O Coroa Chaveiro e o Marido Corno Manso

Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1763 palavras
Data: 24/04/2026 21:09:44

Eu e Larissa somos casados há uns seis anos, temos 36 e 34 anos e gostamos de sair e aproveitar a vida. Desde novo sempre tive o desejo de ver minha namorada com outro homem, gosto de ser corno discreto, na encolha.

Quando conheci Larissa, eu já sabia que ela gostava de sexo e novas experiências onde eu assisto ou participo de alguma maneira. Somos um casal bem padrão, cuidamos da saúde e aparência, saímos com amigos e familiares e temos nossa vida profissional. Vivemos algumas aventuras com pessoas do nosso estilo, até que percebi que ela curtia mesmo homens mais velhos e rústicos, magrelos e que não se preocupassem muito com a aparência. Eu estava a procura de um tipo assim, até que um dia eu cheguei no prédio e encontrei com um tipo no elevador que cabia na descrição: devia ter uns cinquenta e oito anos, mestiço de pele mais clara um pouco, cabelo e cavanhaque grisalhos e muito magro e alto. Notei que ele era algum prestador de serviço e puxei assunto. Ele era chaveiro e ia fazer um serviço no prédio. Inventei na hora um problema e pedi que passasse depois no meu apartamento.

- Larissa, encontrei um homem que você vai gostar! Quer me fazer de corninho agora, de improviso? Ele não sabe! Quero ver minha esposinha curtindo aproveitando outro macho, vamos?

- Claro, Adriano, estou sempre pronta, você sabe! Estou aqui no quarto com tesão acumulado!

- Então coloca uma roupa bem curta e fica na cama, logo ele chega! Vai ser uma surpresa, daquelas que a gente costuma fazer, ele é um coroa, você vai amar! - falei. O rosto lindo dela se iluminou. Colocou uma camiseta comprida e deitou sem calcinha na cama. As coxas grossas e torneadas e os bicos dos seios apontando na camiseta, já mexiam com o desejo de qualquer macho.

A campainha tocou. Com uma mochila de ferramentas na mão, meio encurvado e sério, ele entrou. Inventei que o serviço era na fechadura do quarto. Ofereci água, indiquei onde era o quarto e pedi que se adiantasse enquanto eu pegava a água. Quando cheguei, ele a olhava: ela estava deitada de lado na cama, de costas para a porta. A bunda de fora e a buceta aparecendo entre as pernas, era uma visão maravilhosa! Sem graça, mas ainda sério, ele bebeu a água. Fui levar o copo e quando voltei minha mulher tinha se virado e cumprimentado ele. Ela sentou na cama com as pernas deliciosamente abertas e riu para ele.

- Que isso moça?

- Isso o quê? Não se preocupe… você vai consertar a porta? - ela falou. Eu estava ao lado dele e percebi seu interesse e nervosismo ao mesmo tempo.

- Antônio, esta é minha mulherzinha! Gostosa, né! Tem um fogo grande, por isso fica assim em casa!

- Adriano, não fala assim, eu fico com mais tesão ainda! - ela falou com voz melosa e alisando as pernas.

Antônio foi para a sala e eu fui atrás. Perguntei se ele não ia fazer o serviço e ele me olhou desconfiado. Fui direto ao assunto. Falei que minha mulher era fogosa e que eu não me incomodava de satisfazer seu tesão, desde que fosse na minha frente. Fiz questão de frisar como era gostosa, que tinha um corpo maravilhoso e uma bucetinha quente e gulosa. Ele coçou a cabeça e ajeitou o pau, que parecia ser enorme. Como vi que ele não usava aliança, perguntei se ele era casado. Antônio respondeu que era viúvo há cinco anos e desde então não teve nenhuma mulher. Pronto! Estava tudo certo agora.

- Vamos lá, acho que você precisa descarregar, né! Ainda bem que encontrou a gente! - falei e tirei a mochila da mão dele. Antônio disse que estava meio suado e falei que não seria problema, que ela gostava do cheiro natural de macho. Entramos no quarto e Lari estava nua, no meio da cama.

Deitei ao seu lado. Dei um beijo e brinquei com meus dedos na sua xotinha quente e molhada. Ela se levantou e foi na direção do chaveiro, que parecia hipnotizado com uma mulher tão gostosa se oferecendo. O volume na calça jeans era bem grande! Minha putinha se aproximou dele e começou a abrir sua camisa. Larissa encostou o rosto no peito magro, com mamilos escuros rodeados de pelos. O homem suspirava. Como era muito alto, ficou meio desajeitado ao abraçá-la. Ela sentou na cama e puxou ele. Abriu o cinto, tirou sua calça e abaixou devagar a cueca que era bem usada, aparecendo muitos pentelhos e o pau grande e grosso. Minha mulher ficou admirada e eu senti o tesão dela, que foi se deitando na cama e puxando ele. Vendo aquele homem maduro e alto, deitando em cima dela, cheguei mais perto. Ele chupou seus peitos, a sede começava a aflorar nele, o tesão de mais de cinco anos começou acordar. Antônio apertava e mordia com desejo, chupava e lambia seus mamilos. Larissa se contorcia, alisando as costas e os cabelos encaracolados dele. Ela o empurrou para baixo e ele começou a chupá-la. Eu estava louco vendo ele com a cara enfiada na sua buceta. Tinha hora que ele afastava a cabeça, abria com as mãos e eu via sua língua enorme e larga percorrer tudo. Lari dava gritinhos abafados e Antônio parecia matar sua fome! De novo, ele abriu e começou a lamber de baixo para cima, como se fosse um doce e parava com a ponta da língua em seu clitóris, chupando em seguida. As mãos grandes e marcadas pelo trabalho, contrastavam com a pele lisa e tenra da minha esposa. Seus dedos eram enormes, proporcionais ao seu pau, que eu vi balançar duro quando se movia. Ela já tinha tido alguns orgasmos e ele parecia beber seu néctar a cada linguada!

