Capítulo 2: O Casaco e o Caos

Um conto erótico de CarlaNSP
Categoria: Heterossexual
Contém 660 palavras
Data: 25/04/2026 22:23:56

O vento gelado do litoral cortava as ruas do centro, fazendo a pele morena de Letícia arrepiar sob o casaco leve. Lucas, apenas de camiseta, sentia o frio castigar seus 1,91m, mas o calor que emanava do corpo dela ao seu lado era o que realmente o queimava. A desculpa era perfeita: passar na casa do pai dele para pegar um blusão. O pai estava no trabalho, a casa estava vazia, e ambos sabiam que o casaco era o que menos importava naquele momento.

Assim que a porta da sala se fechou atrás deles, o silêncio da casa vazia foi preenchido pela respiração pesada de Lucas. Ele não esperou. Antes mesmo de acender a luz, ele a agarrou por trás.

Lucas prensou seu corpo de 90kg contra as costas dela. O volume rígido do seu pau, já despertado pela caminhada, encaixou perfeitamente no vão da bunda de Letícia. Ele soterrou o rosto no pescoço dela, sentindo o cheiro do cabelo preto e longo, enquanto suas mãos grandes subiam com urgência, apertando os seios fartos por cima da roupa.

Letícia jogou a cabeça para trás, encontrando a nuca dele, as mãos puxando o rosto de Lucas para um beijo faminto. Ela não ficou parada; começou a rebolar, esfregando a bunda com força contra o quadril dele, sentindo cada centímetro daquela ereção que parecia querer rasgar o tecido. O tesão era tanto que as mãos de Lucas agiram rápido, despindo a parte de cima dela até deixá-la apenas de sutiã, a pele quente contrastando com o ar frio da sala.

Ele a conduziu para o quarto e a jogou na cama. Com um movimento bruto e possessivo, ele arrancou a calça de lycra dela. Ali, sob a luz fraca, ele viu: a buceta de Letícia estava tão inchada que marcava nitidamente sob a calcinha. Lucas começou a dedilhá-la por cima do tecido fino, sentindo a umidade transbordar, enquanto beijava a boca dela com uma fúria selvagem. Letícia, em resposta, apertava o pau dele por cima do short, sentindo a pulsação daquela veia grossa.

Lucas se livrou da roupa, ficando apenas de cueca, com o pau explodindo para fora. Quando ele finalmente o libertou, a visão fez o olhar sedutor de Letícia se transformar em pura fome. Ela se ajoelhou na cama e começou a chupá-lo com uma vontade animal, as mãos dele mergulhando na calcinha dela, focando apenas no clitóris que gritava por atenção.

Lucas tentou puxar a calcinha dela, querendo ver tudo, mas ela segurou a mão dele com firmeza. O pacto da virgindade ainda estava lá, uma barreira invisível que só tornava a brincadeira mais suja.

Eles continuaram naquela pegada frenética até que Letícia, incapaz de aguentar o massacre dos dedos de Lucas em seu clitóris, arqueou as costas e gozou pesado, sentindo a bucetinha encharcar a mão dele. Ela se recuperou rápido, os olhos brilhando de prazer, e voltou a se dedicar ao pau de Lucas.

Quando sentiu que ele estava no limite, Letícia afastou a boca. Ela queria ver. Ela agarrou a base do pau dele com as duas mãos e começou a bater uma punheta rápida e firme, os olhos fixos na cabeça do pau que pulsava.

— Olha pra isso, Lucas... — ela sussurrou, a voz carregada de malícia.

Lucas explodiu. O jato de leite quente e grosso jorrou com força, sujando toda a barriga dele e cobrindo os dedos e a palma da mão dela. Letícia ficou estática, observando o próprio líquido dele escorrer por sua pele. O rosto dela era um misto de espanto pelo volume, curiosidade pelo cheiro e uma satisfação profunda de tê-lo dominado daquela forma.

Eles se limparam rapidamente, trocando sorrisos cúmplices e carregados de segredos. Lucas vestiu o casaco do pai — o "objetivo" da visita — e eles voltaram para o centro para continuar o passeio, como se nada tivesse acontecido, carregando o cheiro um do outro na pele e a certeza de que a inocência deles estava cada vez mais profana.

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