Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua parte 6

Um conto erótico de Paulim
Categoria: Heterossexual
Contém 2324 palavras
Data: 25/04/2026 03:33:40
Última revisão: 25/04/2026 03:54:19

A noite naquele mesmo dia.

Tem um churrasquinho aqui perto de casa que gostamos de ir quando estamos com preguiça de fazer comida. Kelly me chamou para jantar lá. Gostei da ideia e a gente se arrumou para ir. Passamos pela sala e o Maranhão estava assistindo a um filme.

​Eu: — Maranhão, estamos saindo. Daqui a pouco a gente volta.

Maranhão: — Tudo bem, Sr. Paulo. Divirtam-se.

​Kelly mandou um beijo e saímos. No meio do caminho, perguntei se ela queria chamá-lo; ela disse que não, que quando a gente voltasse, ela traria uma marmita para ele. Concordei com a cabeça e seguimos.

​Foi muito bom o passeio, como sempre. Jantamos, bebemos um pouco, sentamos na pracinha e namoramos no banco como no início do relacionamento. Esquecemos de tudo e de todos; foi uma noite bem agradável.

​Voltamos para casa e, assim que ela coloca a chave na porta, ela para e diz:

Kelly: — Puta merda, a marmita do Maranhão!

Eu: — Já era, não deve ter mais nada aberto a esta hora.

Kelly: — Nossa, que burra eu sou.

​Entramos e o Maranhão continuava assistindo ao filme.

Kelly: — Maranhão, meu bem, eu iria trazer uma marmita para o senhor, mas acabei esquecendo.

Maranhão: — Tudo bem, minha filha. Já passei dias sem comer; para ter esse corpinho aqui não é fácil, não! kkkk.

Kelly: — Meu Deus, que horror. Eu preparo alguma coisa para você.

Maranhão: — Não, minha filha, tudo bem. Você não tem obrigação nenhuma. Estou sem fome; qualquer coisa eu frito um ovo e como com arroz. Acredite, é um banquete para mim.

​Enquanto eles conversavam, eu vou direto para o banheiro; precisava de um banho demorado. Enquanto me banhava, distraído, sinto uma mão nas minhas costas. Até me assustei na hora, mas quando olho e vejo aquele sorriso lindo, aquele corpo esculpido por Deus, nu na minha frente, não existe alma no mundo que resista. Puxei-a pelos braços e nos beijamos debaixo do chuveiro. Puxei uma das pernas dela para cima, dobrada de lado na minha cintura. Meu pau subiu e já senti o calor da buceta carnuda dela. Ela sentiu meu pau e começou com um movimento de vai e vem bem coreografado; parecia uma dançarina. É lindo de se ver. Desci minha mão até a bunda dela e apertei bem forte; ela soltou um gemido gostoso enquanto mordia os meus lábios. Não consegui resistir, virei-a de costas para mim e, com as mãos dela na parede, enfiei meu pau por trás, que entrou facinho. Deslizou para dentro.

​Kelly: — Isso, meu amor, mete!

​Soquei forte nela. Ela, forçando a bunda para trás, ficou inclinada para frente com as pernas esticadas; ela rebolava no meu pau como uma cachorra no cio. Voltamos à posição inicial e levantei uma perna dela. Enquanto eu a segurava, eu metia, e ela olhava no fundo dos meus olhos, toda molhada embaixo do chuveiro. Linda demais a expressão dela olhando para mim. Depois de uns 10 minutos, disse que iria gozar.

​Kelly: — Amor, espera. Não goza agora. Vamos para a cama.

​Eu apenas obedeci. Saí primeiro e olhei para o lado da sala; estava tudo escuro. Acho que o Maranhão já tinha ido dormir. Caguei para o Maranhão e fui para o quarto esperar minha cavala. Depois de uns minutos ela chega; o perfume dela dominou o quarto. A pele macia, o cabelo molhado, o corpo brilhando e perfumado... ela estava apenas de calcinha. Eu apenas admirava. Ela foi chegando devagar, sensualizando. Eu sentei na ponta da cama, ela ficou em pé na minha frente e nos beijamos.

​Kelly: — Obrigada pelo presente, amor. Eu amei.

