Despertando o desejo na minha mulher pt 2

Um conto erótico de Jeff
Categoria: Heterossexual
Contém 730 palavras
Data: 26/04/2026 17:19:29

Após o final do conto 1, passei a me perguntar como faria para conseguir que Marina se soltasse mais e finalmente realizássemos nosso desejo, principalmente o meu, de vê-la enebriada de prazer.

Confesso que a insegurança por um breve momento tomou conta, mas, o prazer e a vontade ainda falavam mais alto. Então, comecei a atiçar ela cada vez mais, para descobrir do que ela seria capaz e de até onde ia nossa coragem, afinal, a iniciação é muito difícil.

Até esse momento, em todas as nossas transas eu a perguntava se ela se imaginava fazendo algo e era imediato ela pegar meus dedos e chupar desejando que ali tivesse uma pica, detalhe, ela havia dito que queria uma pica grossa, não importava o tamanho, desde que fosse grossa.

Eu a perguntava como ela escolheria e ela dizia não saber, mas eu imaginava que ela ainda não possuía segurança para contar, então, cabia a mim tirar daquela princesa (a vista do mundo) a puta que ali morava.

Imaginem que neste período, só de falar de outra pica, ela já se molhava todinha, então eu tinha certeza que ela sabia o que queria, pensando nisso, passei a entrar em sites para mostrar picas para que ela pudesse escolher, ainda fico duro só de lembrar daquela cena.

Ela de ladinho, metendo gostoso e eu mostrando, a voz dela quase não saia e ela ia vendo de pica em pica e a cada uma que ela gostava, se soltava e dilatava mais, eu sabia que havia despertado uma puta que dali pra frente eu não teria controle.

Nossas transas se tornaram momentos de deleite de imaginação e prazer, mas ainda faltava o principal, a coragem de realizar aqueles momentos que imaginávamos.

Disse a ela que faríamos em alguma viagem e, por morarmos em cidade pequena, na viagem seria muito tranquilo de fazer, sem julgamentos, apenas prazer e companheirismo.

Passadas algumas semanas, fomos a uma cidade do litoral e eu já havia alimentado nela a necessidade de não levar roupas pesadas, apenas biquinis e calcinhas, isso se ela quisesse usar.

Alugamos um airbnb, por ser mais tranquilo, e fomos a praia. Nesse período a praia não estava tão cheia, havia apenas alguns casais e poucos se arriscando a tomar banho, ela estava retraída, parecia insegura sobre como começar.

Começamos a beber e eu a convidei para irmos tomar banho no mar, nesse momento, percebi que ela já estava mais solta. Entramos no mar, e imediatamente me veio a mente a quantidade de homens que poderiam estar desejando ela.

Levei ela a um lugar mais reservado do mar, e, nesse meio tempo, dois homens já mais velhos, por volta dos 40 anos, entraram próximos de onde estávamos, eu já estava dedilhando a buceta dela que ainda estava pouco excitada.

Com o vai e vem das ondas, seu biquíni passou a sair do lugar, principalmente a parte debaixo, pois os seios (fartos e grandes) já estavam praticamente a mostra.

Percebi que os homens passaram a se aproximar e falei pra ela “Amor, vamos mais pro raso, lá você fica mais tranquila para ajeitar a calcinha”. Aproveitei e fui pegar uma bebida para nós, quando voltei ela dizia que os homens não paravam de olhar para ela.

Perguntei a ela se ela tinha coragem de provocar eles e ela, com a cara de puta que sabe fazer, apenas sorriu.

Fomos indo um pouco em direção a eles e no raso, ela passou a “ajustar o biquini”, inicialmente ela deixava os seios a mostra, eu virava de costas para não confrontar os homens, e ela me narrava que eles a secavam como loucos. Então pedi a ela para continuar, ela simplesmente colocou a calcinha do biquini de lado e levantou mostrando aquela bucetinha melada, lisinha e doida para receber picas novas a mostra.

A bebida passou a fazer efeito e ela passou a mostrar cada vez mais, enquanto os homens apenas ficavam olhando de longe.

Para nossa decepção, eles não chegaram e a brincadeira acabou por ali, chegando no hotel, transámos como loucos, a cada vez mais eu me surpreendia como aquela buceta poderia ficar tão dilatada, ela narrava no meu ouvido que imaginava aquelas duas picas dos homens se revezando entre a buceta e boca dela. Ela queria aquilo e queria muito, e eu, como bom servente à ela, não poderia demorar a dar aquilo a ela.

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