O início da minha vida dupla – Pte 6 Final

Um conto erótico de Casado_SP_Aventureiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1800 palavras
Data: 23/04/2026 16:58:11

Olá novamente, vamos para o penúltimo relato dessa minha vida maluca que ocorreu.

Conforme dividi no último conto, a vida no contexto da igreja estava indo por lado nada convencional. Após o ocorrido com a Keila; se você não leu, está na parte 5 dos meus relatos; eu acreditava que isso era o máximo que eu tinha feito de loucura, até o dia em que Inês esposa do Otávio me fez uma pergunta que mudou tudo.

Essa situação envolve anos de relacionamento entre mim e Otávio. Já nos conhecíamos antes, da época de criança e tal. Porém, ele sempre foi um pouco desatento nos relacionamentos, tanto que este com Inês já era o seu segundo casamento e o dela também.

Portanto, Inês seria uma situação, impossível, sequer de imaginar, nem tanto contato tinha com ela, para que pudesse imaginar alguma coisa. Mas....

Nos grupos da igreja, no qual estávamos, ela pegou meu numero e mandou mensagem um dia. Batemos papo sobre a vida, ela perguntava coisas sobre melhorar o relacionamento com Otávio e por ai.

Com o tempo, a intimidade aumentou e falávamos sobre os casamentos também. Ela reclamava de lá eu de cá. Ou seja, uma receita perfeita para dar problema. Rs

Até aqui, e entenda que estou resumindo muitos anos de conversas, nunca havia ocorrido, uma conversa com outras intenções de qualquer lado. Porém, neste dia, ela fez a pergunta, que ligou o alarme:

- Eu quero muito te fazer uma pergunta, mas não sei se devo.

- Epa, como assim, que pergunta é essa?

- Faz anos que quero te perguntar, mas sempre evito, hoje eu vou perguntar. Você já olhou para mim como mulher?

- Inês, como assim como mulher, você diz, reparar em você, se te acho bonita?

- Também, mas se você já sentiu atração por mim?

E aqui, preciso voltar à segunda série do ensino fundamental, onde eu tive minha primeira “experiência”, em dizer a uma amiga de sala, que tinha traços orientais, que gostava dela, achava bonita. Desde aquele dia, ela sempre ficava perto de mim, andamos juntos e etc. Não era namoro, mas foi a primeira vez que eu quis dizer para uma menina que achava bonita e gostava dela. Isso dito, você deve ter entendido que Inês era portadora de traços orientais, logo, me quebrou saber que existia a chance de poder ficar com ela.

Eu pensei em toda a problemática da situação, a “merda” que isso poderia dar, dependendo da minha resposta. Mas, eis o que eu disse:

- Uma mulher bonita como você, impossível não se sentir atraído. Claro que já reparei, mas por que a pergunta agora?

- Eu sinto uma atração enorme por você!

- Inês, isso é loucura. Você está com problemas no casamento? Se sim, deve ser isso. Não fique pensando essas coisas

- Também é isso, falta de apoio, atenção, desejo, cansaço de ser deixada de lado, sem valor. Falo mais com você, sabe mais de mim, do que meu marido.

- Está ai, você está confundindo as coisas só isso. Vamos esquecer isso, e procurem ajuda para vocês.

- É você pode ter razão, mas obrigado pela sinceridade na resposta.

E paramos aqui, mas quando algo assim ocorre, inevitável não ficar pensando no, mas e se?

Enfim, mantivemos o contato via whats, mas sem focar no assunto, embora, as indiretas sempre ocorriam. Chegou um ponto onde, em algumas vezes, já ficamos imaginando como seria se um dia agente se pegasse. De tanto falarmos nisso, parecia que era algo real pra gente. Nossos filhos estudavam na mesma escola. Em um dia de chuva, deixamos eles na escola e fui em direção ao carro e ela caminhando junto, debaixo do guarda-chuva. Ao nos despedirmos, fui dar um beijo em seu rosto, mas acabei mudando de ideia e beijei sua boca. Ela correspondeu de forma rápida e assustada.

