O Demônio e a Megera – Episódio 3 (a traição de Ana Clara)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 2967 palavras
Data: 23/04/2026 15:46:19

Era uma sexta-feira, saí por volta das 21h da faculdade. Combinei com Cinthia para irmos a um barzinho. Minha companheira era uma mulata de corpo escultural e bem divertida. Estava vestida com um macaquinho cor nude, frente única, curto e folgadinho, que expunha toda sua exuberância física. Um pouco mais baixa que eu, usava um saltinho dourado, que deixava seu traseiro invejável evidenciado.

“Está vestida para matar, amiga?”, brinquei logo que nos encontramos na faculdade.

“Ao contrário de você, querida, eu não tenho namorado. Tenho que caçar. Ou ser caçada”, respondeu dando uma risadinha safada.

Como eu não pretendia caçar ninguém, estava com uma minissaia jeans comportada, maquiagem discreta, uma blusa simples, folgadinha e confortável. Nos pés, um par de tênis, o que criava um contraste bem engraçado entre nós duas.

Mesmo assim, dividimos a atenção da plateia ao entrar no barzinho escolhido, que era um ambiente aconchegante, com pouca luz, mas nada que lembrasse um inferninho. Aliás, uma cantora com voz muito bonita cantava MPB e às vezes variava para outros ritmos, sempre com muita qualidade e num volume civilizado, que permitia às pessoas conversarem. A parte incômoda, para mim, eram os olhares masculinos, aos quais eu não retribuía, mas era difícil ignorar, ainda mais estando na companhia daquele mulherão.

Pegamos uma mesa e ficamos sentadas conversando. Pedimos uma caipirinha cada, para descontrair, e um aperitivo. Até porque eu sou fraca para bebida e não queria terminar a noite passando vergonha, ainda mais sem estar com o Demônio por perto. Conversamos sobre coisas da faculdade e tudo parecia muito calmo, embora Cinthia nitidamente estivesse aberta a flertes, prestando atenção ao movimento. Depois de um intervalo de cerca de dez minutos, a cantora começou a cantar um forró, com direito até a acompanhamento de sanfona, que estava muito gostoso com sua voz.

Algumas pessoas começaram a dançar na pista e não demorou para que um homem convidasse Cinthia. Era um moreno bem bonito de rosto e com um corpo bem sarado.

- Obrigada, gato, mas não posso deixar minha amiga sozinha.

- Não tem problema. Se você quiser, eu danço com as duas ao mesmo tempo.

Achei o jeito dele bem simpático, espontâneo e divertido. Decidi não atrapalhar a amiga e praticamente ordenei que fosse dançar, porque eu sabia que ela estava morrendo de vontade. Quem não estaria com aquela música deliciosa?

Foi quando fui atraída por um par de olhos. Ele estava no bar, uma garrafinha de cerveja na mão. Ao perceber que notei seu olhar, sustentou-o por um breve momento e me deu um sorriso, ao qual não retribuí. Quando me distraí, olhando Cinthia se divertindo, o homem estava de pé ao meu lado.

- Estou à procura de alguém para dançar comigo. Adoro esse ritmo, mas não pode ser qualquer pessoa. Tem que ser com a mulher mais bonita desse bar.

- Boa sorte para você, espero que ela aceite seu convite – respondi, sem ser indelicada, apenas divertida, mas sem mostrar os dentes.

- Vamos, então? – falou, me estendendo a mão.

- Aonde?

- Você não disse que espera que ela aceite o convite? Se até você está torcendo para você mesma aceitar, o que a impediria de dançar comigo?

Dessa vez, eu tive que mostrar os dentes, não só porque o jeito dele falar foi engraçado, mas pelo aspecto irônico da situação.

- Eu não pensei que você estivesse falando de mim, mas agradeço o elogio, apesar do exagero, mas eu não quero dançar.

- Uma pena que a mulher mais bonita do bar, na minha visão exagerada, não queira dançar. Seria muito abuso da minha parte me oferecer para fazer companhia a você enquanto sua amiga dança?

- Isso quer dizer que quando ela retornar você vai embora? – provoquei.

- Se você me expulsar, não terei outra alternativa.

- Tudo bem, sente-se, então, mas vou logo avisando que eu sou comprometida e não vim aqui para procurar por certos tipos de companhia.

- Que tipo? – perguntou com um sorriso divertido.

- Você entendeu bem o que eu quis dizer.

- De qualquer forma, você me parece uma excelente companhia – reagiu, com o duplo sentido escorrendo pelos lábios e fazendo uma breve pausa – para uma boa conversa numa noite despretensiosa de sexta. Muito prazer, meu nome é Diego, falou estendendo a mão.

