Minha esposa foi além!

Um conto erótico de Sr Mistura
Categoria: Grupal
Contém 577 palavras
Data: 23/04/2026 21:11:17
Última revisão: 23/04/2026 21:49:52

Recentemente voltamos à ativa no swing e fomos convidados para uma festa liberal de uns velhos amigos. Só conhecíamos o casal anfitrião, mas também estavam lá outros dois casais e um solteiro.

No nosso dia a dia, sempre curtimos vídeos de ménage masculino (MFM), também gosto de provocar o assunto quando estamos entre quatro paredes. Durante o sexo, ela entra na fantasia, mas fora dali, quando falo em marcar algo, sempre desconversa por conta da criação católica.

A festa estava ótima. Um ambiente único, com sofás espalhados por todos os cantos, o que deixava tudo mais livre. Como não eram muitas pessoas, era natural circular entre os casais — e foi o que nós dois fizemos. Acabamos aproveitando com todos, cada um com sua particularidade, mas o que mais me marcou aconteceu no final.

Já no finzinho da festa, com todo mundo mais relaxado, em roda de conversa, minha esposa — de calcinha fio dental e sutiã vermelho de renda — resolveu me provocar, sabendo exatamente o efeito que ia causar.

Ela chamou o anfitrião, um cara um pouco mais velho e boa aparência, para mais uma rodada. Não demorou, e já estava envolvida com ele, sendo bombada no estilo “frango assado” e, de vez em quando, me olhava com aquela cara de safada, como quem fazia aquilo por mim.

Eu não tirava os olhos. E ela percebeu.

Foi aí que resolveu ir além. Chamou o solteiro para participar. Ele se aproximou, e ela mesma desamarrou o hobby dele e tirou o pau para fora, enquanto continuava cavalgando no anfitrião.

Olhando-me nos olhos, colocou o pau do solteiro na boca e começou a mamar com vontade. Engolia, batia no rosto, cuspia e voltava a chupar devagar, do saco até a cabeça, sempre me encarando com aquele sorrisinho safado.

Tudo isso enquanto rebolava gostoso. Enquanto isso, o solteiro começou a chupar os peitos dela e a passar a mão na bunda da minha morena. A mão foi descendo, massageando a entrada do cu dela, e a rebolada foi mudando — ela ficou mais empinada, dando o sinal que ele logo entendeu.

Foi para trás, passou um KY e começou a pincelar a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela me olhou com cara de safada e perguntou:

“Pode, amor?”

Eu respondi com a cabeça e falei:

“Pode tudo o que você quiser, mor.”

Aquilo foi o que faltava.

Ela empinou mais o rabão e deixou ele entrar com o pau todo naquele cuzinho. No começo, meio desajeitado, mas logo os movimentos foram se encaixando. Quando vi, minha esposa estava sendo comida pelos dois, com os paus entrando fundo, alternando, socando nela até o saco.

Nessa hora, meu pau já estava latejando. A vontade era entrar também, participar, quem sabe enfiar na boquinha dela. Mas fiquei só olhando, não queria quebrar o momento.

Ela gemia alto, claramente me provocando:

“Ah, amor… era isso que você queria, né… é assim que você gosta de ver sua putinha…”

Aquilo só me deixava mais louco.

Até que ela gozou. Gozou forte, se contorcendo toda, como sempre faz. E isso levou os dois a gozarem também, enchendo as camisinhas ainda dentro da buceta e do cu dela.

Quando terminaram, tiraram, e ela veio direto até mim. Toda poderosa, suada e com cheiro de sexo, me beijou como se nada tivesse acontecido.

Pegou uma taça de champanhe e brindou comigo 🥂

Você ficaria só olhando ou participaria?

Esse é nosso segundo conto, se quiser mais, não deixe de avaliar!

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