comecei a namorar a Rose, ela me falou que tinha duas filhas. Imaginei que poderiam ser bem bonitas, já que a Rose era. Quando o namoro começou a ficar mais sério, Rose quis fazer um jantar com as filhas para me apresentar. No jantar, conheci as duas, mas foi Nicole que mais me chamou a atenção. Durante toda a janta, meus olhos eram atraídos para ela; eu disfarçava, mas voltava a olhar.
Naquela noite, comi a Rose pensando na Nicole, não teve jeito. Chupava a buceta da Rose imaginando que era a da filha dela, e comi ela de quatro pensando que estava comendo a Nicole. Gozei demais dentro dela, que até escorreu muito para fora. Com o tempo, acabei frequentando mais a casa delas, à medida que o namoro ia se firmando, e sempre tinha desejos eróticos pela Nicole em segredo.
Nicole namorava um rapaz de 21 anos, então quase sempre eu os encontrava pela casa “de fogo”, e ela com roupas mais curtas, shortinhos e tops, o que me deixava ainda mais tarado nela.
Um dia, Rose me pediu para ir buscá-la no serviço para irmos à casa dela jantar. Ela trabalhava como confeiteira em uma padaria, porém houve um imprevisto com uma encomenda e ela precisou ficar mais tempo, sairia mais tarde. Me pediu para falar com a Nicole, que estava em casa sozinha, para me ajudar com a janta, pois estava tentando ligar para ela e não atendia nem respondia o WhatsApp.
Fui direto para a casa da Rose com a chave que ela me deu e entrei. Quando ia chamar pela Nicole, ouvi gemidos vindo do quarto dela, já da sala. Na hora entendi por que ela não estava respondendo à mãe. Sabia que era errado, mas meu tesão falou mais alto e fui de mansinho até o quarto, que estava com a porta aberta, espiar.
Quando vi a cena… que cena maravilhosa. Aquela linda ninfeta pelada, de quatro, com o namorado metendo nela. Ele a segurava pela cintura e socava forte, e ela gemia. Eu estava morrendo de medo de ela me ver, então fiquei o mais escondido possível assistindo. Em certo momento, ela olhou rápido para trás, na minha direção. No susto, recuei e voltei para a sala, sem saber o que fazer: ir embora ou sair e entrar chamando por ela, disfarçando. Mas não queria atrapalhar a foda deles.
Foi então que ouvi:
Nicole gritando: Isso, me fode gostoso! Fode sua puta! Me bate, safado!
Ouço barulhos de tapas.
Igor (namorado): Toma, sua puta!
Nesse momento, soube que ou ela não me viu, ou me viu e estava dando um show. De qualquer jeito, me senti encorajado a voltar e assistir. Quando voltei, fiquei no mesmo lugar e vi ela ainda de quatro, com ele puxando pelos cabelos e socando forte na buceta. Seu corpo de ninfeta novinha brilhava de suor e ela gemia muito.
Meu pau estava explodindo na calça. Eu queria muito tirar para fora e bater uma vendo ela, mas me controlei. Assistia o namorado deslizando a mão pelo corpo suado dela, batendo nela, chamando de puta e vadia, e ela gemia ainda mais. Ela voltou a olhar de relance para mim, mas dessa vez continuei lá, sem ter certeza se ela realmente me viu ou se estava tão vidrada na foda que nem percebeu minha presença.
Em certo momento, o namorado anunciou que estava quase gozando. Ela mandou ele deitar, ficou por cima, com a bunda virada para ele e o corpo voltado para a porta, onde pude ver perfeitamente seus lindos peitos durinhos, todos suados, sua barriguinha chapada e sua linda buceta lisinha. Vi a bucetinha engolindo o pau dele, estufando o grelinho, enquanto ela cavalgava. Ela masturbava o grelinho com as pernas bem abertas para minha vista.
Igor: Vadia gostosa!
Nicole: Fode sua puta, vai! Fode gostoso! Me enche de porra!
Ouvi Igor gemendo alto, se contraindo e gozando dentro dela. Nicole aumentou a velocidade dos dedos no grelo e gozou logo em seguida. Ela deitou sobre o corpo dele e falou:
Nicole: Me encheu mesmo de porra, hein, amor!
Vi o pau dele saindo da buceta dela e consegui ver rapidamente a porra escorrendo, indo até a bunda dela.
Voltei correndo para a sala e fui para a cozinha, começando a pegar as coisas para o jantar, para disfarçar. Minutos depois, Nicole apareceu na cozinha de calcinha e camiseta regata curta, mostrando a barriga, toda descabelada pela foda. Me disse apenas “oi” e falou que veio buscar água, sem mostrar surpresa por eu estar lá. Voltou para o quarto e fechou a porta.
Alguns minutos depois, os dois saíram do quarto vestidos. Ele me cumprimentou e ela disse que viu as mensagens da mãe pedindo para me ajudar com a janta. Ela ainda estava com o cabelo preso, mas dava para notar que estava descabelada. O suor estava seco no corpo, sem banho, e eu sabia que por dentro da calcinha devia estar escorrendo porra da bucetinha.
Terminamos o jantar e eles foram tomar banho. Rose chegou e jantamos todos normalmente.
Após a janta, eu ainda estava morrendo de tesão na Nicole, então fui para cima da Rose igual um leão faminto. Fomos para o quarto, arranquei sua roupa todinha, comecei beijando os pés dela e fui subindo pelas pernas e coxas, lambendo e chupando. Quando cheguei na buceta, lambi toda, penetrava com a língua para sentir o gosto. Ela já estava molhadinha, melando minha boca.
Quando estava no ponto, comecei a chupar o grelinho, fazendo ela gemer muito. Enfiei dois dedos enquanto chupava, e não demorou para ela se contorcer com meu rosto enfiado na buceta. Ela gozou, e continuei chupando. Gemia sem parar e pressionava meu rosto contra ela. Eu adorava dar esse prazer, mas minha cabeça só pensava na Nicole.
Depois que fiz ela gozar duas vezes, quis retribuir e me chupar. Fiquei de pé na cama, fiz ela ajoelhar e me mamar olhando nos meus olhos. Batia com meu pau na cara dela e chamava de minha puta. Ela me olhava com cara de safada.
Botei ela de quatro, beijei o rabo, lambi de novo a buceta, preparando para foder. Comecei a pincelar com o pau e meti tudo, segurando pela cintura e socando na buceta encharcada. Chamava de vadia, e ela gemia. Ela não sabia, mas na minha cabeça eu estava metendo na Nicole.
Socava forte, chamando de puta, vadia, cachorra. Rose delirava de tesão, e eu também. Não demorou e gozei forte dentro dela. Suados, deitei ao lado. Ela me abraçou e disse que eu estava com um fogo enorme hoje. Para disfarçar, falei que era porque a amava muito e tinha muito tesão nela — o que também era verdade — e disse que ia comer ela igual uma puta vadia sempre.
Depois disso, sempre que via Nicole, só conseguia pensar nela pelada, transando. Às vezes conversava normalmente com ela, mas meu pau ficava duro só de lembrar da putinha na cama que ela era. Estava louco de excitação por ela, mas sabia que, se tentasse algo e não fosse correspondido, poderia estragar meu relacionamento com a Rose...