Minha família é evangélica, de uma igreja bem tradicional, especialmente a parte da minha mãe. Fui criado dentro da igreja, envolto em todas as tradições, então, quando resolvi me afastar, gerou um choque de início, porém, felizmente, tudo passou e eu vivi minha vida livremente a partir daí.
O mesmo eu não posso dizer sobre Eva, filha do meu primo mais velho. Eu sempre o considerei um tio por conta da diferença de idade, por isso, chamava Eva de prima, ela é 7 anos mais nova que eu, sempre prezei por cuidar dela assim como seu pai cuidou de mim.
Depois que saí da igreja, acabamos perdendo um pouco do contato, mas, sempre que a via, reparava em como estava cada dia mais bonita. Eva é uma mulata lindíssima, bunduda, magrinha e com um rostinho angelical.
Quando fez 18, ela arrumou um emprego e acabou se desenvolvendo lá, recebeu uma proposta excelente de promoção, mas seu pai a obrigou a recusar, pois isso atrapalharia ela de seguir no "caminho de Deus".
Eva enlouqueceu, brigou com a família e ameaçou sair de casa, pois não gostaria de seguir vivendo daquela maneira.
É aí que nossas histórias se cruzam outra vez:
Numa quarta-feira, recebi uma mensagem dela, querendo ter uma conversa. Marcamos numa hamburgueria, ainda na parte da tarde.
Cheguei lá e ela estava sentada, bem desanimada, mas deliciosa - usava um vestido bem comportado, mas que desenhava perfeitamente suas curvas. Nos cumprimentamos, pedi uma cerveja e ela começou a falar. Me disse que não aguentava mais viver daquela maneira, que estava bem chateada de perder a promoção, mas não sabia se seria bom sair da casa dos pais.
Eu perguntei se ela se sentia bem com a ideia, se tinha condições de se manter tranquilamente. Ela, bem organizada e decidida, respondia sim a tudo. Não tinha muito que eu pudesse dizer, de fato, parecia a melhor opção.
Foi então que recebi mais uma revelação, mesmo sem estar preparado:
- Tem mais uma coisa. Eu sou bi e me apaixonei por uma colega.
O susto me deixou estático, não sabia o que falar e nem esperava algo assim, de repente.
- Ela é muito legal e se propôs a morar comigo e me ajudar com tudo. - continuou.
- Bom, já não tinha muito o que adicionar, se você deseja isso, vá em frente e seja feliz.
Eva abriu um lindo sorriso e me agradeceu por apoiá-la. Pedimos um lanche, alguns drinks e curtimos o resto desse encontro, atualizando um ao outro das novidades.
Quando terminamos, a ofereci uma carona, ela aceitou, mas pediu que eu a levasse na casa da namorada, Josi. Chegando lá, um convite para subir e a conhecer, já estava anoitecendo, poderíamos tomar um café. Eu aceitei.
Josi me recebeu super bem, era uma garota linda, baixinha, bunda média e redondinha, cintura, fina e peitos siliconados e grandes, um pouco mais velha que minha prima. Vestia um short de academia bem curtinho e uma regatinha colada, que deixava os bicos dos peitos bem marcados.
O café estava pronto e nós batemos um bom papo, falavamos das histórias delas, das minhas, coisas da infância de Eva e eu, além de eu cortejar sempre com piadinhas a namorada da minha prima. O tempo voou e nem vi a hora passar.
Tudo parecia caminhar para um fim, eu me preparava para me despedir e ir pra casa. Me levantei para ir ao banheiro e quando voltei elas estavam num beijo mais quente do que a minha presença "permitia", Eva no colo de Josi a segurando pelo pescoço. Quando notaram minha presença elas se largaram, Josi um pouco envergonhada, mas nada demais, já Eva sorria confiante, como se planejasse aquilo.
Sentei novamente à mesa, mas Eva seguiu no colo da namorada. Fiz uma piada sobre elas nem terem me chamado pra participar, ambas riram e Eva começou a falar sobre suas experiências com outros caras.
Ela era bem vivida, apesar de ser quase presa entre casa, trabalho e igreja, ainda, suas histórias com homens pareciam frustrantes. Quando tomou a palavra, Josi falou que era bi tambem, mas nunca se interessou em "chegar aos finalmentes" com nenhum cara.
