Olá, como muitos sabem, sou dominador e sugar Daddy, mas hoje vou contar uma história real que aconteceu ao longo dos meus mais de 20 anos como dominador sério, que se preocupa não só com o meu prazer mas com o da submissa. Os nomes e locais foram alterados por questões de privacidade.
Existem mulheres que não são magras e nem estão acima do peso, na época do meu pai ele chamaria de boazuda, mas hoje em dia tem gente que chama de gordelicia. Para mim, o perfil perfeito, pernas grossas, seios fartos, bunda grande e cintura fina. Eu já tive um relacionamento com uma mulher assim, durou um ano, de longe as melhores transas da minha vida.
Pois bem, eu conheci uma mulher assim, ou melhor, uma menina, pois ela tem 18 anos recém completados. Ela é linda, branca como uma porcelana chinesa, olhos azuis, ruiva de cabelos com cachos indomáveis até os ombros, pernas grossas, bunda imponente, seios fartos, boca carnuda e tudo isso espalhado perfeitamente em 1, 60 de altura. Um outro detalhe que me chamou atenção é que ela não tem nenhuma tatuagem no corpo, não que eu não goste, mas que é raro hoje em dia. Eu até tenho duas e devo fazer mais umas três até o final do ano, mas ela é uma tela em branco. Seu nome é Maria Eduarda, mas ela prefere ser chamada de Duda.
Nos conhecemos na academia numa segunda-feira, um dos dias mais cheios da semana, quando revezamos alguns aparelhos para ganharmos tempo. Nesse dia, ela estava usando um short preto e uma camisa de malha, bem normal em relação as demais mulheres que estavam ao nosso redor. A gente mal conversou, uma frase aqui, outra acolá e nada mais. Ela terminou antes de mim, agradeceu a paciência e foi embora. Nos demais dias da semana acabamos nos esbarramos mais algumas vezes e sempre dávamos um jeitinho de trocar uma ideia. No começo eu achei apenas que ela era uma menina educada, nada mais que isso.
Mas numa sexta-feira chuvosa, a academia totalmente vazia, lá estávamos nós revezando os aparelhos novamente sem necessidade alguma, pois a academia estava jogada as moscas. Mas o papo entre a gente era bom, fluía com facilidade e a intimidade entre a gente foi crescendo.
Foi numa dessas conversas que eu fiquei sabendo mais sobre a sua vida. Natural de Venda Nova do Imigrantes, filha de pais descendentes de italianos, tinha acabado de fazer 18 anos e estava morando em Vila Velha para fazer cursinho e tentar faculdade de agronomia, já que seus pais tinham um bom pedaço de terra e que bem administrado no futuro poderia render bons frutos.
Certo dia, Duda foi malhar vestida com uma roupa totalmente diferente do que o habitual. Ela estava com um Top laranja e um short que tem uma espécie de minissaia por cima. Daquela forma ela ficava sexy sem mostrar-se demais. É claro que ela chamou atenção de todos, uma ninfeta daquela era impossível não admirar. O problema é que Duda percebeu os olhares e cochichou em meu ouvido que estava se sentido mal diante de tanta gente olhando para o seu corpo. Perguntei a ela se podia ajudá-la e ela pediu que eu a levasse em casa, pois estava sem jeito até para pedir um Uber.
Saímos da academia, entramos no meu carro e seguimos para o seu apartamento que ficava perto da academia, num bairro nobre. Ela autorizou que eu estacionasse na garage e me convidou para subir, sem pensar, aceitei, subimos e ela fomos direto para a varanda. Ela me serviu água, sentou numa cadeira, fez sinal para eu sentar e ficamos conversando. Ela foi se abrindo, contando que só tinha ficado com um homem uma única vez, que tinha sido com ele que tinha deixado de ser virgem e que ele era bem mais velho que ela. Na hora eu ri, ela quis aaber a graça e eu a lembrei que eu sou 37 anos mais velha do que ela.
= E dai, eu te acho super charmoso. Não gosto de meninos.
Eu fiquei mudo, apenas olhando, na verdade, apreciando aquele corpo lindo diante de mim, tentando evitar uma ereção. Tentei mudar de assunto perguntando por que ela quis ir embora.
