Meu desejo: a quero só pra mim
Meu nome é Ricardo. Tenho 42 anos, sou divorciado há quatro, dono de uma empresa que me dá dinheiro suficiente pra não precisar de ninguém… mas que me deixa vazio pra caralho. Eu já tive mulheres. Muitas. Jovens, maduras, casadas, solteiras. Todas me davam o corpo, o gemido, a porra na boca. Mas nenhuma nunca me deu o que a Mariana me deu desde o primeiro segundo em que eu bati o olho nela naquele shopping.
Ela estava na loja de doces com as crianças. Cabelo solto, corpo de mulher que pariu dois filhos e ainda consegue deixar qualquer homem com o pau latejando só de andar. Calça jeans justa marcando a bunda empinada, blusa que deixava os seios cheios e firmes desenhados. Sorriso de mãe carinhosa, mas tinha um fogo nos olhos que só quem come muita buceta sabe reconhecer. Eu me aproximei fingindo conversa com os sobrinhos dela (na verdade, eram os meus, mas ela não sabia). Quando apertei a mão dela, senti o calor subir direto pro meu pau. Deixei o guardanapo com meu número e o “Me liga”. Ela corou. Eu sorri por dentro. Já sabia: aquela ali era casada, mas a buceta dela tava pedindo pau de verdade.
Ela ligou. E eu soube, na primeira conversa, que ela era diferente. Casada com o Eduardo há dezoito anos, mãe dedicada, mas com uma fome que o marido não conseguia mais matar sozinho. Ela confessou as fantasias enquanto eu imaginava ela de quatro pra mim. Quando marcamos o café, eu já estava duro só de pensar em comer aquela mulher casada.
O primeiro beijo no carro foi fome pura. Minha mão subiu pela coxa dela, por baixo da saia, e senti a calcinha encharcada. Apertei a buceta dela por cima do tecido e gemi contra a boca dela:
— Caralho, Mariana… você tá pingando pra mim já.
Ela segurou meu rosto, olhos enevoados de tesão, e respondeu ofegante:
— Eu sou casada… mas minha buceta não sabe disso agora. Ela quer você.
Naquele momento eu soube. Não era só desejo. Era mais. Eu queria ela inteira. Queria foder ela até ela esquecer o nome do marido. Queria ver ela gozar gritando o meu nome enquanto o Eduardo esperava em casa com o pau na mão. Mas também queria acordar com ela ao meu lado, queria ela me chamando de “amor” enquanto eu gozava fundo sem camisinha, queria plantar um filho nela e vê-la com a barriga crescendo sabendo que era meu.
No cinema eu dedei ela no escuro, dois dedos entrando e saindo devagar enquanto ela mordia meu ombro pra não gemer alto. Depois, no meu apartamento, na sacada, eu a comi com a boca ali mesmo, ao ar livre. Língua girando no clitóris, dois dedos fodendo fundo. Ela gozou tremendo, segurando meu cabelo, gemendo meu nome alto o suficiente pra rua inteira ouvir.
— Quero você dentro de mim — implorou.
Eu a carreguei pro quarto, coloquei ela de quatro, abri aquela bunda gostosa e cuspi na buceta antes de enfiar tudo de uma vez.
— Isso… toma esse pau, Mariana. Toma o pau do homem que vai te foder enquanto seu marido espera em casa.
Eu meti com força, segurando os quadris dela, batendo fundo. Ela gritava:
— Mais forte… me arromba… me usa como você quiser!
Eu gozei dentro dela, jorrando quente, enchendo aquela buceta casada. E quando ela deitou no meu peito, suada, com minha porra escorrendo pelas coxas, eu passei a mão no cabelo dela e pensei: “Essa mulher é minha. Eu vou tirar ela dele.”
Porque eu amo a Mariana.
