CRISTINA: PUTA E FÊMEA DO MEU PAI

Um conto erótico de CRISTINA LEÃO
Categoria: Heterossexual
Contém 8704 palavras
Data: 24/04/2026 17:37:29

"Chega de brincadeira, garota," ele rosnou, puxando meus cabelos com uma força que fez meus olhos se encherem d’água. Não era dor, nunca era. Era aquela mistura de medo e tesão que só ele sabia provocar. Eu sentia o cheiro dele—cerveja, cigarro, suor—e o calor do corpo dele queimando contra a minha pele. A sala estava quente, mas nem tanto quanto a gente.

Meu pai tinha me puxado para o colo dele no sofá, e eu estava sentada sobre as coxas peludas dele, nu como no dia em que nasceu. Eu ainda estava de calcinha, mas ela já estava encharcada só de sentir o pau dele duro contra a minha bunda. Ele apertou minha cintura com uma das mãos e com a outra segurou meus cabelos como rédea, puxando minha cabeça para trás até eu gemer.

"Você sabe o que quer, não é?" ele murmurou, e o hálito quente dele bateu no meu pescoço. A voz era grossa, daquela maneira que só ficava quando ele estava com muita vontade. Eu balancei a cabeça, mesmo sabendo que ele ia me fazer dizer. Ele sempre me fazia dizer.

"Quero o seu pau, pai," eu respirei, e ele soltou um som baixo, quase um ronco, antes de enterrar a boca na minha. O beijo foi selvagem, com língua e dentes, e eu me agarrei nos ombros largos dele enquanto ele me virava de costas para ele, sem nem largar meus cabelos. Eu senti a mão dele descer pela minha barriga e entrar na minha calcinha, e eu arqueei quando os dedos dele me encontraram molhada.

"Puta safada," ele rosnou no meu ouvido, e eu só consegui fechar os olhos e gemer quando ele começou a esfregar com força. Ele sabia exatamente como me fazer tremer, e eu já estava perdida antes mesmo de ele tirar a calcinha. A gente tinha feito isso tantas vezes que eu já conhecia cada passo, cada toque, cada gemido que ele gostava de ouvir. Mas nunca era igual. Nunca era menos intenso.

"Você é a minha filhinha preferida," ele rosnou contra meu pescoço enquanto os dedos dele afundavam em mim, torcendo um gemido rouco da minha garganta. A voz dele estava rouca de desejo, daquela maneira que fazia minhas pernas tremarem antes mesmo de ele me tocar direito. "Minha putinha. Minha princesinha." Cada palavra era um estímulo, uma promessa, um fogo que ele acendia no meu corpo todo. Eu me curvei para trás, sentindo o pau dele pulsando contra as minhas costas, e ele aproveitou para morder meu ombro, deixando uma marca que eu sabia que ia durar dias.

Ele puxou meus cabelos de novo, forçando meu rosto para trás até que nossos olhos se encontrassem. Os dele estavam escuros, quase negros de tesão, e eu podia ver meu próprio reflexo neles—loira, arrepiada, com os lábios inchados do beijo dele. "Você é a minha menininha," ele continuou, e a voz dele era tão baixa que eu quase não ouvi, mas as palavras quebraram em mim como uma onda. "Vou te meter até você engravidar um dia. Do próprio irmão." A ideia me fez tremer, e eu senti um novo jorro de lubrificação escorrer pelas minhas coxas. Ele riu, sentindo, e então enfiou dois dedos em mim de uma vez, fazendo eu gritar.

Eu não sabia se ele falava sério, se era só uma das coisas safadas que ele dizia para me deixar mais louca, mas não importava. O que importava era o jeito que ele estava me usando agora, com uma mão enfiada na minha calcinha e a outra segurando meus cabelos como se eu fosse um animal que ele estava domando. Eu me debati, mas ele só apertou mais forte, e eu gemi, sentindo os músculos da minha barriga contraírem. "Pai—" eu tentei falar, mas ele cortou meu ar com um puxão mais forte nos meus cabelos.

"Calada," ele ordenou, e eu obedeci na hora, fechando os olhos enquanto ele continuava a me foder com os dedos, rápido e duro, do jeito que ele sabia que eu gostava. Eu sentia o corpo dele suando contra o meu, os pelos do peito dele grudando na minha pele, e o cheiro dele—álcool, cigarro, sexo—me envolvendo como um cobertor pesado. Ele parou de repente, tirou os dedos de mim e os levou à boca, chupando o meu gosto com um som baixo que me fez arder de vergonha e tesão.

O espelho diante de nós refletia tudo—meu corpo bronzeado e magricelo curvado sobre as coxas peludas do meu pai, os dedos dele afundando na carne dos meus quadris enquanto me puxava para trás contra o pau dele. Eu podia ver o rosto dele por cima do meu ombro, a expressão de um homem que sabia exatamente o poder que tinha sobre mim. O bigode grisalho dele roçou minha nuca, e eu estremeci, sentindo os pelos ásperos contra minha pele sensível. "Olha só pra gente, princesa," ele rosnou, e eu obedeci, fixando os olhos no reflexo dos nossos corpos grudados de suor. Eu parecia tão pequena contra ele—uma menina loira e arrepiada, com os lábios inchados de tanto provocá-lo.

Ele riu daquela maneira rouca que fazia meu estômago embrulhar, e eu vi no espelho como seus olhos escuros percorreram meu corpo, parando nos meus seios pequenos e durinhos. Eu me curvei um pouco mais, empinando a bunda contra ele, e ele respondeu com uma mordida no meu ombro que me fez gritar. "Puta safadinha," ele murmurou, e eu senti a mão dele descer pela minha barriga até encontrar meu clitóris, já latejando de tanto tesão. Eu me contorci, mas ele me segurou firme, os dedos dele trabalhando rápido e duro enquanto eu via tudo no espelho—o jeito que minha boca se abria em gemidos mudos, o suor escorrendo entre meus peitos, o corpo dele cobrindo o meu como uma sombra quente e pesada.

"Você gosta de se ver assim, não é?" ele perguntou, e eu balancei a cabeça, incapaz de mentir. Eu adorava—adorava ver como eu parecia uma putinha nas mãos dele, adorava o contraste entre a minha pele lisa e os pelos grossos do corpo dele. Ele sabia. Ele sempre sabia. Com um movimento brusco, ele me virou de frente para ele, sem nunca tirar os dedos de mim, e eu gemi quando ele enfiou mais dois dedos, esticando-me de um jeito que doía e ao mesmo tempo me deixava louca. "Abre esses olhos, garota," ele ordenou, e eu abri, encarando nosso reflexo no teto—eu, de pernas abertas sobre ele, ele, com a boca curvada em um sorriso de dono.