​Kelly foi subindo na cama, ficando de quatro e revelando aquela calcinha com a argola certinha no cu dela. Entre a argola, estava o vibrador de 12 cm enfiado no seu cu. Ela sorriu para mim mordendo os lábios e rebolou aquela bunda maravilhosa. Ela pegou uma garrafinha com óleo e jogou na bunda; eu fui passando o óleo, apertando, abrindo e fechando, hipnotizado naquele rabo. Eu parei e observei aquela bunda brilhando só para mim; não resisti. Tirei devagar o vibrador do cu dela e meti o meu pau inteiro.

​Kelly: — Ai, caralho! Isso, mete!

​Bombei com força naquele cu gostoso; batia, puxava os cabelos dela. Ela sorria pedindo mais e eu a beijava por trás enquanto metia. Parece que a argola foi feita para o meu pau, cabia certinho. Fui metendo e ela empurrando a bunda para trás. Ela pediu para eu deitar, que ela iria sentar. A posição preferida dela: sentar em cima do meu pau e subir e descer com força. Era o meu ponto fraco.

​Eu: — Já sabe, né!?

Kelly: — Segura, amor, por favor.

​Deitei na cama e ela subiu em cima de mim. Comigo entre as pernas dela, ela ficou em pé, com as mãos na cintura, olhando para baixo e esperando eu posicionar meu pau para cima. Ela segura a base do meu pau, senta com a buceta até o fundo, sobe e desce; depois tira, coloca no cu e faz a mesma coisa.

​Eu: — Caralho!

​Ela enfia meu pau todo na buceta dela e começa igual a uma louca no cio, subindo e descendo muito forte. A cama fazia muito barulho, parecia que iria quebrar a qualquer momento. Com certeza o Maranhão estava escutando. Acho que não existe homem que dure muito tempo naquela situação.

​Eu: — Amor, vou gozar.

Kelly (com a voz trêmula): — Segura, por favor! Resiste, não vou parar.

Eu: — Não consigo, vou gozar!

​Não resisti. Gozei dentro da buceta dela. Eu gozando e ela pulando no meu pau.

Kelly: — Resiste, Paulo!

​Já era. Gozei e meu pau começou a amolecer. Ela ainda tentou segurar na base para ver se ele permanecia ereto, mas não deu. Ela parou de pular, respirando fundo, cansada, e ficou esfregando a buceta com meu pau mole lá dentro por alguns segundos.

Kelly (bem manhosa): — Que droga, amor.

​Deitou sobre mim e me beijou.

Kelly: — Te amo.

Eu: — Desculpa, amor, não resisti. É teste para poucos.

​Nós dois rimos. Ela foi saindo de cima de mim devagar. Ficamos um tempinho grudados na cama conversando bobagens até que...

Kelly: — Amor, eu fiz muito barulho?

Eu: — Você não, a cama.

Kelly: — Você acha que...

Eu: — Com certeza, amor.

Kelly: — Ai, que vergonha! — disse rindo, colocando a mão no rosto.

Eu: — Ainda está com vontade, né?

Kelly: — Relaxa, amor, acontece — falou me beijando.

​Eu não tinha a menor condição de continuar; aquela cavala sugou tudo de mim. Duvido que algum desses "comedores" da internet conseguiria segurar a pressão por muito tempo.

​Fui fazer xixi e ela pediu água. Quando eu estava chegando no banheiro, vejo a TV da sala ligada. Terminei de mijar e fui à sala. Quando eu apareço, o Maranhão olha para mim com um sorrisinho sacana e faz um "joinha" com o dedo. Aquela cena me fez rir.

​Eu: — Senti firmeza, Demacol! kkkk.

Maranhão (confuso): — É o quê?

Eu: — Deixa para lá.

​Fui buscar a água que ela pediu. Eu estava terminando de encher o copo quando tive uma ideia. Já que eu não consegui satisfazer minha esposa, talvez o "Demacol" ajude. Nem eu acreditei que tive essa ideia, mas depois de tudo, qual a diferença? Deixei o copo de lado e fui para o quarto. Ela já tinha trocado de roupa e estava de babydoll para dormir. Ela não demonstrava, mas eu sabia que ela estava insatisfeita e precisava de rola. Talvez, com a ajuda do Maranhão, ela se satisfizesse um pouco. Claro, pensando nos limites que na minha cabeça existiam: sem toques, apenas provocações.

