Olá pessoal, vou dar continuidade a história do Daniel, essa é uma série que estou criando, voltada para esse personagem, terá bastante episódios, aos poucos vou escrevendo e postando, espero que gostem, e curtam bastante.
As aventuras de Daniel: tirando a virgindade do segurança
Alguns dias se passaram desde que eu tinha deixado o Ricardo com o rabo bem arrombado. A rotina na empresa seguia a todo vapor, mas aquele tesão acumulado estava me deixando louco, Eu estava no escritório, no meio do expediente, e meu pau parecia um ferro dentro da calça social, Não aguentava mais, precisava bater uma punheta.
Mandei um aviso geral para ninguém me interromper, dizendo que teria uma "reunião online" de alta prioridade, Tranquei a porta, Sentei na minha cadeira de couro, desabotoei a calça e meu pau saltou para fora, latejando, grosso e cheio de veias saltadas. Peguei um creme de mãos na gaveta e comecei a me satisfazer ali mesmo, Mas a punheta ficou séria quando me lembrei das câmeras, Como o sistema é novo e só eu tenho o acesso total na nuvem pelo meu notebook, resolvi rever a foda com o Ricardo. Coloquei o fone de ouvido para o som dos gemidos não vazar, e comecei a assistir.
Ver eu mesmo enterrando a rola naquele homem parrudo me deixou em transe. Mas, de repente, um detalhe na filmagem me gelou o sangue, a porta do escritório estava entreaberta. Voltei a gravação, mudei os ângulos e coloquei a câmera do corredor lado a lado com a da sala, Foi aí que o meu pau quase explodiu.
Vi o Diego, aquele segurança gigante de 2 metros que eu via na academia, parando em frente à minha porta, Ele ouviu tudo, Ele viu tudo. Na filmagem, vi o momento exato em que ele empurrou a porta o suficiente para ter a visão privilegiada da minha rola invadindo o Ricardo. O monstro não só assistiu, como tirou o pau de fora uma pica preto, enorme e erguido, e começou a se masturbar ali no corredor, gemendo abafado, enquanto eu fodia o Ricardo lá dentro. Ver aquele homão, que eu sempre via jogando charme para as mulheres, se deliciando com a minha sacanagem entre homens, me fez gozar litros de porra no chão do escritório, antes mesmo do vídeo acabar.
Os dias seguintes foram um jogo de sedução bruto. Na academia, Diego se ofereceu para me ajudar no treino, O clima era pesado, Dois homens grandes, suados, sem camisa, se encostando. No agachamento, ele colou por trás de mim.
Diego — Deixa eu te ajudar, Daniel... seu movimento tá torto, ele sussurrou no meu ouvido, e eu senti o peitoral dele, quente e molhado de suor, grudando nas minhas costas. Fiquei todo arrepiado, sentindo o volume dele me cutucando.
Retribui a provocação na vez dele, abraçando aquela montanha de músculos por trás e sentindo o cheiro forte de macho pós-treino. No vestiário, a tensão quebrou, Ele inventou uma dor no ombro e pediu massagem, Eu o abracei com força por trás, sentindo aquela bunda gigante enconchando no meu pau. Comecei a lamber o pescoço dele, sentindo o sal do suor.
Diego — Gosto desse cheiro de macho, Daniel... me dá um tesão da porra - ele confessou
Em seguida me puxa para dentro de um box, fica de joelhos e baixa meu short, e cueca, ele pega no meu pau meia bomba já suado, abra a boca e começa a me chupar com uma fome animal, sem se importar do cheiro que saia, não era um mau cheiro, mas tinha um cheiro de macho quando termina de treinar, e começa a exalar um cheiro de testosterona, sem se importar com o cheiro ele me chupava, deixando meu pau meia bomba crescer dentro de sua boca.
Eu — Vou ficar até tarde no escritório. Aparece lá.
Saímos da academia, Às 18h, o Diego chegou na empresa para começar a trabalhar, o Diego iria fazer a ronda e vigiar o estacionamento da empresa, enquanto outro segurava fazia a ronda por dentro da empresa, e na portaria, para dar certo ele me encontrei, fiz uma troca de posições entre os dois seguranças, colocando o Diego para dentro, e o outro ficaria na parte de fora.
Daniel vai até minha sala e vê que está escuro, até que ouvi barulhos na sala do auditório, chegando lá me vê ainda trabalhando, Eu estava destruído de tanto carregar os equipamentos para uma sessão de fotos para o dia seguinte, eu já estava acabado, a camisa social encharcada de suor, sentia gotas de suor escorrendo até pelas minhas penas.
Eu - Daniel, desculpa por atrasar o nosso compromisso.
Daniel - sem problemas, vou te ajudar, qual campanha de marketing você vai fazer?
Eu - é uma campanha nova para uma marca de roupas de verão, me ajuda a levar essas caixas para o meu escritório, depois disso serei todo seu.
