Sofrimentos de Putinha 6

Um conto erótico de Gabinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1442 palavras
Data: 26/04/2026 21:19:22

6

Eu entrei na casa do Rivas (geral no morro o chamava assim) constrangida me sentindo indigna de estar ali. Era bem grande, diferente da maior parte das casas em volta.

Andei pela sala, subi para os quartos, havia uma varanda que dava para uma parte da cidade lá longe. Protegida por telas de vidro.

Andrezinho tinha me dado um celular só para falar com ele, e o Rivas havia dito que eu ganharia um também para falar com ele, receber algumas instruções... Essas coisas.

Minha primeira ação foi sentar no sofá e ligar a televisão, havia muito tempo que não fazia isso, sentia como se tivesse fazendo algo de errado, meu celular tocou.

- Oi... – atendi.

Andrezinho mandou eu andar pela casa procurando esconderijo de câmeras. Ele ia me orientando onde podiam estar e como eram, depois mandou eu abrir a porta do fundo da casa para ele poder entrar mais tarde.

Eu ficaria sozinha mesmo, não tinha risco de ninguém nos ver pelo menos dentro de casa.

Eu fiz um lanche rápido, e fui tentar descansar no quarto. Mas ficava ansiosa e um pouco excitada lembrando do Vandão. Ouvi o barulho de passos na parte de baixo da casa, era Andrezinho e Dendê.

- Vasculha geral – Andrezinho mandou.

- Deixa comigo chefe...

Andrezinho fez um gesto para eu acompanha-lo. Mandou eu tirar a roupa toda. Perguntou se eu estava pensando que ia ficar ali na vida mansa, estava muito enganada.

Ele tirou a corrente da noite passada de dentro de uma sacola, volteou em meu pescoço e travou com um cadeado médio e foi me puxando em direção a área da garagem, espaço onde eu ainda não tinha ido.

- Lugar de cadela é onde? – perguntou.

Eu fiquei de joelhos e o acompanhei para dentro da garagem que estava vazia, havia um gancho de aço no chão próximo a porta de metal e uma torneirinha saindo da parede.

Andrezinho me prendeu aquele gancho com a corrente, depois me botou para mamar o seu pau, até gozar na minha boca.

Ele simplesmente apagou a luz e fechou a porta de acesso ao restante da casa, fiquei ali no escuro, e com o gosto de rola na boca mas consegui adormecer estava mais acostumada ao chão mesmo.

As luzes voltaram a acender. Eu pensei que fosse o Andrezinho mas era o Dendê, sem camisa e com uns travesseiros e lençóis, entrou na garagem.

Eu me animei quando ele desatou o nó do short e tirou a regata. Veio em minha direção afagou meus cabeços. Eu cheirei o volume no seu short:

- Que putinha você hein? – disse sorrindo. – Dizem que sabe mamar um caralho como ninguém, quero ver se sabe mesmo.

Ele abaixou o cós do short, o pau meio duro com a pele cobrindo a cabeça e um cheiro quente me atiçou, engoli a cabeça puxando para forma, e arregaçando a pele, fui engolindo aos poucos. Dendê tinha um pau cheio de veias e conforme crescia na minha boca ficava cada vez mais grosso e babão.

Ele o martelou contra minha cara, brincou comigo tirando e colocando, tirando e colocando, até foder com minha goela, engasguei várias vezes na caceta dele.

Dendê mandou eu ficar de quatro contra a parede. Ele segurou minha cintura e sarou o pau na minha boceta, passando por cima, deslizando, abrindo meus lábios com o pau mas sem entrar ainda.

- Eita rabo gostoso! – disse ele e sapecou um tapa.

- Aiiim... – gemi.

Ele afundou o polegar na minha boca e colocou no meu rabo. Encapou o pau e com dificuldade encaixou na minha boceta, eu gemi de prazer, babando por aquela rola toda cheia de veias entrando, me alargando mais.

Começou lento, gostoso, cadenciado, alisando meu corpo, apertando e esmagando meus seios, aí agarrou meu cabelo e estocou mais forte, tirava todo e metia:

- Aiiimmm – eu gemia.

Dendê forçou a cabeça do dedo contra meu cú e conseguiu colocar dois, enquanto metia na minha boceta, aí tirou o pau de tentou afundar no meu cuzinho.

- Quem diria cú de puta apertado assim – brincou.

- Come meu cuzinho come... – pedi gemendo. – Seu gostoso.

Ele me puxou pelo cabelo olhando bem em meus olhos e apertando minhas bochechas. Soltou um cuspe na minha boca e me viu engolir sem fazer carinha de nojo, ficou louco!