Eu estava perdendo o controle, sentindo a pressão crescer na minha barriga, mas ele parou de repente, tirando os dedos de mim e segurando meu queixo com a mão suja de mim. "Lamba," ele ordenou, e eu obedeci, chupando os dedos dele enquanto ele me observava com aquele olhar escuro. Eu sabia o que vinha a seguir—ele sempre fazia isso—e mesmo assim, quando ele me empurrou de joelhos no chão e colocou o pau na minha boca, eu senti aquele choque de sempre, a mistura de nojo e tesão que só ele conseguia provocar em mim.

Ele segurou meus cabelos como rédeas, puxando minha cabeça para frente e para trás enquanto eu engasgava, e eu olhei para cima, vendo nosso reflexo no espelho—ele, imponente e suado, eu, de joelhos, com lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto tentava engolir ele inteiro. "Toma, sua puta," ele rosnou, e eu senti o gosto amargo explodir na minha boca antes que eu pudesse me preparar. Eu engoli, como sempre fazia, e ele riu, esfregando o pau no meu rosto antes de me puxar de volta para o colo dele. "Agora senta," ele ordenou, e eu obedeci, guiando o pau dele para dentro de mim com um gemido que ecoou pelo quarto.

Meus quadris desceram devagar, sentindo cada centímetro dele abrindo meu corpo como um invasor bem-vindo. Aquele mastro de 23cm que me dera a vida agora a tomava de volta, inchado e pulsante contra minhas paredes internas. Eu gemi no beijo dele, nossos lábios colando-se num pacto úmido de saliva e desejo. O gosto de cigarro e uísque na língua dele se misturava ao meu próprio hálito ofegante enquanto ele sugava minha língua como se quisesse engolir meus gemidos.

"Arde, né, princesa?" ele rosnou contra minha boca quando finalmente me acomodei por completo, sentada até o fim. Eu balancei a cabeça, sentindo o útero contrair de dor e prazer. Ardia sim, como sempre ardia, mas era um fogo que eu implorava para sentir toda vez. Seus dedos sujos de mim apertaram meus seios pequenos, beliscando os mamilos até eu arquear as costas. "Quero ver esse úterinho de virgem engolindo até a última gota", ele cuspiu no meu ouvido antes de morder meu lóbulo, fazendo meu corpo estremecer ao redor dele.

Nosso ritmo começou lento, quase cruel em sua deliberação. Eu levantava os quadris só o suficiente para sentir a cabeça dele raspando na minha entrada, então descia com um baque que fazia a carne da minha bunda vibrar contra as coxas peludas dele. Cada mergulho mais profundo era marcado por um gemido rouco meu e um ronco gutural dele. O sofá rangia como um animal moribundo sob nosso peso combinado.

De repente ele me empurrou para trás, me deitando sobre os braços dele enquanto me obrigava a manter os olhos abertos. "Olha como tu tá engolindo o teu pai, sua cadela", ele ordenou, e eu olhei para baixo, vendo nosso ponto de conexão - seus pelos púbicos escuros colados de suor contra minha pele rosada, meu corpo aceitando cada centímetro dele como se tivesse sido moldado para isso. A visão me fez contrair violentamente, e ele riu, arfando "Isso, aperta assim mesmo nesse velho".

A parede gelada queimava contra minhas costas suadas quando ele me levantou como um boneco de pano, minhas pernas se enrolando automaticamente em torno da cintura larga dele. Meus pés não tocavam o chão—eu estava completamente à mercê dele, suspensa no ar apenas pelos braços fortes que prendiam meus quadris. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele começou a me esfaquear contra ele num ritmo que fazia o espelho atrás de nós tremer com cada impacto.

"Filha da puta—", eu gemi, enterrando as unhas nos ombros peludos dele enquanto sentia o orgasmo explodir de repente, como um soco no estômago. Meu gozo escorreu quente entre nossos corpos colados, misturando-se ao suor que pingava do peito dele. Ele não diminuiu o ritmo—pelo contrário, cada gemido meu só o fazia cavar mais fundo, como se quisesse alcançar meu útero a cada investida.

"Vai ter filho do teu pai hoje, putinha?" ele rosnou contra meu pescoço, os dentes raspando minha jugular. Sua voz parecia vir de algum lugar profundo, animal, e eu senti meu corpo responder antes mesmo da minha mente—contraindo-se em torno dele como se quisesse sugar cada gota. "Sim, sim, por favor—", eu balbuciei, perdendo as palavras quando ele mudou o ângulo, acertando em cheio aquele ponto interno que me fazia ver estrelas.

Eu mordi os lábios até sentir o gosto metálico do sangue na língua, cerrando os dentes como uma pantera enjaulada - mas era tesão, puro tesão, que me fazia encarar os olhos escuros dele com uma mistura de desafio e submissão. Ele respondeu na mesma moeda, os músculos da mandíbula tensionados sob a pele marcada pelos anos, enquanto me empalava no ar como se eu não pesasse mais que um boneco de pano. Meu corpo balançava com cada investida brutal, os pés descalços batendo sem ritmo contra suas canelas peludas.

"Olha pra mim, puta", ele rosnou entre dentes cerrados, e eu obedeci, prendendo o olhar naquele rosto conhecido que agora se contorcia num misto de dor e prazer. A luz do apartamento fazia brilhar o suor na testa calva dele, escorrendo pelas têmporas grisalhas até se perder no bigode úmido. Meus quadris colidiam contra os dele com um som úmido que ecoava pelo apartamento vazio, cada impacto enviando ondas de choque pelo meu corpo suspenso.

De repente ele girou, sem me soltar, e em três passadas largas nos jogou contra o espelho da sala. Meu rosto bateu no vidro frio enquanto suas mãos enormes agarravam meus quadris, guiando cada movimento como se eu fosse uma marionete de carne. Eu via nossos reflexos embaçados pelo vapor - ele, um touro grisalho com veias saltando no pescoço; eu, uma loirinha esmagada entre o vidro e o corpo dele, com os seios achatados contra a superfície gelada.

"Vai gemer ou vou te foder mais forte", ele ameaçou, cuspindo as palavras no meu ouvido entre arfadas. Eu balancei a cabeça, incapaz de falar, e ele riu antes de enterrar os dentes no meu ombro. A dor me fez arquear as costas, empurrando os mamilos contra o vidro gelado, e foi só então que percebi - meu gemido estava preso na garganta, sufocado pelo choque das sensações conflitantes.

Ele mudou o ângulo com um movimento brusco e eu finalmente soltei o ar num grito rouco quando a cabeça do pau dele raspou no ponto certo. Meu útero pulsou como um coração separado, tentando sugar ele mais fundo, e eu senti as pernas tremerem involuntariamente. No reflexo embaçado, vi suas mãos descerem para meus joelhos, forçando minhas pernas ainda mais abertas num ângulo quase impossível.