- Você é louco, todo mundo me conhece aqui

- Desculpa, mas agora já foi.

E fui para o meu carro e ela foi andando para casa com cara de assustada.

Dias depois, ela precisava ir resolver alguns assuntos no centro, e eu também estava indo para lá. Nos encontramos no metro, mas sem querer, e acabamos indo juntos. Conversamos muito, e quando chegamos no prédio dela, pegamos o elevador. De repente, estamos sós, dentro do elevador pequeno. O ar ficou pesado, era nítido que agente queria se pegar ali, mas ninguém se mexeu. Fomos para um outro prédio pois ela não conseguiu resolver o assunto no primeiro, novamente outro elevador, maior, porém com mais andares para percorrer. Quando a porta se fechou, anos de conversas, desejos revelados que não eram satisfeitos vieram como uma avalanche. Ela olhou para mim, eu só estiquei a mão, puxei ela para perto e me aproximei da sua boca. O beijo explodiu. Respirações fortes, corpos apertados um contra o outro. Quando ouvimos o “plim” do elevador chegando ao andar, nos soltamos, respiramos e saímos meio tontos. Ela foi para a recepção e eu fui pegar água para nós. Após sairmos do prédio, fomos para um parque, e ficamos lá namorando. Beijos, abraços e indícios de que não seria só aquilo que nos faria parar.

Tivemos muitas outras situações de sairmos juntos, mas apenas para beijos e abraços. Isso porque algo me deixava preocupado com ir para a cama com ela. Me preocupava com o lado emocional dela, em como isso poderia explodir e acabar com os casamentos, amizades e etc.

Falamos sobre isso algumas vezes, mas ela dizia que não teria problema e por ai vai. Mas eu ficava com o pé atras. Com as outras mulheres, eu sentia que era desejo apenas, com Inês parecia envolver sentimento, e isso me fazia ter mais cuidado.

Mas, um certo dia, ela iria ao mercado e marcamos de ir juntos. Mas, depois de tanta conversa, beijos e não termos ainda transado, aquilo me fez decidir que hoje eu iria levar Inês para a cama.

Me arrumei, peguei o carro e fui encontrá-la. Sempre falamos que nenhum de nós tinha coragem para ir com o outro ao motel, que alguém iria desistir. Pois bem, hoje eu iria colocar isso à prova.

Encontrei com ela na rua, ela entrou e eu iniciei o trajeto rumo a um mercado, mas que do lado têm um motel, então ela achou que eu estava mesmo indo para o mercado.

Quando eu dei a volta e ela viu que não entrei no mercado disse:

- Ué, aonde vai, o mercado é ali?

- Depois iremos, agora vamos ali – apontei para o motel

Ela arregalou os olhos, ficou muda por alguns minutos, e disse:

- Você não está falando sério?

Eu direciono o carro para a entrada do motel, peço o RG dela e escolho o quarto

Ela incrédula, boca aberta, vai sendo conduzida para o quarto. Paro o carro, baixo a lona da garagem, e vamos subindo a escada que leva para o quarto, ela na minha frente, sem falar nada

Entramos no quarto:

- Você é maluco! Eu não acredito que estamos aqui

- Ué, sempre disse que não temos coragem para vir. Estamos aqui agora. Quer desistir?

Sento na cama, com as mãos apoiadas para trás, olhando para ela em pé, no meio do quarto, sem acreditar.

- Me dá uns minutos!

- Ok

Ela começa a andar de um lado para o outro do quarto, como se estivesse pensando no que fazer. Fico sentado na cama, esperando, até que:

- Tá bom, vem!

Ela estica os braços, me levanta e me beija. Esse é o sinal que posso avançar.

