Alice na obra

Um conto erótico de Carinhosa dos Contos
Categoria: Grupal
Contém 1250 palavras
Data: 26/04/2026 20:47:59
Assuntos: Grupal

Alice trabalhava como compradora na construtora Xhousa. Era competente, seca na fala, e tinha a fama de ser a mulher mais gostosa do escritório. Aos 42 anos, corpo de mãe de dois filhos – seios médios, caídos na medida certa, bumbum redondo que balançava quando andava de salto – e a bucetinha sempre peladinha, lisa, inchada, igual de menina. Por baixo das calças de alfaiataria e blusas comportadas, escondia uma puta sedenta.

No domingo, ela teve que ir vistoriar uma obra na Zona Leste. O engenheiro chefe, Marcelo, amigo do seu namorado Renato, tinha ligado reclamando de um lote de tijolos que veio fora da especificação. Alice odiava trabalhar no domingo, mas foi.

Chegou de vestido curto e tênis – o vestido azul marinho colado, decote modesto, mas que subia até a metade da coxa quando ela andava. Sem calcinha, claro. Nunca usava calcinha aos domingos.

A obra estava vazia, teoricamente. Só Marcelo a esperava na sala do contêiner. Mas no fundo do terreno, dois operários ainda trabalhavam: Júnior, um nordestino de 24 anos, magro, pau fino e longo; e Paulão, um negrão de 40 anos, forte, com mãos de pá e um pau grosso que marcava na calça de brim.

Alice entrou no contêiner. Marcelo estava de braços cruzados, a cara fechada.

– Esses tijolos estão uma merda, Alice. Você comprou lixo.

– Eu comprei o que estava no orçamento. O problema é a sua equipe que não sabe assentar.

A discussão subiu de tom. Marcelo avançou, batendo o punho na mesa. Ela não recuou. Pelo contrário, chegou perto, o peito roçando no braço dele.

– Você tem algum problema, Marcelo? Quer resolver na porrada?

Ele olhou nos olhos dela, depois desceu o olhar para o decote. O peitoral suado dele subia e descia. Ele tinha 38 anos, corpo de praia, cabelo bagunçado, e um pau que ela imaginava há meses.

– Que olhar é esse, engenheiro? – ela provocou. – Tá olhando o que não deve.

– Tô olhando porque você pede, sua gostosa.

Ela não respondeu com palavras. Respondeu com a mão. Apertou o pau dele por cima da calça jeans. Tava duro.

– Isso é pra mim? – ela perguntou.

– Isso é para puta.

Os dois operários, que tinham se aproximado para buscar ferramentas, pararam na porta do contêiner. Viram a cena. Júnior ficou de pau duro na hora. Paulão sorriu, mostrando os dentes amarelados.

– Vai ficar olhando? – Alice disse, sem se afastar de Marcelo. – Entrem e fechem a porta.

A Fogueira

O contêiner fechado cheirava a suor e cimento. Alice tirou o vestido de uma vez. Ficou pelada, os seios médios balançando, a bucetinha lisa e rosa já escorrendo. Ela se ajoelhou na frente de Marcelo, desabotoou a calça dele, e puxou o pau pra fora.

Não era enorme – uns 16cm, mas grosso, cabeça roxa, veiudo. Ela lambeu da base à cabeça, babou tudo, e enfiou na boca com fome.

– Isso… chupa essa rola… – Marcelo gemeu.

Júnior e Paulão tiraram as calças. Júnior tinha um pau fino, comprido, parecendo um cabo de vassoura. Paulão era um tronco – grosso, escuro, cabeça enorme. Alice parou o boquete por um segundo, olhou e sorriu.

– Vocês vão me comer inteira. Todos os três.

Ela se levantou, apoiou as mãos na mesa de madeira, empinou a bunda. A buceta lisa brilhava, o cuzinho pequeno e rosado piscava.

– Quem quer a buceta? – ela perguntou.

– Eu – Marcelo falou.

– Quem quer o cu?

– Eu – Paulão respondeu, com a voz grossa.

– E você, Júnior? Vai ficar de fora?

– Eu quero sua boca.

– Então toma.

A Montaria

Marcelo se posicionou atrás dela, entre as pernas. Enfiou o pau grosso na buceta peladinha com uma só estocada. Ela gemeu alto.

– Aí, caralho… que buceta apertada… – ele disse.