A mesa tremeu quando meu corpo colidiu com ela, mandando um cinzeiro de vidro e um copo de whisky voando pro chão. O barulho dos cacos se espatifando se perdeu no gemido rouco que escapou da minha garganta quando ele me empurrou de costas na superfície fria. Meus pés não alcançavam o chão—minhas pernas ficaram abertas no ar, dobradas nos joelhos enquanto ele se encaixava entre elas, nunca tirando o pau de dentro de mim. A cabeça dele raspou contra minhas paredes internas quando me arrastou até a beirada da mesa, e eu engasguei, agarrando as laterais da mobília até os meus dedos ficarem brancos.

"Olha pra mim, puta", ele ordenou, e eu obedeci, prendendo o olhar naquele rosto suado que se curvava sobre mim. A luz amarelada do abajur destacava cada fio grisalho do bigode dele, molhado de suor e da minha saliva. Ele segurou minhas coxas com mãos que pareciam duas garras, os dedos afundando na minha carne macia enquanto começava a meter com movimentos curtos e brutais. A mesa rangia, ameaçando desmontar a cada investida, mas eu não conseguia pensar em nada além daquela sensação de estar sendo aberta, preenchida, possuída.

Um espelho torto na parede refletia nossos corpos—eu, espalhada sobre a mesa como um animal abatido, a pele bronzeada contrastando com a madeira escura; ele, um vulto enorme e peludo movendo-se entre minhas pernas com a determinação de um touro no cio. Meus seios pequenos balançavam a cada impacto, os mamilos durinhos esfregando contra o suor do peito dele quando ele se curvava sobre mim.

Ele mudou o ângulo de repente, e eu gritei quando a cabeça do pau dele raspou naquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas. Minhas unhas arranharam o verniz da mesa, deixando marcas paralelas enquanto eu tentava aguentar aquele ritmo que parecia querer me partir ao meio. "Pai—" eu tentei falar, mas a palavra se transformou num gemido rouco quando ele enterrou os dedos no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás até meu pescoço ficar completamente exposto.

Os lábios dele queimaram contra minha jugular enquanto ele murmurou palavras sujas no meu ouvido—coisas que deveriam me envergonhar, mas que só faziam meu corpo tremer ainda mais. Eu sentia o hálito quente dele, a mistura de uísque e cigarro que sempre me deixava tonta, e quando ele mordeu meu pescoço, eu arqueei as costas, sentindo um novo jorro de lubrificação escorrer pela minha bunda até pingar na madeira da mesa.

Meus gemidos ecoavam pelo apartamento vazio como um animal ferido, guturais demais para uma garota de dezoito anos, roucos demais para uma filha. Eu não era mais nenhuma das duas coisas ali—apenas carne pulsante na mão do meu pai, um brinquedo molhado que ele torcia e apertava até extrair os sons mais obscenos. "Isso, grita mais", ele rosnou, e eu obedecia, soltando um uivo quando seus dedos encontraram meu clitóris inchado, esfregando com uma pressão que beirava a dor.

O espelho da sala capturava cada contração do meu rosto—os olhos revirados, a boca aberta em um ricto de êxtase, a língua pendendo como a de uma cadela no cio. Meu corpo arqueou quando ele aumentou o ritmo, os quadris batendo contra os dele com um som úmido que enchia o apartamento. O cheiro do nosso sexo misturava-se ao perfume barato do xampu que eu usara de manhã, criando uma sinergia nauseante que me fazia tremer. Ele riu, sentindo meu útero se contrair em torno dele, e agarrou meus cabelos com mais força, puxando até eu sentir o couro cabeludo arder.

"Vai gozar, sua puta?" ele cuspiu no meu ouvido, e eu balancei a cabeça freneticamente, incapaz de articular palavras. Seus dedos no meu clitóris eram implacáveis, circulando rápido demais, forte demais, como se quisesse extrair de mim cada gota de prazer antes que eu estivesse pronta. Meu corpo traiu meu cérebro—contraiu-se violentamente quando a onda de orgasmo me atingiu, fazendo minhas pernas tremerem como varas verdes. Um jorro quente escorreu entre nós, misturando-se ao suor que pingava do peito peludo dele.

Ele não parou. Nem quando eu gemi "não aguento", nem quando minhas unhas arranharam seu ombro até sangrar. Seu ritmo só aumentou, cada investida mais brutal que a anterior, como se quisesse marcar meu útero com o formato dele. Eu senti o calor dele crescendo dentro de mim, o pau pulsando como um coração separado, e então—com um ronco que veio do fundo do peito—ele enterrou-se até as bolas, jorrando dentro de mim como um vulcão em erupção.

O espelho embaçou com nosso hálito ofegante. Gotas de suor escorriam pelo rosto dele, caindo no meu como lágrimas salgadas. Eu estava arfando, o corpo ainda tremendo com os espasmos pós-orgasmo, quando ele pegou meu queixo e forçou-me a olhar para ele. Seus olhos estavam negros, pupilas dilatadas até engolirem a íris, e eu vi neles todos os pecados que cometíamos juntos refletidos de volta. "Você é minha", ele rosnou, e eu concordei com a cabeça, sabendo que era verdade de um jeito que ia além do sangue, além do nome que carregávamos.

A porra dele escorria quente e espessa entre minhas coxas, pingando na madeira da mesa com um som úmido que ecoava no apartamento silencioso. Eu sentia cada pulsação do pau dele dentro de mim, cada jato ardente que ele bombeava no meu útero como se quisesse marcar território. Meu corpo tremia involuntariamente, os músculos internos se contraindo em espasmos pós-orgasmo que só faziam com que o sêmen fosse empurrado mais fundo.

"Toma, sua cadela", ele rosnou enquanto esfregava a cabeça do pau no meu clitóris inchado, misturando nossa lubrificação com o gozo dele. Eu gemi quando senti um último jorro quente escorrer para fora de mim, pingando na coxa peluda dele. Ele riu, vendo meu corpo reagir mesmo depois de ter terminado, e então enfiou dois dedos em mim, recolhendo a porra que tentava escapar.

"Abra essa boquinha", ele ordenou, e eu obedeci, deixando ele enfiar os dedos sujos na minha boca. O gosto salgado e amargo se espalhou pela minha língua enquanto eu chupava os dedos dele, limpando cada gota. Seus olhos escuros brilhavam de satisfação ao me ver engolir tudo, como uma boa garota.

Ele se levantou com um gemido rouco, o pau ainda meio duro pingando entre as pernas peludas. Eu fiquei ali, espalhada na mesa, sentindo a porra dele escorrer devagar para fora de mim, cada gota lembrando o que acabara de acontecer. Meu útero pulsava, como se estivesse tentando sugar cada molécula daquela semente que ele plantara em mim.

