Minhas esposa santinha gostou do marido da irmã parte 7

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3410 palavras
Data: 25/04/2026 06:40:31

O silêncio que se seguiu no quartinho era interrompido apenas pela respiração pesada dos dois e pelo estalo metálico de uma ferramenta que terminou de cair da bancada. Pela fresta, eu via a cena pós-caos: o Paulo ainda escorado nas costas da Lia, a testa encostada na nuca dela, ambos suados e trêmulos. O mormaço ali dentro devia estar sufocante, mas eles pareciam embriagados por aquela adrenalina suja.

Lia foi a primeira a se recompor. Com uma agilidade predatória, ela se desvencilhou dele, ajeitando o shortinho jeans que estava embolado nas coxas. Ela não tinha pressa, nem culpa; tinha apenas o brilho de quem tinha acabado de conseguir exatamente o que queria.

— "Limpa isso, Paulo... não deixa rastro na sua calça," ela sussurrou, apontando para o estrago que ele tinha feito, enquanto ela mesma usava um pano de estopa velho que estava sobre a bancada para se secar com um desdém impressionante.

— "A gente é louco, Lia... Se o seu marido ou a Clara desconfiarem..." Paulo tentava fechar o zíper, as mãos ainda trêmulas.

— "Eles não desconfiam de nada. O meu marido está cuidando do gado e a minha irmã está lavando louça," ela interrompeu, dando um tapinha no rosto dele, um gesto que misturava carinho e domínio. — "Agora guarda esse pau e faz cara de cansado. O trabalho 'pesado' acabou de começar."

Eu desci do caixote com cuidado, sentindo o sangue latejar. O tesão de corno que eu senti antes agora se misturava a uma sensação de poder absoluto: eu era o único que detinha toda a verdade daquela casa. Dei a volta silenciosa e saí pelo portão lateral, caminhando uns cem metros em direção ao pasto apenas para garantir que, quando voltasse, meus sapatos estivessem sujos de terra.

Dez minutos depois, entrei no corredor fazendo barulho proposital.

— "Lia? Paulo? Já terminaram por aí?" gritei, aproximando-me da porta do quartinho.

A porta se abriu e o Paulo saiu primeiro, carregando uma caixa de madeira pesada, o rosto vermelho e o suor pingando — que agora ele podia atribuir ao esforço físico. Ele não conseguia sustentar o olhar comigo por mais de dois segundos.

— "Terminamos... boa parte, pelo menos," ele disse, a voz ainda um pouco instável.

Lia apareceu logo atrás, com uma mecha de cabelo grudada na testa suada e aquele sorriso cínico de quem é a dona da situação. Ela passou a mão pelo meu braço, deixando o rastro do calor do corpo dela em mim.

— "O Paulo é um ótimo ajudante, amor. Organizamos quase tudo. Mas o calor lá dentro está insuportável, não dava para ficar mais um minuto, e como foi com o veterinário amor?" ela disse.

— "Amor, o veterinário disse que está tudo certo com o gado, foi alarme falso. Vamos entrar, a Clara já deve ter feito o suco."

Voltamos para a cozinha. A Clara estava terminando de guardar os pratos e sorriu ao ver o namorado.

— "Nossa, Paulo, você está acabado! O trabalho foi tão pesado assim?"

— "Foi... a Lia não dá descanso, Clara," ele respondeu, sentando-se e evitando tocar em qualquer assunto.

Lia se encostou na pia, pegou um copo de água e bebeu tudo de uma vez, deixando algumas gotas escorrerem pelo pescoço. Ela olhou para mim, depois para o Paulo, e por fim para a irmã inocente.

— "Sabe o que eu acho? Que depois desse esforço todo, a gente merecia um banho de rio à tarde," Lia sugeriu, a voz carregada de uma nova intenção secundária. — "O que você acha, cunhado? Água gelada para baixar esse fogo do mormaço?"

O Paulo engasgou com o gole de café que tomava, enquanto eu apenas sorri, sabendo que o dia estava longe de acabar e que a Lia já estava armando o próximo palco para o seu espetáculo de traição.

O convite de Lia pairou no ar da cozinha como uma névoa espessa. O Paulo, ainda tentando recuperar o fôlego e a dignidade, evitava o meu olhar a todo custo, focando intensamente no fundo da sua xícara. A Clara, doce e alheia à podridão que acabara de ocorrer entre quatro paredes, bateu palmas, animada com a ideia.

