Faz tempo que não escrevo.
Não é como se o tesão tivesse acabado, mas a rotina e outras coisas às vezes dão uma segurada na disposição, tenho certeza que muitos entendem.
Vou relatar aqui algo que se passou pela minha cabeça esses dias, mas gostaria de lembrar que muitas vezes nós projetamos os nossos desejos, as nossas vontades, fantasias, leitores e escritores, e muitas vezes existe frustração com relação ao curso que o texto segue, falta vulgaridade, falta objetividade, falta profundidade, e por ai vai.
Muitas vezes as historias, os pensamentos se repetem, afinal, os desejos as vontades são as mesmas, e continuam lá, ás vezes mudando um pouco com o tempo, mas o cerne, o núcleo costuma ser o mesmo.
Tenho certeza que existem textos para todos os gostos no site, então aproveite o que minha cabeça tem a oferecer, de bom e de ruim, e se algum "falta" desses te frustrar, saiba que eu entendo, mas é o que eu consigo rsrs.
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Atualmente estou com 38, trabalho na área da saúde, quem se identifica com a idade sabe que depois dos 30 os problemas de gente madura começam a aparecer, dor aqui, dor ali, doenças x, y.
Eu particularmente nunca levei uma vida saudável, mas isso mudou faz uns anos, percebendo que a maré vinha com tudo já começei a sentir que ou vai, ou se vai, e sempre fui muito obstinado quando tenho um objetivo.
Melhorei bastante em muitos aspectos, peso, massa magra, menos gordura, me livrei de hábitos como tabaco, álcool e noites em claro, com raras exceções como esta, na qual escrevo.
Desde que me lembro por gente, me senti atraido por pés, femininos, delicados, antes da pandemia de conteúdo digital, serviços e afins, eu já perdia meus dias observando. Um fetiche que tem muitas camadas, mas no meu caso existe mais admiração, do belo, do que representa, do que transmite, no dia a dia, e principalmente na reação ou resposta corporal que carrega. Nunca me atraí por "xulé", pés sujos, pés esmagando coisas, pés pisoteando ou chutando, lamber ou chupar, gosto de apreciar, beijar, morder massagear e principalmente observar o que eles têm a dizer, seja numa mesa de bar ou na hora H.
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Na minha cidade existe uma dermatologista, Larissa, não a conhecia pessoalmente, mas por colegas, ela é casada com outro médico, um que era meu amigo durante a infância, mas nos afastamos com os anos. Por uma questão de destino, ambos voltamos para a cidade natal, ele veio com ela, casados, aqui tiveram um filho, e se estabeleceram.
Nos dias de hoje, o digital é importante, ainda mais para certas especialidades, e talvez pela automação da coisa, a página profissional dela me seguiu, pelas conexões em comum, passei a acompanhar o dia a dia digital da vida profissional dela, e claro, sempre de olho nos pézinhos, que volta e meia surgiam em uma foto ou outra. Ela com a pele bem branca, cabelos castanho claros, olhos azuis, 1,65 talvez, magra porém escultural.
2-3 anos a mais que eu, 40 e poucos anos, como devem imaginar, também nesta onda de saúde que nos obriga a mudar o estilo de vida rsrs. No caso dela a corrida, com certeza voces tem pessoas assim nos seus stories. Algo que eu não faria nem pagando, fui direto pra academia, lá tenho meu cardio seguro, sem risco de detonar meus pobres joelhos rsrs, e treino de força/hipertrofia.
Ja devo ter comentado em outros textos, mas a pureza da coisa, principalmente quando vejo fotos em familia, felizes, fotos de natal, de feriados, me deixam maluco quando penso na mulher.
O marido, acompanha ela nas aventuras saudáveis, mas claramente sem empenho, algo que se nota pela evolução, dela e dele, fisicamente ao longo dos anos. Não bastasse isso, sempre circularam boatos de que ele quando bebe fica mais "solto" vamos dizer assim, mais íntimo e físico com "amigos", entre aspas pois nem sempre realmente amigos de verdade, mas homens, abraços, "beijos" discretos. Mas claro que boatos são boatos, não presenciei nada disso, porém devem saber como uma comunidade é efetiva em disseminar esse tipo de informação rsrs.
