Fodendo com o filho do meu melhor amigo! A cobrança vem..

Um conto erótico de Paizão incestuoso
Categoria: Gay
Contém 5842 palavras
Data: 27/04/2026 03:49:56
Última revisão: 27/04/2026 04:20:16

Nascido e criado no interior, cheguei a vida adulta, sendo um homem rústico, forjado pelo trabalho braçal, o que me deixou com um aspecto as vezes até de ser um homem mais velho... Na cidade em que morávamos, não haviam muitas oportunidades de divertimento... era um boteco no final da tarde pra jogar uma sinuca e tomar uma pinga ou uma cervejinha e nos finais de semana, ou uma partidinha de futebol no campinho que ficava perto da saída da cidade e pertencia a uma cooperativa de grãos, que na verdade era um terreno que a empresa nunca usou e o pessoal acostumou a jogar bola.. montavam uma copa coberta com lona preta, pra vender cerveja e o povo se aglomerava em volta do campo pra ver as partidas amistosas entre alguns timezinhos da região, e a outra opção, eram os bailes na colônia ( Interior do municipio) sempre com bandas de origem alemã e sempre lotados...Namorar era sinal de casamento em menos de dois anos... Gostar de homem, era sinônimo de ser fresco e quase escurraçado pelo povo, então assumir esse papel, de gostar de foder com outro homem, era algo fora de cogitação, por isso o grande numero de homens casados mais velhos, que hoje estão por ai, fodendo com outros caras como se não houvesse amanhã... trocando as mulheres, geralmente bastante envelhecidas pelo tempo de trabalho no interior e também, pelo fato de não se cuidarem, hoje estarem sendo trocadas por gurizões que sugam e tiram até as cuecas dos caras...

Na época, eu estava com meus 28 anos, solteiro convicto, todos ja me tachavam de solteirão na cidade.. mal sabiam eles, que não casava exatamente, porque pretendia um dia sair de lá e poder viver minha vida em um local maior... Trabalhava em uma propriedade rural e tinha por meu melhor amigo, um cara chamado Pedro ( Pedrão pros colegas) pois o cara é grande, quase 1,90 de altura e bem fortão... peludão, coxudo e uma guasca que todos os caras invejavam, devia ter uns 19 cm e bem grossa, cabeça sempre brilhando... Sempre que íamos mijar, eu disfarçadamente dava uma olhada e acabava batendo uma a noite imaginando aquela rola... Sem falar que cada vez que o safado botava o bixo pra fora, saltava junto uma moita de pentelhos e aquele cheirão característico, exalava pelo ar... isso me deixava de pau duro na hora e muitas vezes, tive de disfarçar e esconder pra ele não perceber...

Pedrão era mais velho que eu, tinha na época seus 38 anos, casado a quase vinte anos e ja com dois filhos, Jerônimo, com 16 anos e Ruam com 14 anos... O moleque mais velho, era bonito que só vendo!!!! Moreno bronzeado do trabalho, usava sempre calções de futebol daqueles antigos, curtos, o que deixava as coxas roliças do moleque sempre a mostra.. uma bunda redonda e bem parrudo, braços fortes, cabelos castanhos e olhos claros... sempre que eu estava por perto, percebia que ele me olhava e quando eu olhava de volta o moleque disfarçava... Durante esse período, fui traído pelo tesão e pela cerveja... em um dos bailes de interior, acabei ficando com uma moça, de um vilarejo próximo a cidade em que eu morava... tinha ido pro baile em uma lotação ( Alguem alugava um ônibus e levava as pessoas pro baile) e nessas andanças, acabei tomando umas a mais do que devia e a falta de uma putaria, naquele roça roça do baile, acabamos fodendo atras de um galpão ao lado do salão de baile... resultado, nove meses depois nascia meu filho Lukas e eu engatado... tive de casar no civil, sem festa, apenas um almoço pra família e padrinhos... quem conhece o interior e seus costumes, vai saber exatamente do que estou falando!!! Minha mulher se chamava Luzia... e durante a gravidez, passou muito mal... Risco alto de perder o bebê e por isso, nada de sexo!!! o cara ja tinha acostumado a foder até três vezes por dia, mesmo sendo uma bucetinha, se viu sem poder dar uma trepada... as punhetas escondidas, ja não estavam satisfazendo mais e naquela época, com os costumes de antigamente, mulher fazer boquete, era muito raro... a minha até fazia, mas a muito custo, pois não gostava...