​Deitei na cama fingindo cansaço e disse:

Eu: — Nossa, amor, esqueci a água. Vou buscar. — Fui me levantando com dificuldade, gemendo.

Kelly: — Não precisa, meu bem, descanse.

Eu: — Desculpa, amor, é que eu encontrei o Maranhão na sala e mudei o foco.

Kelly: — O Maranhão?

Eu: — Sim. A gente achou que ele estava dormindo, mas ele estava na sala assistindo.

Kelly: — Entendi...

Eu: — Vai querer a água ainda? Vou buscar?

Kelly: — De jeito nenhum. Você está cansado, dá para ver. Por que não deita aí e dorme em paz?

Eu: — Tudo bem, amor, obrigado.

Kelly: — Pode deixar que eu pego, tá bom? Te amo.

​Ela saiu do quarto de babydoll mesmo. Esperei alguns segundos e fui bem devagarinho. Cheguei no meu canto e vi apenas o Maranhão; estranhei. Olhei para a cozinha e estava tudo escuro. Cadê a mulher? Olhei para o banheiro, que estava de porta fechada, e percebi que ela estava lá dentro. Gelei a alma; se ela abre a porta, me pega no flagra. Corri para o quarto e esperei o momento certo. Ela passou uns 15 minutos lá dentro.

​Pelo jeito, tomou outro banho e se produziu toda de novo. Ela estava com "fogo no rabo" e o alvo agora era o Maranhão. Quando pensei nisso, meu pau deu sinal de vida. Dei um tapa nele e pensei: "Agora tu aparece, né!?".

​Ela foi em direção à sala e eu atrás. Maranhão percebeu a presença dela e já se animou.

Maranhão: — Oi, princesa.

Kelly: — Oi, Maranhão. Achei que você estava dormindo.

Maranhão: — Eu tentei, minha filha, mas a alegria dos outros às vezes incomoda.

Kelly: — Você ouviu, né?

Maranhão: — Tudinho, sua cachorra.

​Percebi a Kelly roçar as coxas nessa hora.

Kelly: — Deixa eu beber água, que eu estou pegando fogo.

​Maranhão a acompanhava com os olhos. Ela foi até a pia, bebeu a água e voltou para a sala.

Kelly: — Assistindo o quê aí, velho?

Maranhão: — Nada, minha filha. Estava batendo uma, ouvindo a senhora foder com o Sr. Paulo.

Kelly: — E por que não continua?

Maranhão: — Achei que era o Sr. Paulo de novo.

​Maranhão já foi colocando a rola para fora e punhetando. Kelly respirou fundo e foi chegando perto devagarinho.

Kelly: — Preciso beber água bem gelada.

​Foi correndo à cozinha, pegou a garrafa de água mais gelada que tinha, colocou no copo e voltou correndo para a sala. Foi chegando devagarzinho e ficou de joelhos no chão, em frente ao velho, que estava sentado no sofá se masturbando. Ela ficou observando.

Kelly: — Que rola é essa, velho?

Maranhão: — Gosta do tamanho?

Kelly: — Não é o tamanho, é curiosidade. A sensação... o porquê de todas falarem.

​Maranhão continuava punhetando, apontando a rola para ela.

Kelly: — Essa rola está muito seca. Peraí.

​Ela pega o copo de água gelada e tenta jogar um pouco na cabeça da rola dele, mas erra e molha um pouco o sofá.

Kelly (com a voz trêmula): — Droga! Pera, tem outro jeito.

​Kelly bebe a água gelada, olha para o Maranhão, se aproxima da rola dele e abocanha de uma vez até a metade. Aperta a boca e puxa até sair.

Kelly: — Humm... Nossa, que gostoso, Maranhão.

Maranhão: — Que boca gelada!

​Kelly lambe os lábios e se desculpa. Percebo-a alisando as próprias coxas com força e movendo o quadril lentamente; deve estar morrendo de tesão, se controlando. Maranhão levanta o pau para o alto e diz:

Maranhão: — Olha, minha filha, só foi metade. Vai deixar o resto do meu pau seco?

Kelly: — Impossível, Maranhão.

Maranhão: — Tenta, minha filha.