Nas redes se parece feliz, sempre profissional e comprometida com o trabalho, família e saúde e religião. É evangélica, e isso também torna a coisa ainda mais interessante.
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Como comentei, depois dos 30 as doenças aparecem, e não foi diferente para mim, passei a acompanhar algumas condições com colegas, e um deles me recomendou passar em uma dermatologista, por umas lesões avermelhadas no rosto.
Eu "sabia", ou pelo menos achava que sabia o que era e que não havia muito que pudesse ser feito a respeito, então relutei, um bom tempo, nem considerei uma consulta. Eventualmente, acompanhando essa vida digital dela, pensei porque não?
Marquei uma consulta, e fui, com a curiosidade de ver ela de perto, ver o rosto, o corpo, os pés.....fui mais pela minha safadeza, do que pelo meu problema.
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Quando entrei no consultório pude perceber que o olhar foi de surpresa, conversamos bastante sobre o marido, o trabalho, e por fim sobre meu problema. Ela foi rápida em confirmar o que achava que era, e bem demorada na explicação do que poderia ser feito. Muito mais coisa do que eu imaginava. Não percebi interesse nenhum na voz na atitude, imaginei que ela fosse querer examinar mais pele, mas foi bem localizada na minha queixa e na condução.
Quando estava prestes a me despedir com as orientações para o meu problema ela me para e diz que vai solicitar alguns exames. Neste momento já achei um pouco estranho, não iria fazer uso de nenhuma medicação oral, não havia riscos maiores envolvidos nos cuidados, cremes que ela prescreveu, mas concordei. Quando vi que ela pediu praticamente todas as sorologias para doenças sexualmente transmissíveis, indaguei:
- Eu tenho estes exame recentes, quer dizer, um pouco recentes, uns dois anos, voce quer mesmo que faça esses?
E ela respondeu:
- Sim é importante para afastar algumas outras hipóteses.
Olhei firme pra ela por alguns segundos, serio, mas logo confirmei com a cabeça. Ali percebi que ela se sentiu desconfortável, quase como se estivesse fazendo algo oportuno, eu sei que o motivo existia, por mais forçado que fosse, pra essa doença simples e facilmente diagnosticavel.
Me despedi, e fui para casa, me lamentando por não ter conseguido apreciar nada além do rosto dela, jaleco comprido, calça, sapato fechado, e quase nenhuma oportunidade.
Apesar das minhas intenções nada honráveis me senti satisfeito com a consulta, como cliente, e com a quantidade de informação que aprendi ali.
Segui os conselhos dela, e cerca de duas semanas depois marquei o retorno com os exames, atrasado, mas sem esperança nenhuma mais de extrair nada daquilo.
Como de costume, ela olhou, disse que estava tudo normal, e re-examinou meu rosto, para ver se havia melhorado, e havia, quando estava prestes a me despedir, ela me pergunta:
- Espera.....melhorou bastante mas talvez tenha mais algo que possa fazer.
Perguntei o que e ela prosseguiu:
- Tem alguns tratamentos com laser que podemos fazer, estamos com um equipamento novo aqui, mas minhas clientes ocupam a agenda de um jeito que voce nem imagina, quase nunca está livre. Mas posso fazer num dia mais tranquilo e mais tarde, na sexta, lá pelas 17:40 geralmente já estamos encerrando, poderia fazer e ver se fica 100% o que voce acha?
Nessa hora percebi que talvez houvesse algo estranho, a voz um pouco menos confiante, as mãos se esfregando enquanto me explicava. Laser? Ja me levanta muitas duvidas, mas quem sou eu pra duvidar, só de ter coisas que eu nem imaginava que pudessem ser feitas, só pensei que ela era muito competente.
Concordei e marcamos de fazer nesse horário, o número de sessões, a se definir.
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Quando cheguei a primeira vez, notei algumas coisas diferentes, assim como ela encerrava o expediente eu saia do trabalho na sexta neste horario.
As atendentes já não estavam, o sol do entardecer logo antes da noite.
Ela abriu a porta do consultorio trancada, sem jaleco, mais a vontade, trancou assim que entrei atras de mim, e me conduziu até uma sala no fundo. Lá estava o aparelho de fato como uma máscara, ela me explicou, colocou algumas proteções nos olhos, e disse que faria uma potencia baixa por cerca de 40-50 minutos.