— "Um banho de rio seria perfeito, Lia! O calor hoje está de matar mesmo," ela disse, abraçando o Paulo por trás. Ele deu um sobressalto, o corpo reagindo à culpa, mas ela apenas riu. — "Calma, amor! É só um mergulho."

Eu me encostei no batente da porta, observando a geometria daquela cena. O marido traído (que Lia achava que eu era), a irmã enganada, o amante acuado e a mestre de cerimônias.

— "O rio parece uma ótima ideia," eu disse. "Água gelada é exatamente o que todos precisamos para descansar um pouco.

Antes de descermos para o rio, Clara — que parecia a única pessoa normal naquele tabuleiro de traições — olhou rapidamente para o celular, disse que tinha esquecido o protetor solar e correu para o quarto.

Achei estranho porque a expressão dela mudou quando olhou para o celular. Então, eu a segui depois de alguns minutos; não fui para o pasto nem para a varanda, fui para o corredor

Parei diante da porta entreaberta do quarto dela.

O que vi lá dentro foi o golpe final na minha percepção de "família". Clara não buscava protetor. Ela estava de pé, em frente ao espelho, com a blusa levantada e o celular posicionado em um ângulo que não deixava dúvidas. O flash disparou uma, duas vezes.

O som das notificações chegando era frenético.

Ela clicou no áudio, e deu para eu ouvi perfeitamente

"eitaa bb, que seios gostosos tou louco para chupar eles."

Eu fiquei em choque, quem seria a pessoa que mandou o audio???

E porquê clara mandou foto dos seus seios para essa pessoa?.

Depois de algum segundos

Clara manda um audio.

"Oii Sérgio, gostou dos meus peitinho seus gostoso?"

O tal sergio manda outro audio:

"Oii minha delícia... manda mais uma daquela de costas."

O Paulo nem imagina que a santinha dele tem dono. eu ainda em choque, volto para a realidade com o grito de lia.

— Vamos logo! O rio não vai esperar o dia todo!"

Eu saio de lá as pressas, e vou para o banheiro fingir que estou lavando as mãos.

Clara ajeitou a roupa, passou a mão no rosto para apagar qualquer rastro de nervosismo.

clara ouve o barulho da água no banheiro e fala.

__ oii quem ta no banheiro?

__ oii clara sou eu!

___Oii cunhado. Vamos para o rio logo, lia ja está chamando..

Eu fiquei parado no banheiro por um momento, sentindo o peso daquela casa. A traição da Lia com o Paulo era carnal, suja e óbvia. A traição da Clara com o o tal Sérgio era fria, estratégica e silenciosa.

Sai do banheiro. Lia me esperava na porta, com um sorriso vitorioso. Paulo estava lá fora, chutando pedrinhas, sem coragem de entrar. E Clara ja estava la fora, sorrindo, indo em direção ao seu namorado traído como se nada tivesse acontecido.

Caminhamos em direção à trilha do rio sob um sol que parecia querer rachar o barro seco do chão. Na frente, Lia ia saltitante, balançando os quadris com aquela confiança de quem tem o mundo na palma da mão. Logo atrás, Paulo tentava manter a compostura, mas a cada vez que a Clara encostava nele para comentar sobre o barulho dos pássaros, ele parecia levar um choque elétrico.

Eu vinha por último, observando a Clara. "Sérgio". O nome ecoava na minha cabeça. Quem seria esse cara? Que supostamente ta comendo a irmã da minha mulher. Pelo tom do áudio e pela ousadia da Clara em mandar fotos ali mesmo, o caso era antigo.

Ao chegarmos na beira do rio, a água corria mansa, mas profunda perto da curva das pedras. Lia não perdeu tempo. Tirou o shortinho ficando só com um biquíni minúsculo, — que foi escolhidas por acaso para um banho de rio "em família".

— "A água está divina!" ela gritou, mergulhando e exibindo aquela raba, lançando um olhar de desafio para o Paulo.

Clara, a "santinha" do tal Sérgio, sorriu e começou a se despir com uma modéstia estudada, fingindo esconder o corpo que, minutos atrás, ela exibia para a câmera do celular. O Paulo, coitado, sentou-se em uma pedra, fingindo observar a correnteza, mas eu via o suor frio escorrendo sua testa.

