Realidade Paralela - Mundo dos Prazeres - Segunda Chance

Um conto erótico de ViviK
Categoria: Heterossexual
Contém 3277 palavras
Data: 23/04/2026 20:52:47

REALIDADE PARALELA – Mundo de Desejos - Segunda Chance

Quantas vezes não ficamos pensando como tudo poderia ser diferente caso tivessemos tomado alguma decisão diferente. Aqui, nessa realidade paralela, eu tomei decisões diferentes. E elas levaram a um resultado muito mais interessante e prazeroso!

Dentro da minha imaginação eu viajo nessas realidades, esperando nunca voltar para a realidade inicial.

Quando eu acordei, me vi novamente naquele dia. O dia em que Léo saiu para andar de bicicleta. Aquele déjà vu me envolveu como um véu fino, e eu sabia que algo diferente ia acontecer.

Acordei com o barulho das chaves. Léo já estava de pé, com a roupa de ciclismo – o short justo de lycra preta com o forro de gel, a camisa de manga comprida vermelha e preta, os sapatos com os cliques especiais para prender no pedal. O capacete estava pendurado no braço. As luvas no bolso traseiro da camisa.

— Vai sair? — perguntei, mesmo sabendo a resposta.

— Vou dar uma volta. O dia tá bonito.

Olhei pela janela. O sol nascia, o céu limpo. Mas dessa vez não perguntei nada.

— Vou rápido, volto logo — ele insistiu.

— Aproveita o dia então — respondi.

Ele virou as costas e saiu.

Fiquei ali, ouvindo o portão bater. O silêncio tomou conta da casa. Respirei fundo. Decidi que aquele era o dia. Iria fazer a surpresa. Iria ser aquela mulher desejada.

Então tirei a fantasia do armário. O body de renda branca, as orelhas de coelha, o lacinho preto no pescoço. A calcinha com abertura total na parte de trás. Peguei o plug, fiquei observando, levemente receosa, pois nunca tinha usado nada assim. Nesse momento, lembrei das dicas da vendedora, que percebeu minha curiosidade com o plug e me convenceu a comprar.

Toquei o plug algumas vezes, curiosa. Era de silicone, macio, com uma textura agradável. Passei um pouco de gel lubrificante, fiquei brincando um pouco – deslizava fácil.

Primeiro, me masturbei levemente. A imagem do Erick imediatamente veio na minha cabeça. Passei os dedos no clitóris, circulando devagar, sentindo a umidade aumentar. Fechei os olhos e imaginei que era ele ali comigo – a voz grave, as mãos firmes, o olhar profundo. O prazer foi subindo aos poucos, minha respiração ficou mais pesada, os dedos mais rápidos. Imaginei ele me beijando, me tocando, me desejando. Quando senti que estava molhada o suficiente, me posicionei de ladinho, com cuidado, e coloquei o plug na entrada do meu cuzinho. Empurrei devagar, bem devagarzinho. A cabeça entrou com um pequeno arfe meu. Foi uma sensação diferente, estranha no começo, mas logo se tornou prazerosa. O pompom do plug ficou para fora. A excitação era grande, e eu continuei me masturbando, imaginando o Erick me olhando, me guiando, gemendo baixo no meu ouvido. Gozei sozinha, ali mesmo, com os dedos no clitóris e o plug pulsando dentro de mim, o nome dele silencioso nos meus lábios.

Levantei com cuidado e dei uma voltinha para me olhar melhor. Eu estava totalmente nua, apenas com o plug. Virei o pescoço para trás – o pompom branco balançava, e a cada movimento eu sentia o plug se mexer dentro de mim. Terminei de me arrumar com todo cuidado.

Vesti a calcinha por cima – era aberta na parte de trás, o pompom do plug balançava livre, mas parecia fazer parte do conjunto. Enquanto isso, o plug pulsava dentro de mim a cada movimento, numa sensação muito prazerosa. Eu ainda estava com muito tesão. Coloquei o body, terminei a fantasia. Ficou um ar inocente, ao mesmo tempo provocante. Coelhinha boba. Presa fácil.

