Capítulo 4: Alívio de Uma Culpa Persistente

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 656 palavras
Data: 26/04/2026 12:58:15

Jhonny voltou da quarta e penúltima etapa – uma entrevista intensa e exames psicotécnicos que o deixaram com a cabeça latejando – exausto, o corpo forte dolorido de estresse, como se tivesse corrido uma maratona mental. "Puta merda, se a final for pior, tô frito… mas pelo menos tô vivo", pensou, arrastando os pés pela porta da casa, ainda processando a descoberta da noite anterior. A calcinha seca de Suzana provava que ela não estava se exibindo intencionalmente – aqueles "relapsos" pareciam mesmo acidentais, nada mais que descuido inocente, apesar de mostrar demais para ele e até mesmo para outros na rua. Isso o aliviava um pouco, mas tornava seu próprio tesão ainda mais conflituoso: "Se não é de propósito, por que caralho isso me deixa assim? Culpa zero dela, preciso me controlar." Suzana o recebeu com um lanche no sofá, vestindo uma saia jeans curta que subia fácil, sorriso acolhedor: "Ei, guerreiro! Relaxa, você merece… sanduíche de atum, vai te dar energia."

Sentou-se ao lado dele, cruzando e descruzando as pernas lentamente, alongando os braços e curvando o corpo para pegar um copo. Jhonny captou vislumbres acidentais – uma calcinha preta de cetim aderindo à sua vulva, delineando os lábios maiores com um brilho úmido, o tecido justo revelando o relevo convidativo e as bordas das virilhas suaves. "De novo… mas agora sei que é acidente. Ainda assim, isso tá me matando", pensou, o pau dando um pulso semi-ereto na calça, uma excitação involuntária que o deixou questionando sua lealdade interna. Ela riu de uma piada sobre "provas que testam mais a paciência que o cérebro", mexendo-se tanto que a saia subiu demais, expondo flashes repetidos do cetim colado à boceta morena, o vinco central evidente, como se o tecido a abraçasse. Jhonny fingiu um espirro para disfarçar seu olhar fixo, quase derrubando o lanche: "Atchim! Desculpa…" Ela riu: "Alérgico ao queijo? Ou é o estresse? Come, vai… você tá precisando." Jhonny sorriu nervoso, aliviado pelo humor leve, mas o fogo crescendo apesar da certeza da inocência dela – sem excitação proposital ou exibição deliberada, o alívio transformava o tesão em algo que ele precisava descarregar de forma privada, longe de olhares.

À noite, após um jantar rápido com Christopher – que mal conversou, focado no celular, as vendas estavam bombando –, Andressa ligou, voz dengosa e sedutora: "Ei, amor… como foi? Ah, to com saudade de você me fodendo gostoso!" Jhonny, no quarto, sentiu o tesão acumulado pulsar: "Foi foda, mas tô inteiro… e você, loirinha? Me conta o que tá rolando aí." Ela sugeriu: "Vamos relaxar você pra final, amor. Liga a webcam do laptop… tô com saudade do seu pau." Na tela, sua loira baixinha e magrinha se despiu devagar, blusa caindo para revelar seios pequenos e firmes, calcinha escorregando para expor a boceta rosada, dedos circulando o clitóris: "Ahh, Jhonny… me fode com esse pau grosso. Imagina me comendo bem gostoso, metendo fundo na minha bocetinha molhada!" Jhonny, calça aberta, masturbou devagar o pau grosso de 18cm, mão ritmada: "Ahh, delícia… vou meter fundo na sua boceta molhadinha, amor, sentir você apertando meu pau, rebolando assim… goza pra mim, safada." Os gemidos ecoaram – ela dedilhando mais rápido, corpo tremendo: "Ahh, sim… tô gozando pensando em você me enchendo… mmm, delícia!" Ele pulsou forte, jatos quentes voando no chão do quarto, aliviado e ofegante: "Ahh, toma, amor… te amo tanto." A reflexão sobre a inocência das exposições de Suzana tornou o momento ainda mais catártico, como se estivesse purgando tentações puramente acidentais, o tesão liberado sem culpa real.

No final, a porta do quarto ficou encostada – ele a empurrara mal ao entrar, distraído pela chamada –, mas não viu ou ouviu ninguém; era noite, e o casal amigo estava recolhido. Ainda assim, Jhonny ficou ressabiado, achando ter ouvido um ruído distante, como um passo leve no corredor: "Paranoia… ninguém tava espiando. Relaxa, cara", pensou, apagando a luz e caindo no sono, a mente finalmente mais leve para a prova final.

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Mais um capítulo da saga do guerreiro Jhonny Bravo contra a perversa Suzana Tentação que a todo custo Tenta desvirtuar nosso bravo herói impedindo o de chegar,salvo,intacto e puro nos braços da sua Donzela Adressa.

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