Eu me aproximei de Clara enquanto ela tirava as sandálias e o short, e percebi que ela deixou seu celular em cima de seu short e mergulhou

Lá no meio do rio, a cena era digna de um hospício. Lia jogava água no Paulo, provocando-o abertamente. Clara nadava para longe. E o Paulo... o Paulo estava no meio de duas fogueiras sem saber qual o queimaria primeiro.

Eu entrei na água, sentindo o gelado bater no peito, mas minha mente fervia. Eu precisava saber quem era esse tal de Sérgio. Enquanto eles se distraíam, notei que Clara estava olhando para o outro lado, e vi o celular novamente em cima do seu short.

— "Vou buscar umas cervejas que esqueci no gelo lá em cima!" gritei para o grupo.

— "Traz logo, amor! O Paulo está precisando de coragem para mergulhar direito!" Lia debochou, arrancando uma risada sem graça do amante.

Saí da água, mas não fui até a casa. Parei na pedra, usei o corpo para tapar a visão deles e peguei o celular da Clara. Estava bloqueado, mas as notificações na tela de bloqueio entregavam o ouro.

Rapidamente olhei a notificação e vi a mensagem e a foto do tal Sérgio.

Sérgio (Capital): "A de costas ficou perfeita. O depósito caiu na sua conta hoje cedo. Aproveita o interior, mas não esquece quem paga seus luxos na cidade."

Minha cabeça girou. Sérgio não era um namoradinho de internet. Era o "patrocinador". Um velho podre de rico da capital que mantinha a fachada de vida simples da Clara em troca daquela imoralidade digital.

Senti um passo atrás de mim. Guardei o celular no shortinho de clara com a velocidade de um raio.

— "Procurando alguma coisa amor?"

Era a Lia. Ela tinha saído da água sem eu perceber. Estava encharcada, a roupa íntima transparente pela água, os olhos estreitos como os de uma cobra pronta para dar o bote. Ela não parecia brava; parecia curiosa.

— "Só procurando o isqueiro," menti, sustentando o olhar.

Lia me olhou e disse:

__ acho que esquecemos amor!

Ela deu me deu um beijo e voltou para agua.

O beijo da Lia era um beijo gostoso,

Eu continuei ali na margem, com o coração martelando contra as costelas. A revelação sobre a Clara mudava tudo. O "depósito" do tal Sérgio explicava como uma moça que mal trabalhava conseguia comprar roupas de marca e perfumes caros que Lia sempre invejava. O segredo daquela família não era apenas uma traição; era varias mentiras onde cada um vendia uma parte da alma para manter as aparências.

— "Vai ficar aí plantado, cunhado? A água está uma delícia!" — gritou Clara, boiando com uma expressão de paz absoluta, a mesma que momentos antes enviava fotos para um tal sergio na capital.

Eu entrei na água devagar, o frio cortante ajudando a clarear as ideias. Nadei até perto deles. O Paulo estava visivelmente desconfortável com a proximidade da Lia, que não parava de encostar o pé nele por baixo da água.

— "O que foi, Paulo? Parece que viu um fantasma," eu disse, parando ao lado dele.

— "É só o cansaço, cara. O sol de hoje está pesado," ele respondeu, tentando se afastar da Lia sem parecer brusco.

Lia se aproximou de nós dois, passando os braços pelo meu pescoço, mas mantendo os olhos fixos no Paulo.

— "O Paulo é muito tenso. Ele precisa aprender a relaxar, não é, Clara?"

Clara se aproximou, rindo. — "Ele é mesmo. Às vezes acho que o Paulo tem segredos demais para uma pessoa só."

A ironia daquela frase quase me fez rir alto. Se ela soubesse que eu agora tinha a chave do cofre dela... e se o Paulo soubesse que a namorada "santinha" recebia dinheiro de outro homem...

— "Segredos todo mundo tem, Clara," eu disparei, observando a reação dela. — "A diferença é o preço que cada um cobra para mantê-los."

O sorriso da Clara vacilou por um milésimo de segundo. Ela era esperta, sentiu a indireta no ar. Para mudar de assunto, ela sugeriu:

— "Vamos fazer aquele churrasco? Já está ficando tarde."

— "Boa ideia," concordou Paulo, quase desesperado para sair daquela situação de "sanduíche" entre eu e a Lia.

Saímos do rio e começamos a nos secar. Enquanto Clara pegava o celular e dava uma olhada rápida — provavelmente confirmando o depósito ou mandando um "oi" para o Sérgio — eu percebi que a Lia me observava. Ela sentia que algo em mim tinha mudado. O "marido bobo" que ela achava que dominava estava começando a agir de forma estranha.

