Casada obediente em Uberlândia

Um conto erótico de Ksado Uberlândia
Categoria: Heterossexual
Contém 500 palavras
Data: 26/04/2026 15:59:17

Em Uberlândia todo mundo conhecia Eduardo como o "cara da TI", certinho, aliança no dedo, casado com a Letícia — aquela morena de corpo escultural que dava aula de dança no bairro Fundinho.

O que ninguém sabia é que toda quinta, às 20h, Eduardo virava "Dudu" dentro de casa. E Dudu tinha regras.

Regra 1: Daniel manda.

Regra 2: Letícia obedece Daniel.

Regra 3: Dudu obedece os dois. E agradece.

Naquela quinta o calor tava de matar. 38 graus e a central do quarto queimada. Daniel chegou do crossfit suado, sem bater. Já era de casa. Já era dono.

Letícia abriu a porta só de calcinha fio dental e salto alto. "Demorou", ela ronronou, beijando Daniel com língua, com fome.

Eduardo estava ajoelhado no canto da sala. De cueca. Cabeça baixa. Coleira fina no pescoço. Foi ideia dele. Foi pedido dele.

Daniel nem olhou pro Eduardo. Passou a mão na bunda da Letícia e apertou com força, deixando marca. "A cadela tava se comportando?", perguntou, alto o suficiente pro Dudu ouvir.

"Tava sim, senhor", Letícia respondeu, sem tirar o olho do marido no chão. "O dia todo me provocando no zap, mandando foto, implorando pra quinta chegar."

Esse era o fetiche do Eduardo: ser pequeno. Ser o cara que não dá conta. Que vê a mulher dele sendo fodida por um macho maior, mais gostoso, e não pode fazer nada além de assistir e aceitar. Quanto mais Letícia gemia o nome do Daniel, mais duro o Dudu ficava.

Daniel puxou Letícia pelo cabelo e apontou pro quarto. "Vai. De quatro na NOSSA cama. Quero ver essa bunda que seu marido não aguenta empurrar direito."

Letícia foi, rebolando. Passou do lado do Eduardo e sussurrou: "Hoje você vai limpar tudo no final, Dudu. Do jeitinho que você gosta."

No quarto, Daniel não teve pressa. Botou Letícia pra mamar primeiro. Enfiou fundo, batendo na garganta dela. E mandou: "Dudu, vem pra cá. De joelho do lado da cama. Quero você olhando de perto o que é um homem de verdade."

Eduardo engatinhou. Os olhos cheios de lágrima e tesão. A humilhação queimava, mas era a brasa que ele precisava pra gozar.

Daniel virou Letícia, cuspiu na entrada dela e meteu de uma vez, sem dó. O barulho de carne batendo ecoou no apto. "Pede mais, Letícia. Fala quem te fode melhor."

"Você, Daniel... você me fode muito melhor", ela gemeu, cravando as unhas no lençol. E completou olhando pro marido: "O Dudu é meu maridinho... mas você é meu macho."

Eduardo gozou na cueca na hora. Sem tocar. Só de ouvir. Corpo tremendo, gemido engasgado. Essa era a derrota que ele vencia toda quinta.

Daniel gozou dentro, como sempre. Marcar território. Depois levantou, suado, e olhou pra Eduardo no chão.

"Limpa sua esposa, Dudu. E depois limpa o chão que você sujou."

E Eduardo limpou. Sorriu. Porque em Uberlândia, ele podia ser o chefe da TI. Mas em casa, ele era só o corno da Letícia. E era tudo que ele queria ser.

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