No espelho, eu gostei do que vi. As orelhas brancas e rosadas emoldurando o rosto. Consegui um olhar de coelha: inocente, mas que chama atenção, as bochechas coradas. Meu cabelo preto liso comprido caía pelos ombros, contrastando com o branco da fantasia. Meu corpo estava bonito. O body de renda branca transparente mal cobria os seios – firmes, empinados, os mamilos roçando o tecido a cada movimento. A cintura fina se alargava suavemente nos quadris, criando uma curva que a renda acompanhava como se tivesse sido feita sob medida. O plug com o pompom fofinho na parte de trás balançava quando eu me mexia – um charme à parte, deixando o bumbum completamente à mostra – redondo, durinho, daquele jeito que eu sabia que ficava bom de qualquer ângulo. As pernas longas, torneadas, ganhavam ainda mais destaque com o salto alto que coloquei para completar o visual.

Me senti como numa propaganda de chocolate. Era sexy, divertida, meio boba, mas era eu – e pela primeira vez em muito tempo, eu gostava do que via. Sorri.

Girei algumas vezes em frente ao espelho. Me olhava de todos os ângulos. Estava leve, apenas aproveitando o momento, a diversão da fantasia. Pensei que deveria ter tentado isso mais vezes, mesmo que fosse só pra mim.

Desci para a cozinha. Peguei o chocolate – esquentei no micro-ondas até ficar numa textura cremosa. Coloquei numa tigela de vidro. Peguei o sorvete de creme – deixei amolecendo um pouco. Tínhamos uma garrafa de amarula e outra de malibu.

Preparei a mesa da sala: o chocolate, o sorvete, uma taça para o licor, uma colher. Peguei uma seleção do Spotify. Dessa vez, escolhi uma playlist mais sexy, mais arrojada – algo que me desse coragem para a putaria que viria pela frente. "Pony" do Ginuwine começou a tocar, a batida grave e suja preenchendo a sala. Aumentei o volume.

Comecei a dançar sozinha. Os quadris balançando, os braços para cima. O pompom balançava atrás. Peguei uma taça para experimentar os licores… uma dose de amarula, outra de malibu. Era tão bom… Deixei de lado as taças e peguei uma bola de sorvete, coloquei um pouco do chocolate que fez uma casquinha quando encostou no sorvete. Saboreei enquanto dançava.

Eu estava despreocupada, apenas curtindo o momento. Aquilo era para mim.

— Hoje eu vou aproveitar — disse em voz alta.

Fechei os olhos e tentei imaginar a cena. Minha imaginação voava. Eu estava curtindo aquela música.

Peguei mais uma colherada de sorvete, depois um pouco do chocolate derretido – o contraste dos sabores trazia uma sensação boa. Dancei mais solta, mais entregue. Deixei a colher de lado e molhei o dedo no chocolate, lambi. Delícia.

O chocolate respingava pela fantasia. O chocolate escorreu quente. Arfei. A sensação era boa. Respingou um pouco na região dos mamilos, por cima da renda. O tecido grudou na pele. Eu pensava que estava mais para uma porquinha do que uma coelhinha e ria. Lembrei da piada do urso.

A música estava alta. Eu dançava com os olhos fechados, o corpo livre, a mente viajando, já não pensava em nada, só curtindo o momento.

Ouvi o portão.

Corri até a sala. Fiquei com a tigela e me escondi num cantinho, do lado do sofá. Eu estava com a cabeça baixa, como quem acha que está escondida só por estar com os olhos fechados. Meus seios quase à mostra, tão escondidos como eu, apenas pelo body transparente. Minha cintura fina, o pompom balançando atrás com meus movimentos, as orelhas de coelha na cabeça. A posição que eu estava, não conseguia ver nada, mas meu bumbum com certeza estava aparecendo com o pompom.

O som dos passos cada vez mais próximos.

— Vivi… — uma voz grave rompeu o silêncio.

Era a voz do Erick. Gelei.

Mil pensamentos passaram pela minha cabeça em um segundo: O que ele está fazendo aqui? Não era para ele voltar só amanhã? Como ele entrou? Meu Deus, ele vai me ver assim. Ele já me viu ssim. O que eu faço? Finjo que nada aconteceu e continuo parada? Corro para o quarto? Me cubro com o tapete, com a cortina?

Meu corpo tremia, mas entre o medo e o tesão, o tesão vencia. A mão suava na tigela de chocolate. O plug pulsava dentro de mim a cada batida do coração. O tempo estava congelado.