Amo o jeito que ela rebola quando tá por cima. Amo como ela me olha enquanto chupa meu pau até o fundo da garganta, babando, olhos lacrimejando, mas nunca para. Amo o cheiro dela depois de gozar, amo o gosto da buceta dela misturado com minha porra. Amo como ela é mãe dedicada, esposa carinhosa… e ao mesmo tempo a puta mais safada que já conheci. Ela volta pra casa cheia de mim, conta tudo pro marido e ainda assim volta pra mim pedindo mais.
Eu quero ela só pra mim porque nenhum outro homem merece isso. O Eduardo pode ser o marido perfeito, o pai das crianças, o cara que divide a vida com ela. Mas eu sou o que faz ela tremer, o que faz ela gozar só com o pau no cu, o que faz ela dizer “eu te amo” enquanto eu encho ela de porra.
Eu quero ela inteira. Quero acordar com ela chupando meu pau toda manhã. Quero foder ela na nossa cama, na nossa sacada, na nossa vida. Quero que ela pare de tomar remédio e me dê um filho meu. Quero que ela diga pro Eduardo que acabou, que a buceta dela agora tem dono.
Naquela primeira noite, depois de gozar dentro dela pela segunda vez, eu segurei o rosto dela e falei baixinho, olhando nos olhos:
— Você é minha agora, Mariana. Não é mais dele. Eu te amo pra caralho… e eu vou te roubar dele. Devagar. Dia após dia. Até você não conseguir mais voltar.
Ela sorriu, mordendo o lábio, ainda sentindo meu pau latejando dentro dela.
E eu soube que era só questão de tempo.
Parte 2
A primeira noite
Eu estava andando de um lado pro outro no apartamento, coração martelando no peito como se fosse explodir. O relógio marcava quase meia-noite e cada segundo que passava era uma facada. Eu sabia que ela tinha saído de casa depois de contar pro Eduardo tudo o que eu tinha feito com ela mais cedo. Sabia que o filho da puta tava em casa, pau duro, ouvindo cada detalhe enquanto comia a buceta que ainda tinha minha porra dentro. O ciúme me consumia vivo. Ele tinha ela todos os dias. Os beijos de boa-noite, os filhos correndo pra chamar “pai”, a cama que eles dividiam há dezoito anos. Eu? Eu tinha só roubos. Horas roubadas. E mesmo assim… eu a queria mais do que tudo na vida.
Quando a porta abriu, o cheiro dela me acertou como um soco: sexo, suor, perfume misturado com o cheiro dele. Mariana entrou com as pernas bambas, cabelo bagunçado, olhos brilhando de tesão e culpa. Eu não aguentei. Prensei ela contra a parede do corredor com força, quase com raiva, e enfiei a mão por baixo da saia. A calcinha tava destruída, melada da porra que eu tinha enchido ela mais cedo — e talvez da dele também. Meu sangue ferveu.
— Olha pra você… voltou cheirando a ele — rosnei no ouvido dela, voz tremendo de ciúme e desejo. Enfiei três dedos fundo na buceta escorregadia, sentindo ela pulsar. — Ele te comeu, né? Te comeu sabendo que você ainda tava cheia de mim. Diz pra mim, Mariana. Diz que ele te fodeu pensando que você era dele… enquanto você ainda sentia meu pau te rasgando.
Ela gemeu alto, empinando a bunda contra minha mão, lágrimas de prazer nos olhos:
— Ele me comeu… me virou de bruços no sofá… me fodeu sabendo que você tinha acabado de me encher… eu gozei gritando seu nome, Ricardo… mas ele gozou dentro achando que ainda era só dele…
Aquelas palavras me destruíram e me deixaram mais duro do que nunca. Eu odiava ele. Odiava que ele tinha o direito de tocar nela quando quisesse. Odiava que ela ainda voltava pra ele. Mas isso só me fazia querer destruir ela de prazer, marcar ela tão fundo que o Eduardo nunca mais conseguisse apagar meu cheiro.
