CADELINHA QUE CHORA NO PAU - Episódio 4 - Ao Mestre com carinho 2

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 916 palavras
Data: 23/04/2026 16:56:18

Fui pra casa pensando em tudo aquilo. Estava confusa.

Porque ele não meteu a rola em mim?

Será que eu aguento aquilo tudo?

Ele não gostou da minha xana?

Pra piorar, recebi uma mensagem dele no domingo.

- Matriculei você numa academia, vou pagar, pois quero você em forma para aguentar o tranco.

Caralho, o cara devia ser um louco, mas como era uma coisa que eu queria fazer e não precisaria pagar, comecei a fazer no primeiro horário, antes do trabalho.

Academia é algo que a gente não quer, depois se apaixona. Foi o meu caso.

No sábado, eu estava de volta e fui recebida por um homem bem humorado e sorridente.

Revisamos o trabalho, tomamos e café e antes do meio dia, ele me chamou pro quarto.

Começamos uma pegação gostosa e logo as roupas estavam lançados ao chão.

O Mestre caprichava nos beijos e quando desceu para chupar meus peitos, delirei.

Um dedo nervoso já duelava com o meu pequeno pau.

Gozei em pé, sem fôlego, me agarrando ao meu Negão.

Aiiiiiiiii, Mestre estou gozando!

Foi foda.

Ele me levou pra cama e abocanhou minha buceta.

A fome dele me impressionava, um gozo na língua, um gozo com língua e dedos e mais um gozo nos dedos, com ele ditando ordens e querendo retirar tudo de mim.

- Puta que pariu, vai acabar comigo assim, estou gozando de novo. Caralho.

Depois disso, a calmaria, ele se deitou ao meu lado e me abraçou como quisesse me proteger do mundo. Eu me senti acalentada e me acalmei dos quatro primeiros gozos.

Quando ele percebeu que eu estava mais calma, ordenou:

- Vai mamar o Mestre!

Aquela tora me impressionava. Mole parecia um monstro, dura era o próprio monstro.

Duas mãos nervosas rodeavam a rola e o trabalho começava.

Eu gosto de espalmar a mão na pica, projetando-a contra o umbigo e lamber as bolas.

Subo com a língua de gata, sentindo toda a extensão do pau e depois abocanho a cabeça.

O Mestre gemeu com o trabalho.

Impossível engolir tudo, mas olhei para a cara de satisfação dele quando comecei a mamada babada.

Eu queria deixar a vara bem melada, para o estrago ser menor, ia pedir pra ele colocar devagar e não acelerar. Olhava nos olhos dele implorando por esse capricho.

Como já tomava anticoncepcional, queria sentir a rola no pêlo, para sentir seu poder nas minhas entranhas.

Eu imaginava ele enterrando a vara devagar, enquanto carregava a espingarda. O problema é que ele tinha outros planos e disse:

- Sobe!

Caralho, pensei eu, e agora?

Se algo der errado, fico empalada. E isso vai doer.

Acho que ele percebeu meu desespero e me pediu calma.

- Fique tranquila, eu controlo.

Subi na pica e só a cabeça já causou um desconforto imensurável.

O Mestre me deu suas mãos e flexionou os joelhos para eu ter apoio.

Comecei a brincar gostoso, descendo e subindo devagar, mas minha buceta estava muito melada. Eu bobeava e entrava mais.

Quando já tinha me acostumado com o monstro, o Mestre foi abaixando as pernas e a pica foi entrando.

Me senti nas nuvens em poder agasalhar aquela maravilha. Quando ele bateu no fundo, vi estrelas e minhas vistas turvaram. Não deu tempo de falar nada, mas tive um orgasmo sensacional.

Todos meus músculos se retesaram e depois todos relaxaram.

Eu não gozava, eu chorava pela buceta. O saco do meu professor ficou encharcado e se ele não me segurasse, teria caído.

Fiquem entalada na pica. Literalmente.

O Mestre percebeu meu desespero, me segurou e foi me levando para fora da cama.

Carregou meu corpo frágil até a parede e colou minhas costas nela.

O que veio a seguir foi delirante.

Uma saraivada de socadas de baixo pra cima e minha única solução foi segurar o pescoço dele.

Ele era uma máquina de fuder, e minha buceta estava se acostumando com isso.

Gozei forte novamente, meu corpo cedeu e ele quase colocou as bolas pra dentro da minha xana também.

Eu estava esgotada.

Não tinha mais o que gozar. Foi quando o Mestre me levou pra cama e me pôs de quatro.

Fui nas nuvens quando ele me penetrou e iniciou um vaivém violento.

Minhas pernas tremiam, meu corpo estava com a sensibilidade a mil e ele enfiava tudo e tirava, tudo e tirava.

Gozei mais um pouco e senti sua pica inchar dentro de mim.

- Vou gozar, Gatinha.

Foi a única coisa que ele disse, antes de descarregar um caminhão de leite dentro de mim.

- Caralho, estou gozando nessa buceta, puta que pariu.

Caímos juntos na cama e dormimos por duas horas.

Acordamos e ele me carregou para o banho. Deu um banho bem gostoso em mim, esfregando tudo.

Colocamos o roupão e fomos pra sala. Já eram umas 15h. Ele disse que íamos almoçar fora.

Sentou no sofá e me chamou:

- Vem mamar o Mestre.

Caprichei na mamada, lambi tudo, chupei bolas, barriga e cabeça.

Ele elogiava o tipo de mamada e alertava que viria muito leite.

Em pouco tempo, avisou:

- Vou gozar, coloque o máximo de pica na boca e espere a leitada. Beba sem pensar e verá o quanto me faz feliz.

Quando senti o pau inchar, fiz o que ele pediu. Engoli os primeiros quatro jatos de imediato, os dois últimos relutei, mas consegui tomar tudo. Foi estranho pra primeira vez, mas descobri que ali estava nascendo uma puta.

Ele foi tomar banho. Nos arrumamos e saímos. Ainda bem que estava fazendo academia.

Minha rotina ia ser brava.

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