"Levanta, vagabunda", ele disse, dando um tapinha na minha coxa suada. Eu me apoiei nos cotovelos, sentindo meu corpo dolorido e mole como geleia. Ele pegou meu pulso e me puxou para cima com força, fazendo eu cair contra o peito peludo dele. O cheiro de sexo e suor era quase sufocante, mas eu enterrei o rosto nele mesmo assim, inalando profundamente como se fosse o último ar que eu respiraria.

Ele me levou até o chuveiro sem dizer uma palavra, seus passos pesados ecoando no piso frio. A água quente caiu sobre nós, lavando o suor, a lubrificação e o sêmen que grudava na minha pele. Ele me virou de costas e me empinou contra a parede do box, enfiando dois dedos em mim para limpar o resto da porra que ainda tentava escapar.

"Você sabe o que isso significa, né, princesa?" ele perguntou enquanto seus dedos circulavam dentro de mim, recolhendo cada gota do líquido branco que escorria. Eu balancei a cabeça, incapaz de falar, sentindo meu corpo reagir mesmo depois de tudo. Ele riu quando sentiu minha buceta apertar os dedos dele, como se quisesse sugar mais um pouco.

"Você vai ser mãe do seu próprio irmão", ele sussurrou no meu ouvido, e eu senti um choque percorrer minha espinha. A ideia deveria me assustar, mas em vez disso, meu útero pulsou novamente, como se já estivesse preparado para receber o que quer que ele tivesse plantado lá dentro. Ele tirou os dedos de mim e os levou à minha boca, ordenando que eu chupasse.

Eu obedeci, limpando cada gota enquanto ele me observava com aquele olhar escuro que me fazia tremer. O gosto era salgado e amargo, mas eu engoli tudo, como sempre fazia. Ele pegou meu queixo e me forçou a olhar para ele, os olhos negros penetrando fundo na minha alma.

Ele me pegou no colo como se eu pesasse menos que um saco de plumas, suas mãos enormes afundando na carne dos meus quadris enquanto atravessávamos o apartamento. Eu me enrosquei nele como uma gata no cio, as pernas entrelaçadas na cintura dele, sentindo o pau já duro roçando minha bunda a cada passo. O cheiro de sexo e suor subia dos nossos corpos colados quando ele me jogou na cama alcovitada, fazendo os lençóis pretos amassarem sob meu corpo suado.

"Fuma com o teu pai, princesa", ele rosnou, acendendo um Carlton com os mesmos dedos que haviam cavado dentro de mim minutos antes. A chama do isqueiro iluminou por um segundo os olhos escuros, quase negros, antes que ele puxasse a primeira baforada e me soprasse a fumaça na cara. Eu arquejei, inalando o aroma forte misturado ao cheiro dele - uísque barato, suor viril e o ranço do nosso incesto. Quando ele enfiou o cigarro entre meus lábios, minha língua lambeu o filtro úmido dele antes de puxar, sentindo o gosto dele na boca junto com a nicotina.

Ele riu quando eu tossiu, arrancando o cigarro da minha boca com os dentes antes de cuspir um anel de fumaça sobre meus seios pequenos. "Tem que aprender, mocinha", disse enquanto abria duas Skol com o canivete que sempre carregava no bolso. A espuma escorreu pelos dedos peludos quando ele enfiou a garrafa na minha boca, fazendo eu engasgar com o líquido gelado que escorria pelo meu queixo. "Bebe direito, puta", ele rosnou, bebendo da própria garrafa antes de me puxar para um beijo úmido e amargo, compartilhando a cerveja entre nossas línguas.

Nosso sexo era imundo e sujo como nossas almas se tornaram desde aquela primeira vez na cama da minha mãe. Eu me lembrava de cada detalhe - como ele me pegara pela primeira vez três dias antes, seus 58 anos esmagando meus 16 num colchão que ainda cheirava ao perfume dela. Como ele usara meu medo e confusão para me abrir, fazendo juras sujas entre meus gemos. Como eu chorara depois, limpando a porra dele da minha virgindade com as mãos trêmulas, enquanto ele fumava na varanda como se nada tivesse acontecido.

Agora, naquele apartamento comprado para amantes mas transformado em nosso covil, ele me virava de bruços com um empurrão bruto. A garrafa de cerveja rolou pela cama quando ele me puxou pelos quadris, forçando meu rosto contra os lençóis enquanto levantava minha bunda no ar. Eu ouvi o som dele cuspindo na mão antes de sentir dois dedos ásperos enfiando em mim sem aviso, arrancando um grito rouco da minha garganta.

"Cheia do teu pai ainda", ele observou com um grunhido, tirando os dedos cobertos de nossa mistura para esfregar no meu clitóris inchado. Eu me contorci, sentindo o fogo subir pela espinha enquanto ele me fodia com os dedos e me fazia chupar a garrafa de cerveja ao mesmo tempo. O líquido amargo escorria pelos cantos da minha boca quando ele começou a bater na minha bunda com a palma da mão livre, deixando marcas vermelhas que pulsavam em sincronia com meu coração acelerado.

O cigarro pendia dos lábios dele como um símbolo de tudo que eu não deveria querer, a brasa laranja tremeluzindo cada vez que ele inalava. A garrafa de Skol gelada escorria condensação sobre os pelos do peito enquanto ele a equilibrava na mão esquerda, os dedos peludos segurando o vidro úmido com a familiaridade de quem passou a vida bebendo em botecos de esquina. Mas era a mão direita que me mantinha presa — dois dedos enfiados em mim até as juntas, torcendo e puxando com uma intimidade que doía e excitava na mesma medida.

"Tá vendo como tu fica molhadinha com o teu velho, né?" ele rosnou, a fumaça escapando pelos dentes amarelados enquanto falava. Os dedos dele circulavam dentro de mim com a precisão de um mecânico mexendo num motor, encontrando cada ponto sensível que só ele conhecia. Eu me contorci, sentindo a cerveja gelada escorrer pelo meu pescoço quando ele inclinou a garrafa contra meus lábios sem aviso, me fazendo engasgar com o líquido amargo. "Bebe direito, cadela", ele ordenou, e eu engoli rápido, sentindo o álcool queimar na garganta enquanto seus dedos não paravam de mexer em mim.

O sorriso dele era a coisa mais suja — aquele meio sorriso de cafajeste que fazia os olhos dele brilharem de maldade, os cantos da boca levantados sob o bigode grisalho. Eu conhecia aquele sorriso. Era o mesmo que ele usava quando me pegou pela primeira vez na cama de minha mãe, quando enfiou meu biquíni pro lado e me disse que eu ia gostar. Agora, aqui, naquele apartamento cheio de móveis baratos e lençóis sujos, ele sorria da mesma forma enquanto me transformava numa poça de desejo sob seus dedos calejados.

