Quando decidi perder a virgindade escolhi o Rafael pois era um cara quieto. Eu sabia das suas aventuras por causa de garotas que comentavam, porém, nunca ouvi nada da boca dele contando vantagem ou coisa do tipo. Nos meses seguintes a nossa transa, porém, percebi que ele era mais exibido para as garotas com quem ficava, pois vivia comentando comigo sobre quem ele tinha comido antes de mim. (Isso inclusive me levou aos braços da minha primeira mulher).
Depois de uns 3 meses ficando, nós acabamos por nos afastar, pouco depois ele apareceu com uma namorada, uma menina nova na cidade que estava começando a frequentar lugares em comum com nosso grupo e o conheceu assim.
No final do ano, após uma bateria de provas de vestibular na sequência, o pessoal do cursinho resolveu marcar uma festa para comemorar o progresso até ali. Todos contribuímos para alugar uma chácara e cada um poderia levar mais um acompanhante, desde que não fosse gente que arrumasse confusão. Eu e minhas amigas solteiras decidimos ir sozinhas, os comprometidos levaram seus pares e a maioria dos caras solteiros levaram mais um amigo.
Na semana da festa eu me preparei toda, arrumei cabelo, unhas, comprei um biquíni novo minúsculo e minhas bebidas preferidas, pronta para uma tarde de festa e diversão, sem muitas regras.
No dia, eu cheguei mais cedo, ajudei a arrumar as coisas e fiquei praticamente de porteira recebendo a todos. Eu estava com um biquíni vermelho, short, óculos de sol e havaianas. Como quase todo mundo era conhecido, fazíamos uma festa a cada nova chegada, menos com Rafael e sua garota. Ele chegou e mal me cumprimentou, ela virou a cara pra mim e sequer me deu boa tarde. Na hora percebi que havia algo de errado, mas não deixaria aquilo me abalar.
Com a chácara mais cheia, eu fui comer um pouco e beber. A playlist era completamente variada, mas aproveitei pra dançar de tudo com minhas amigas, nós curtíamos juntas e no nosso canto.
Lá pelas 15h, a namorada de um conhecido veio até mim, me abraçou e sussurrou um pouco:
"Clara. Aquela menina com o Rafael não para de falar mal de você, vai praticamente de mesa em mesa só pra isso."
Eu não esbocei reação, logo na chegada deles já tinha percebido algo estranho com relação a mim e aquilo não poderia atrapalhar minha festa, mas eu também não poderia deixar passar.
Fiquei atenta até Rafael olhar na direção onde eu estava e tirei meu short de costas para ele, abaixando bem para exibir minha bunda. Quando me levantei outra vez, percebi mais de um olhar em mim e, apesar de excitada, fiquei um pouco envergonhada.
A partir dali, passei a me exibir sempre que ele olhava, dançava me mexendo mais, encarava firme seus olhos, deixava claro para ambos tudo que fazia, sem saber direito o objetivo, mas decidida a tirar algo daquilo.
Quando eles entraram na piscina, eu fiz o mesmo. No começo, fiquei bebendo com minhas amigas na beira, conversando aleatoriamente, mas o álcool foi subindo e meu fogo junto. Os vi se beijar do outro lado e não consegui resistir em me aproximar.
"Oi. Fiquei sabendo que você está falando besteira de mim."
O beijo deles foi interrompido e a garota retrucou na hora.
"E quem disse que você é importante assim?"
"Acho que sou já que você está falando de mim. Só pra deixar claro, você só fica com ele enquanto eu quiser."
"Se toca, menina. Você não significa nada pra ele."
Ela estava visivelmente incomodada, já tinha até subido o tom e saído dos braços de Rafael. A música encobria nossa discussão, mas eu não queria que aquilo escalasse mais. Encostei em Rafael e sussurrei em seu ouvido.
"Eu vou arrumar minhas coisas e sair pra sua casa. Tô morrendo de vontade de dar meu cuzinho hoje."
Me afastei o encarando, ele sorria meio envergonhado e eu sabia que o tinha fisgado. Quando me despedi dos amigos mais próximos nenhum deles entendeu direito e pediram para eu ficar. Mas não dava, estava molhada, morrendo de vontade e iria provar a qualquer custo para aquela mulher que eu era muito mais que ela.