Nesse momento, minha cabeça pensava em um milhão de possibilidades.
- E você, primo? É bi também. - Eva perguntou cortando meu barato.
- Não, Eva. Eu sou hetero.
- Eu imaginava mesmo... - retrucou - mesmo achando que você tem cara de quem se aventuraria com uma mulher e um homem.
Eu ri e desmenti, entao comecei a contar minhas experiências para elas. Contei de uma suruba, de transar em lugares públicos e ate sobre a vez que uma namorada me deixou comer sua amiga. Tudo isso tentando levá-las a imaginar uma coisa em específico. E deu certo.
- E um menáge? Nunca fez? - me interrompeu Josi enquanto eu ainda contava sobre a amiga da ex.
- Já. Sabe essa amiga da minha namorada? Eu transei com as duas ao mesmo tempo tambem.
Eva estava inquieta no colo de Josi, enquanto me ouvia, passava a mão na coxa da namorada e mordia os lábios quando eu era mais explícito sobre algo.
- E foi bom? - continuou Josi.
- Foi uma delicia, elas eram bem gostosas. Mas, se fossem bi, talvez fosse melhor, elas não interagiam tanto entre si, só umas dedadas e uns beijos.
Eva começou a rir, até que eu parei de falar e ela comentou:
- Sabia, primo. Tá falando isso só pra atiçar nós duas. Que safado.
Eu gargalhei e retruquei:
- Deu certo?
Elas se olharam e Eva deu um selinho em Josi, depois sussurrou algo no ouvido da namorada, que olhou pra mim e sorriu. Eva se levantou e começou a tirar as coisas da mesa, deixando a louça na pia e os adereços num armário ao lado. Ao terminar, voltou até perto de Josi e virou a cadeira dela para que pudesse sentar no seu colo de frente.
- E se eu disser que me atiçou? - perguntou Eva, sentada no colo da namorada, de forma bem sugestiva.
- Vou perguntar se vocês querem fazer algo diferente e comigo.
Josi riu e encostou no pescoço da minha prima, deu um beijo e um cheiro bem longo, então pediu que Eva se levantasse.
- Eu quero fazer, mas tenho uma condição. - disse Josi enquanto se dirigia a mim.
Eu me arrumei na cadeira e esperei até que ela chegasse e dissesse. Josi puxou meu braço, me deu um beijo tímido e, quando eu agarrei sua cintura, disse:
- Eu quero que você seja meu parceiro e ajude a comer ela. - olhando para Eva.
Meu pau já estava duro, então apertei Josi contra mim para que ela sentisse minha pica pulsar.
- Eu topo, vamos foder minha prima gostosa.
Josi respirava fundo, sentia meu pau pulsar contra sua barriga. Nos beijamos de forma quente, um beijo intenso e cheio de desejo. Eva veio até nós e começamos a nos pegar ali, eu tinha uma em cada braço, as beijava, assistia elas se beijar e passava a mão naqueles corpos deliciosos.
- Vamos pro quarto? - perguntou Eva.
Josi ia se desvencilhar do meu braço para ir, mas eu puxei ela de volta:
- Você disse que iriamos comer minha prima né? Vamos fazer a refeição aqui mesmo.
Elas se olharam, se beijaram e então eu soltei Josi. Beijei deliciosamente Eva e a agarrei pela cintura, quando ela se envolveu no meu pescoço, eu a levantei e coloquei sentada na mesa. Felizmente, a mesa era de madeira maciça e aguentou o tranco.
Ela ficou sentada na beirinha da mesa, de pernas abertas, exibindo uma calcinha preta bem simples. Josi a empurrou para que deitasse e depois tirou aquela calcinha, deixando a bucetinha linda da minha prima à mostra. Era marrom e pequena, com um rasguinho discreto e já escorrendo.
Josi tomou a frente e caiu de boca, o gemido que Eva deu foi uma das coisas mais gostosas que ouvi na vida. Dava vontade de encostar e ficar ouvindo ela gemer, mas eu tinha serviço a fazer. Me aproximei e comecei a disputar espaço com a cabeca da Josi, chupando a buceta da minha prima juntamente com sua namorada. Eu nunca tinha feito isso, mas era delicioso, o contraste do gosto da buceta, das línguas se encontrando na chupada, dos beijos que Josi e eu trocávamos, enquanto Eva gemia que nem uma cachorra.