O pau dele continuava enorme e rígido mesmo depois de ter gozado, pulsando contra minha coxa como um animal vivo enquanto eu me debruçava sobre o peito peludo dele. O cheiro forte de macho subia dos pelos úmidos dele — uma mistura de suor velho, cigarro e o ranço do nosso próprio sexo — e eu me sentia uma puta de rua, daquelas que ficam na esquina da Praça Tiradentes esperando clientes. Uma rameira de puteiro barato, uma vagabunda ordinária da pior espécie, mas ali, nos braços dele, era onde eu pertencia.

Ele riu baixo quando sentiu meu corpo tremer contra o dele, os dedos dele traçando círculos preguiçosos na minha bunda marcada de palmadas. "Tá sentindo o cheiro do teu pai, né, princesa?" ele rosnou, puxando meus cabelos para trás até eu arquejar. Eu balancei a cabeça, sentindo o cheiro acre dele encharcando minhas narinas, impregnando cada centímetro do meu corpo como uma segunda pele. Era nojento. Era excitante. Era ele.

Com um movimento brusco, ele me virou de costas, empinando minha bunda no ar enquanto se ajeitava atrás de mim. Eu ouvi o som úmido dele cuspindo na mão antes de sentir a cabeça do pau dele roçar na minha entrada ainda sensível. "Abre essa bucetinha de novo pro teu velho", ele ordenou, e eu obedeci, empurrando os quadris para trás mesmo sabendo que ia doer. Ele entrou com um único empurrão brutal que me fez gritar contra os lençóis, as unhas arranhando o tecido barato enquanto ele se enfiava até as bolas sem piedade.

O cigarro pendia dos seus lábios como um sinal de perigo, a brasa tremeluzindo com cada respiração rouca. Suas mãos enormes afundavam na carne dos meus quadris, os dedos deixando marcas vermelhas que iriam durar dias. Eu sentia cada empurrão dele ecoar pelo meu corpo como um terremoto, cada investida me arrancando um gemido que se transformava em choro. "Chora mais, puta", ele rosnou, a fumaça escapando entre os dentes enquanto me fodia com uma brutalidade que deveria machucar, mas que só me fazia querer mais.

Ele mudou o ângulo com um movimento brusco, enterrando-se até as bolas num único golpe que me fez gritar. O cigarro caiu da boca dele, queimando minha pele por um instante antes de ele pegá-lo no ar com aqueles reflexos de ex-jogador de futebol. "Toma, sua cadela", ele disse, enfiando o filtro molhado na minha boca enquanto continuava a me empalar sem piedade. O gosto de tabaco e saliva se misturava às minhas lágrimas enquanto eu chupava o cigarro como se fosse o pau dele, obedecendo sem pensar.

De repente ele me puxou pelos cabelos, forçando meu rosto contra o travesseiro. "Engole esse choro", ele ordenou, e eu tentei, mas os soluços vinham mesmo assim, misturados aos gemidos que ele arrancava de mim com cada bombada. O cheiro de sexo e suor enchia o quarto, misturando-se ao aroma acre do cigarro que agora queimava sozinho no cinzeiro. Eu via nossa imagem distorcida no espelho embaçado - ele, um touro grisalho e suado; eu, uma loirinha esmagada sob seu peso, com as costas arqueadas e o rosto manchado de lágrimas.

Ele socava sua pica na minha buceta por trás com uma força que fazia o corpo todo me tremer, cada impacto ecoando contra as paredes do apartamento vazio. "Caralho, como isso é bom!", ele rugia, as mãos calejadas agarrando meus quadris com força suficiente para deixar marcas roxas. Eu podia sentir os pelos do peito dele roçando nas minhas costas suadas, o hálito quente de cerveja e cigarro contra meu pescoço enquanto ele me fodia como um animal no cio.

"Filha, você é uma puta imunda, meu amor", ele rosnava entre dentes cerrados, acelerando o ritmo até o sofá gemer sob nosso peso. Eu sentia a madeira rangendo a cada investida brutal, suas bolas batendo contra minha pele sensível com um som úmido que me envergonhava e excitava na mesma medida. Seus dedos encontraram meu clitóris inchado e começaram a esfregar com uma crueldade calculada, fazendo meu corpo arquejar entre a dor e o prazer.

"Filha, você é a versão feminina do tesão do seu pai", ele cuspia no meu ouvido enquanto mudava o ângulo, acertando em cheio aquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas. Meu grito ficou preso na garganta quando ele me puxou pelos cabelos, forçando meu rosto a se voltar para o espelho embaçado na parede. Nossos reflexos distorcidos me encaravam — eu, com os olhos vidrados e a boca aberta num gemido silencioso; ele, um vulto suado e grisalho movendo-se atrás de mim como uma máquina implacável.

Meu corpo arquejou num espasmo involuntário quando ele agarrou meus pulsos e os prendeu contra a cama com uma mão só. Seus dedos calejados fecharam como grilhões de aço enquanto a outra mão me puxava pelos cabelos, forçando meu pescoço a se arquear até eu sentir os tendões ameaçando romper. "Repete", ele rosnou contra meu ouvido, a voz embebida em uísque e desejo. "Fala o que tu quer, putinha".

Eu engoli o sangue que saboreava na língua — tinha mordido o lábio até arrebentar — e senti as palavras escaparem como um sussurro roubado pelo sufoco: "Me fode, pai... por favor...". Ele riu, um som profundo que vinha da barriga de cerveja, e aumentou o ritmo com uma brutalidade que fez a cama bater contra a parede. Cada investida arrancava um pedaço de mim — primeiro o orgulho, depois a vergonha, até só restar a carne crua do desejo.

"Mais alto", ele ordenou, cuspindo as palavras entre dentes cerrados enquanto me empurrava de bruços. A cabeça do pau dele raspou contra algo tão fundo dentro de mim que meus dedos se contorceram nos lençóis molhados de suor. Eu gritei, um som gutural que nem parecia humano, e ele aproveitou para enfiar a língua na minha boca, roubando meu ar enquanto continuava a me foder com movimentos curtos e precisos.

Ele saiu de dentro de mim com um ruído úmido que fez meu corpo estremecer, deixando-me vazia e pulsante. Antes que eu pudesse sentir a falta, suas mãos brutas me puxaram contra seu peito peludo, nossos corpos colando-se pelo suor que escorria em riachos salgados. A língua dele invadiu minha boca com a mesma urgência com que seu pau havia me possuído minutos antes - um beijo faminto que sabia a cerveja barata, a cigarro e ao sabor acre de mim mesma que ele havia lambido de seus próprios dedos. Caímos sobre os lençóis encharcados como dois animais exaustos, suas pernas peludas enroscando-se nas minhas como raízes de árvores velhas.