- Ana Clara, sua criada – brinquei, retribuindo o gesto e ganhando um beijo nas costas da mão, que fez meu corpo se arrepiar todo, sua mão segurando a minha por mais tempo do que o apropriado para um cumprimento.

Ele se sentou perpendicularmente a mim e sua perna tocou a minha.

- Perdão – reagiu, antes de chamar o garçom e pedir mais uma cerveja. Aproveitei e pedi mais uma caipirinha.

Diego tinha praticamente a minha altura, cabelo e olhos castanhos claros, moreno claro, barba rala e um corpo nitidamente mantido na academia. Usava calça jeans e uma camiseta comum, mas seu perfume me chamou mais atenção. Um amadeirado suave com notas cítricas muito gostoso.

Foi quando Cinthia retornou à mesa e a apresentei ao nosso novo companheiro. Diego se levantou para cumprimentá-la e sua perna roçou na minha. Dessa vez, não se desculpou. Os dois ficaram de frente um para o outro e eu entre eles perdendo o juízo a cada dose de caipirinha, que já não me incomodava com sua perna encostando na minha demoradamente. Diego tentou me convencer a dançar quando a cantora decidiu fazer uma sessão de pagode, mas eu gentilmente declinei.

- Cinthia, sua amiga se recusa a dançar comigo. Você seria minha companheira – olhou com um sorrisinho irônico para mim, fazendo pausa – na pista?

Além de dar em cima de mim, roçar sua perna na minha, ainda me provocava. Estendeu a mão e Cinthia, como era óbvio presumir, aceitou.

- Mas só duas músicas, porque não podemos deixar minha amiga sozinha – ponderou.

Não sei se ela viu meu ar de desgosto e irritação por trás do sorriso amarelo. Ver os dois agarradinhos dançando fez com que eu desse uma golada nervosa na caipirinha, o rosto queimando e, por alguma razão que desafia a razão, minha buceta reagindo. Minha amiga gostosa toda oferecida, se aproveitando da situação e eu entrando em pânico, imaginando a hora que os dois iriam se beijar. Que situação mais maluca dos infernos, Ana Clara!

Cinthia cumpriu a promessa, foram só duas músicas e os dois voltaram sorridentes.

- Sua amiga é uma dançarina exímia, Ana Clara. Fiquei até encabulado, com medo de estar fazendo feio.

Num impulso, não deixei que sentasse. Puxei-o pela mão.

- Agora eu quero dançar.

Diego me olhou de um jeito debochado, fomos para a pista, fui enlaçada pela cintura e seu corpo colou no meu sem qualquer pudor, fazendo minhas pernas bambearem temporariamente.

- Não conseguiu nada comigo, já estava se aproveitando da minha amiga, não é?

- Está com ciúme? – falou praticamente sussurrando no meu ouvido, fazendo meu corpo todo se arrepiar, sua mão descendo perigosamente mais abaixo da minha cintura.

- Cê só pode tá brincando, né?

- Desculpe! É que pareceu.

- Pelo visto, também está pensando em fazer companhia a ela numa madrugada de sexta-feira – provoquei, a voz um misto de raiva com sussurro, que chegava a ser cômica.

- A companhia que eu quero para a madrugada é você, Ana Clara – provocou, enfatizando o meu nome, me puxando mais para si, seus lábios se aproximando sorrateiramente dos meus.

Quando tentou me beijar, virei o rosto, sem escândalo, só sutilmente.

- Não, eu não posso, você sabe disso.

- Não pode ou não quer?

- Não posso.

- Então, quer dizer que você quer.

- Isso não faz diferença.

- Para mim faz toda, mas não vou forçar nada. A gente pode continuar só dançando.

- Obrigada – respondi com a voz baixa e dançamos praticamente até o último pagode, que também era o último do show.

Foi quando olhei para a mesa e Cinthia estava aos beijos com aquele morenão lá do começo, aquele que a chamara para dançar.

- Eita, o clima está pegando fogo aqui – brinquei.

- Pelo visto, lá na pista também, que os dois não queriam se desgrudar por nada – respondeu.

Devo ter corado com o comentário. Minha amiga sabia que eu tinha namorado e estava flertando despudoradamente com Diego. Que ficou cada vez mais abusado, sempre se aproximando muito de mim para falar as coisas mais banais no meu ouvido, sua perna nunca mais descolou da minha e sua mão estava em minhas coxas. E eu deixei. Num momento de ausência total de juízo, retribuí o afeto, mas minha mão subiu demais e resvalou no volume do seu pau. Só que resvalou e eu deixei. Em troca, sua mão deslizou pelo interior da minha coxa, me provocando um arrepio pelo corpo todo, a buceta melando a calcinha. E veio o beijo, sua mão acariciando meu rosto, meu pescoço. Um beijo lento, mas cheio de más intenções. Deslizei a mão e acariciei seu volume por cima da calça jeans.

