Jhonny acordou tenso, o corpo forte e careca suado de ansiedade pela segunda etapa das provas – uma avaliação teórica e técnica que poderia definir seu futuro, bem mais pesada que a primeira, de conhecimentos gerais e dinâmica em grupo. "Merda, se eu ferrar nisso, Andressa vai me matar… foco, cara", pensou, rolando na cama do quarto de hóspedes, o sol filtrando pelas cortinas. Desceu para a cozinha, ainda de pijama, quando Suzana o chamou: "Ei, Jhonny! Quer que eu te leve pros exames? Vai dar tudo certo, respira fundo." Ela vestia uma saia curta vermelha que mal cobria as coxas, os cachos balançando enquanto entrava no carro. Jhonny assentiu, grato mas nervoso: "Valeu, Suzana… tô uma pilha aqui."
No trajeto, as exposições descuidadas começaram de forma sutil – Suzana cruzava e descruzando as pernas devagar no banco do motorista, o movimento descontraído fazendo a saia subir, expondo uma calcinha vermelha de renda fina. Jhonny, no passageiro, captou flashes: o tecido delineando o contorno suave de sua vulva morena, esticado sobre os lábios majores com um vinco convidativo que o fez desviar o olhar rápido. "De novo? Isso tá virando rotina… ou eu tô imaginando coisas?", pensou, o coração acelerando. Ela alongou o corpo para ajustar o ar-condicionado, abrindo levemente as coxas, revelando mais – o relevo do monte de Vênus e as bordas das virilhas, o material rendado colando à pele úmida pelo calor. Alheia, ela tagarelava: "Floripa é ótima pra relaxar, né? Andressa vai amar voltar pra cá… vocês dois formam um casal muito fofo." Jhonny murmurou: "É… ela é incrível. Tô louco pra trazer ela."
Ao chegarem, um vento forte levantou a saia dela ao sair do carro, quase expondo tudo publicamente – um "relapso" cômico que fez Jhonny tropeçar embaraçado, derrubando seus papéis no chão. "Ai, que vento safado!", riu ela, baixando a saia rápido, sem parecer envergonhada, enquanto Jhonny, corado, ajudava a tampar a visão para os demais que passavam: "Desculpa… tropecei aqui." Ele riu nervoso, mas a tensão sexual natural cresceu – seu pau endureceu nas calças, uma excitação involuntária pulsando, deixando-o culpado: "Que porra, Jhonny? Controle isso, você é casado." Suzana piscou: "Relaxa, acontece… boa sorte lá dentro!"
Após a prova, bem mais demorada e exaustiva que a anterior, Jhonny saiu esgotado, o cérebro fritando de códigos e diagramas. Ligou para Andressa, encostado no muro do centro: "Amor, foi tenso, mas acho que passei… tô morto aqui." Sua voz baixinha e linda veio do outro lado, dengosa como sempre: "Ahh, meu guerreiro! Você é o melhor, Jhonny… lembra daquela noite no hotel, quando você me fodeu na varanda? Quero repetir quando voltar. Tô subindo pelas paredes, amor… me imaginando montada em você." As palavras carinhosas e quentes o acalmaram, relembrando toques quentes – o corpo magrinho dela tremendo sob ele, gemidos abafados: "Ahh, delícia… tô louco por isso também. Te amo, loirinha." Ela riu: "Te amo mais… vai com tudo na próxima!"
A terceira prova era uma simulação prática, e Jhonny passou a manhã do dia seguinte revisando em casa, anotações espalhadas na mesa da sala. Suzana, solidária, juntou-se a ele: "Deixa eu te ajudar com essas anotações… sou boa em organização." Vestia um vestido solto azul que dançava com seus movimentos, inclinando-se sobre a mesa e abrindo levemente as coxas para se equilibrar. Jhonny viu tudo: uma calcinha verde de cetim visivelmente pequena, o tecido esticado revelando o vinco úmido entre os lábios e as virilhas suaves de sua pele mulata – um flash que o deixou sem ar. "Isso não pode ser real… de novo?", pensou, tentando focar nas notas.
Ela se alongou para pegar um lápis, descruzando as pernas devagar, expondo mais – o material colando ao relevo convidativo, um flash explícito que durou segundos e o fez corar. O cômico veio quando ela derrubou um livro e se curvou para pegar, a saia subindo demais, revelando o centro da calcinha verde esticada sobre sua intimidade – Jhonny, tenso, derrubou seu café em pânico, criando uma bagunça hilária no chão: "Ah, merda… desculpa!" Riu ele, limpando freneticamente, enquanto ela gargalhava: "Ops, que trapalhão! Eu que derrubei o livro… relaxa, Jhonny." Christopher, sério e alto, passou pela sala sem notar, saindo para o trabalho: "Tô indo… boa sorte aí, cara." Mas logo após, enquanto Suzana se sentava novamente para continuar a revisão, com Christopher ainda por perto ajustando sua bolsa antes de sair, Jhonny teve um novo vislumbre privilegiado. Ela cruzou as pernas lentamente, o vestido subindo o suficiente para expor a calcinha verde de cetim novamente – agora notando como era pequena demais, com um dos lábios de sua linda boceta escapando para fora, como se o tecido a estivesse "comendo", delineando a carne morena e macia de forma explícita. Christopher, distraído com seu celular ao lado, nem piscou, continuando a conversa casual: "Ei, Su, não esquece de comprar pão… tchau, Jhonny." Jhonny ficou apreensivo, o pulso acelerando: "Será que ela tá me testando e se exibindo de propósito? Será que ela estava excitada com tudo aquilo?" A visão o deixou confuso, misturando culpa e um tesão incontrolável – seu pênis pulsou de excitação involuntária, uma rigidez que ele disfarçou cruzando as pernas, o calor subindo pelo corpo.
Após a prova, à noite, Andressa ligou: "Como foi, amor? Saudade do seu corpo forte." Sua voz flertante construiu expectativa: "Lembra como você me pega forte? Quero sentir isso de novo… tô aqui, sozinha, imaginando suas mãos em mim." Jhonny sorriu, relaxando um pouco: "Foi foda, mas tô vivo… e você me deixa louco falando assim. Te amo, delícia." A conversa leve e de apoio o deixou mais relaxado, mas com um fogo interno crescendo.
Mais tarde, Suzana anunciou: "Vou tomar banho pra relaxar… o banheiro é todo seu depois." Jhonny, exausto da prova e ainda agitado pela visão anterior, decidiu entrar logo em seguida para um banho rápido antes de dormir. Mas seu mastro duro, latejando de tensão acumulada, pedia atenção – ele não resistiu, ligando o chuveiro e se masturbando devagar, mão firme no pau grosso de 18cm, imaginando toques proibidos: "Ahh… delícia", murmurou baixinho, estocadas ritmadas sob a água quente, o tesão crescendo até o clímax, jatos quentes escorrendo pelo ralo. Durante o ato, seus olhos vagaram pelo banheiro e notaram a calcinha verde de cetim de Suzana, esquecida no canto do cesto de roupas sujas. Na curiosidade, ele a pegou discretamente, cheirando e tocando o tecido – um aroma gostoso de fêmea que ele conhecia bem, mas o tecido estava seco, não molhado, como imaginava. "Provavelmente ela realmente não estava excitada… aqueles 'relapsos' talvez não sejam intencionais", pensou, aliviado e ainda mais confuso, terminando o banho com a mente girando – Floripa estava testando seus limites de formas inesperadas.