– É de novinha, seu corno… fode ela…

Ele começou a meter rápido, forte. A mesa rangia. Os seios dela balançavam.

Paulão ajeitou atrás dela também, mas no ângulo do cu. Passou o pau enorme na buceta babada pra lubrificar e encostou na entrada do cuzinho.

– Vai doer, patroa – ele avisou.

– Eu quero que doa.

Ele empurrou devagar. A cabeça grossa entrou. Alice mordeu o lábio, os olhos marejados, mas não gritou. Paulão foi entrando centímetro a centímetro até o pau inteiro estar dentro do cu dela.

– Dois paus… os dois dentro de mim… – ela gemeu.

Júnior se posicionou na frente da mesa. Ela abriu a boca, e ele enfiou o pau fino e comprido direto na garganta. Ela chupava com vontade, babando, engolindo fundo.

Os três machos começaram a se mexer no mesmo ritmo. Um entrava na buceta, outro entrava no cu, outro entrava na boca. Uma máquina de sexo.

– Assim, caralho! Assim! Fodem essa puta! – ela gritou, abafada pelo pau de Júnior.

O contêiner inteiro tremia. Os gemidos, os barulhos molhados, o cheiro de suor e buceta.

A Troca de Posições

– Para – ela pediu, depois de minutos.

Os três paus saíram ao mesmo tempo. Ela se virou, ofegante, o corpo suado.

– Agora eu quero de quatro de novo, mas o Marcelo vem na minha boca. Ele vai gozar na minha cara. E vocês dois – apontou para Júnior e Paulão – vão gozar dentro de mim. Um na buceta, outro no cu.

– Quem goza onde? – Paulão perguntou.

– Júnior, no cu. Você, Paulão, na buceta. Sua porra é mais grossa, eu quero sentir ela escorrendo.

Ela se ajoelhou de novo, de quatro, mas dessa vez de frente para Marcelo. Ele ficou em pé na frente dela, o pau gosto na altura da boca. Ela abriu a boca e ele enfiou.

Paulão entrou atrás dela, o pau gigante na buceta lisa. Júnior entrou no cu. Agora era dupla penetração enquanto ela chupava o terceiro.

– Isso… chupa essa rola, sua cadela… – Marcelo mandava, enfiando o pau na garganta dela.

Ela gemia abafada, os olhos lacrimejando, mordendo o pau. Paulão metia na buceta com força, Júnior no cu com o pau fino entrando até o talo.

– Vou gozar! – Júnior gritou.

– Ainda não! – ela pediu, tirando a boca do pau de Marcelo por um segundo. – Segura. Primeiro o Marcelo goza na minha cara. Depois vocês.

Marcelo punhetou rápido na frente do rosto dela.

– Abre a boca, mostra a língua, sua puta.

Ela abriu bem, a língua para fora, babada. Ele gozou – três jatos grossos, quentes, no rosto dela. Um no olho, outro na boca, outro escorrendo pelo queixo. Ela lambeu os lábios, engoliu parte.

– Agora vocês.

Paulão acelerou na buceta. Metia fundo, sem dó. Júnior metia no cu cada vez mais rápido.

– Goza – ela pediu. – Goza dentro de mim. Enchem a buceta e o cu de porra, caralho!

Os dois gozaram juntos. Júnior encheu o cu dela com leite fino e quente. Paulão jorrou rios dentro da buceta lisa – ela sentiu o jorro grosso, quente, escorrendo pela coxa.

Os três paus saíram ao mesmo tempo novamente. A porra escorria da buceta e do cu dela, misturando-se no chão de cimento.

Ela caiu de joelhos, suada, gozada, feliz.

O Fim da Vistoria

– Aprovado – ela disse, ofegante, limpando o rosto com a mão. – Os tijolos estão liberados.

Marcelo riu. Os operários vestiram as calças.

– Na segunda-feira tem reunião às 9 – Marcelo disse. – Vem de saia.

– Vou vir sem calcinha – ela respondeu.

Alice se vestiu, ajeitou o cabelo, passou batom. Saiu do contêiner como se nada tivesse acontecido. No carro, ligou para o namorado Renato.

– Amor, a vistoria foi um sucesso. O engenheiro adorou os tijolos.

Desligou. Enfiou o dedo na própria buceta ainda escorrendo porra, cheirou, lambeu. E foi para casa, onde Renato a esperava – sem saber que a namorada dele tinha sido comida por três homens no domingo.

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