Escutei o barulho da mala caindo no chão. Ele me viu, não tinha como não ter visto. Eu tremia e isso fazia o pompom balançar mais.

Nesse momento eu decidi agir. Não ia perder essa chance, tantas vezes que havia imaginado. Comecei a levantar levemente, embora as pernas não ajudassem muito. Tentava parecer confiante, mas tremia que parecia que ia desabar a qualquer momento.

Fingi descontração e falei:

— A coelhinha da Pauscoa trouxe chocolate — tentando parecer como se fosse a coisa mais natural do mundo e quebrar um pouco o clima. Ele me olhava estatico, não conseguia desviar o olhar, não conseguia falar, parecendo não acreditar no que estava acontecendo.

Fui me aproximando dele, passando o dedo na tigela e colocando o chocolate nos meus lábios, tentando sensualizar o máximo possível, tentando não parecer tão nervosa quanto eu estava.

Eu caminhava, me sentindo como se fosse uma modelo na passarela, sendo admirada. Erick continuava congelado, mas seus olhos brilhavam com minha aproximação. O plug se movia dentro de mim, e eu sentia cada milímetro. Cheguei perto, peguei um pouco de chocolate e coloquei na boca dele, puxando para um beijo. Iria descongela-lo com meu calor, pensei e sorri. O chocolate escorria entre nós, quente, doce. A língua dele encontrou a minha, e nos beijamos lambuzados.

No começo, ele estava rígido, os ombros duros, as mãos hesitantes. Eu senti o conflito itenso nele. Mas o beijo foi amaciando, e aos poucos seus braços me envolveram. Ele cedeu. Talvez eu devesse ter usado uma fantasia de diabinha, pensei. Eu ria e ele provavelmente ficava sem entender nada.

Joguei-o no sofá, montei em cima dele e abri a camisa social que ele estava. Deixei marca de chocolate quando eu ia abrindo os botões. Passei um pouco de chocolate na região da cintura dele, na famosa zona do frisson, e comecei a lamber. Os pelos dele se arrepiaram. Ele estava sentindo muito prazer, a respiração ofegante. Fui tirando levemente a calça e a cueca. Erick oscilava entre não oferecer resistência e oferecer – as mãos dele tentavam me afastar por um segundo, mas logo se rendiam, me puxavam para perto, acariavam meu cabelo, me apertavam. A coelhinhadiabinha não dava brechas.

Desci até o pau. Derramei um pouco de chocolate sobre ele. O pau já estava duro, latejando, já lubrificado pelo próprio tesão.

— Coelhinha quer cenoura — disse, olhando para cima diretamente nos olhos dele.

Ele não resistiu e deu um sorriso maroto. E eu caí de boca. Ele estava cada vez mais entregue.

Comecei passando a língua na cabeça, circulando devagar, sentindo o gosto do chocolate misturado com o melado dele. Desci pela haste, lambendo dos dois lados, subi de volta. Envolvi a cabeça com os lábios e chupei, fazendo pressão com a língua. Ele gemeu, as mãos no meu cabelo, nas orelhas de coelha. Fui afundando devagar, tentando engolir o pau dele inteiro, o máximo que eu consegui. Não engasguei – eu queria mais. Subia e descia, alternando entre movimentos rápidos e pausas para lamber o saco. Massageei as bolas dele com os dedos enquanto chupava a cabeça. Ele se contorcia no sofá.

— Coelhinha maravilhosa... assim… não para…

Continuei chupando, alternando entre a cabeça e o saco, a língua deslizando, a boca sugando. O plug dentro de mim pulsava junto com o ritmo. Eu estava tão excitada que sentia um orgasmo próximo só de chupá-lo.

Mas agora era a minha vez.

Peguei mais um pouco de chocolate e deixei escorrer sobre mim – nos seios, na barriga, nas coxas. O chocolate morno escorreu pela renda branca, manchando, grudando na pele. Arfei com a sensação. Atrás de mim, o pompom balançava, e por baixo dele, o plug pulsava. Meu segredinho logo seria descoberto.

Fiz com que ele se deitasse no sofá, e fui passando por cima dele, deixando ele me lamber… começando pelos meus peitos e depois em direção ao pau dele novamente, deixando minha buceta diretamente na boca dele, e me curvei para chupar o pau dele ao mesmo tempo em um delicioso 69.