Subimos a trilha de volta para a casa grande. O clima de festa e churrasco. No caminho, Paulo e Clara iam na frente. Lia se atrasou de propósito para caminhar ao meu lado.

— "Você está muito calado desde que saiu do banheiro, amor," ela sussurrou, passando a mão molhada pelas minhas costas. — "Aconteceu alguma coisa no pasto com o veterinário que você não me contou?"

— "Nada que você precise se preocupar agora, Lia. Só estou pensando em como a vida é cheia de surpresas," respondi, dando um sorriso enigmático.

Chegamos na varanda. E começamos a fazer o churrasco. O cheiro da fumaça começou a subir, misturando-se ao cheiro de terra molhada e mato. A noite prometia ser longa. Eu tinha munição contra as duas irmãs e o amante. A pergunta era: quem eu derrubaria primeiro?, ou era melhor eu deixar o circo pegar fogo?

Eu me sentei na rede, observando a Clara preparar a carne. Peguei meu próprio celular e fiz uma busca rápida no Instagram, entrei no perfil de clara, pesquisei o nome sergio nas pessoa que ela seguia. Não demorou muito para eu encontrar um usuário com o nome sergio Albuquerque, entrei no perfil dele e vi que era um empresário do ramo imobiliário, bem mais velho, tinha por volta de 60 anos mas aparentava ter menos, digamos uns 45 anos, ele tinha várias fotos em iates e jantares caros e carrões. Entre as milhares curtidas, tinha curtidas da minha cunhadinha safada.

O churrasco seguia com aquela alegria. O Paulo cuidava da brasa, mas suas mãos tremiam tanto que ele quase derrubou o sal grosso. A Clara, com aquela máscara de perfeição, picava o vinagrete enquanto cantarolava uma música qualquer, como se não tivesse acabado de vender o corpo por pix para um velho milionário da capital.

Eu, na rede, alternava o olhar entre a tela do celular e a cena à minha frente. Sérgio Albuquerque. O homem era um tubarão. Fotos em Angra, Miami, e uma coleção de carros que valiam mais que a fazenda inteira. Clara não era apenas uma traidora; ela era uma profissional.

Lia se aproximou de mim com um copo de cerveja gelada, encostando o vidro frio no meu pescoço para me despertar.

— "Está muito concentrado nesse celular, amor. Alguma novidade da cidade?" ela perguntou, tentando espiar a tela.

Eu bloqueei o aparelho num movimento rápido.

— "Só vendo uns algumas coisa para a fazenda, Lia. A nossa fazenda está precisando de coisas," menti, usando minha paixão pela a fazenda como escudo.

— "Esquece a fazenda por hoje," ela sussurrou, sentando na beira da rede e roçando a perna na minha. — "A noite vai ser boa. Senti que você ficou animado depois do banho de rio."

Comemos a carne em meio a risadas. Paulo bebia rápido demais, tentando afogar a culpa de ter comido minha mulher no quartinho de ferramentas. O que ele não sabia era que a namorada dele, a "santinha" que ele pretendia casar, estava sendo patrocinada por um empresário que podia comprá-lo dez vezes.

Quando a noite caiu de vez e o cansaço do sol e da cerveja bateu, decidimos dormir.

— "Vou deitar, gente. O dia foi puxado," anunciou Clara, dando um beijo na bochecha de Paulo. — "Vem, amor?"

Paulo levantou, parecendo um zumbi.

— "Vou sim. Boa noite para vocês."

Eles foram para o quarto de hóspedes. Eu e Lia ficamos na sala por alguns minutos, no escuro, ouvindo apenas o som dos grilos e o vento batendo nas árvores.

— "Eles já foram," Lia disse, aproximando-se de mim com aquela fome que eu conhecia bem. — "Senti que você estava me devorando com os olhos o dia todo. Vamos para o quarto?"