O que aconteceu, foi que do sexto mês de gravidez em diante, ela piorou muito... acabou indo pra casa dos meus sogros, pois a mãe e as irmãs auxiliavam em tudo e eu ia duas ou três vezes na semana dormir lá... Estava triste, de verdade!!! A preocupação era visível em meu rosto e todos percebiam isso... Meus amigos, e entre eles o Pedrão, acabavam sempre falando em tom de brincadeira, que a “Boca fala e o cu paga” se referindo a eu nunca ter casado e a gora que casei, estava sem mulher e sem foder!!!

No final do dia de trabalho, voltava pra casa sempre cabisbaixo, as vezes passava no boteco, tomava um trago com os amigos, mas não era mais igual como antes, as risadas e as piadas, se transformaram em assunto sério!!! em uma dessas idas ao boteco, também retornando do trabalho, estava o filho mais velho do meu amigo Pedrão... calção verde quartel, com listas brancas na lateral e uma camiseta regata cinza clara, surrada e bastante suada... a pele dourada do moleque, contrastava com a cor de sua roupa e a maciez visível, era um contraste ainda maior, se comparada a aqueles homens que se debruçavam no balcão do boteco, tomando seu trago de canha!!! Pedrão naquele dia, teve de sair mais cedo, fazer algo no banco e o moleque ficou sozinho no trabalho... de onde trabalhávamos até a cidade, dava uns 4 km, uma caminhada boa se feita a pé e o jerônimo havia ficado a pé... Pra um guri de 16 anos, isso não era nada, mas como eu estava de carro e eles moravam relativamente perto, ofereci uma carona, que ele aceitou na hora.... Eu usava uma bermuda jeans surrada e uma camisa de botão preta, que devido ao calor, estava aberta, deixando minha barriga de cerveja e meu peito peludo suado, totalmente a mostra... Entramos no carro e meus olhos foram direto até s coxas do moleque... Abertas, amostra, pois o calção curto, cobria muito pouco... Meu pau reagiu na hora... senti aquela coceira e o bixo veio deu uma pulsada e ja armou a barraca dentro da bermuda.... a viagem era curta, mas tempo suficiente pra que o moleque percebesse meu pau duro e mesmo de canto de olho, não desviava o olhar... eu percebi o olhar do moleque e isso me deixou mais aceso... Todo o tesão que estava reprimido, de repente começou a aflorar e instintivamente, levei a mão até o cacete e comecei a massagear... quase não conversamos... um cara de quase 30 anos, não tinha muito assunto com um moleque de 16 anos... minha casa ficava na entrada da cidade e a dele, ficava quase do outro lado, o que devia fazer ele andar por uns 10 quarteirões... Minha mente estava impregnada de desejo... o raciocínio já não estava funcionando... Pensava em levar o guri até em casa, mas o lado pervertido, pedia pra convidar o moleque pra entrar... e foi o que eu fiz... Estacionei o carro ao lado da minha casa e ele desceu agradecendo pela carona, mas eu o interrompi:

_Entra ai cara, toma uma cerveja comigo, depois te largo na tua casa...

_Meu pai vai ficar preocupado Luiz!!!

