Eu nunca imaginei que seria capaz de trair o Marcus. Meu marido é um homem bom, mas tão tímido e fraquinho… Ele trabalha o dia inteiro nessas viagens corporativas, chega no hotel só depois das 20h, exausto, me dá um beijo rápido e cai no sono. O sexo com ele sempre foi rápido, sem graça, quase uma obrigação. Eu, Manu, com 23 anos, cabelos longos castanhos ondulados que quase chegam na cintura, pele clarinha e macia, seios empinados, cintura fina e uma bunda redonda branquinha que sempre chama atenção, ficava o dia todo sozinha, sentindo um desejo que ele nunca conseguia satisfazer.
No primeiro dia no hotel, durante o almoço no restaurante à beira do lago, nós conhecemos o Heitor. Ele estava almoçando sozinho numa mesa próxima. Marcus puxou conversa e conversamos uns bons 20 minutos sobre o hotel, o lago e o trabalho dele como massagista no spa. Heitor era um negão imponente: 44 anos, 1,90m de altura, pele bem escura, quase preta, corpo musculoso com braços grossos cheios de veias saltadas, peito largo, barba grisalha bem aparada e aquele olhar sério, de mau encarado. (Curiosamente Marcus tirou uma foto onde ele aparece sentado na mesa atrás de nós na hora que fui no banheiro. Isso foi antes de Marcus puxar assunto com Heitor.)
Durante a conversa, Heitor começou a brincar com o contraste de peles. Olhando diretamente para mim com um sorrisinho, ele disse em tom de brincadeira:
— Pessoas branquinhas como a Manu têm a boca bem rosadinha igual a dela… tudo delicadinho. Já um negão igual a mim é tudo pretão mesmo.
Ele riu, como se fosse só uma piada inocente, mas seus olhos escuros desceram descaradamente pelo meu decote e pelo meu corpo. Eu corei violentamente. Marcus ficou visivelmente desconfortável, maxilar apertado, rosto vermelho de raiva contida, mas não disse nada — apenas sorriu sem graça e mudou de assunto, tímido demais para confrontar. Eu, por dentro, senti um frio na barriga misturado com uma excitação proibida.
No terceiro dia, eu estava com dor nas costas de tanto ficar na piscina. Decidi marcar uma massagem relaxante no quarto. Por baixo do robe curto de seda branca, eu estava só de biquíni preto bem pequeno — o de cima mal cobria meus seios e a calcinha fio-dental mal cobria minha bunda branquinha.
Quando bateram na porta, meu coração quase parou. Era ele. Heitor. O mesmo negão que tinha me olhado com tanta fome no almoço. Ele vestia uma camiseta preta justa.
— Boa tarde, Manu — disse com aquela voz grave e rouca, sorrisinho malicioso. — Pronta pra sua massagem?
Eu corei. Não sabia que ele era o massagista. Deixei ele entrar.
Tirei o robe devagar, ficando só de biquíni preto, e me deitei de bruços. Minha pele branquinha contrastava absurdamente com as mãos enormes e escuras dele.
Heitor começou devagar, profissional. Derramou óleo quente nos ombros e massageou com firmeza, soltando os nós. Desceu pelas costas, polegares pressionando a coluna, fazendo-me soltar gemidinhos de alívio. Passou para os braços, apertando os músculos. Eu relaxava aos poucos.
Mas ele ganhou confiança. As mãos grandes deslizaram para as minhas coxas, massageando a parte de trás com movimentos longos e profundos. Os dedos subiam cada vez mais, roçando a borda da calcinha.
— Heitor… aí não precisa… — murmurei, tentando impedir.
Ele ignorou, insistindo:
— Relaxa, branquinha. Pra aliviar direito tem que chegar até o fim.
As mãos dele chegaram na minha bunda branca. Apertou as nádegas por cima do tecido, massageando com força. Eu deveria ter parado… mas não parei. Deixei. Achava que conseguiria resistir.
Sem perceber, comecei a empinar levemente a bunda branca pra ele, arqueando as costas. Meu corpo traía minha mente.