Luiz, o morenão da Cinthia, nos convidou para beber a saideira na casa dele, mas declinamos do convite. Sem me consultar, Diego chamou um táxi e pediu que o motorista nos levasse a um motel. Eu aceitei sem protestar. O caminho até o quarto foi tenso de tanto tesão. Quando finalmente ficamos entre quatro paredes, Diego me beijou devorando a minha boca, suas mãos percorreram todo o meu corpo, me fazendo gemer, totalmente entregue, a respiração acelerada. Ele me deitou na cama e levantou minha minissaia até a cintura, aquele domínio me deixando louca. Tirou minha calcinha lentamente, enquanto beijava, mordia e lambia o interior das minhas coxas. Quando minha calcinha foi parar nos pés, abriu minhas pernas, me deixando toda arreganhada e sua boca atacou minha buceta com uma fome que me fez soltar gritinhos e arquear as costas aflita com tanto prazer. Com o tesão que já estava, não demorei a gozar com ele lambendo e sugando meu clitóris. Depois, me virou de bruços e começou a beijar, lamber e morder minha bunda, me deixando completamente entregue. Até que senti sua língua lambendo meu cu, enquanto dois dedos invadiam minha buceta, me deixando até zonza. A outra mão deslizava pelas minhas coxas até minha panturrilha, como querendo explorar todo o meu corpo ao mesmo tempo. Eu sequer tinha tirado o tênis quando explodi em outro orgasmo, gemendo alto, urrando.

Diego subiu com sua língua deslizando pelas minhas costas, suas mãos distribuindo carícias por todo o meu corpo, até arrancar minha blusinha pela cabeça, chegando com sua boca à minha nuca, subindo para minha orelha, com mordidas, beijos e lambidas, sussurrando no meu ouvido.

- Está gostando, Ana Clara?

Eu não conseguia responder, só me debater e gemer aflita com aquela boca me devorando a nuca, o pescoço, suas mãos explorando meu corpo com carícias e apertos.

- Fez cu doce, mas agora está se deliciando, não está?

- Ai, eu tô – choraminguei. Foi quando senti seu pau encostando na entrada da minha buceta.

- Quer que eu foda sua buceta, Ana Clara?

- Não posso, eu tenho namorado.

- Não foi essa a pergunta, Ana Clara. Você quer sentir meu pau dentro de você?

- Quero – choraminguei.

- Então pede para eu meter.

- Mete seu pau na minha buceta, por favor – a voz saindo mais alta do que o planejado, o que sempre acontece quando eu estou naquele estado extremo de excitação.

Minha buceta devia estar tão enxarcada, que o pau dele deslizou sem dificuldades, mas era bem grosso, porque eu o sentia me preencher. Que sensação maravilhosa! Já estava toda sensível e ele não teve piedade. Logo começou a socar, eu de bruços, toda dominada e rendida. Meu estômago chegava a revirar de tanto prazer, minha cabeça rodava e o terceiro orgasmo veio ainda mais forte que os demais.

- Vira de ladinho agora, Ana Clara.

Obedeci. Ele veio para trás de mim, acabando de tirar a calça, que ainda estava nos joelhos.

- Mulher linda como você, a gente tem que comer de ladinho, a buceta e o cuzinho.

Eu já não era mais ninguém para dizer que sim nem não. Apenas deixava que ele fizesse de mim o que quisesse, me entregando aquele prazer louco. Ele começou a me comer de ladinho. Muito gostoso dar assim, agora com movimentos mais comedidos, proporcionando que seu pau e minha buceta se saboreassem mutuamente. Eu gemia baixinho e levava um dedinho babado no cu, que também era fodido com movimentos lentos e torturantes, fazendo meu corpo ter leves espasmos, meus músculos anais se contraírem. Cada vez que ele tirava o dedo, voltava com ele babado, preparando meu rabinho para ser penetrado. Não demorou e Diego encostou a cabeça na minha entrada e começou a forçar. Senti aquela dor gostosa enquanto seu pau se afundava no meu rabo lentamente, me sentindo a maior piranha do mundo e adorando tudo aquilo.

- Isso, come meu cu, que só meu namorado comeu até hoje.

Seu pau parece que inchou mais com a provocação.

- Você já comeu a buceta que até hoje foi só dele. Agora meus buracos são seus também – provoquei, totalmente alucinada.

Parece que mexi com alguma coisa dentro dele, porque ele começou a se movimentar, fazendo pressão, dois dedos voltando a invadir minha buceta, me fazendo gemer alto.