Eu sabia que ela não ia aguentar muito mais tempo, seu corpo já se contorcia de prazer. Aí eu me levantei e fui até as costas de Josi, abaixei seu short e a calcinha, puxei uma cadeira, coloquei ela em cima, sentada sobre o joelho, o que deixava sua boca na posição perfeita de seguir chupando minha prima.
Então me agachei atrás e caí de boca na xereca meladinha dela. Ela gemeu abafado, com a língua enterrada na namorada, mas empinou a bunda para deixar o caminho livre para a minha.
Eu agachado chupando Josi, que estava sobre a cadeira chupando minha prima, que apenas gemia de prazer na língua da namorada.
- Vem primo, quero gozar na sua boca também. - disse Eva, quase num sussurro.
Eu larguei a buceta da namorada dela e me juntei na chupada outra vez. Foram poucos segundos de linguada e veio o seu gemido mais intenso, ela agarrou nossos cabelos e apertou tudo contra o próprio corpo. Josi e eu ficamos estáticos, apenas esperando o êxtase passar.
Eva estava suada, descabelada e ofegante, depois de um orgasmo intenso e gostoso. Eu me agachei atrás da sua namorada e voltei a chupar, enquanto ela se sentou e começou a acariciar os cabelos da namorada, que estava com o rosto apoiado na mesa, ainda bem próxima a buceta de Eva.
Minha prima se levantou da mesa e ficou em pé ao meu lado, tirou o vestido e revelou o corpo delicioso por inteiro. Eu a observei alguns segundos e voltei a chupar Josi. Eva se juntou a mim alguns minutos, devolvendo o oral duplo que a namorada tinha proporcionado. Mas depois de um tempo parou, foi até a namorada e sussurrou algo, Josi gemia baixinho enquanto eu a chupava e acenou positivamente sem tirar a cabeca da mesa.
Eva segurou meu cabelo e meio que me puxou para eu eu ficasse de pé. Com uma das mãos, começou a dedar a namorada e pediu que eu tirasse a roupa. Assim o fiz. Com a mão livre ela começou a me punhetar, eu já estava insanamente duro.
Quando se agachou, ela veio puxando meu pau para perto de si, eu só me deixei levar. Então Eva começou a me mamar, com a pica do ladinho da buceta da Josi. As vezes ela tirava meu pau da boca e linguava a namorada, então voltava pro boquete. Por fim, um cuspe na cabecinha, uma lambida do grelo ao cu da namorada e posicionou meu pau na entradinha da buceta.
Foi aí que Josi se levantou, olhou para Eva por sobre os ombros e sinalizou que sim outra vez.
- Mete com carinho tá, primo?
Eu comecei a entrar assim que ouvi isso. Bem devagar, admirando meu cacete ser engolido centímetro a centímetro. Quando estava boa parte dentro, Eva segurou pela minha bunda, deu um tapa e apertou, empurrando-me contra a namorada de uma vez.
Josi urrou de prazer nesse momento, o que fez aparecer um sorriso de satisfação no rosto da minha prima safada.
- Mas pode castigar um pouquinho também. - disse ela.
Eu comecei de leve e fui aumentando a medida que Josi se abria para mim. Sua buceta era deliciosa, bem quente e apertada, minha prima realmente não usava sempre aquele buraco gostoso.
Eva se moveu e ficou do lado da namorada, levantou sua regata até que os peitos ficasse a mostra e beijava ela entre um gemido mais intenso e outro.
Eu seguia metendo, numa concentração enorme, tentando não gozar tão rapido.
- Que delicia, ver esse pauzão dentro de você, amor... - disse Eva. - acho que quero na minha bucetinha também, você deixa?
Josi só gemia e acenava que sim.
- Ou melhor, a gente pode mamar bem gostoso o meu priminho, e quando ele gozar, pode jorrar tudo nos seus peitos gostosos.
Cada frase de Eva fazia Josi se contorcer e gemer mais. E a cada frase Eva ia ficando mais suja:
- Aí eu limpo a porra dele dos seus peitos, que tal? - Eva começou a beijar a namorada e se tocar. - Ou melhor, você pode limpar a porra dele da minha buceta.
Nesse momento, Josi colocou a língua para fora e minha prima começou a chupá-la. Em seguida, o orgasmo de Josi, intenso tal qual o de Eva, mas dessa vez na minha pica. Quando senti a buceta dela contrair no meu pau durante a gozada, eu segurei firme e apertei a base do pau para não sair.