Com aquilo no rosto, nao via nada, mas pude perceber ela se sentando perto, e
conversamos enquanto fazia esse tratamento a laser. Este eu já bem desconfiado que não passava de uma desculpa para passar este tempo comigo.
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Esse tratamento se estendeu por um bom tempo. Resultados? Acho que muito mais das recomendações iniciais do que isso, mas ela sempre me dizendo que estava melhor. A essa altura ja era a quarta ou quinta sessão, conversamos sobre bastante coisa, vida, familia, saúde, atividade física sempre nesta faixa de horário.
Ela era bem conservadora, evangélica, e neste dia em específico acabamos entrando no assunto de casamento. Ela se abriu um pouco e deu a entender que as coisas não estavam indo tão bem entre ela e o marido. Tentando captar o que ela dizia e somando ao que eu ja sabia de "rumores" e do tom conservador que ela sempre mantinha disse:
- Voce deve mandar muito em casa né?
- SimEu imagino, deve ser cansativo ser a pessoa no comando sempre.
- Demais, tem coisas que não são obrigações minha.
- O que por exemplo?
Ela ficou quieta alguns bons segundos, e tentou me falar algo que não queria ser dito:
- Ah.....não sei, as vezes eu acho que tudo depende de mim.
Já imaginando a situação, procurando formas de falar sem citar sexo diretamente, tentava perguntar se a vida sexual estava boa. Percebendo que não havia forma respeitosa de abordar isso, criei coragem e peeguntei como pude:
- Mas o casamento está bem né? Digo, ele te procura.
Mais uma pausa de alguns segundos:
- Não, esse é o problema se eu não procurar ele nem quer, e quando eu procuro parece que não quer também....
- É uma pena, você é muito linda, e se esforça bastante pra continuar né.
Ela não respondeu, mas ali deitado com essa coisa na cara, pude sentir que ela estava cogitando a possibilidade.
Depois de algum tempo, ainda 5-6 minutos na sessão, estendi a mão e esperei que ela aceitasse.
Senti a mão dela tocar a minha, e sem o menor pudor segurei e lentamente trouxe a mão dela na direção do meu pau sob a calça. Ela relutou um pouco quando estava próxima de tocar, mas segurando firme a mantive no curso, e repousei a mao dela sobre a calça. O pau estava duro, coloquei a minha mão sobre a dela e guiei os dedos a acariciar ele por cima da calça.
Senti ela começar a apertar de leve, sentir, desenhar com os dedos por cima da calça, estendi meu braço e procurei o corpo dela, sentada ao meu lado, puxei para que se aproximasse e com a mão busquei sua nuca. Começei a massagear, e senti o carinho retribuído nele.
Depois de alguns minutos assim quebrei o silêncio:
- Você é minha, voce sente isso?
Ela não respondeu, mas os dedos ainda peocuravam ele por cima do tecido grosso da calça.
Retirei o aparelho do rosto, a proteção dos olhos, e ela ja estava se levantando pra sair quando a segurei pelo braço e denovo lentamente trouxe a mão dela de volta, agora olhando nos olhos dela. Ela me olhava fixamente, com medo, sem firmeza.
Voltei a segurar ela pela nuca e com a mão esquerda abri a calça, colocando o pau pra fora, ela ainda olhando pra mim, reposicionei a mão dela no meu pau desta vez pele com pele, e percebi que ela se assustou, mas lentamente o segurou.
Com a minha mão sobre a dela começei a fazer o movimento e repeti agora olhando nos olhos dela:
- Você é minha, se o seu marido não quer, eu vou pegar voce pra mim entendeu?
Ela ficou me olhando, mas o corpo obedecia. Aos poucos comecei a forçar o rosto dela na direção do meu pau e sem resistência logo senti a boca macia dela, quente e úmida abraçando meu pau, e ela começou a mamar, como se não fizesse a muito tempo, tive que segurar ela um pouco e acalmar a energia para poder sentir o macio da boca. Segurava forte os cabelos pela raiz na nuca, puxando a boca dela que queria ficar com ele dentro mamando, e guiava na direção das bolas. Quando ela entendeu meu comando, e começou a mamar como gostava, devagar fundo, indo e vindo, parando e mamando as bolas, pude tirar a mão da cabeça dela e procurar outras partes do corpo dela.