O chocolate ainda escorria de mim, e ele lambia, chupava, enfiava a língua. Eu gemia na boca do pau dele. Nesse momento ele percebeu o plug – senti quando ele tocou no pompom, enquanto me lambia, surpreso. Ele parou por um segundo, mas não disse nada. Apenas continuou, agora mais curioso, a língua contornando o plug, e moveu levemente com os dedos. Eu gemi mais alto, com o pau dele na boca.

Ficamos assim por um longo tempo. Ele lambia meu clitóris com uma precisão incrível, a língua circulando, entrando, sugando, enquanto ele maestralmente acariciava minhas nádegas, roçando com cuidado no pompom do plug. Eu sentia o prazer subir como uma maré, e chupava o pau dele com a mesma vontade, subindo e descendo, lambendo, provocando, depois chupando novamente. Gozei uma vez – um orgasmo rápido, elétrico, que fez minha buceta se contrair na boca dele. O plug pulsou junto, e ele sentiu – sua língua vibrou com a minha contração. Ele continuou, não parou. Eu gozei de novo, mais forte, as pernas tremendo, a respiração falhando. Dessa vez, o plug quase saltou para fora, tão forte foi a pressão, mas Erick mantinha as carícias, empurrando de volta. Ele sentiu, gemeu, e eu senti o pau dele pulsar na minha boca – ele estava quase gozando, mas se segurou. Ele se contorceu, apertou minha cabeça, mas não gozou. Segurou com força, a respiração pesada. Eu parei.

— Não vou gozar ainda — ele disse, a voz falhando. — Quero você inteira.

Ele me virou com facilidade e cuidado, me posicionando em cima dele, direcionando minha buceta para o pau dele. Ser penetrada enquanto estava com o plug foi fantástico – trouxe sensações que nunca havia experimentado. O pau dele entrando na minha buceta, o plug pulsando no meu cuzinho, os dois preenchidos ao mesmo tempo. Deitei meu corpo sobre ele, segurei suas mãos por cima da cabeça e o beijei enquanto ele rebolava embaixo de mim, dando um ritmo maravilhoso. Gozei novamente. A pressão do pau do Erick na minha bucetinha, roçando internamente com o plug que preenchia meu cuzinho, numa sensação que não consigo descrever, mas que fazia a parede vaginal pressionar o ponto G por dentro. Em uma estimulação indireta que me levou a um orgasmo profundo, diferente de tudo que eu já tinha sentido. Meu corpo inteiro pulsou, a buceta apertou o pau intensamente e o cuzinho se contraiu em ondas, e eu me perdi numa onda de prazer que parecia vir da minha essência, me deixando tonta, exausta. Eu estava ficando mole.

E era chegada a hora.

Passei a mão no peito dele, deslizando para segurar o pau enquanto eu levantava. Continuei movimentando levemente, sentindo ele escorregar para fora da minha buceta. Me apoiei no sofá com o corpo e o puxei para trás de mim. Sussurrei:

— Quero você no lugar do pompom.

Ele se ajoelhou atrás de mim. Tocou no plug, puxou devagar, com cuidado. Meu cuzinho ficou aberto, pulsando, pronto. Ele pegou o lubrificante que estava separado na cestinha de Pauscoa. Acariciou meu cuzinho com cuidado, passando o gel, massageando com um dedo, depois dois. Eu rebolava bastante, demonstrando claramente o que eu queria que ele fizesse. Ajustava o quadril de uma forma a puxar o dedo dele para o local adequado.

— Encosta seu pau gostoso — sussurrei — e fica paradinho.

Ele então posicionou o pau na entradinha. Eu estava deitada no sofá, olhando para trás, com as mãos apoiadas no braço do sofá, de quatro, os joelhos no tapete, a bunda aberta numa posição linda para ele. Erick estava com um braço apoiado no sofá, uma mão segurando o pau com cuidado na entrada do meu cuzinho, em pé, com as pernas abertas. Eu rebolei e rebolei para provocá-lo. Ele ficou parado, apenas sentindo. Eu segurei a base do pau dele apenas para direcionar melhor, mas meu cuzinho estava totalmente pronto para recebê-lo. Foi fácil a entrada. Devagar.