Deu duas estocadas que me tiraram o fôlego e derrearam minhas pernas, continuou fodendo meu cuzinho que estava estiolado, as pregas doíam muito mas segurei firme até sentir aquele prazer que deixa a gente entregue.

Fui rebolando, rebolando, e comecei a me movimentar também.

- Gostosa! Que cuzinho gostoso! Engole meu pau, engole...

Ele segurava minha corrente, e me fodia revezando entre a xana inchada e melada e o cuzinho estiolado.

- Goza na minha boca! – pedi.

- É ISSO QUE VOCÊ QUER? QUER MINHA PORRA NA TUA BOCA?

- Sim, sim, me da na boca... – implorei.

Ele continuou fodendo minha boceta e cuzinho, tirou e me colocou deitada de costas no chão, fodeu mais um pouco assim, com minhas pernas nos ombros. Ele tinha o peitoral lindo, não era sarado nem nada mas aqueles pelinhos enroladinhos, me deixavam louca.

Dendê tirou o pau da minha vagina e tirou a camisinha, veio para o outro lado ergueu minha cabeça:

- Abre bem essa boca de puta!

Eu fiz o máximo Dendê enfiou de uma vez senti o pau entrar por minha língua e goela. Ele tirou para eu me recuperar, e voltou a meter, fez isso uma três vezes antes e segurar o meu pescoço, e foder a minha garganta os espirros e as arfadas dele em cima de mim, comigo desesperada com o peso do seu pau na minha cara, e suas bolas nos meus olhos, sentindo a porra entrando para meu estomago e sem fôlego foi loucura!

Eu estava toda arrepiada. A gente respirava com dificuldade e eu tossi bastante por causa da falta de ar. Mas lá estava o seu caralho brilhando com a minha bile nele. Voltei a deitar relaxando.

Dendê também, secou o pau em um pedaço de pano.

Eu voltei a ficar sozinha mas dessa vez relaxada e bem comida, adormeci facilmente com o travesseiro e o lençol.

Andrezinho voltou cedo. Libertou meu pescoço. Colocou para eu beber meu “chá de Vandão”, e depois o próprio Andrezinho direto da fonte. Eu pude tomar um banho e dormir mais um pouco.

Rivaldo me ligou justamente quando eu estava na cama dele.

- Oi... tudo bem? – falei na chamada de vídeo.

- Logo, logo estarei aí, vamos ter uma saidinha nesse final de semana e a gente vai poder aproveitar bastante.

Apesar dos pesares, a vida na casa do Rivas era excelente, eu não fazia nada praticamente o dia todo e tinha dia que só tinha contato com o mijo do Vandão que todo dia estava lá mesmo que Andrezinho não estivesse.

E eu sei, sou uma vaca burra mas bebia tudo mesmo sem eles por perto, e mandava o vídeo, todos os dias.

A pedido de Rivaldo fui as compras e comprei umas roupas de praia e coisas para mim, voltei a frequentar o salão e a ouvir desaforos, embora nunca fosse as vias de fato, sempre tinha alguma colega me dizendo merdas.

Um dia antes da saidinha. Ouvi tiros do lado de fora. Depois fogos de artificio. Coloquei a cara pra fora só para ver se passava alguém mas nada... Os tiros continuaram pela noite.

“- Os homens estão subindo o morro...”, Rivas me mandou por mensagem SMS ainda. Eu li aquilo e não entendi direito. “- Dá um jeito de sair daí... Vai para a casa de algum parente...”

Eu fiquei muito nervosa esperando que Andrezinho mandasse alguma coisa como não apareceu nada, e o medo me dominando, peguei o dinheiro dos programas, e sai pela porta dos fundos.

A casa do Rivas era visada pela polícia por motivos óbvios. Eu desci o morro mesmo ouvindo os pipocos de tiros. Uma senhora fez sinal para eu entrar na casa dela.

- Entra minha filha, tá perigoso aí fora – disse ela. – Cê corre risco de morrer!

Mas eu apavorada continuei descendo, descendo. O grupo de policiais todos de preto e com armas nas mãos fecharam a entrada do morro. Sem saber o que fazer me escondi atrás de umas latas de lixo.

Um senhor de idade entreabriu a porta da casa e olhou para fora:

- Por favor moço deixa eu ficar aí? – implorei.

O homem fechou a porta com um estrondo. Eu tremia inteira de receio quando ia saindo para voltar para pedir ajuda a senhorinha que tinha me oferecido a casa, os policiais me fecharam.

Eu fechei os olhos sabendo que podia pedir perdão por todos meus pecados, era o fim!

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