Enquanto ela mamava debruçada sobre a maca e meu corpo já a um tempo, pude buscar o rabo dela, enfiando a mão por tras, pela calça e calcinha.
Tentei algumas vezes e ela entendendo, logo desabotoou a calça justa para facilitar. Quando minha mão entrou por entre a pele e a calcinha e desceu, meus dedos puderam tocar o cuzinho dela, e como estava molhada, tão molhada que a umidade havia se espalhado até parar no cuzinho, para cima.
Com um movimento do dedo, penetrei quase metade no cuzinho dela, arrancando um gemido e fazendo ela interromper a mamada por breves segundos.
Ela continou eu fazia movimentos circulares leves com o dedo dentro do cuzinho dela, de vez em quando tirando, e trazendo a boca pra sentir o gosto dela. A cada ida e vinda, ela se empinava mais naturalmente enquanto mamava.
Quando estava próximo de gozar, deslizei um segundo dedo no cuzinho dela, os dois mais fundos, e fazendo um movimento de gancho por dentro segurando ela e puxando um pouco pra cima, quando sentiu o gozo começando a sair ela quis tirar a cabeça, mas com a mão livre segurei, e guiei de volta até profudidade média pra ela poder "mamar" de fato.
E assim ela fez, engolindo enquanto saia do meu pau.
Quando terminou de engolir, reuni forças para me levantar e voltei a guardar o pau. Despi ela da cintura pra baixo, a essa altura ela já completamente obediente.
A deitei na maca onde eu estava, de barriga pra cima, abri suas pernas e a fiz se segurar aberta por detras das coxas.
Ali pude ver a perfeição dela, pernas grossas, pezinhos macios, rosados. A bucetinha caramelizada de secreção, começei a chupar e voltei a penetrar o cuzinho com o dedo, pouco tempo de caricia no seu grelo com a lingua e ela ja gozou.
Percebi que devia fazer muito tempo que nao gozava pela facilidade com que gozou. Ela reclamou de sensibilidade mas mandei continuar aberta com as maos dela por tras da coxa e logo voltei a chupar e beber a buceta dela. Assim ela gozou mais umas duas vezes, quando notei que ela ja nao conseguia se manter aberta.
E levantei e a ajudei a se sentar, a maca escorria com toda secreção que eu não consegui beber dela.
Sentado no banco, a ajudei a descer, ainda sem nada da cintura pra baixo e a coloquei sentada no meu colo de frente pra mim.
Começei a beijar ela, a pele do pescoço vermelha, suada, corpo mole, e ela repondeu ao beijo como pode, abrindo a boca e recebendo minha lingua, quase sem força pra beijar de volta.
Ali no meu colo naquela posição, voltei a penetrar o cuzinho dela com o dedo enquanto beijava, e sentia ela piscando nele enquanto me beijava.
Quando terminamos, ainda com o dedo dentro dela, disse pra ela ali abraçada em mim no meu colo:
- Toda sexta feira eu vou vir aqui, e voce vai me dar prazer assim. Entendeu?
Ela confirmou com a cabeça.
- Eu vou te amamentar, depois vou te chupar até voce gozar, e o que faltou hoje é que vou comer o seu cuzinho, sempre o seu cuzinho entendeu?
Ela concordou.
Ao longo de muito tempo voltei e fizemos exatamente o combinado, ela sempre obedeceu sem colocar nenhuma objeção, o cuzinho era apertado, e aos poucos pude lascear ela, algo que o marido não fazia nunca.
Começamos a gravar as sessões, mas sempre de maneira subentendida, quando mamava, a colocava de joelhos, contra um espelho, onde não apareciam nem o rosto dela, nem o meu, nem o ato do sexo oral, apenas o corpo escultural dela, na posição, realizando os movimentos.
Quando comia o cuzinho dela, da mesma forma, gravava de forma que o foco da camera fossem as pernas e os pezinhos dela, cada reação de contração, de extensão ao estímulo da penetração, e a voz.....
Ela nunca largou do marido, mas nossas sessões tiveram que ser interrompidas por um tempo quando ele começou a desconfiar e ir no consultório dela com mais frequencia. Apesar de não usufruir da esposa perfeita que tinha, as aparências precisam ser mantidas imagino, e "rumores" devem ter chegado aos ouvidos dele.
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