- Acho que a minha roupa chamou atenção demais.
- Você está linda assim, é normal.
Ela se levantou, deu um giro como se estivesse desfilando, a saia subiu, deu para ver o short marcando seu sexo.
- Gostou? – Perguntou ela.
- Muito.
- Tenho vários modelos assim, quer ver?
- Só se você desfilar para mim, bem aqui na sua sala.
Ela riu, correu no quarto e voltou com uma saia e blusa idêntica a que estava usando na academia, mas era uma blusa branca e uma minissaia azul marinho. Estava ainda mais linda e sua pele branca parecia chamar mais atenção ainda. Ela foi trocando peça por peça, desfilando, indo e voltando para o quarto, sempre sorrindo. Eu já não conseguia mais disfarçar a minha ereção, ela percebeu e riu. Me voz de menina me chamou de safado e eu não tive outra opção a não ser rir da situação.
Havia sim uma tensão sexual no ar, mas eu realmente não sabia se era de propósito ou coisa da minha cabeça. Me levantei, disse que precisava ir embora. Ela ainda perguntou se eu não queria ficar um pouco mais, mas naquele momento eu achei melhor me despedir e sair.
- Você volta amanha? – Perguntou ela antes de fechar a porta
- Você quer que eu volte?
- Quero. Venha as 14h, já estarei em casa.
- Ok. – Respondi antes de entrar no elevador.
Eu estava excitado, empolgado, de pau duro, pensando só em putaria. Muita putaria. Cheguei em casa querendo sexo, chamei a esposa para tomarmos banho, mas ela deu uma desculpa qualquer. No banho não teve jeito, gozei pensando naquela ninfeta ruiva e gozei como um cavalo.
Na manhã seguinte eu resolvi trabalhar em casa, na verdade só tentei, mas não consegui. Eu só pensava na Duda, naquele corpo incrível. Mas também pensava que poderia ser algo da minha cabeça e que na verdade ela não queria nada comigo além de uma pessoa para conversar, já que ela era de fora e eu nunca tinha visto ela com ninguém na academia. Após o almoço, fui me arrumar, tomei um bom banho, dei uma aparada nos pelos, fiz a barba e fui me vestir. Para não chamar atenção, coloquei uma calça e uma camisa preta, sapatos da mesma cor e um Blazer bege. Coloquei um relógio, passei meu perfume e sai com uma mochila de notebook e uma com as roupas da academia. Eu precisava de um álibi e seria esse, reunião e treino.
Quando toquei a campainha do apartamento, Duda não demorou para abrir. Eu quase tive um troço quando a vi. Ela usava um shortinho preto, curto, uma blusinha sem sutiã e estava descalça, parecia uma menininha correndo pela casa. Ela se pendurou em meus ombros, me deu um beijo no rosto, disse que eu estava elegante e cheiroso. A porta fechou e meu coração disparou, sentia meu corpo reagindo de várias formas. Coração acelerado, respiração descontrolada, pau endurecendo.
- Senta ai, coloca a sua mochila em cima da mesa.
Eu apenas obedeci e ela sentou-se ao meu lado. A vontade era arrastá-la para cima de mim, beija-la, despi-la e chupá-la por inteiro. Mas eu me segurei, resolvi esperar um pouco mais e valeu cada segundo dessa espera. Duda se aproximou, sentou-se bem ao meu lado, sua perna tocava levemente na minha, falava sem parar, parecia agitada, talvez excitada. Aquela tensão sexual do dia anterior, parecia ainda mais intensa. Eu prestava atenção em tudo que ela falava, ou pelo menos tentava. O movimento da sua boca, aquelas pernas grossas, aqueles cachos ruivos na minha frente faziam a minha concentração ir por água abaixo.
Como todo jovem, acho que ela cansou de esperar e partiu para o ataque. Sem frescura, sem pudor algum:
- Você vai demorar muito para me beijar?