De repente, com um movimento violento, Heitor segurou a calcinha fio-dental com as duas mãos e rasgou o tecido fino com força, expondo completamente minha bunda branquinha. O som do rasgo ecoou. Eu soltei um gemido assustado, mas uma onda quente de tesão me invadiu. Aquela brutalidade me excitou ainda mais.
Ele derramou óleo generosamente entre minhas nádegas e um dedo grosso, escuro começou a circular meu cuzinho apertado. Depois dois dedos, abrindo-me devagar. Eu gemia baixinho, molhando a cama.
Quando ele tirou os dedos, ouvi o zíper. Olhei por cima do ombro e meu corpo inteiro tremeu.
A piroca dele era monstruosa. Preta, grossa, cheia de veias saltadas, cabeça larga e brilhante. Enorme. Pelo menos 23 centímetros de carne escura e pesada.
— Heitor… eu não posso… — sussurrei, voz trêmula. — Eu sou casada… o Marcus… eu não posso fazer isso com ele…
Ele deu um sorrisinho mau, batendo a cabeça grossa da piroca preta contra meu anelzinho virgem.
— Pode sim, branquinha… Seu marido fraco nem vai saber. Uma garota delicada de 23 anos como você, branquinha e novinha, sendo fodida por um negão velho de 44… o dobro da sua idade. Isso te deixa molhada pra caralho, não deixa?
Eu hesitei, tremendo. Queria dizer não… mas perdi. Especialmente porque ele era um negão experiente, velho o suficiente para ser meu pai, e eu uma branquinha delicada de apenas 23 anos. Aquela diferença me excitava de um jeito proibido e intenso.
— Por favor… vai devagar… é minha primeira vez… — pedi, choramingando. — Primeira vez anal… e primeira vez com um negão…
Ele empurrou. A cabeça larga da piroca preta forçou minha entrada, esticando meu cuzinho branquinho ao limite. Eu soltei um gemido alto. Centímetro por centímetro, aquela piroca negra enorme invadia meu cu virgem. O contraste era obsceno.
Quando ele começou a meter de verdade, não teve piedade. Começou a destruir e espancar meu cuzinho branco com estocadas fortes e profundas.
— Ai… ai, meu cuzinho… — gemi alto, sem conseguir me controlar. — Heitor, seu tarado… seu cavalo… seu comedor…
Ele segurou meus longos cabelos castanhos como rédea e acelerou, metendo com força bruta. Cada pirocada fazia minhas nádegas branquinhas tremerem violentamente. O som molhado da piroca preta entrando e saindo ecoava no quarto.
Em certo momento eu simplesmente desliguei. Fiquei anestesiada de tanta pirocada preta no cuzinho branco. Meus olhos reviraram, boca entreaberta, sem reação. Só aceitava que aquela piroca preta enorme estava espancando meu cuzinho branquinho sem dó.
Eu gozei forte, tremendo inteira, gemendo “ai, meu cuzinho…” enquanto meu corpo se contorcia.
No final, quando ele gozou, enterrou a piroca até o talo e encheu meu cu de porra quente e grossa. Jatos grossos de leite de piroca preta transbordaram do meu cuzinho destruído.
Ele tirou devagar. Meu cuzinho ficou todo roxinho, inchado, completamente destruído de tanta pirocada, transbordando leite de piroca preta que escorria pelas minhas coxas branquinhas.
Eu estava sem forças, deitada de bruços, ofegante. Não conseguia nem responder quando ele falou. Só conseguia rebolar minha bunda branca bem devagar, toda marcada, inchada e roxinha, gemendo baixinho.
Ainda tremendo, levei um dedinho bem de leve até meu cuzinho destruído e comecei a esfregar devagar, sentindo a porra quente transbordando. Com a voz fraca e safada, murmurei:
— Olha o que você fez com o meu cuzinho, seu tarado filho da puta…
Heitor deu um tapa forte na minha nádega inchada e sorriu com aquele olhar de mau:
— Amanhã eu volto no mesmo horário, branquinha. E vou destruir esse cu de novo.
Eu não respondi. Só continuei rebolando devagar, gemendo baixinho, completamente dominada, enquanto meu dedinho ainda brincava no cuzinho cheio de leite de piroca preta.
Pela primeira vez na vida, eu me senti realmente uma putinha, uma escrava sexual depois de ter sido possuída por aquele macho preto enorme.