Eu a arrastei pro quarto, joguei na cama e caí de boca na buceta dela como um animal faminto. Chupei tudo — minha porra, o gosto dele, o gosto dela — língua girando no clitóris inchado enquanto eu enfiava dois dedos no cu. Ela gritava, unhas cravadas no meu cabelo, corpo convulsionando:
— Isso… chupa sua puta casada… me come enquanto ele tá em casa sofrendo…
Eu levantei, virei ela de quatro e enfiei o pau todo de uma vez, estocando com raiva, com amor, com ciúme puro:
— Grita pra mim, porra! Diz que essa buceta não é mais dele! Diz que você quer passar a noite inteira aqui porque eu te fodo melhor do que ele nunca vai conseguir!
Ela rebolava contra mim, voz quebrada, chorando de tesão:
— É sua! Toda sua! Eu não volto pra casa hoje… quero acordar com seu pau na minha garganta… me arromba, Ricardo… me fode até eu esquecer que sou casada com ele!
Eu meti sem piedade. Troquei de buraco, fodi a buceta, fodi o cu fundo, fiz ela gozar quatro vezes seguidas enquanto eu sussurrava no ouvido dela, voz rouca de emoção:
— Eu te amo, Mariana. Eu te amo pra caralho. Amo você inteira — a mãe, a esposa, a vadia safada que geme meu nome enquanto o marido espera em casa. Mas eu odeio ele. Odeio que ele te tem todo dia. Odeio que seus filhos chamam ele de pai. Odeio que ele te beija quando você chega em casa. Eu quero te roubar. Quero que você acorde do meu lado todo dia. Quero te encher de porra sem camisinha até você parar de tomar remédio e carregar um filho meu na barriga. Eu quero te ver dizer pra ele que acabou. Que seu corpo, seu coração, sua buceta… agora têm dono.
Ela gozou de novo, apertando meu pau no cu, soluçando de prazer e culpa:
— Eu te amo também… eu te amo mais do que consigo admitir… mas ainda não consigo deixar ele… ainda não…
Eu gozei rugindo, jorrando fundo no cu dela, enchendo ela até escorrer pelas coxas. Depois abracei ela forte, suado, colado, coração batendo contra as costas dela. O ciúme ainda queimava, mas o amor era maior. Eu a virei, segurei o rosto dela e olhei nos olhos molhados:
— Eu sei que você ainda ama ele. Eu sei que você volta pra casa e beija os filhos e finge que nada mudou. Mas cada vez que você volta pra mim, você fica menos dele. Eu sinto isso. Seu corpo já escolheu. Seu cu aperta meu pau como se soubesse que eu sou o dono. Eu vou esperar, amor… mas eu vou te pressionar. Vou te foder até você não conseguir mais mentir pra si mesma.
A noite inteira foi guerra e amor. No chuveiro eu comi ela contra o vidro, mordendo o pescoço, deixando marcas que o Eduardo ia ver. Na cozinha, debruçada na pia, eu arrombava o cu dela enquanto ela gemia que queria ficar pra sempre. No sofá, ela me chupava olhando nos meus olhos, babando, engolindo tudo como se pedisse perdão pelo ciúme que eu sentia.
De manhã, quando ela se vestiu pra ir embora, eu fiquei na porta vendo ela arrumar o cabelo, esconder os chupões com a blusa. Meu peito doía. Ciúme puro, cru, insuportável. Ela ia voltar pra casa, abraçar os filhos, beijar o marido, dormir na cama dele com minha porra ainda dentro.
Eu a puxei pela cintura, beijei ela com fome desesperada e sussurrei contra a boca:
— Vai. Volta pra ele hoje. Mas sabe que toda vez que ele te tocar, você vai pensar em mim. E da próxima vez… você não volta tão cedo. Eu te amo demais pra te dividir pra sempre, Mariana. Um dia você vai escolher. E vai ser eu.
Ela saiu tremendo, pernas fracas, buceta e cu latejando. Eu fechei a porta e encostei a testa na madeira, coração apertado.
Eu a amo. Amo tanto que dói. Amo tanto que o ciúme me deixa louco. E eu vou ter ela só pra mim… nem que eu precise destruir tudo que ela tem com ele.