_Vai nada cara!!! Teu pai acha que tu veio a pé e isso faz tu demorar pra chegar em casa!!! Disse isso, ja tirando a camisa e entrado em casa... o moleque me seguiu, não abri nenhuma janela... a janela da cozinha, permitia ainda que a claridade do dia iluminasse a casa, ou ao menos a sala e a cozinha... peguei uma cerveja, dois copos, abri e servi pra nos dois.. Sabia que o moleque tomava cerveja, pois nos jogos de futebol, ele bebia junto com o Pedrão.. Ele sentou no sofá e eu sentei do lado... Ele calado, com o copo na mão... Puxei papo, sobre o trabalho, ele respondeu... Perguntou sobre minha esposa e respondi que estava na casa da mãe... Então perguntei sobre as namoradas, ja que ele estava começando a ir aos bailes com os amigos do colégio... o moleque ficou vermelho... Foi a deixa que eu precisava!!! Aquele moleque não gostava de guria, ele gostava de homem e por isso os olhares furtivos em minha direção... Era filho do meu melhor amigo, mas a cabeça de baixo, estava falando mais alto que a de cima, literalmente... pois o pau estava duraço dentro da bermuda e ja melando a cueca e o tecido da bermuda... Dei uma segurada forte e percebi o olhar de Jerônimo... Abri os braços, deixando um de meus braços por trás da cabeça do moleque, apoiado sobre o encosto do sofá, fazendo com que o cheiro do meu corpo suado e do meu sovaco peludo e molhado pelo suor, se espalhasse pela sala e com certeza, invadiu as narinas do moleque!! Com uma mão eu segurei meu copo e tomei mais um grande gole de cerveja e com a outra, que se encontrava apoiada no encosto do sofá, dei uma alisada nos cabelos do guri.... passei os dedos em sua nuca e fiz movimento de cafuné... percebi a pele de suas coxas se ouriçar e os pelos se arrepiarem... era o sinal que eu precisava pra avançar o sinal..Larguei meu copo sobre uma mesinha que ficava em frente ao sofá, olhei pro moleque e pude perceber que o safado ja estava de barraca armada, pois a rola estava desenhada no tecido do calção e com certeza podia dizer uma coisa: Pedrão fez uma cópia dele, ao menos em matéria de rola, pois o moleque tinha uma guasca de responsa!!! Grossa, cabeça desenhada no tecido e babona, pois o calção ja estava melado... o moleque não levantava os olhos, encabulado, mas a pele continuava ouriçada e eu podia ouvir a respiração mais ofegante... Então, coloquei minha mão atrás de sua cabeça, forçando pra que ele me olhase e me aproximei... o desejo falou mais alto! precisava aliviar meu tesão e o tesão que sentia naquele moleque, era absurdo... Puxei o guri em minha direção e colei minha boca na dele... No começo, apenas um roçar de lábios, mas depois, forcei minha língua entre seus lábios, que não conseguiram resistir e deram passagem, deixando minha língua quente e molhada, encontrar a dele... inexperiente e sedenta por aquela experiência... Jerônimo tremia em meus braços e eu apertava aquele corpo adolescente de encontro a meu peito peludo e suado, sentindo o calor e a maciez daquela pele, mesmo que ainda coberta por sua camiseta... aos poucos o beijo foi se intensificando!!! Existem coisas, que o corpo aprende com o toque, as reações são involuntárias... minha língua brincava dentro daquela boca, sugava a saliva e sentia todos os sabores dos lábios daquele moleque... meu pau pulsava preso dentro de minha bermuda, implorando pela liberdade e pelo corpo daquele guri.... meus lábios passeavam por aquela pele, sentia o sabor salgado do suor e minha barba por fazer, arranhava seu pescoço, deixando a pele avermelhada.. Mordia sua orelha, mordia seu pescoço, tomando cuidado pra não marcar... Jerônimo estava entregue... tirei sua camiseta, revelando seu corpo macio, seu peito forte e seus mamilos escuros e grandes, ronados por alguns pelos escuros... nada que se comparasse a o pai, pois Pedrão