A inquilina LXXXII

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Heterossexual
Contém 1803 palavras
Data: 23/04/2026 16:02:04

A festa foi um sucesso, veio bastante gente do interior e algumas pessoas da minha família, amigos da escolinha e amigos nossos, a festa do Stitch, então as comidas e a temática era havaiana e muita gente veio com camisas floridas e bermuda, e algumas mulheres de bermuda ou saia e com a parte de cima de biquini, inclusive a inquilina, a mãe dela, a gravida, a nossa amiga que foi anfitriã no jantar, a mulher do vermelho e mais algumas primas e parentes da inquilina, o calor ajudou para isso. O menino colocava aqueles colares havaianos em todos que chegavam, todos estavam se divertindo, muitas fotos aquele parabéns animado. Muitas trocas de olhares maliciosos. Mas nosso foco estava 100% no menino que se divertiu muito. Depois a inquilina leu para mim o grupo das mulheres com muita besteira e a Amarela se arrependendo de não ter ido. Era fim de tarde, inicio de noite quando a festa acabou, e fomos para casa, a mãe da inquilina foi com meu amigo ia dormir lá, a gravida e a inquilina sentaram no sofá ajudando o menino a abrir seus presentes, ele estava eufórico, a inquilina atendeu o telefone e então, eu e o marido da gravida, voltamos para o local da festa para levar pessoas para os hotéis, já que foi um pedido da mãe da inquilina e era a tia que ela mais gostava que estava meio perdida de tomar carro de aplicativo, e taxis não passavam.

Quando voltávamos ele começou a desabafar, que a vida estava difícil, que estava com muito trabalho e não conseguia administrar todas as mudanças, eu sorri par ele e respondi o básico.

- As pessoas vão dizer que você tem equilibrar todos os pratos, é mentira, você precisa equilibrar os importantes os que interessam, o resto se ajusta. - eu olhei para ele ainda dirigindo - sua esposa estava reclamando que você comparece desde que ela engravidou, você tem noção que ela sente falta de ser desejada né, - ele balançou a cabeça num sim - e nesse momento seu trabalho, e tudo em volta é secundário perto de sua esposa feliz, para ter essa criança tranquila - ele foi falar e eu apontei o dedo para ele ficar quieto - vamos fazer o seguinte, nós vamos chegar em casa, eu vou inventar qualquer merda, e sair com a inquilina e quando eu voltar eu quero sentir cheiro de sexo naquela casa, e não é uma opção é uma obrigação. - ele começou a rir e balançou a cabeça num sim. Chegamos e as duas estavam na sala vendo TV e o menino dormia no chão com os brinquedos. Eu peguei o menino e levei para o quarto demorei um pouco, olhei para a inquilina - Sua tia, a bolsa dela no carro, vamos levar para ela - a inquilina me olhou.

- Mas, porque ela te avisou e não a mim - o marido da melhor amiga riu, e eu também, ela olhou para ele - você não quer ir com ele lá? To cansada. - Ele me olhou e eu rindo falei.

- Para de preguiça, depois fica falando que é sua tia preferida, fica ai cara, eu vou lá sozinho. - A inquilina bateu as mãos na coxa emburrada e levantou, dizendo que ia só colocar uma camiseta. Voltou e eu estava na porta - Vamos, também to cansado e quero dormir, é longe e é sua família - ela me olhou com olhar assassino e saímos, foi sem falar comigo até o carro e sentei no banco do motorista e não liguei o carro. Ela me olhou no ódio, eu ri - Amor abaixa o banco e descansa que emprestei nossa casa para o casal fazer as passes e colocar o “amor” em dia, - ela riu com cara de brava. - Se eu tivesse te avisado, sua encenação não seria tão perfeita. - ela começou a me bater.

- Você é muito bobo - me deu um beijo - vamos para algum lugar né, porque não vamos ficar deitado no carro por 2hr. - sai com carro, e ela foi fazendo perguntas sobre a minha conversa com ele e perguntas que eu não podia responder de o que estava acontecendo no apartamento, parei o carro numa praça, perto de casa, uns meninos jogavam futebol com a luz da iluminação amarela da rua, ela deitou mais o banco - Acho que a festa foi um sucesso, você gostou? - eu sorri par ela, os olhos dela brilhando de realizada como mãe de ter feito algo bom para o seu menino, alisei seu rosto e a beijei.

- Você beira a perfeição quando pensa no menino - ela sorriu ficando vermelha - Seus olhos brilham, suas bochechas coram de fofura e seu semblante sempre transmite paz - dei um sorriso sarcástico - nem parecia a doida que batei nas pernas e me ameaçou com os olhos porque chamei para me acompanhar - ela pediu desculpa me beijando novamente, e eu alisei seu cabelo puxando ele para trás da orelha - Ja falei que te amo e que você é linda - ela ficou mais vermelha e me beijou romanticamente e suspirou feliz - ficamos assim, namorando com beijos leves e sorrisos trocados por encaradas longas. E então eu estava praticamente sobre o banco dela, com beijos mais longos que terminavam com mordidas nos lábios ou unhadas nos ombro ou nas costas, tinha mais o som dos meninos jogando futebol e a noite era um pouco mais escura devido a sombra das arvores, eu puxei sua camiseta e ela só ajeitou o corpo para facilitar de eu tirar, eu dei um beijo em cima de cada seio - Minha havaiana deliciosa - ela riu.