- Ai meu Deus, eu vou gozar de novo. Você faz isso melhor que meu namorado. Não para, me arromba sem dó, seu gostoso!

Quando gozei fazendo um escândalo, Diego afundou o pau lá no fundo e despejou provavelmente meio litro de porra dentro de mim. Acabei desmaiando com a piroca enfiada no cu.

Despertei, estava sozinha na cama. O quarto era simples, básico. Ouvi o som do chuveiro. Meio cambaleante, levantei-me da cama e caminhei até lá. Eu também precisava tomar um banho. Diego havia acabado de tomar banho e desligava o chuveiro quando me viu. Sem me dar tempo para pensar, me tomou num beijo gostoso, suas duas mãos descendo para a minha bunda, me apertando, seu pau reagindo contra a minha pélvis.

- Eu preciso tomar um banho – murmurei.

- Você está muito gostosa assim sujinha mesmo - falou num misto de sussurro e rosnado, beijando meu pescoço, me fazendo arrepiar e gemer.

Desceu para o meu seio e o abocanhou, lambendo e sugando, fazendo minha buceta voltar a latejar e ficar enxarcada de vez, enquanto gemia manhosa, completamente rendida aos seus comandos. Fui pega no colo e levada de volta para o quarto, sem ter conseguido tomar banho.

- Eu quero que você mame no meu pau, Ana Clara. Já comi sua buceta, seu cu, agora quero sua boquinha. Ajoelhe-se no carpete – ordenou.

Se fosse em outras situações, aquilo talvez me ofendesse, mas eu não tinha vontade de contrariar qualquer ordem daquele homem. De mais a mais, chupar seu cacete me parecia uma ideia bem excitante. Então, obedeci e fiz o que me foi ordenado, lambendo e beijando com paixão, primeiro, para depois engolir e fazer um vai e vem que parece ter deixado Diego muito excitado, pois seu pau ficou gigante dentro da minha boca e dava para ouvir sua respiração pesada e seus gemidos reprimidos.

Fiquei uns dez minutos namorando o pau do meu amante, até que ele me fez subir na cama e ficar por cima dele. Encaixei-me nele e permiti que seu pau deslizasse para dentro da minha buceta. Fiquei muito tempo curtindo uma de amazonas, variando os movimentos, ora quicando, ora rebolando, ora fazendo movimento pélvico para frente e para trás. Estava gostoso demais daquele jeito, mas Diego me colocou de costas na cama, sem tirar o pau de dentro de mim e esmagou seu corpo contra o meu, me beijando e acelerando gradativamente as estocadas.

Eu não consegui mais ter orgasmos, embora estivesse muito gostoso, mas Diego descarregou seu tesão todo dentro de mim. Depois disso, finalmente tomei banho e me arrumei para ir embora. Já eram quase 4 horas da manhã. Diego chamou uma viatura e me acompanhou até a porta do meu prédio.

No sábado, eram 8 horas quando meti a chave na fechadura do apartamento do André. O Demônio ainda estava dormindo pesado, deitado de bruços na cama, só de cueca. Dei um beijo carinhoso em seu rosto e fui preparar seu café da manhã. Afinal, meu amor precisava repor as energias depois da madrugada quente no motel.

Uma semana depois, André foi me buscar na faculdade e chamei Cinthia para um chopinho conosco. Quando apresentei meu namorado, Cinthia não conseguiu esconder o espanto. Suas sobrancelhas arquearam, a testa enrugou e seu sorriso saiu indeciso, de um jeito que tive que me controlar para não rir.

- Está tudo bem com você, Cinthia? – questionou André, fingindo cara de preocupado.

- Não, é que você me lembra muito uma pessoa que eu conheci recentemente.

- O Diego? Aquele da semana passada no bar? Que eu te contei que fui para o motel com ele? – reagi, deixando minha amiga mais confusa.

André olhou para mim com os olhos arregalados, simulando surpresa e espanto.

- Péra, que pegadinha é essa? Deixa eu ver se eu estou entendendo essa história. Você traiu seu namorado com o irmão gêmeo dele? Ou você traiu seu namorado com o seu próprio namorado?

Pela risada do André, foi fácil deduzir pela segunda opção.

- Meu Deus, vocês dois são muito loucos! – exclamou Cinthia antes de cair numa gargalhada descontrolada, que pensei que a coitada nunca mais pararia de rir, mas aquela noite estava só começando.

***

Esse é um conto autoral, inédito e produzido com exclusividade para a Casa dos Contos.

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Comentários

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E eu acreditei! Me enganou direitinho, sua megera! Brincadeiras à parte, estou adorando seus contos, Ana Clara! Muito bem escritos e cheios de tesão! Parabéns! Mil estrelas!

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