Comecei a levantar a bunda para fazer o pau entrar mais, dei uma reboladinha e me ajeitei, até encaixar toda a cabeça do pau, e voltei bem devagar. Então comecei a fazer o vai e vem, indo cada vez mais fundo, até a metade. Dei uma parada, depois voltei o vai e vem até encaixar o pau até quase o final. Eu arfei, sentindo cada centímetro. Erick estava em delírio, eu sentia pela respiração ofegante, pelos gemidos contidos. Fui empurrando minha bunda para cima, e entrou tudo. O plug tinha me preparado, mas o pau dele era maior, mais quente, mais real.

Comecei a me masturbar. Passei a mão por baixo, entre minhas pernas, e encontrei meu clitóris, latejando, pulsando. Comecei a circular os dedos, devagar, no ritmo das minhas reboladas. Cada vez que eu empurrava a bunda para trás e o pau dele entrava fundo no meu cu, meus dedos apertavam o clitóris. Era uma sincronia perfeita.

Ele segurou meus quadris com uma das mãos de forma firme, mas não se mexeu. Só sentiu. Só olhou. Eu cavalgava no pau dele, o cu apertando, pulsando. Meu clitóris roçava no sofá, e eu me masturbava enquanto cavalgava, os dedos rápidos, circulando. Erick não arriscava se mover. E eu comecei a me masturbar mais intensamente.

Eu havia descoberto um prazer imenso, coisas que eu nunca havia sentido em toda a minha vida. Estava gozando de uma forma diferente – um orgasmo que não vinha só do clitóris ou só da buceta, mas de dentro, do cuzinho, um latejamento profundo que subia pela espinha e explodia na cabeça. O orgasmo veio como um choque. Começou no cuzinho, uma pulsação forte, ritmada, que se espalhou pela barriga, pelo peito, fez meus dedos dos pés se contraírem. Eu gozei com um gemido alto, o corpo todo se contraindo, apertando o pau dele com uma força que eu nunca tinha sentido. Minhas pernas tremeram, minhas mãos se crispavam no sofá, a boca aberta num gemido que não saía.

Erick sentiu minha contração. Sentiu meu cuzinho apertando rapidamente ele como se fosse sugar. Erick me fez gozar tantas vezes e de jeitos diferentes como nunca antes na minha vida. Até que ele não aguentou mais. Ele explodiu em gozo – eu senti o pau dele pulsar dentro de mim várias vezes rapidamente, cada jato de leite quente preenchendo minhas entranhas. Era uma quantidade muito grande. Uma sensação maravilhosa. Sentir aquele pau daquele jeito foi incrível. Ele gemeu alto, a voz falhando, o corpo todo se contraindo atrás de mim. Ficamos os dois imóveis por um instante, apenas sentindo, apenas pulsando juntos. E eu continuava movimentando, bem devagarzinho.

— Assim… — eu gemia. — Assim…

Ficamos ali, ofegantes, suados, o chocolate derretido grudando na pele, o plug esquecido no tapete, a calcinha jogada ao lado.

— Isso foi… — ele começou.

— Incrível — completei.

Erick não se aguentava em pé. Eu sentia as pernas dele tremendo atrás de mim. Ele saiu com todo o cuidado — o pau escorregou para fora do meu cuzinho devagar, fazendo um som úmido, com um tanto do leite escorrendo pelas bordas, eu senti o vazio imediato, uma sensação prazerosa, mas que eu preferia, de uma forma até egoista, que tivesse durado um pouco mais, seguida por um fio de leite quente que escorreu pela minha coxa. Ele gemeu baixo com a sensação. Depois me puxou devagar, me girou no colo dele. Eu encostei a cabeça no ombro dele, as orelhas de coelha caídas para o lado, o corpo todo mole, entregue.

— Vivi — ele disse, depois de um tempo.

— Hum?

— Você é a melhor coelhinha que eu já vi.

— E você já tinha encontrado uma coelhinha da Pauscoa antes? — respondi, rindo.

Ele riu, solto, entregue, feliz.

E ele me beijou. E eu me senti uma mulher desejada, feliz. Aquele beijo era diferente.

Ele continuou me acariciando, e eu não queria que aquele momento acabasse.

Se isso for um sonho, não quero que acabe. Se for outra realidade, quero viver aqui para sempre.

Beijos,

Vivi

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