Meu rosto afundou no vale entre seu peito e ombro, onde o cheiro dele era mais forte - uma mistura intoxicante de loção barbeadora da década passada, suor viril e aquele ranço único de macho que me fazia sentir tonta. Eu lambi a pele salgada dele, provando o gosto metálico do esforço, enquanto suas mãos enormes percorriam minhas costas marcadas de arranhões como um cego lendo braille. "Tu é a melhor coisa que já aconteceu na minha vida, princesa", ele murmurou contra minha têmpora, a voz rouca de cigarro e gemidos reprimidos. Eu engoli as lágrimas que insistiam em subir - não de tristeza, mas daquele êxtase estranho de ser amada de forma tão errada e tão perfeita.

Seus dedos encontraram meu pulso e envolveram-no completamente, como se quisesse medir o quanto eu cabia em sua mão. A diferença era absurda - eu, uma loirinha de 1,60 com pulsos finos; ele, um ex-atleta de 1,87 com mãos que poderiam esmagar minha cintura se quisesse. E ele queria. Deus, como ele queria. Eu sentia o desejo dele pulsando contra minha coxa mesmo depois de três gozadas, seu pau semi-rígido um lembrete cruel de que nossa noite mal havia começado. "Seu velho tá com fome ainda", ele riu, a barriga de cerveja tremendo contra meu estômago quando pegou a garrafa de Skol da mesa de cabeceira. O líquido amarelo escorreu pelo meu peito quando ele derramou um pouco sobre meus mamilos, lambendo-o com a língua áspera enquanto eu me contorcia.

Ele sugou meus mamilos com uma força que me fez arquejar, os dentes roçando a pele sensível enquanto a língua áspera circulava os bicos já inchados de tesão. Eu urrei, um som gutural que nem parecia sair da minha garganta, enquanto minhas pernas se contorciam sob o peso dele. A Skol gelada escorria entre nossos corpos, misturando-se ao suor e ao gozo que já nos cobria como uma segunda pele. Ele era insaciável — mesmo depois de três gozadas, o pau dele pulsava contra minha coxa, duro como pedra, como se o corpo de quase sessenta anos dele tivesse a energia de um garoto de vinte.

"Olha só como esses peitinhos ficam durinhos pro teu velho", ele rosnou, beliscando um mamilo entre os dedos calejados até eu gemer. A dor se transformou em prazer quase imediatamente, um fogo líquido que desceu direto para minha buceta, já tão aberta e sensível que eu podia sentir o ar gelado do ar-condicionado passando por dentro. Ele riu quando me viu tremer, aquele riso rouco de fumante que me fazia molhar ainda mais. "Cadela no cio", ele cuspiu, enfiando dois dedos em minha boca enquanto continuava a chupar meus seios com a avidez de um homem faminto.

De repente, ele se puxou para trás, sentando-se na beirada da cama com as pernas abertas, seu pau imponente apontando para o teto como um obelisco de carne. "Vem aqui", ele ordenou, puxando-me pelos cabelos até eu ficar de joelhos entre suas pernas peludas. O cheiro dele era intoxicante — uma mistura de suor velho, cigarro e o ranço do nosso próprio sexo que deveria ser nojento, mas que só me deixava mais louca por ele. Eu lambi os lábios, sabendo o que ele queria, e então mergulhei de cabeça, engolindo seu pau até as bolas num único movimento.

A garrafa de Skol gelada roçou minha coxa antes de eu entender o que ele pretendia. "Pai, não—" minha voz quebrou quando o líquido dourado escorregou pelo meu peito e pingou entre minhas pernas abertas. O choque da cerveja gelada na minha buceta inchada fez meu corpo se contorcer num arco involuntário, os dedos se enterrando nos lençóis molhados. Ele riu — aquele riso rouco de fumante que me fazia molhar ainda mais — enquanto inclinava a garrafa novamente, deixando um fio frio cair direto no meu clitóris pulsante.

"Caralho!" Eu gritei, sentindo o álcool queimar na pele sensível enquanto minhas pernas tremiam como varas verdes. Ele não deu tempo para eu me adaptar — seus lábios quentes selaram-se sobre mim num segundo, sugando a cerveja misturada com meu líquido num movimento que fez meus olhos revirarem. A língua áspera dele raspou meu clitóris com uma precisão cruel, alternando entre sucções fortes e lambidas rápidas que me deixaram gemendo como uma cadela no cio. O contraste entre o gelado da bebida e o calor da boca dele era insuportável — deliciosamente insuportável.

Eu arquejei quando seus dedos calejados se juntaram à língua, abrindo-me ainda mais enquanto ele bebia de mim como um homem sedento no deserto. "Isso, deixa o teu velho matar a sede", ele rosnou contra minha pele, o bigode molhado roçando na minha coxa interna. Meus quadris sacudiram involuntariamente, tentando fugir daquela sensação avassaladora, mas suas mãos enormes me prenderam no lugar com uma força que deixaria marcas roxas. A mistura de cerveja e meu prazer escorria pelo meu ânus, pingando no lençol já manchado enquanto ele continuava a me devorar como se eu fosse seu último jantar.

Meus dedos afundaram naquele couro cabeludo suado e escasso, sentindo cada veia pulsante sob a pele enquanto ele mergulhava a língua em mim com a voracidade de um homem que acreditava estar criando vida entre minhas pernas. Seus grunhidos ecoavam contra minha carne, reverberando pelo meu útero como se ele já pudesse ouvir o eco de um futuro neto batendo em suas paredes. "Pai... pai..." eu gemia, não sabendo se pedia mais ou menos, só sabendo que aqueles lábios ásperos e a língua de fumante estavam escrevendo nosso destino nas minhas entranhas.

Ele levantou o rosto por um segundo, a barba por fazer raspando minha coxa interna, os olhos negros me encarando com uma mistura de posse e devoção que me fez tremer. "Vou te encher até transbordar, princesa", rosnou, cuspindo na minha buceta antes de voltar a lamber com uma intensidade que me fez arquear as costas. Eu sentia seus dentes roçando meus lábios inchados, sua respiração ofegante queimando minha pele, enquanto ele alternava entre chupadas brutais e lambidas de gatinho que me tiravam o fôlego.

Eu não avisei. Não deu tempo. Um grito gutural rasgou minha garganta quando o orgasmo me atingiu como um trem desgovernado, meu corpo arquejando violentamente contra a boca dele. Meus dedos se enterraram naquele couro cabeludo ralo enquanto jorrei na língua dele com uma força que me fez ver branco por segundos — pensei, sério, que ia morrer ali mesmo, desidratada pelo próprio tesão. "CARALHO, PAI!" Eu gritei, as coxas tremendo como asas de beija-flor, tentando fechar-se mas ele segurou aberta com aquelas mãos de pedreiro, bebendo cada onda como se eu fosse uma fonte no deserto.

