Parte 4
Acordei com o pau do Jamal dentro minha boca. Malvado, nem me esperou acordar naturalmente, mas tanto vazia, pois ia querer mamar de qualquer jeito. Eu nem abri os olhos direito. Só abri mais os lábios, lambi a cabeça grossa e comecei a mamar bem devagar. Queria porra de pica preta de café da manhã. Queria o gosto dele descendo quente pela garganta.
— Bom dia, minha princesinha gulosa… — ele falou com a voz rouca, afagando minha peruca loira. — Já acordou com tanta fome assim é?
Eu gemi em volta dele, subindo e descendo devagar, babando tudo. Ele ficou todo duro rapidinho, enfiando aquele monstro inchando na minha boquinha. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com calma, mas fundo. Eu engasgava, lágrimas escorrendo, mas não parava. Fiquei viciada naquilo.
— Isso… mama gostoso, boneca… Que boquinha perfeita… Você é uma vadia tão linda, Micaela… Olha só como engole tudo… Vai minha princesinha safada, engole mais fundo… Porra, que delícia…
Jamal já tinha percebido que, quando me elogiava e me tratava igual princesa, eu ficava mais puta e safada pra ele.
Ele gozou forte, gemendo baixo, enchendo minha boca até transbordar. Eu engoli tudo dessa vez, não desperdicei nenhuma gota do meu precioso leitinho de pica.
Ele me puxou pra cima, me beijou na testa e sussurrou:
— Bom dia, minha puta.
Ele sabia me fazer derreter; com palavras e com pinto. Micaela era dele.
E foi assim quase todas as manhãs. E todas as noites.
Durante duas semanas ou mais, Lucas simplesmente deixou de existir depois que o sol se punha. Eu chegava do trabalho, corria pro quarto e virava Micaela. Cada vez mais puta, e mais provocante. Esperava Jamal chegar, tremendo de excitação, de desejo, de necessidade até. O pau enorme do meu colega de casa se tornou tão necessário pra mim quanto beber água. Ele chegava, mal fechava a porta e eu já estava de joelhos. Precisava de duas mãos para punhetar aquele monstro, e gemia bem safada só de olhar pra ele. Mamava Jamal no sofá, na cozinha, no banheiro, no chão da sala. Ele me chamava de princesa quando eu lambia devagar, de boneca quando eu engolia fundo, de vadia quando ele segurava minha cabeça e fodia minha garganta até eu babar como uma cachorrinha. Eu vivia com o gosto dele na boca, mamava como uma viciada e ele jorrava jatos e mais jatos de porra na minha boquinha como recompensa (sentia que poderia viver só de leite de pica preta 🍼🍆).
Ele me enlouquecia pela forma que me tratava, como se eu fosse uma bonequinha preciosa, como se fosse a esposinha troféu dele, onde minha única função era servir o mastro africano dele com a minha boquinha. Ele me elogiava, me mimava, me tratava como mulher e como puta e eu simplesmente me derretia inteira.
Meu cu ficava o dia inteiro com plug, latejando de tesão. Mas durante todo esse tempo, Jamal nunca falava em foder minha bunda. Nem uma vez. Mas toda sissy, toda cross, tem necessidades (não é, meninas 😉). Entendam leitores, nossas cucetinhas são muito fogosas. De tempos e tempos, somos tomadas por uma necessidade incontrolável de dar cu; é como uma sensação que toma nossa mente e nosso corpo, uma necessidade primal de sentir prazer com a bunda, de gozar por trás, de gritar de prazer ao ser emrabada. E desde que havia me tornado sissy do Jamal, essa necessidade havia me tomado por inteiro.
Quando eu ficava sozinha em casa, pegava o meu consolo que tinha 24 centímetros, fixava na parede do quarto e cavalgava como uma desesperada. Rebolava, descia até o talo, gemia alto, imaginando que era o pau do Jamal me abrindo toda. Minha cucetinha é muito gulosa, mas eu ainda tinha medo. A rola do Jamal era grossa demais e grande demais. Eu tinha certeza que não ia aguentar ser fodida por ele, por mais que desejasse isso com cada parte do meu corpo. Claro, já deu pra perceber isso, mas eu sou o que chamam na internet de "size queen". Pratico masturbação anal já há muito tempo, consigo usar plugs grandes, dildos ainda maiores e gozar só por estimulação anal. Mas durou muito tempo e muito treino até chegar nesse nível, pois sempre tive medo de me machucar (fica a dica meninas, uma cucetinha que quer aguentar pica grande precisa de muito treino anal e paciência 💋).
Até que, numa quinta-feira à noite, enquanto Jamal tomava banho, eu peguei o celular dele pra colocar uma música e vi o calendário aberto. 3 de abril. Aniversário dele. Faltavam só oito dias. Uma ideia safada, louca, perfeita surgiu na hora. Eu ia dar o presente mais pervertido da vida dele. Naquela mesma noite, depois de mamar ele até secar, eu me tranquei no meu quarto, peguei o maior dildo, lubrifiquei até pingar, tirei o plug e comecei a treinar, sentando até gozar.
Continuei no dia seguinte. Eu alternava entre vários brinquedos diferentes e muito lubrificante, além de óleos relaxantes que passava na minha bunda grande. Brincava com plugs, do menor para o maior, para deixar a cucetinha bem relaxada, gemendo bem baixinho. Depois, ficava de quatro e me fodia com o consolo.
Mais um dia, duas horas cavalgando, três dildos diferentes. Todos os dias da semana seguinte eu voltava do trabalho e virava uma máquina de dilatar meu cu.
Plug o dia inteiro no trabalho, dildo gigante à noite, sentando, rebolando, gemendo, choramingando de prazer.
Eu queria ficar aberta, macia, gulosa. Queria que meu cuzinho virasse uma bucetinha perfeita pra ele.
Eu ia dar pro Jamal, no dia do aniversário dele, o anal mais selvagem, mais safado, mais inesquecível da vida dele. Eu ia implorar pra ele me foder como uma vadia de verdade. E eu ia aguentar cada centímetro. Nunca tinha havido nada tão grande e tão grosso dentro de mim antes, mas estava decidida. Molhada. Tremendo de tesão só de imaginar. A cucetinha da Micaela, seria fodida pelo pau preto enorme do Jamal.