No nosso quarto, o clima pesou. Lia veio para cima de mim com tudo, falando baixo que estava com saudade, que o "trabalho no pasto" tinha me deixado longe dela.

ela se ajoelhou entre as minhas pernas. Ajeitou o cabelo . Ela abriu o meu short devagar, mantendo o contato visual, aquele sorriso cínico brincando nos lábios. Quando ela começou a me mamar, foi com uma vontade que eu nunca tinha visto. Era um misto de saudade e de uma sede, como se quisesse marcar território, garantindo que, apesar de todos os segredos dela, eu ainda pertencia a ela. O calor da boca dela quase fez eu gozar, ela começou a me mamar e chupa meu saco, com uma vontade que nunca fez, ela estava mais cachorra e mais gostosa, meu tesao de corno despertou e eu vi aquela mulata safada e rabuda me mamando por 10 minutos, ate que ela fala no meu ouvido que quer eu dentro dela.

Eu tiro sua roupa e vejo que ela ta com um fio dental bem pequeno, olho para ela e falo:

__sua safada!

__sou sua safada amor

Eu tiro sua calcinha como a boca e começo a fuder ela de galinha assada, e ela gemendo.

__ ahh me come amor!

Soco forte na sua buceta durante um bom tempo, ate que eu viro ela de 4, puxando seu cabelo para que ela visse nosso reflexo no espelho enquanto eu mostrava quem realmente mandava naquela casa, e por fim a ergui contra a parede, sentindo o calor do seu corpo tremer, eu a possuí em todas as posições possíveis,

O quarto estava abafado, e o som dos nossos corpos era o único ruído que cortava o silêncio da fazenda. A Lia, com o rosto enterrado no travesseiro para não acordar a irmã no quarto ao lado, virou a cabeça de lado, os olhos brilhando de luxúria e entrega.

— "Amor... não para... eu não aguento mais," ela sussurrou, a voz falhando enquanto as unhas dela buscavam apoio nos lençóis. — "Eu tô quase... eu vou gozar, vou gozar agora!"

Eu senti o meu corpo inteiro tencionar, o suor escorrendo e a adrenalina de saber tudo o que eu sabia sobre aquela casa tornando tudo mais intenso. Segurei a cintura dela com mais força, sentindo que o meu limite também tinha chegado.

— "Eu também, Lia... não vou segurar," respondi baixo, no pé do ouvido dela, sentindo o tremor dela aumentar. — "Vem comigo, goza pra mim agora."

Ela soltou um suspiro longo, o corpo arqueando em um espasmo final, enquanto nos perdíamos naquele momento, selando a noite com o ápice de um desejo que era a única coisa sincera no meio daquele mar de traições.

Ela me deu gostoso, uma entrega que misturava desejo e, talvez, uma tentativa desesperada de garantir que eu não desconfiasse de nada. Eu correspondia, mas minha mente era um computador processando dados.

Eu sabia que, no quarto ao lado, a performance era outra. Clara devia estar dando para o Paulo agora, fazendo o papel de namorada dedicada para que ele continuasse sendo o "escudo" perfeito contra as suspeitas da família. Uma rede de mentiras onde todos gozavam, mas ninguém dormia em paz.

Lia pegou no sono pesado, exausta. Eu, porém, continuei acordado. Levantei-me em silêncio e fui até a cozinha beber água. No corredor, ouvi um sussurro vindo do quarto da Clara.

Aproximei o ouvido da porta. Não era som de sexo. Era a voz dela, baixa e urgente.

— "...sim, Sérgio. O depósito caiu. Não, ele não desconfia de nada. Ele é um tonto, acha que eu sou a mulher da vida dele... Semana que vem voltamos para a capital. Ai vamos fuder gostoso, Também estou com saudade do seu mimo."

Um estalo seco veio de trás de mim. Eu me virei bruscamente.

Era o Paulo.

Ele estava no banheiro, meio sonolento, com cara de que o churrasco nao desceu bem. Ele olhou para mim e disse

__boa noite Robson, ainda acordado?,

__ sim Paulo, mas já vou dormir

Boa noite.

__ boa noite.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 15Seguidores: 57Seguindo: 33Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Agora o Robson esta em uma encruzilhada pois qualquer decisão que tomar ele perde ,então vai ter que ser a menos pior .Ta complicado pra ele

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Acho que a posição dele é a melhor... pode aproveitar das duas mulheres. A esposa que o traiu e a irmã que trai tb. Ninguém nessa história é inocente, todos traem. Acho que ele deve tb comer a cunhada, que ate agora não levou pau.. Lia nao poderá reclamar.

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Faz sentido sua opinião, afinal ele esta sendo prejudicado pela esposa,a irmã e o marido dela ,então como diz a expressão popular " Foda se " e manda ver na cunhada, afinal como diz o ditado popular " Chumbo trocado não doi" .

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