Ele sorriu com os lábios melados de mim, o bigode molhado pingando no meu púbis. "Olha só que cachoeira, filha", zombou, esfregando o rosto entre minhas pernas como um gato se esfrega no dono. Eu ainda tremia, os espasmos pós-orgasmo fazendo meu útero pulsar como um coração separado, quando ele pegou meu queixo e forçou meus lábios contra os dele num beijo molhado. O gosto da minha própria lubrificação misturou-se ao da cerveja e ao ranço do cigarro na língua dele — eu engoli tudo, até as lágrimas salgadas que escorriam pelo meu rosto.

"Não acabou", ele rosnou contra minha boca, levantando-se com os joelhos rangendo. Seu pau parecia ainda mais monstruoso sob a luz amarela do abajur — veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhante de tanto me foder. Ele pegou minha nuca com uma mão e enfiou aquela rola até o fundo da minha garganta num movimento só, fazendo-me engasgar. Saliva escorreu pelo meu queixo quando ele começou a bombar, usando minha boca como uma vagabunda qualquer de esquina.

Teias de cuspe finas como renda se estendiam entre meus lábios inchados e a cabeça roxa do pau dele, rompendo-se quando ele recuava apenas para se reformarem quando ele enfiava novamente. A saliva escorria pelo meu queixo em riachos quentes, misturando-se às lágrimas que insistiam em cair - não de tristeza, mas do esforço de engolir aquela monstrosidade que rasgava minha garganta. Meus olhos ardiam, a visão turva pelas pálpebras inchadas, mas eu mantinha o olhar fixo naquele rosto cruel acima de mim, nos olhos negros que brilhavam com um prazer perverso.

"Engole, vagabunda", ele ordenou, enfiando mais fundo até eu sentir a cabeça do pau bater na campainha da minha garganta. Meu estômago se contraiu violentamente, tentando expulsar a intrusão, mas ele segurou minha nuca com força, impedindo que eu recuasse. As veias do meu pescoço saltavam sob a pele quando eu tentava respirar pelo nariz, o ar passando em assobio fino entre as narinas dilatadas.

Ele riu ao ver minha luta, um som rouco que vinha daquela barriga de cerveja, e começou a bombar com movimentos curtos e precisos, usando minha boca como se fosse apenas um buraco quente. O pau dele raspava no céu da minha boca, deixando um rastro de dor que eu saboreava como se fosse amor. Eu tentava acompanhar o ritmo, minha língua massageando o freio dele quando ele recuava, mas ele era implacável - cada empurrão mais brutal que o anterior, como se quisesse marcar minha garganta por dentro.

Os dedos dele se afrouxaram nos meus cabelos por um instante, tempo suficiente para eu engolir um pouco de ar misturado com o ranço do seu pau. Eu senti o movimento antes de ver — seu corpo curvando-se com aquela flexibilidade surpreendente para um homem de quase sessenta, o peito peludo roçando meu rosto enquanto ele pegava o maço de Carlton do chão. O papel amassado do maço sussurrou contra sua palma, o som familiar do cigarro sendo extraído como uma bala do pacote.

A chama do isqueiro iluminou seu rosto por um segundo — o bigode grisalho, os olhos afundados que me observavam com um misto de posse e indiferença. Ele puxou a primeira baforada profundamente, os pulmões velhos de fumante aceitando a nicotina como um velho amigo, antes de soltar a fumaça em meus olhos arregalados. Eu tossi, sentindo o ardor, mas mantive os lábios envoltos em seu pau, lambendo a veia saliente que pulsava sob minha língua.

"Continua, puta", ele ordenou entre os dentes que seguravam o cigarro, as palavras saindo enroladas pela fumaça. A mão livre dele voltou a se enroscar em meus cabelos, não mais como rédea, mas como um apoio para balancear o corpo enquanto fumava e me usava simultaneamente. Eu podia sentir o calor da brasa passando perto da minha nuca a cada movimento seu, o perigo do fogo tão próximo da pele me excitando de uma forma doentia.

Eu era uma menina safada e não tirava meus olhos dele, só piscava quando a fumaça do cigarro ardia, enquanto engolia a pica que me deu vida dezesseis anos antes. Meus cílios loiros batiam rapidamente contra as lágrimas que insistiam em escorrer, mas eu mantinha o olhar fixo naquele rosto envelhecido que conhecia melhor que o meu próprio. A cada bombada dele, eu via as veias do pescoço saltando, os músculos da mandíbula tensionando sob a pele marcada pelo sol e pelo cigarro. Meu pai. Meu deus. Meu algoz.

A brasa do Carlton tremeluzia na ponta de seus dedos amarelados enquanto ele fumava com a calma de quem assiste TV, apenas os olhos escuros revelando o prazer que sentia ao me ver engasgar com seu pau. "Engole tudo, princesa", ele ordenou entre baforadas, os dentes cerrados em torno do filtro enquanto me puxava pelos cabelos com força calculada. Eu obedecia, sentindo a cabeça inchada dele bater no fundo da minha garganta, desencadeando um reflexo que fazia minha boca se contrair involuntariamente em torno dele.

Ele gemeu baixo, um som rouco que vinha da barriga, e eu sabia que estava perto. Meus dedos se enterraram nas coxas peludas dele, sentindo os músculos endurecidos sob a pele marcada por varizes. Dez anos atrás, essas mesmas pernas corriam atrás de mim no parque, fingindo ser um monstro para me fazer rir. Agora elas tremiam de tesão enquanto eu chupava o homem que ele se tornara — um predador com meu cheiro impregnado na pele.

Papai estremeceu antes do primeiro jato quente que inundou minha garganta e a porra quente se agarrou na minha campainha, me fazendo engasgar violentamente. Minhas narinas arderam com a mistura de sêmen e saliva que tentava subir pelo nariz enquanto eu lutava para engolir. Seus dedos se enterraram no meu couro cabeludo, mantendo-me presa enquanto meu corpo se contorcia em protesto involuntário. "Engole, putinha", ele rosnou acima de mim, a voz embargada pelo prazer enquanto os músculos das coxas tremiam contra meus braços.

O segundo jato veio mais forte, atingindo direto o fundo da garganta com a precisão de um tiro. Eu senti o líquido espesso escorrendo pelas paredes da minha traqueia, quente demais, salgado demais, pai demais. Meus olhos arderam quando tentaram fechar, mas ele puxou meus cabelos com força, forçando-me a manter contato visual enquanto me afogava nele. O terceiro jato foi o pior — menos volumoso, mas mais concentrado, grudando nas minhas amígdalas como cola quente enquanto eu tossia contra o pau dele.

