Eu 35 e ela 36. Tudo começou na academia. Ela era amiga de uma grande amiga minha, e logo de cara me chamou a atenção. Era daquelas baixinhas provocantes, branquinha, de 1,60m, com um corpo de dar nó na cabeça. Mesmo sendo mãe de dois, os peitos eram médios e durinhos, e a bunda... uma coisa incrível, redondinha e pequena, mas que chamava a atenção por onde passava. A buceta dela era bem saltada para frente, marcando tudo. A gente trocava conversas e olhares, mas ficava só naquela provocação gostosa, naquele jogo de "vai não vai".
Até que surgiu a oportunidade. Minha amiga precisava que eu entregasse um negócio para ela no serviço, e eu pedi que ela mandasse a tal amiga — a casada — buscar comigo no carro.
Parei o carro na porta do serviço dela, o ar-condicionado no máximo. Quando ela apareceu e parou na porta do carro, ficou me olhando por um tempo, imóvel. Eu não disse nada, só esperei. Ela entrou e fechou a porta. Naquele momento, no silêncio do carro, eu tive a certeza: ela estava com maldade. Estava com a roupinha do serviço, mas o olhar entregava tudo.
Fui cumprimentá-la com um beijo no rosto, mas dei aquele beijo no cantinho da boca, quase pegando de jeito. Ela recuou um pouco, mas com aquele sorriso de quem queria:
— Eu não posso... sou casada, você sabe disso.
— Só estou te cumprimentando — respondi, enquanto deslizava minha mão pela coxa dela.
Ela ficou me olhando, a respiração começando a falhar:
— Você fica me provocando... eu não consigo me controlar.
— É exatamente isso que eu quero — retruquei, apertando com força a coxa e as pernas dela. Ela adorou, dava para sentir o corpo dela cedendo.
Antes dela sair, nos abraçamos. Foi um abraço demorado, colado. Comecei a beijar o pescoço dela, e ela se arrepiou inteirinha, tremendo nos meus braços. Ela dizia "não posso, sou casada, não vou aguentar", mas não se afastava. Pelo contrário. Eu segurei o rosto dela com vontade e nossas bocas se encontraram. Foi um beijo forte, tenso, com a língua lá dentro. Ela grudava na minha língua com uma vontade absurda. Ali, eu já estava apertando a bunda dela e sentindo o quanto ela estava entregue.
Depois desse dia, nos vimos na academia, conversamos, mas nada rolou... até que ela mandou mensagem para nossa amiga em comum perguntando se a gente não podia se encontrar na minha casa.
Marcamos tudo. Peguei ela escondida na academia; ela deixou o carro dela lá e pulou no meu. O caminho foi puro silêncio e tensão. Chegamos na minha casa e fomos direto para o sofá. O beijo explodiu. Era mão para todo lado. Eu passava a mão naquela bunda maravilhosa e sentia a legging marcando certinho a buceta dela. Mano, a buceta dela era gordinha, saltada para frente, mas ao mesmo tempo muito pequena e apertadinha. Dava para sentir cada detalhe por cima da roupa. Aquela visão da fenda marcada e o toque naquela intimidade minúscula me deixaram louco. A santinha da academia, a casada mãe de dois, estava ali, gemendo no meu ouvido, pronta para mostrar o quanto era, na verdade, uma mulher completamente devassa... Continua vocês querem? Conto real