- Gostou, recebi elogios dos meus seios - eu olhei para ela com ar de pergunta - e algumas olhadas - ela me beijou segurando minha mão contra seu seio, e meu dedo entrou pela parte de cima do biquini que ela usava e alisou seu biquinho duro - as minhas primas disseram que eu fiquei mas sexy, depois da gravidez - eu colocva o biquini para o lado e lambia de leve antes de chupar seus seios - e minha mãe respondeu, que eu fiquei mais sexy depois de você - eu continuo chupando seio seio e minha outra mão alisar e tirava o outro para fora - Acho que eu concordo com minha mãe - apertou meu cabelos quando dei uma chupada mais forte - sou muito mais mulher depois de você. - ela esticou a mão e começou a alisar meu pau sobre a bermuda, o vidro escuro do carro dos lados e visão aberta na frente davam uma certa segurança de acharmos que não estávamos sendo vistos, eu coloquei seus seios dentro do biquini e me ajeitei no banco quando ela colocou meu pau para fora, ela entendeu porque me ajeitei e deslizou o corpo em cara lenta para cima do meu - Safado - puxou a pele e lambeu a cabeça num movimento circular - Gostoso - manteve a pele puxada e a cabeça para fora e então desceu a boca, soltei um gemido.

- Que delicia meu amor - ela gostou do gemido e do elogio e começou a subir e descer a boca com velocidade, eu segurei seu cabelo que toda hora caia entre nossos corpos, passei a mão para dentro de sua saia, entre suas pernas e ela abriu se ajeitando para que eu a tocasse, o calor era sentido no caminho, e quando toquei ela gemeu com meu pau ainda na boca. Tirei sua calcinha e coloquei no cambio do carro, alisei seu clitoris e dedilhei sua buceta e quando com a outra mão fui virar seu bunda para ter mais acesso a sua buceta, o cabelo caiu no rosto ela se levantou me olhando em volta, pegou a calcinha e prendeu o cabelo com a calcinha sorrindo com cara de safada para mim, e voltou a me chupar.

- Agora suas mão estão livres, amor - eu passei a mão pela lateral da sua bunda levantando sua saia, e outra voltou para seu clitoris e sua buceta, ela riu e me olhou - sem moderaçã é tudo seu - e voltou a me chupar com força, fazendo o barulho aumentar no carro e provavelmente ele balançava um pouco, com a outra mão alisei seu cu e ela ergueu um pouco a bunda, para dar acesso, meu dedo alisava e jogava seu clitoris de um lado para outro, a mão que tinha a acesso ao seu cu agora tinha acesso a sua buceta também pela posição que ela ficou poderia dedilhar sua buceta ao mesmo tempo, então com a mão em V eu colocava um dedo no seu cu e dois na sua buceta, ela começou a rebolar e jogar a bunda conta minha mão, não me chupava mais, e começou a gozar, soltando um gemido mais alto, seguido de um tremido, e um sorriso malicioso deitando o rosto nas minhas coxas, me olhou um pouco e foi subindo em mim se ajeitando da forma que dava, eu soltei o banco todo para trás e ela começou a rebolar no meu pau, virada para mim, com a cabeça dobrada por causa do teto do carro, ela gemia no meu ouvido e rebolava, olhei para fora e dois dos moleques que jogavam futebol pouco antes estavam de olhos fixos no carro, eu continuei metendo mas ela quem ditava o ritmo devido a posição, ela se esfregava em mim seus seios pareciam massagear meu peito e por hora os bicos escavam para fora da parte de cima do biquini, ela ficou se esfregando com calma por um tempo e depois acelerou as subidas e descidas eles olhando de fora com olhos arregalados, eu me mantinha alerta e deixando ela ditar o ritmo e fingindo que não via eles vendo a cena, então ela deu uma ou duas puladas mais fortes, e com uma voz melosa e sussurrada falou - goza amor, goza para mim - eu ri no seu ouvido - goza na sua havaiana putinha, goza - eu gozei no final palavra putinha e ela riu podendo minha orelha - voce gosta né, quando eu assumo que sou sua putinha. - ela desceu de mim, e a porra escorreu para meu banco primeiro e depois para o dela quando ela se sentou. Os meninos quando viram ela saindo de cima de mim, saíram andando se virando para a outra direção mas passaram próximo ao carro umas duas vezes. Ficamos ali mais um pouco, quando deus quase 2 horas que estávamos fora, voltamos.

Nossos amigos estavam no sofá, e o cheiro foi que aprontaram enquanto não estávamos, o cheiro e o limpo rapido no chão em frente ao sofá, a inquilina entrou no quarto para tomar banho e os dois estavam abraçados, a gravida se levantou rindo e falou alto, “porque seu cabelo está preso com uma calcinha? “ todos começaram a rir, e rimos mais ainda quando a inquilina respondeu entrando no quanto “pelo mesmo motivo que a sua calça esta do avesso e tem uma calcinha no chão do quarto.”

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