Encontros de estrada.

Um conto erótico de Luiz
Categoria: Gay
Contém 2011 palavras
Data: 25/04/2026 20:05:18
Assuntos: Dotados, Gay, peludos

Todo cara que é caminhoneiro, sabe que existe uma coletividade grande entre nós e se um amigo precisa de ajuda, na medida do possível sempre tem um para ajudar, e o que eu vou contar a seguir, aconteceu há uns quatro ou cinco anos, mais ou menos.

Como muitos de vocês sabem, costumo transportar cargas, geralmente para o sul do país e foi numa dessas viagens que isso aconteceu. Era uma viagem curta, de São Paulo a Curitiba e de lá retornar com carga para Vitória no Espírito Santo. Até aí tudo bem.

O trecho até Curitiba transcorreu tudo bem, mas quando estava retornando e já estava na Dutra, próximo de Volta Redonda, quando vi um motorista com o caminhão parado no acostamento, pisca ligado, tudo sinalizado no esquema. Parei o caminhão atrás dele.

Me apresentei assim que cheguei e já tentei me inteirar da situação para ver se podia ajudar o cara.

Ele era um tipo entroncado, barbudo, peludo, uns centímetros mais baixo que eu, uns quarenta anos ou pouco mais. Ele me falou que o motor havia aquecido e quando parou o caminhão e verificou, o fluído de arrefecimento do motor havia esgotado.

— Eu já liguei pra empresa no Rio, os caras me disseram que podem mandar o mecânico, mas de lá até aqui são mais de quatro horas. Se vier um de São Paulo talvez demore menos. Eu sei dirigir, mas de mecânica não entendo nada.

— Não sou nenhum expert, mas posso dar uma olhada por baixo do motor para ver se encontro alguma coisa errada, pode ser uma das mangueiras.

Eu tirei a camisa e deixei sobre o capô, afinal iria me deitar embaixo do veículo. O cara me olhou como se aquilo fosse a coisa mais natural que havia. Era de fato, mas eu estava acostumado com os olhares diretos dos caras que eu pegava pelas estradas. Pelo jeito esse cara não era um deles.

Abrimos o capô, fizemos uma procura atenta por toda a parte de cima. Nada de errado na parte superior, mas lá embaixo, visualizei uma mangueira molhada, o que sugeria que em algum ponto mais acima, mas que estava longe do meu alcance, poderia haver mangueira rasgada.

Quando o chamei para mostrar o cara já estava com a camisa aberta, se aproximou de mim e quando apontei ele se debruçou sobre o meu braço esquerdo para enxergar onde eu apontava. Se encostou em mim de um jeito estranho. Notei, mas não disse nada.

Fui direto para baixo. De lá era nítido o vazamento. uma das mangueiras havia rompido bem no local onde havia a presilha. O local era de difícil acesso, mas não impossível. Pedi a ele uma chave, falei que tinha uma no meu porta-luvas. Quando ele se aproximou de mim para entregar a ferramenta, eu já estava suado, e ele também.

— Porra, cara, não é só chave que tem naquele seu porta-luvas, tá cheio de camisinhas, também. Tá pegando muita mulher na estrada?, perguntou.

—Sempre cai uma no colo da gente, não é não, perguntei só para prosseguir com a conversa, porque a resposta era óbvia.

Ele riu, os dentes apareceram numa risada genuína e depois disse — Não conta nada pra ninguém, mas às vezes tem até uns caras que trago pra minha boleia.

Eu ri abertamente, mas não disse a ele que comigo também era assim.

Precisamos encurtar a mangueira um pouco e colocá-la no lugar. Depois de devidamente presa, daria para terminar a viagem, mas seria necessário ser substituída.

Como eu sempre ando preparado, fui até meu caminhão e peguei o garrafão de líquido de arrefecimento e entreguei a ele, que despejou o líquido devagar e como sobrou um pouco, me devolveu a garrafa. Me pediu o PIX para poder me mandar um pagamento pela ajuda que havia lhe dado, mas recusei.

— Pra onde você tá indo? perguntou.

— Vou até Vitória, depois retorno para São Paulo com o caminhão vazio.