Me aproximei e fiquei ao lado dela, beijei sua boca e olhei com cumplicidade. Ela demonstrou estar feliz com aquele macho rústico, de mãos grandes e ásperas. Depois de uma lambida profunda ele se agitou para penetrá-la. Larissa beijou sua boca, esfregando seu rosto no cavanhaque másculo e grisalho dele. Um pouco desajeitado, Antônio segurava um seio e sua nuca, enfiando sua língua na boca suave e quente da minha puta. Meu pau estava estourando! Ele foi se ajeitando para penetrá-la. O pau grande e cabeçudo deslizou por sua fenda e fui para perto para ver. Sentia o cheiro de desodorante dele, misturado com cheiro de roupa usada. Ela adorava!

- Mete, Antônio, sente o calor desta buceta! - falei vendo de perto a cena. Ela gemia e apertava suas costas.

O pau começou a entrar e vi sua bucetinha se alargando no entorno daquele membro grosso e duro. Ele foi penetrando devagar e sem parar, até seus vastos pentelhos encostarem nos dela! Vendo aquele maduro magrelo deitado sobre seu corpo pequeno e tesudo e todo dentro dela, meu deu mais tesão! Ele começou a meter e tirar, seu saco pesado balançava naquele ritmo frenético. Experiente, ele estava relembrando o sexo e matando seu desejo em um corpo jovem e gostoso. As estocadas eram firmes e ele enfiava até o final. Larissa virava os olhos e eu via suas contrações de prazer e gozo. Não aguentei mais, eu também tinha que participar. Antônio tirou o pau melado de dentro dela e ficou de pé. O peito magro e a barriga chapada, se movimentavam na respiração forte. Olhei e vi a xota dela inchada de tesão. Fizemos um meia nove, eu fiquei por baixo, com a cabeça quase fora da cama. O homem entendeu e permaneceu em pé e veio por trás dela. Larissa estava de quatro, comigo por baixo e eu a lambi e abri para que ele a penetrasse. Vi de perto o membro dele entrar cada centímetro e senti as bolas batendo em mim. Ele segurava ela pela cintura e socava em sua xota como um cavalo em uma égua no cio. Larissa gemia! Os gemidos dela e os grunhidos dele, aumentavam junto com o barulho do corpo dele no dela. Agora, ele metia sem parar, rapidamente e com força, do jeito que ela gostava, provocando o orgasmo dos dois. Meu rosto já estava melado do néctar deles e senti que iam gozar. O homem apertou mais seu corpo, enfiou o pau todo e ficou parado, bombeando jatos e jatos de esperma do saco grande direto para a buceta gulosa e sedenta. Ela contraía seu corpo enquanto ambos gozavam. De baixo, eu via as contrações deles até o final. Ele parou e continuou dentro dela, respirando profundamente. Eu estava quase gozando, mas para mim ainda não tinha terminado. O macho começou a tirar o pau e eu falei para tirar bem devagar. Vi cada centímetro melado saindo, até a cabeça roxa sair e esbarrar no meu rosto, deixando um rastro melado. Em seguida, levantei um pouco a cabeça e coloquei a língua para fora e veio uma enxurrada de sêmen. Senti o gosto salgado, o cheiro forte e a textura um pouco rala do gozo de Antônio, que não foi pouco!

- Limpa tudo, meu corno, faz seu trabalho, vai! - ordenou. Limpei tudo o que consegui, escorrendo um pouco pelo meu queixo. - É salgadinha? Fala meu corno! - perguntou Lari, com voz de cansaço. Respondi que ainda estava quente e era salgada de textura um pouco rala. Ela riu e disse que estava toda dolorida.

Levantei e vi Antônio no banheiro, limpando o pau na toalha de rosto. Ele olhou para mim e foi se vestir. Perguntei se tinha gostado.

- Gostei, rapaz, sua mulher é uma puta fogosa, eu nunca dividiria com outro macho, mas tu é viado, né, então… só não curto viado, não, nem venha.

- Não sou viado, cara, sou corno, o corno dela. Eu que cuido dela depois, faço o que ela quer! Ela está toda dolorida das estocadas da sua pica grande, eu vou cuidar dela…

- Então tá, cuida da machucada que eu dei nela, já que tu é corno! E se depender de mim, vai continuar sendo. Fim de semana ou volto e quero dormir com ela e você dorme no chão. - falou do mesmo jeito sério.

- Antônio, se ela mandar, o corno aqui dorme.

Ele foi embora. Larissa me chamou para colocar compressa morna para aliviar seu corpo. Depois deixou eu meter, dizendo que meu pauzinho não ia incomodar. Gozei muito!

Antônio voltou algumas vezes e quando ele vem, eu limpo todo o esperma dele e durmo no chão, ao lado do sapato do macho, sentindo cheiro de pé suado e ouvindo a cama ranger, como ela manda.

***

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 131Seguidores: 138Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

Comentários

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Uma vez trouxemos um "marido de aluguel" para resolver uns problemas, ele era dotadíssimo, ela mamou ele no box, ele comeu ela em nossa cama, e depois me comeu, depois de gozar nela e eu limpar os dois. Repetimos anos mais tarde, com um serralheiro que veio instalar um portão, também dotado, mas que ela só mamou, e deixou o macho pra mim. Delícia!

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Vcs formam um casal que sabem aproveitar o melhor so sexo! SAber que a esposa está tendo prazer clm outro homem é o desejo de muitos!

Obrigado pelo comentário!

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