Tirando a Virgindade da Minha Filhinha

Um conto erótico de Servodetrans
Categoria: Heterossexual
Contém 636 palavras
Data: 23/04/2026 19:49:04

Era uma noite quente de verão na fazenda. A casa estava em silêncio, só o barulho dos grilos lá fora. Eu, Marcos, 47 anos, estava no quarto da minha filha mais nova, a Larissa, de 18 anos recém-completados. Ela era magrinha, pele clara, cabelos longos castanhos e um corpo delicado que estava começando a se tornar de mulher.

Larissa estava deitada na cama de solteiro, só de calcinha branca e uma camiseta fina sem sutiã. Os biquinhos dos seios pequenos marcavam o tecido. Ela me olhou com os olhos grandes e nervosos quando entrei e fechei a porta devagar.

— Pai… o que você tá fazendo aqui? — sussurrou ela, voz tremendo um pouco.

Eu sentei na beira da cama, passei a mão grande e calejada pela perna dela, subindo devagar até a coxa macia.

— Hoje você completou 18, filha. Tá na hora do papai te ensinar o que é ser mulher de verdade.

Larissa corou violentamente, mas não afastou minha mão. Eu vi o jeito como as pernas dela tremeram quando meus dedos chegaram na borda da calcinha.

— Mas… pai… isso é errado… — murmurou, mesmo assim abrindo um pouco as pernas.

— Errado é você ficar se tocando escondida toda noite pensando no papai e nunca deixar ele te dar o que você precisa — respondi rouco, puxando a calcinha dela para baixo devagar.

A bocetinha da minha filha apareceu: rosada, lisinha, quase sem pelo, os lábios pequenos ainda fechadinhos. Estava brilhando de umidade. Eu passei o dedo médio bem devagar pela fenda e ela soltou um gemidinho agudo.

— Tá molhadinha pra caralho, filhinha… Isso é pra mim?

Larissa mordeu o lábio e fez que sim com a cabeça, envergonhada.

Eu tirei minha roupa, deixando meu pau grosso e pesado saltar pra fora. Era bem maior que qualquer coisa que ela já tinha visto. Larissa arregalou os olhos.

— Pai… ele é enorme… vai caber?

— Vai doer um pouquinho no começo, meu amor. Mas o papai vai ser carinhoso… no começo.

Deitei sobre ela, abrindo suas pernas finas com as minhas coxas grossas. Esfreguei a cabeça grossa do pau na bocetinha virgem, espalhando a lubrificação natural dela. Larissa respirava rápido, as mãozinhas segurando meus ombros.

Eu empurrei devagar. A cabeça do pau forçou a entrada apertada. Larissa soltou um gritinho quando senti a resistência do hímen.

— Shhh… relaxa, filha. Deixa o papai entrar.

Com uma estocada firme e controlada, eu rompi a virgindade dela. Larissa arqueou as costas e gemeu alto, unhas cravando nas minhas costas. Metade do meu pau estava dentro daquela boceta quentinha, apertada pra caralho, pulsando ao meu redor.

— Ai papai… tá doendo… mas… continua…

Eu comecei a me mover devagar, entrando e saindo pouco a pouco, cada vez mais fundo. O sangue fino da virgindade misturado com a lubrificação dela escorria pela minha rola. Aos poucos os gemidos de dor viraram gemidos de prazer.

— Isso… assim… tá gostoso, filhinha? O pau do papai tá te abrindo direitinho?

— Tá… ahh… tá muito gostoso, pai… me fode mais…

Aumentei o ritmo, metendo mais fundo, as bolas batendo na bundinha dela. Larissa enrolou as pernas na minha cintura, puxando mais pra dentro. Eu segurei os seios pequenos dela e chupei os bicos enquanto socava.

— Você é minha agora, Larissa. Essa bocetinha virgem é do papai pra sempre.

Quando senti que ela estava perto, meti com força e gozei bem fundo dentro dela, enchendo a boceta nova com jatos grossos e quentes de porra. Larissa tremeu inteira, gozando pela primeira vez com um pau dentro — o pau do próprio pai.

Eu saí devagar. A bocetinha dela ficou aberta, vermelha, escorrendo minha porra misturada com um pouco de sangue.

Beijei a testa dela suada.

— Amanhã o papai vai te ensinar a chupar. E depois vai comer esse cuzinho virgem também.

Larissa sorriu fraco, olhos brilhando de tesão e entrega.

— Sim, papai…

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