Esperei mais um pouco e desci.
Os três estavam de pé, ela de costas pra mim e só de calcinha e eles de frente pra ela. Lucas beijando ela bem devagar de língua e Gabriel chupando seu peito. Minha mulher já punhetava os dois e eles apertavam sua bunda.
Eles deram uma leva travada quando me viram e Cida percebeu e olhou pra trás.
Quando me viu, falou:
- Deixa ele...continua.
E os dois continuaram...chupando e mordendo seu pescoço um de cada lado.
Minha mulher ficou de joelhos e bateu pra eles de leve admirando as duas rolas e começou a chupar.
Quem estava sendo chupado colocava a mão na sua cabeça e puxava de leve, sem violência. E Cida seguia o ritmo que anda um queria.
Ela só parou pra pedir:
- Põe o colchão no chão.
Gabriel que estava mais perto colocou e ela tirou a calcinha.
Lucas sentou numa ponta e Cida ficou de quatro com a bunda virada pra onde eu estava e Gabriel foi por trás dela e começou a meter.
Ela parava um pouco de chupar pra gemer mas depois voltava a chupar com mais vontade ainda.
Peguei uma cadeira na cozinha e coloquei perto deles na sala pra ver melhor.
Cida me viu fazendo isso e não disse nada.
- Mete mais forte, Gabriel.
Mandei e ele obedeceu, botando com mais força.
Minha mulher começou a gemer mais alto. Aquele gemido gostoso que eu adorava ouvir.
- Isso....ela gosta assim!
Depois de comer um pouco eles trocaram.
No meio dessa troca eu e ela nos olhamos.
Ela tava com uma cara de safada sem igual! Minha presença de deve ter despertado algo nela.
Não precisei nem falar nada com Lucas. O garoto já foi metendo com força nela, fazendo minha mulher até abaixar a cabeça por um tempo pra curtir a metida.
- Chupa, mulher... chupa...
Incentivei e na hora ela abocanhou a rola do outro.
Eu já tava batendo uma vendo aquilo.
Cida meu viu daquele jeito e começou a chupar mais fundo o pau de Gabriel e Lucas comia sua buceta sem dó.
Então dei outra dica:
- Lucas...mete devagar e faz um carinho no cuzinho dela.... só com a pontinha do dedo.
Quando ele começou a fazer isso, eu vi Cida delirando. Ela só na gritou porque o grito foi abafado pela vara do rapaz. Gabriel parecia que ia morrer com a chupada que recebia da minha esposa.
Ela não gostava de chupar saco, mas ali comigo pedindo ela se acabou nas bolas do garoto. E eu claro incentivava...
- Assim....como você é gostosa. Olha pra mim, olha!
E ela me olhou...e com a cara mais safada do mundo fez a rola daquele jovem estufar sua bochecha.
Ela nunca tinha feito aquilo comigo e nas vezes que eu tinha visto ela com eles também não tinha percebido nada assim. Alguma coisa naquele momento estava mudando dentro de nós dois.
O sexo dela sempre foi bom. Gostoso. Quente.
Mas agora tava diferente. Safado.
Eles queriam fazer anal mas ela não quis.
- Da última vez doeu muito. Tem que ter alguma coisa pra passar.
Ela disse.
Faz sentido, pois desde o começo do nosso casamento eu nunca deixei faltar K.Y em casa e ela acostumou tanto que sempre me avisava quando estava acabando, então eles continuaram transando daquele jeito até todos gozarem, inclusive eu, e nós dois fomos pra casa.
Já deitados na nossa cama, Cida fez algo que não acontecia a muito tempo.
Me abraçou deitada no meu peito fazendo carinhos nos meus pêlos.
- Posso te falar uma coisa?
- O que?
- Eu gostei que você foi?
- Sério? Que bom!
- É. Foi diferente.
- Diferente como?
- Não sei....deu mais tesão.
- Eu percebi.
Ela riu e falou.
- Se você for de novo eu não vou achar ruim não.
- Tá bom, eu vou.
E acabamos dormindo abraçados. Estávamos mais ligados e felizes.
Após esse dia as coisas só melhoraram.
Voltei a comprar K.Y com a mesma frequência de antes e agora Cida fazia questão da minha presença todas as vezes que descia até a casa dos fundos e estávamos cada vez mais safados.
Na rua, éramos exemplo de casal perfeito.
Eu um bom marido e ela uma esposa e filha dedicada e frequentadora da igreja, mas naquela casa dos fundos era onde nossos pecados aconteciam.
Por mais de 1 anos aqueles garotos continuaram comendo minha mulher de todas as maneiras possíveis, e sempre na minha frente comigo comandado tudo.
Se eu já não era mais capaz de dar o que ela precisava, pelo menos podia garantir que ela sentisse o máximo de satisfação possível.
E foi exatamente o que fiz!
Quando estava “naqueles dias” ela ficava todo o período fazendo só anal e eles claro se acabavam no cu da minha mulher.
E eu sempre estava lá pra incentivar...
“ Goza no cuzinho dela, Gabriel”
“ Morde o biquinho do peito, Lucas”
“ Goza na cara”
“ Goza na boca”
“ Olha pra mim sua safada...fala que tá gostoso”
“ Para os dois de meter... só continua se ela pedir”
E Cida foi se soltando cada vez mais...
“ Me come gostoso”
“ Mete com força “
“ Vai que meu marido tá olhando “
“ Tô gozando, Marcos”
“ Tá gostando de ver?”
“ Tão comendo sua mulher”
Esse tipo de interação entre a gente virou rotina e viciamos nisso.
E depois desse 1 anos e pouco os meninos seguiram seus caminhos.
Lucas arrumou um emprego melhor e se mudou de cidade e Gabriel começou a namorar sério e se mudou pra casa da moça e chegou até a nós fazer uma visita junto da então esposa e sua filha. Uma linda família.
Cida ficou um pouco chateada no começo, mas nossa asa estava sempre disponível pra ser alugada.
Algumas oportunidades foram aproveitadas, e outras não. Ou por incompatibilidade ou por ser inviável mesmo.
Alguns não despertaram o interesse da minha mulher e outros eram casados sem filhos e não queríamos atrapalhar a vida de ninguém.
Até que em uma das vezes, alugamos a casa pra um solteiro na mesma faixa de idade de Cida. Josué, um cara negro de 40 anos e bem dotado.
Em breve contarei tudo o que aconteceu...