— Porra, velho. Cê me deu a maior ajuda com isso aqui. Vou ficar te devendo não. Pelo menos quando estiver voltando de Vitória, passe pelo Rio para a gente tomar umas cervejas. Aí ficamos quites.

Eu já tinha marcado uma carga para dali a quatro dias. Se eu voltasse para o Rio no dia seguinte, teria um dia de lacuna até chegar em São Paulo.

— Então fechou. Anota meu número. Quando chegar ao Rio me manda mensagem a gente toma aquela gelada.

O restante do trecho até Vitória seguiu tranquilo, cheguei quase às 20h. Os caras estavam me esperando para descarregar. Estava atrasado umas duas horas. Assim que encostei na doca, começaram o descarregamento. Quando terminaram, tirei o caminhão de lá e segui até uma parada de caminhoneiros no caminho de volta para o Rio. Tomei um banho e comi alguma coisa. Quando me deitei, peguei o celular. Havia uma mensagem de um número desconhecido.

— E aí, aqui é o Carlão. Já tô em casa. Amanhã tomamos aquela cerveja.

No dia seguinte nos encontramos num restaurante às margens da rodovia. Ele já havia chegado, estava sentado numa mesa de canto. Estava arrumado, os braços cruzados em cima da mesa. Assim que me aproximei ele se levantou para me cumprimentar. Um aperto de mãos firme, de ambos. O sorriso espontâneo pro meu lado e um olhar que eu conhecia bem, pois eu mesmo estava acostumado a lançar um igual sobre os caras quando eu estava caçando um rabinho. Fiquei com a antena ligada.

Pedi duas cervejas e nos minutos seguintes conversamos sobre estrada, cargas, rotas e preços de frete, ou seja, papo de caminhoneiro, mas de repente ele me perguntou:

— E então, catou alguém em Vitória?

— Não, não foi desta vez, não sobrou muito tempo, falei com honestidade, mas sem mencionar que na verdade eu não comia uma mulher há algum tempo. E você?

Ele me olhou e na sequência disse que não. — Já faz tempo que tô na seca, pra falar a verdade.

Vou jogar limpo com vocês. Algo no jeito como ele falou aquilo me deixou ligeiramente desconfiado Reorganizei as coisas na minha cabeça.

O cara tinha me chamado para tomar cerveja, falou que andava na seca e estava me olhando daquele jeito que eu conhecia bem; eu mesmo olhava daquele jeito pro putos que eu costumava estourar. Não tive dúvida, ele tava era querendo me comer, o fdp.

Conversa, vai, conversa vem, e o Carlão mandava as dele, tentando entender se eu ia cair na dele ou não, foi aí que eu resolvi esclarecer tudo de uma vez.

— Meu camarada, não me leve a mal, mas preciso deixar uma coisa bem clara. Não sou o tipo de cara que dá, tá me entendendo. Eu como, não dou, nunca dei e não vou fazer isso agora. Tô vendo que cê tá me cercando, mas é isso aí. Se você tiver afim, beleza, se não, vazo agora daqui.

Ele me olhou com um sorriso no canto da boca, não se intimidou pelo que eu disse.

— Não se preocupe, cara. Vamos sair daqui e vamos lá pra casa. A gente toma alguma coisa e depois, na cama, a gente decide isso.

Eu gelei, te juro. O cara sabia jogar e tinha argumento. Era pegar ou largar, pensei. Dois minutos depois deixei o caminhão no pátio e entrei no carro do cara.

Rio de Janeiro, praia, fim de tarde agradável e o cara lá, dirigindo o seu carro comigo dentro achando que iria me passar o ferro.

Quando chegamos no prédio de apartamentos no subúrbio do Rio, ele foi na frente, eu atrás. Não pude deixar de reparar no jeito como ele subia. Quando entramos no apê, ele foi direto para a cozinha.

— Cerveja ou algo mais forte?

Eu encarei aquilo de frente e eu não tinha para onde correr.

— Vou preferir algo mais forte. Você tem um uísque?

— Boa escolha, respondeu, Tenho um sim, 18 anos. Este aqui é para pessoas especiais, acrescentou enquanto enchia o copo, depois serviu um para ele também. Brindou à saúde e à amizade.