Eu nem respondi. Fiz exatamente aquilo que tinha pensado em fazer quando me sentei ao seu lado. A puxei para cima de mim, ela se encavalou em mim e nos beijamos pela primeira vez. Um beijo tórrido, quente, estalado, molhado, intenso, sem pudores. Seu cheiro, seu gosto, a temperatura do seu corpo sobre o meu eram perfeitos. Duda rebolava na minha rola dura a latejante, minhas mãos escorregavam pelo seu corpo. Tirei a sua blusa e um par de seios fartos saltaram diante dos meus olhos, bicos grandes, rijos, rosados prontos para serem abocanhados por mim. Mordi levemente cada um deles, depois passei a ponta da língua em torno, mamei seus seios. Duda gemia, sua pele estava eriçada, ela gemia baixinho, as nossas bocas voltavam a se beijar com a mesma intensidade do começo. Mudamos de posição, eu deitei a Duda cuidadosamente no sofá, retirei seu short, a calcinha e lá estava uma buceta linda, carnuda, grande, depilada, lábios rosados e exalando um cheiro de tesão que me inebriava.
Sem pensar em mais nada, eu beijei sua buceta, respirei fundo para sentir todas as notas do perfume que exalava do seu sexo. Comecei a lamber a buceta, deslizava a língua aberta de ponta a ponta, depois passei a chupá-la com vontade, com fome e sede. Duda gemia, se abria inteira para que a minha boca alcançasse o inalcançável. Seus líquidos escorriam, molhavam ao sofá, melavam a minha barba e lambuzava a minha cara.
- Me come....
Me despi em segundos, o pau estava duro, latejando, doendo. Eu me enfiei entre as suas pernas, sua buceta extremamente apertada, foi me engolindo, mastigando meu cacete. Ela gemia baixinho, sem escândalos, sem forçar uma cena de filme pornográfico, apenas sentia seu corpo reagindo, seu orgasmo ficando cada vez mais próximo e intenso.
- Eu vou gozar no seu pau.
Acelerei as estocadas, coloquei seus pés nos meus ombros e passei a meter bem fundo, seu corpo tremia, estremecia. Seus gemidos foram ficando mais intenso, os músculos das pernas travaram e ela explodiu num gozo avassalador, cheio de sons, molhando o sofá, fazendo sai pele brilhar de suor. Quando seus espasmos cessaram, eu sai de dentro da sua buceta., meu pau estava melado, besuntado de mel. Eu ainda não tinha gozado, mas estava me sentindo realizado em ter feito uma ninfeta linda daquela explodir de prazer. Sentei meu seu lado e fiquei a observando., quieto, calado como quem observa uma obra de arte.
- Nossa... Eu nunca gozei assim. Estou zonza.
- Fica quietinha que já melhora.
- A minha primeira vez foi horrível, a segunda melhorzinha, mas hoje, seu gozei como nunca.
Meu pau ainda estava duro, apontando pro alto. Duda vendo aquela cena, deitou no meu colo e passou a me chupar bem devagar, parecia que ela queria sentir todos os sabores que estava ali depositado. O gosto do meu pau, do seu mel e seu gozo. Parecia uma adolescente degustando seu soreve preferido. Apesar de novinha, ela sabia chupar um pau, ia da base até a cabeça me enlouquecendo.
Segundo ela mesma disse, antes de perder a virgindade, chupava os amiguinhos de escola. O fato é que ela estava me devorando e eu indo ao delírio com cada mamada que ela me dava.
Quando cansou, sentou-se na minha pica. Ela mesma direcionou a cabeça do meu pau para entrada da buceta e depois sentou. Que delicia. Aquela menina rebolando e quicando na minha cara. Sua energia, vitalidade, disposição em subir e descer era incrível. O cheiro de buceta melada, de sexo já tinha tomado conta da sala.
Fomos mudando de posição e a cena aquela menina de quatro esperando meu pau simplesmente não sai mais da minha cabeça. Eu meti de todas as formas possíveis naquela tarde. Gozei na buceta, na boca, nos seis e na cara. Nos beijamos, trocamos sabores, fizemos juras de amor como dois inconsequentes.
Agora estamos assim, transando sempre que é possível. Me sinto mil anos mais jovem, ela adora a minha cara de sério e me provoca quando senta na minha rola.
Sou casado, ela sabe, não quer nada além de sexo. Seus pais costumam aparecer sem avisar uma vez por mês, mas a gente adora correr o risco de sermos flagrados por eles enquanto trepamos.
Continua...
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