Me troquei, saí e andei uns 5 minutos até o ponto de ônibus para o centro. Assim que o ônibus parou, Rafael chegou e entrou junto de mim, sozinho. Sentamos no banco do fundo e começamos a nos pegar.
"O que você falou pra ela?"
"Nada. Eu só saí."
"Você vai me comer só mais essa vez, entendeu? Depois você volta com ela se quiser."
Fomos dando uns amassos deliciosos até o ponto perto da sua casa. Minha vontade era mamar ou masturbar ele no ônibus mesmo, mas, apesar de vazio, não tive essa coragem.
Chegando no quarto, eu tirei o short, que estava meio úmido e a regata que tinha vestido para sair. Ele me beijava e lambia meu corpo ferozmente, pressionando contra si para que eu sentisse seu volume, me empurrou na cama e começou a se despir, mas quando fui tirar o biquíni, ele pediu que eu parasse.
"Fica com ele, vai? Você tá tão gostosa."
Eu sorri e abri bem as pernas para que ele viesse. Começou com uma chupada gostosa, lambeu bem e me deixou toda ensopada, depois foi subindo pela barriga, beijou meus seios sob o biquíni, pescoço e boca. Quando nossos quadris se alinharam, ele levou a mão até minha calcinha para afastá-la direito e então enterrou em mim.
Seu pau deslizou deliciosamente para dentro, eu me abri ainda mais e enrolei minhas pernas em sua cintura. Rafael começou a meter gostoso, sua desenvoltura parecia melhorar cada vez mais, sentia cada centímetro dele percorrer minha buceta com força.
"Você vai voltar pra ela depois?"
"Vou."
"E se eu te chamar outra vez?"
"Eu volto"
"Por que você volta?"
"Você é gostosa demais pra eu resistir."
Ele gemia enquanto respondia, sua voz parecia falhar em alguns momentos. Eu o segurava firme, mexia para o ajudar a enterrar mais fundo, sentia meu corpo quase revirar enquanto ouvia cada resposta.
"Ela já te deu o cu?"
"Não."
"Você contou pra ela que comeu o meu?"
"Não. Só que a gente transou."
"Então você vai foder meu cuzinho agora. E vai contar assim que voltar pra ela. Entendeu?"
Ele parecia estar bem perto, mas tirou o pau de dentro de mim e apertou bem a base. Eu sorria vendo aquela cena, ele todo agoniado, se controlando, eu tinha tomado a mente e o pau daquele homem para mim e, apesar de nem querer tanto, isso me excitava muito.
Peguei um travesseiro e pus debaixo da minha bunda, afastei ainda mais a calcinha pada o lado, abri as pernas e segurei bem abertas, ele lambeu e cuspiu na minha bundinha, depois, veio enfiar o pau nela. Mais uma vez, foi bem desconfortável, era apenas a segunda vez que eu dava o cuzinho e não me sentia tão pronta, mas o desejo de me provar falou mais alto.
Minhas mãos fraquejaram um pouco por causa da dor, mas me manti firme, com as pernas bem abertas para ele. Rafael começou a fazer um movimento bem leve, eu estava quase conseguindo me acostumar, mas logo ele gozou. Apesar de uma certa frustração, foi até melhor daquele jeito, a dor estava querendo cortar meu tesão.
Ele saiu e ficou admirando a porra escorrer da minha bundinha, mas eu o interrompi.
"Ei. Tá achando que acaba aqui é? Vem me chupar, quero gozar gostoso."
Ele nem questionou, apesar de ainda estar meio perdido por causa do orgasmo, se abaixou e começou a me chupar. Minha bunda ainda estava meio ardida, mas a porra escorrendo dela e a língua dele na minha buceta fizeram aquilo não ser tão ruim. Eu agarrei forte seu cabelo e comecei a rebolar em sua língua, me movendo da maneira que ficasse melhor pra mim. O orgasmo veio rápido, para coroar aquela transa atípica.
Eu fiquei uns bons minutos respirando relaxada, enquanto Rafael se limpava e trocava. Depois, fui até o banheiro para me lavar, me arrumei rapidamente e fui até a parada para voltar pra casa.
Rafael me acompanhou e me deu um último beijo antes que eu entrasse no ônibus, eu enfiei a mão no bolso e o entreguei a calcinha do meu biquíni, quase como uma última recordação. Infelizmente pra ele, aquele seria de fato o último beijo que daríamos.
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