​Kelly bebe mais um pouco de água e avança no pau do velho. Dessa vez, coloca a boca até a metade da rola dele e força a cabeça, balançando para um lado e para o outro. Maranhão joga a cabeça para trás e fecha os olhos, apoiando os braços no sofá em formato de cruz. Kelly enche os olhos de água, se engasga e tira a boca da rola de uma vez.

Kelly: — Nossa, é muito grande. Impossível.

Maranhão: — Tenta mais um pouco, isso está maravilhoso.

​Kelly agora estava de quatro no chão entre as pernas do velho, com o cu virado para mim. Ela ainda usava a calcinha com argola e, dentro do cu dela, estava o vibrador. Kelly pegou a rola do velho com as duas mãos, segurando na base, e disse:

Kelly: — Tem muita rola escondida aqui dentro.

​Ela puxou para baixo, fazendo a rola sair todinha de dentro da pele, deixando o mastro do velho totalmente à mostra. Maranhão soltou um gemido rouco; parecia que estava morrendo. Kelly, hipnotizada com a rola dele, esticou o máximo que podia, apontando para cima.

Kelly: — Ah, se eu pudesse...

​Kelly sugou a rola do velho de uma vez, subindo e descendo a cabeça bem devagarzinho. Agora sim ela chupava de verdade. Ela não só chupava; fazia vários movimentos, inclinava a cabeça, virava o pescoço de um lado para o outro, subia até a ponta e descia até onde conseguia. O velho gemia todo esparramado no sofá, com uma voz rouca: "Aaaiiiii, aaaii...". Era feio de ver, mas a Kelly não estava nem aí; fazia ali o melhor boquete da vida dela. Ela dá uma última sugada e puxa de uma vez, estalando.

Kelly: — Nossa, que rola, Maranhão!

​Deu um beijinho na cabeça da rola dele e virou o cu para ele. Pegou o vestidinho, segurou na cintura e empinou o rabo.

Kelly: — Anda, cachorro, tira isso do meu cu.

Maranhão: — Meu Deus, é um sonho!

​Que cena maravilhosa. O Maranhão sentado no sofá de pernas abertas e minha esposa de quatro entre as pernas dele, com o cu virado para a cara dele. Maranhão não perdeu tempo e foi tirando o vibrador, mas parecia que não acabava mais; era o de 17 cm.

Kelly: — Caralho, que delícia!

​Maranhão fica impressionado com o tamanho do rombo que tinha no cu dela. Ela olhava para ele mordendo os lábios, abrindo uma banda do rabo para o rombo ficar maior. Maranhão começa a lamber o vibrador ensopado do melzinho da minha esposa.

Kelly: — Não acredito que sua rola consegue ser maior que isso. Eu tenho que saber qual é a sensação.

Maranhão enfia o consolo no cu dela de uma vez, sem avisar. Ela solta um gemido mais alto. Maranhão tira e chupa o consolo de novo.

Kelly: — Maranhão, larga isso e foca só no meu cuzinho!

​Continua?

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Comentários

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Impressionado com a quantidade de maridos cornos que existem nesse site!!!

A mulher trai o marido, o casamento, vira uma mentirosa para o marido, expondo ele ao ridículo, e o marido faz o que? Diz que tem a melhor esposa do mundo… PQP tem cara que merece ser feito de otario mesmo!!! Me digam aí as hotwifes/traidoras por favor, na boa, sem sarcasmo, briga ou algo assim… vocês tem admiração (real) de homem por um marido desses? Conseguem olhar para o marido cuckold/manso e falar esse é meu homem, com H maiúsculo… ou estão com ele porque é um bom parceiro, bonzinho, bom pai, provedor sei lá!!!

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Caramba, que conto bom, tu fica deixando a gente sempre na curiosidade pro próximo, parabéns!

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Estou acompanhando todos os contos e amaria receber algums fotos, caso curtam isto é só mandar neste email: euamaovida2020@gmail.com

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E ainda querem que não reclamem quando todo mundo fala que só tem.corno manso nem terminei de ler e já sabia o que iria acontecer esse site está precisando de autores com mais criatividade e sempre a mesma coisa

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Nisso concordo. A maior parte dos contos são de corno manso com final previsível (normalmente ruins e passivos de uma forma nada saudável e, como quem escreve digo, são os que mais dão leitores... então é até difícil mudar). Mas vamos tentando... Lê lá minhas séries depois. São fechadinhas e estou na quarta série em lançamento.

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