Ao chegar no meu escritório caio na real do meu estado físico, todo encharcado de suor, e precisando de banho urgente.
Eu - caralho, eu tô podre, literalmente, fica aqui no meu escritório que eu vou no banheiro tomar um banho rápido, e trocar de …
Antes de eu terminar de falar, Diego chega perto de mim.
Diego — sabia que eu tenho fetiche em cheiro de macho suado?
Chegou perto de mim cheirando meu pescoço.
Eu - então sente esse cheiro
Levantei meu braço, ainda de camisa social, Diego respirava fundo, sentindo meu cheiro. Eu tinha comprado um sofá-cama só para aquele momento.
Diego - comprou um sofá cama? Que sofá da bonito, agora deita que eu tô mandando.
Tranquei a porta, fui até o sofá abrindo ele, fazendo virar cama, me deitei. Diego tirou a farda de segurança, ficando só de cueca, revelando aquele físico de lutador de MMA, veio para cima de mim, deu um beijo delicioso, desabotoou minha camisa e jogou no chão, começou a me cheirar como um animal, lambendo cada gota do meu suor que escorria em meu peitoral, enfiou o rosto nas minhas axilas, e sugando meus pelos molhados, tirou toda minha roupa e cheirou cada parte do meu corpo, meu pau pulsava só de senti-lo percorrendo todo meu corpo.
Diego — Puta que pariu, Daniel... que cheiro gostoso do caralho!
Ele subiu em cima de mim, e guiou aquela rola de 21 centímetros até a minha boca, uma rola tão grossa que sentia minha boca se rasgar, socava como se estivesse fodendo um cu, me fazendo engasgar, enquanto eu batia uma punheta frenética. O suor de nós dois pingava no sofá, Diego urrou feito um lobo e jorrou tanta porra que inundou minha boca e escorreu pelo meu queixo.
Mas ele não estava satisfeito.
Diego — Ainda não acabamos — ele rosnou, sentando no meu quadril.
O segurança gigante, aquele monstro que metia medo em qualquer um, cuspiu na mão, melei meu pau com a baba dele, e ele tentou sentar. Ele gemia de dor, suando frio.
Eu — Caralho, Diego... você nunca deu esse cu? — perguntei, incrédulo.
Diego — Nunca, porra... sempre fui ativo. Mas depois que vi você fodendo aquele cara... eu não parei de pensar nessa sua pica me arrombando.
Eu não podia acreditar: eu estava tirando a virgindade de um segurança de 2 metros.
Eu — Pode deixar que eu vou cuidar bem desse cuzinho virgem... cuidando o caralho! Eu vou é te destruir!
Virei ele de quatro no sofá. Passei lubrificante e fui invadindo. O cu era apertado demais, as pregas resistiam, mas eu fui socando com as mãos no quadril dele.
Eu — Toma rola, seu puto safado! Quer pica? Então aguenta! - eu gritava, dando estocadas que faziam o sofá ranger.
Diego gritava, gemia feito um louco, rebolando no meu pau. Eu dava tapas violentos naquela bunda, deixando as marcas dos meus dedos. O suor escorria do meu peitoral e pingava nas costas nele. Virei o gigante de frente, na posição de frango assado, e dei uma socada só, enterrando tudo até o final.
Diego — Ai caralho! Porra! Faz de novo, Daniel! Me arromba! — ele suplicava, os olhos virando.
Eu estava possuído. Abracei ele, beijando com fúria, trocando saliva e suor. Diego gozou sem nem tocar no pau, apenas com a pressão da minha rola em sua próstata. Jatos de porra voaram para todo lado, melando nossos peitos colados.
Tirei minha pica lá de dentro, pulsando, e comecei a bater a punheta. Mas Diego me surpreendeu: ele mergulhou entre minhas pernas e começou a lamber e chupar o meu cu. Eu nunca tinha sentido aquilo. Vi estrelas, caralho! O tesão foi tão diferente, tão profundo, que eu urrei alto. Antes de explodir, puxei a cabeça dele para cima e jorrei vários jatos de porra quente diretamente no rosto do meu segurança.
Lambi cada gota do meu leite no rosto dele, selando a nossa união com um beijo sujo de porra. Deitei no peito daquele gigante, sentindo o coração dele martelando, dois machos destruídos, suados e gozados no meio do escritório.
Diego - sei que você é o dono, e tenho seu aval para sair do meu posto de trabalho, mas tenho que voltar para o meu posto, tenho que cumprir o meu dever de fazer a ronda, vou tomar uma ducha no seu banheiro.
Fomos nos dois tomar um banho juntos, entramos no meu box do banheiro que tenho dentro do meu escritório, mas como era bem pequeno, não cabia nos dois direito, junto daquele homem gigantesco, tomamos banho com bastante dificuldade, até ele voltar a fazer a ronda, e eu fui para casa.