Quando tirei o pau da Josi, ele estava pingando, uma mistura da baba de Eva, da buceta da Josi e do meu pré gozo.
Eva se levantou e veio me beijar, parecia mais safada que nunca.
- Já sei, quero seu pau dentro de mim, mas não aqui.
Eu virei passageiro do desejo dela e, assim que Josi se recuperou, ela nos puxou até a sala da casa.
- Senta no sofá. - ordenou Eva.
Eu me sentei e fiquei as assistindo se pegar, com o pau quase explodindo de vontade. Josi virou Eva de costas para mim, que se inclinou pra frente e abriu a bunda para exibir a buceta e o cuzinho.
- Você quer? - perguntou Josi.
- Quero muito.
Vi o rabo perfeito de Eva vindo até mim e me enchi de animação. Ela segurou meu pau, pincelou na buceta, mas sentou sobre a minha barriga, deixando minha pica presa entre suas pernas.
- Vai com calma, priminho, quero do meu jeito.
Josi se abaixou na nossa frente e começou a me mamar. Ela babava bastante, deixando tudo ainda mais melado, tentava por tudo dentro, mas sem muito sucesso. Porém, os engasgos a faziam salivar e me deixavam com mais tesão.
- Aguenta mais um pouquinho ta? Pela sua priminha. - disse Eva.
Ela se levantou da minha barriga e ficou esperando a namorada terminar. Quando terminou, Josi segurou meu pau de pé até que Eva encostasse nele. Assim que senti o calor da buceta da minha prima, senti tambem a língua da sua namorada, passeando do meu saco até a cabeça do pau, e depois na minha prima. Eva gemeu e deixou o peso ir caindo, lentamente. Senti ela me engolir e ficar parada um pouquinho.
Em seguida, Eva se inclinou para a frente deixando a bunda empinada para mim e comecou uma sentada divina. A bunda perfeita, o gemido delicioso e uma namorada gostosa peladinha e se tocando enquanto assistia tudo. Era perfeito.
- Que pau gostoso, primo. Que delicia.
- Você gosta, Eva? Sua buceta é maravilhosa também. E pensar que a igreja escondia essa cadela de mim.
- Você gosta disso? Foder a prima puta?
Eu sequer respondi, segurei a bunda dela e enfiei um dedo no cuzinho, que se exibia para mim durante a sentada. Ela gemeu mais forte, quase como na gozada, enfiou tudo na buceta e comecou a rebolar, com meu pau entalado nela e o meu dedo no seu cuzinho. Não aguentei muito disso.
- Prima, não aguento mais. Vou gozar.
Eva se apoiou no meu peito e foi levantando e soltando minha pica, ainda rebolando, depois se sentou na minha barriga prendeu novamente meu pau entre as pernas. Josi, por sua vez, se agachou e começou a me mamar deliciosamente, focando na cabecinha e numa punheta intensa. Minha prima fazia carinho no seu cabelo e se esfregava de leve na base do meu pau, que encostava na buceta. Foram poucos segundos, mas foi uma delicia indescritível. Josi engoliu o primeiro jato, mas depois tirou da boca e punhetou enquanto eu jorrava sem sua boca e nos peitos lindos.
Eu não me contive e gemi alto, apertei a bunda de Eva, que se virou para dar um rápido olhar safado para mim.
Depois que a última gota escorreu, Josi se levantou e se inclinou sobre Eva, que beijava a boca, chupava os peitos e fazia questao de passar a língua em cada gota de porra.
Passado o banho de língua, Josi foi ao banheiro e Eva ficou sentada em mim, batendo um papo rápido.
- Isso foi uma delicia, Josi sempre quis fazer algo com outro cara, mas é tímida demais para assumir.
- Eu adorei também, tem tempo que não gozava assim. Obrigado pelo prazer, prima.
Eva se virou para mim e sentou me encarando. Me deu um beijo maravilhoso na boca e deu a deixa para mim:
- Não precisa agradecer. E eu tenho mais planos para esse pau gostoso.
Eu ri e a beijei. Depois que banhei e me vesti, fui pra casa sem maiores despedidas e intimidades com ambas. Mas demorou até que a dose se repetisse...
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