HÁ COISAS QUE NÃO SE CONSEGUEM ESCONDER ETERNAMENTE

Um conto erótico de ferdyporto
Categoria: Gay
Contém 1195 palavras
Data: 24/04/2026 06:51:00
Assuntos: Gay

Há muito que a minha mulher se apercebera de que eu tinha gostos sexuais muito “específicos” que me colocavam na categoria, no mínimo, de bissexual. Mas, na verdade, segundo ela, eu deveria antes considerar-me gay, homossexual, atendendo à enorme tendência para jogos sexuais que nada tinham a ver, ou muito pouco, com a heterossexualidade.

É um facto que desde sempre o sexo entre nós obrigava ao sexo anal e que ela o aceitava com naturalidade. E isto porque ela confessava que embora nas primeiras investidas que houvera para lhe penetrarem o cu fosse algo doloroso e custoso, com o tempo ela ganhara uma especial apetência pelo sexo anal, sendo quase obrigatório que fosse penetrada pelo ânus em todos os actos sexuais, quer comigo, quer com alguns dos amantes que fazem o nosso dia a dia sexual.

Ultimamente, porém, ela confessou-me que não poderia continuar da mesma forma em que as nossas relações sexuais aconteciam, pois além de me dedicar longamente a lamber e chupar-lhe os pés, dada a minha tara total pelos pés dela e de quaisquer outros, desde que bem tratados e macios, o uso do cu dela era sempre uma obrigatoriedade, lambendo-o e penetrando-o inicialmente com dedos (um, depois dois, e se ela aceitasse mesmo três, outras vezes usando um plug para lhe penetrar o cu apetecível e provocador) com ela a ser incentivada a penetrar-me o cu com dedos, mas também usando plugs para me penetrar o ânus enquanto me chupava o pénis.

Há dias ela provocou-me para convidar um certo amigo nosso para nos acompanhar num dia de sexo entre os três.

Esse amigo e amante dela é um jovem de 35 anos, lindo de morrer, com um corpo esbelto, depilado, e um caralho de dimensões consideráveis (o que ela muito apreciava pois é bem mais potente do que o meu); e, para finalizar em beleza, ele possui uns pés que, para mim, fetichista confesso, me deixa completamente louco de desejo de os possuir de todas as formas. Pés magros, esguios, segundo dedo mais longo (pé grego), como os da minha mulher e que eu aprecio particularmente, sendo o tipo de pés que mais tesão me provocam, e umas solas extremamente macias.

Tive que confessar à minha mulher que embora eu tivesse o tesão enorme pelos pés dela, os pés do nosso amigo, o Lourenço, eram ainda mais excitantes e que eu não resistia a afirmar que eram mais desejáveis do que os dela.

Curiosamente a minha mulher deu uma gargalhada e atirou-me à cara que sabia muito bem disso e que não era por acaso que ela tinha chamado o Lourenço para nos acompanhar sexualmente, pois estava certa de que eu não iria resistir aos pés dele, nem ao tipo de corpo que ele possui e que ela sabe que me deixa louco de tesão.

Assim chegou o dia. Ele vinha preparado já para tudo pois a minha mulher já o havia alertado de que teria que aceitar-me nos jogos sexuais entre nós e que estivesse preparado para eu usar os pés dele intensamente, já que há muito ela o alertara para a minha tendência enorme para a homossexualidade e para o enorme fetiche por pés, quer sejam de mulher (como os dela), quer sejam de homem, como os dele que ela sabia me iriam deixar louco de desejo.

Ele aceitou tudo com enorme facilidade, tanto mais que ficou assente que ele iria foder com a minha mulher, comigo presente, de todas as formas que ambos quisessem, não negando mesmo as práticas de jogos sadomasoquistas, com ela a ser açoitada no corpo nu e a chupar o pau do Lourenço com tesão e incentivando-o a castigar-lhe o corpo com mais força até deixar marcas, principalmente as costas e traseiro e algumas investidas nas solas macias dela, com cinto de couro.

Enquanto ele usava a minha mulher eu deliciava-me com os pés dele, lambendo-os em toda a extensão, chupando cada um daqueles lindos e sensuais dedos dos pés, chegando mesmo a lamber por entre cada um dos dedos. Enquanto ele se dedicava então a penetrar o cu da minha mulher devassa, eu fui lambendo-lhe o ânus, penetrando-o quer com a língua, quer enfiando um e depois dois dedos dentro daquele cu delicioso.

Ele mostrava que as minhas práticas o deixavam ainda mais excitado e fodia o cu da minha mulher com maior intensidade, enquanto ela gemia e gritava para ele enterrar mais fundo aquele caralho fantástico no cu dela.

Era uma perfeita loucura e eu desejava que não acabasse tão cedo.

A certa altura, ele parou de foder o cu da minha mulher, enquanto esta o incentiva e provocava a que fodesse o meu cu, pois queria ver até que ponto eu aguentaria o caralho dele dentro do meu cu de gay assumido.

Ele assim fez e eu coloquei-me em posição, ajoelhado na cama, com ele a preparar o meu ânus com gel que facilitasse a penetração. Quando chegou o momento tão esperado, eis que sinto um ardor e uma dor intensa ao sentir aquele volume a penetrar o meu buraco anal que ainda estava somente habituado a ser fodido por dedos e plugs pela minha mulher.

Ela incentivava o Lourenço a penetrar-me mais fundo, enquanto eu gemia com dores, mas, ao mesmo tempo, com um enorme tesão sexual, não negando que o prazer ultrapassava largamente as dores. E enquanto ele me fodia o cu com estocadas fortes e cadenciadas, a minha mulher massajava o meu caralho e açoitava-me o traseiro, gritando para o nosso amante para que me fodesse forte até deixar o meu cu arrombado para que a partir desta data eu não pudesse prejudicar os desejos sexuais dela, já que eu não a satisfazia, mas ela não me queria deixar, antes desejava que eu fosse igualmente usado sexualmente por machos na sua presença.

Para finalização, a minha mulher devassa quis que o Lourenço derramasse todo o seu leite de macho dentro da boca dela, vindo depois derramar o esperma em cima dos pés dele e incentivando-me a ir lamber e engolir o leite de macho do Lourenço dos seus pés que eu aproveitei para voltar a chupar dedo a dedo até ficarem limpos do sémen.

Confesso-vos que nunca tive tanto prazer em sexo como desta vez; e que daqui em diante serei um escravo dos desejos quer dela, quer dos amantes que ela queira usar para me foder também, sabendo à partida que o Lourenço é o meu preferido, quer pelo seu corpo, quer pelos seus pés de loucura.

E que outros amantes machos que vierem terão que possuir pés que me agradem e deverão saber que eu os usarei intensamente e de todas as formas. Mas tenho a certeza de ser quase impossível que algum possa ultrapassar em beleza e sensualidade os pés do nosso tão querido Lourenço, por quem estou completamente apaixonado.

Os portugueses que se excitem com tudo isto estão convidados a contactar-me para conversarmos acerca dos nossos gostos sexuais, fetiches, tudo o que gostem ou ainda estejam somente a sonhar em praticar, sem qualquer limite. Em sexo tudo é aceitável desde que como acordo(s) parceiro(s) ou parceira(s).

Escrevam: fsmporto52@gmail.com

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