Eu mal tinha engolido o primeiro jato quando ele enfiou o pau de volta com um empurrão brutal que fez minha garganta se contrair em protesto involuntário. Meus olhos arderam com novas lágrimas quando senti a cabeça inchada dele raspar nas paredes sensíveis da minha faringe, o movimento áspero deixando um rastro de dor que pulsava em sincronia com meu coração acelerado. Ele não deu tempo para eu recuperar o fôlego — começou a bombar novamente com movimentos curtos e brutais, usando minha garganta como se fosse apenas um buraco quente para aliviar seus desejos.

A brasa do Carlton tremeluzia na ponta de seus dedos enquanto ele fumava com a calma de um homem assistindo TV, apenas os olhos escuros revelando o prazer sádico que sentia ao me ver engasgar. Fumaça escapava pelos cantos de sua boca enquanto ele me observava como um caçador admira sua presa presa na armadilha — com uma mistura de satisfação e curiosidade mórbida. "Olha só como tu fica bonita assim, filha", ele rosnou entre baforadas, os dentes amarelados aparecendo sob o bigode grisalho quando sorriu.

Meus dedos se enterraram nas coxas peludas dele, sentindo os músculos endurecidos sob a pele marcada por varizes enquanto eu tentava me ancorar à realidade. A saliva escorria em fios prateados entre meus lábios inchados e o pau dele, rompendo-se a cada bombada apenas para se reformar quando ele recuava. Eu sentia cada veia saliente do membro pulsando contra minha língua, cada rugosidade da pele enrugada na base, cada fio de pelo pubiano que roçava meu nariz — detalhes que deveriam ser nojentos, mas que só me excitavam mais.

O gosto inundou minha língua como maré alta - aquela mistura de sal amargo e cloro que já conhecia tão bem, mas que sempre me pegava de surpresa pela intensidade. O primeiro jato atingiu o fundo da garganta com a força de um soco, fazendo meus olhos arregalarem enquanto o líquido quente grudava nas paredes da minha faringe como cola. Meu reflexo engolir veio antes que eu pudesse pensar, a garganta se contraindo em ondas involuntárias enquanto tentava processar o volume.

Ele gemeu acima de mim, um som gutural que vinha das profundezas daquela barriga de cerveja, os dedos enrijecidos nos meus cabelos como garras. "Toma tudo, sua cadela", rosnou entre dentes cerrados, o bigode grisalho tremendo com a tensão. Sentia cada pulso do pau dele na minha língua, cada veia saliente batendo contra meu palato mole enquanto novas cordas de porra pintavam minha garganta de branco.

O segundo jato veio mais espesso, quase gelatinoso, escorrendo devagar pela minha língua antes de eu engolir com um estremecimento. Meu nariz queimava com o cheiro acre dele, tão íntimo e tão estranho ao mesmo tempo - aquele perfume de macho envelhecido que agora fazia parte do meu DNA. Saliva misturada com sêmen escorria pelos cantos da minha boca, pingando no meu queixo e depois nos pelos do peito dele, criando fios prateados que se estendiam e se rompiam a cada movimento.

A cama rangia sob nossos corpos colados, um som familiar que já fazia parte da nossa sinfonia particular. Ele me puxou contra seu peito peludo e suado, nossas pernas se enroscando como raízes de árvores velhas, num emaranhado que não distinguia onde ele terminava e eu começava. Meus lábios ainda tremiam do esforço de engolir ele inteiro, mas agora ele os cobria com os seus, lambendo os cantos da minha boca onde seu sêmen tinha escorrido.

"Tá sentindo o gosto do teu pai na tua própria boca, né, filha?" ele rosnou contra meus lábios, a voz rouca da fumaça e do sexo. Sua língua invadiu minha boca com a mesma possessividade com que seu pau tinha invadido minha garganta minutos antes, revirando cada cantinho como se quisesse recolher cada gota perdida de si mesmo. Eu gemi quando senti o gosto salgado-amargo da nossa mistura - cerveja, cigarro, porra e algo inconfundivelmente dele - inundando meus sentidos novamente.

Ele riu baixo, um som que vibrou contra meu peito, quando meu corpo tremeu involuntariamente. Suas mãos ásperas desceram pelas minhas costas suadas, marcando trilhas de fogo na pele sensível, até agarrar minha bunda com força suficiente para deixar os dedos brancos. "Você fica tão bonita assim, toda marcada pelo teu velho", murmurou, esfregando o nariz no meu pescoço enquanto inalava profundamente. Eu sabia o que ele estava cheirando - o perfume podre do nosso pecado, a mistura dos nossos fluidos secando na pele, o ranço do sexo que já impregnava os lençóis baratos.

Adormecemos.

O apartamento cheirava a sexo velho e cerveja derramada quando acordei com seus dedos ásperos traçando círculos na minha barriga. "Bom dia, noiva", ele rosnou, a voz ainda embargada pelo sono e pelo uísque da noite anterior. Noiva. A palavra ecoou na minha cabeça como um sino de igreja profanada. Eu sorri contra o peito peludo dele, sentindo os pelos grisalhos roçarem meus lábios inchados. Era verdade - eu tinha decidido. Não seria apenas a puta do meu pai. Seria sua esposa, a mãe de seus filhos, a dona de casa que o esperava com as pernas abertas depois do trabalho.

Ele riu quando sentiu meu corpo tremer de excitação, os dedos dele descendo sem pressa até minha buceta ainda inchada da noite passada. "Já tá molhadinha de novo, sua cadela?", ele perguntou, enfiando dois dedos sem aviso. Eu arquejei, sentindo a dor deliciosa da penetração, a carne sensível protestando enquanto se abria para ele mais uma vez. Seria assim todas as manhãs agora, sempre que minha mãe estivesse viajando - seu pau duro contra minha coxa, seus dedos explorando meu corpo como se fosse território dele. Eu sendo sua esposa. Eu sendo sua puta. Eu sendo uma cadela nos braços do meu pai. E era.

"Quero engravidar hoje", eu sussurrei contra o pescoço dele, lambendo o suor salgado que acumulava na covinha acima da clavícula. Ele parou os movimentos por um segundo, os dedos ainda enterrados em mim, e eu vi seus olhos escuros brilharem com algo além de desejo - orgulho, posse, uma espécie de amor perverso que só nós dois entendíamos. "Sua puta maluca", ele murmurou, mas o sorriso nos lábios dele era mais doce do que deveria ser.

Aguarde o próximo relato deste incesto delicioso entre eu e meu pai.

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Comentários

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Eita que o negócio foi brutal. Depois disso tudo essa garota vai precisar de uma semana para descansar kkk

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Quase 10 anos de ausência. Voltou com uma tensa e intensa história de incesto pai/filha. . Vamos ver como será o próximo capítulo dessa violenta foda.

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Poxa, tanta putaria e no cuzinho nada??? Ficou incompleto.. Bj.

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