Ficamos bebendo por um breve momento. Ele não tirava os olhos de mim. Uma incógnita que eu teria que desvendar.

Em seguida, o cara colocou o copo sobre a mesa e veio pro meu lado. Buscou um beijo enquanto passou a desabotoar minha camisa e começou a acariciar meu pau que ficou duro em menos de um minutos. O cara sorriu descaradamente.

Te juro, me joguei naquela porra de cabeça e quando enfiei a mão no cós da calça do cara, entendi tudo. Ele não usava uma cueca, a bunda pelada por baixo da calça. O cara tava usando uma jock.

Eu sabia, pensei. Entendi tudo numa fração de segundos. Daquele momento em diante foi só pegar o meu prêmio.

Parei de beijá-lo por um momento, apenas o suficiente. Olhei pra cara dele.

— Só pra deixar claro, falei baixinho. Você sabe como isso vai terminar, né?

Ele sorriu e passou a língua pelos lábios.

— Já sei faz tempo, falou com aquele sotaque carioca carregado dele.

Aí acabou a conversa.

Nos atracamos ali mesmo na sala. Dois peludos se enfrentando, a barba, o cheiro de macho misturado com o uísque. A gente derrubou alguma coisa da estante, mas eu nem quis saber. Tudo aquilo era diferente para mim, mas ao mesmo tempo conhecido de um jeito que eu não esperava.

Ele tentou me empurrar para o sofá, mas eu o agarrei e encostei contra a parede, esfregando a rola dura nele.

Ele olhou para mim com os olhos vibrantes de tesão.

— Gostei demais disso, disse.

— Eu sei disso, seu puto, respondi.

Ele me mostrou o caminho do quarto. Eu o segui. Ele se despiu rapidamente e eu também. Meu corpo ardia de desejo com toda aquela novidade.

Quando ele se jogou na cama a jock estava lá, as tiras nas pernas e a bunda peluda à mostra.

Quando fiquei pelado, ele viu o pau duro apontando para cima, grosso e cabeçudo. Ele se ajoelhou sobre o colchão e começou a mamar como um bezerro faminto.

— Paulista tesudo, do caralho, disse.

O cara gostava de mamar, segurava nas minhas bolas enquanto rolava o boquete. Lambia o pau todo, engolia o que podia e depois com os olhos lacrimejando se levantou na minha frente.

Eu peguei ele pelo maxilar, os pelos da sua barba bem feita sob meus dedos. — Você é meu, tá entendendo. Agora sobe nesta cama. Tá na hora de levar rola do motorista.

Ele ficou de quatro, a bunda arrebitada, me esperando, por baixo dava pra ver o pau duro do cara preso sob o único retalho de tecido já úmido de excitação.

Cuspi no rabo dele. Ele gemeu de antecipação. O cara tava esperando e eu dei a ele o que ele estava querendo. Meti a rola devagar, só pra ele sentir o tamanho. O cara arfou e arqueou as costas devido a pressão sofrida. Em seguida eu comecei a me mover dentro dele. e a partir daquele momento o cara se pôs a gemer com aquela voz grossa de macho que sabe o que quer.

— Isso, Luiz, mete no rabo do Carlão, disse ele empinando para eu entrar melhor.

Em seguida ele se mexeu na cama. Levantou-se, arrancou a jock e eu vi. O pau do cara grossão, duro como pedra. Se virou de costas para mim encostando-se na parede.

— Vai, porra, abre este rabo, disse pra ele enquanto a cabeça da minha pica já tava entrando nele de novo.

Meti muito naquele cu. O cara disse que iria gozar. Eu fui atrás. Um gozo federal, daquele que estava preso desde o momento que tudo ficou evidente naquela mesa que bebíamos.

— Porra, esporrei toda a parede, disse ele sorrindo para mim. Perdi o jogo Luizão, mas não me arrependo.

Te juro minha gente. Fui pro Rio tomar umas cervejas com um parceiro de estrada e nem sabia que o cara ia ser um parça firmeza daquele jeito. Só voltei pra casa dois dias depois.

O Carlão, durante conversas que tivemos disse se amarrava em foder um rabinho, mas sempre aparecia um cara disposto a lhe provar o contrário.

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