Vou beijando sua boca, descendo para o pescoço, enquanto vou levantando sua blusa. Depois abro o sutiã e caio de boca nos seus seios, pequenos, bicudos.

Ela leva a mão até minha calça e inicia a abertura dela. Faço o mesmo com a sua calça, ela vai em direção a cama, para terminar de retirar sua calça e eu retiro o resto da minha roupa.

Finalmente, nua na cama, estava a mulher que eu jamais imaginei que seria minha. Fui beijando suas pernas até chegar na sua virilha, ela foi cedendo até que alcancei sua buceta e iniciei o oral. Amo fazer oral em mulheres, curto demais ver as reações de prazer, a respiração forte, as mãos pegando nos cabelos, puxando para dentro delas.

Chupei muito Inês, que se contorcia na cama. Peguei a camisinha, e disse:

- Quero você por cima de mim

Deitei na cama, e com o espelho que estava no teto, tive a visão daquele corpo, por cima do meu, suas costas, o movimento do seu quadril se ajeitando sobre meu pau. Que tesão foi ter aquela vista, aquela pela branquinha envolta nos meus braços.

Ela foi sentando devagar, até entrar tudo. Segurei firme em sua bunda e iniciei os movimentos de vai e vem:

- Isso é muito melhor do que eu já imaginei. Me come gostoso, quero sentir tudo, quero gozar de novo

Nossos movimentos eram mais cadenciados, nada agressivos, cada um saboreando o outro.

- isso, aperta minha bunda, vou gozar, aperta, aaiiiiiiiiiiiiiiiii

Depois que ela gozou:

- Quero que você me coma por cima de mim, quero abrir minhas pernas para você me possuir inteira, enterra esse pau em mim

Ela virou, abriu as pernas e eu deitei sobre ela, já bombando forte agora.

Dessa vez ela que estava com a visão de ser possuída, por outro homem:

- Isso, assim que delicia essa visão. Me come, forte assim......

Continuamos assim por mais minutos até que gozamos juntos.

Fomos para o banheiro, tomar banho juntos, estava esfregando suas costas, quando ela vira para mim, apanha meu pau e vai ajoelhando. Sem falar nada, começa a me chupar deliciosamente. Eu só relaxo e deixo ela chupar. Depois de gozar, saímos do banheiro nos trocamos e fomos para o mercado.

Nos dias seguintes, ficamos relembrando o momento. Ela dizendo que nunca foi chupada daquele jeito, que adorou. Que eu acertei os pontos dela, rs e que gozou gostoso.

Não tivemos mais transas, acho que essa foi a que precisávamos para matar o desejo. Ela segue casada, feliz com o marido e não tivemos mais conversas. Acredito que foi melhor, porque ficamos com a lembrança desse dia bom, e sem prejudicar mais ninguém.

E essa foi a penúltima aventura que tive. Tenho mais uma última, um pouco mais recente, mas que vou pensar se publico ou não. Mas essas que contei, foram as que me marcaram mais.

Espero que a leitura até aqui para vocês tenha sido excitante e divertida. Não sou escritor, nem tão pouco um expert em sexo, mas curto demais ver mulheres sentido prazer, se entregando ao desejo e melhor ainda se eu for a causa disso.

Hoje, estou mais tranquilo, sem tantos contatos que possam gerar novas aventuras, mas sempre aprecio oportunidades de viver a vida.

Obrigado a você pela leitura, deixe um comentário, vamos interagir, adoraria, bater papo, conhecer novas “amigas”

Até breve

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Casado_SP_Aventureiro a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaCasado_SP_AventureiroContos: 6Seguidores: 0Seguindo: 0Mensagem Homem 42 anos, casado, pai e apreciador de boas companhias.

Comentários

Foto de perfil genérica

Legal... vc descreve bem suas experiências... mas dá impressão que vive um casamento infeliz e fracassado com uma mulher adúltera sem escrúpulos.... nunca pensou em chutar ela e viver mais livre?

0 0