era muito peludo, mas mesmo assim, o moleque com certeza, teria um peito peludinho, pois ja se encaminhava pra isso... O sovaco peludo, exalava o cheiro de um guri, que trabalhou o dia todo em serviço braçal e no final do dia, a testosterona explodia tendo seu corpo explorado pelo melhor amigo de seu pai!!! Sorvi aquele cheiro e inalei como se fosse o melhor dos perfumes e na verdade era... lambi a pele, os pelos, sorvendo o suor... suguei os mamilos endurecidos do moleque, fazendo seus lábios tremerem em meio a gemidos cada vez mais fortes... minhas mãos deslizavam pelo corpo do moleque, segurava sua rola babona ainda sob aquele tecido... acariciava, apertava, massageava... abri o ziper de minha bermuda, deixando a peça de roupa escorregar por minhas coxas e sendo jogada de lado, ficando apenas com a cueca branca, repleta de manchas amareladas pela urina do dia e tb pela baba que escorria de meu cacete... o cheiro de minha rola se espalhou pelo ar e naquele momento, isso era o que menos importava... na verdade, esses perfumes naturais, davam mais tesão ainda, afinal éramos dois homens se pegando e prestes a foder dentro daquela ala...Me ajoelhei em frente ao moleque e fui puxando seu calção e sua cueca, liberando a rola grossa e cheia de veias, cabeça rocha e melada, rodeada por pentelhos escuros e fartos... Não resisti ao cheiro daquele guri... Segurei seu cacete entre os dedos, deslizei a pele, fazendo com que o cacete liberasse mais líquido, escorrendo por sobre a cabeça e então, lambi... senti o sabor agri doce, mistura de salgado e doce ao mesmo tempo... saboreei aquele mel e depois meti a cabeça da rola toda em minha boca, o que fez o moleque quase gritar de prazer... com certeza estava diante de um moleque virgem... tinha quase certeza que aquele guri, nunca tinha fodido com ninguém, então eu seria o primeiro... estava adorando saber disso... Sugava a rola grossa do gurizão, forçava o caralho o mais fundo que podia, esgaçando meus lábios, pra que eles comportassem a grossura daquele cacete.. a cabeça invadia minha goela e eu tinha que dar conta, afinal eu queria tanto aquilo e ainda tinha o fator de dar o exemplo, mostrar como se faz... as mãos de jerônimo aprenderam rápido a forçar minha cabeça de entro a seu cacete e meu nariz a se enterrar em meio a seus pentelhos... Inevitável engasgar e nausear, mas precisava sentir aquilo... O ar faltava, tirava o cacete da boca e junto, a baba escorria por meu peito peludo e eu voltava a lamber e sentir o sabor daquele mel, que escorria de sua uretra feito cascata que se formava... ergui as pernas do moleque, deixando aquele cuzinho peludinho em minha frente... as bolas grandes penduradas e abaixo, o caminho costurado que me levaria ao objeto de meu prazer... Estava coberto por uma camada de pelinhos escuros... as preguinhas amarronzadas se fechavam como uma flor delicada que tentava se proteger de um invasor e em seu miolo, escondia o mais puro néctar do prazer... aquele túnel escuro, quente e apertado que em breve eu desbravaria... Senti o calor daquele pele próxima a meu rosto... senti os pelos roçarem em meu nariz e de repente, aquele sabor... minha língua deslizou sobre aquela costura fina e delicada e encontrou aquelas pétalas que se encolhiam ao meu toque e faziam o moleque berrar de prazer... as pernas apoiadas sobre meus ombros, deixavam expostas todas as suas fragilidades... Forcei minha língua em sua entrada... Senti o calor e a resistência que teria de enfrentar... brincava com a língua e o moleque se retorcia sobre o sofá e em um desses momentos, ele relaxou um pouquinho e consegui avançar... meti a língua dentro daquele cuzinho... foi a deixa pro moleque relaxar mais e em menos de dois minutos, estava com meu dedo enfiado dentro dquele rabo, brincando, alrgando e fazendo o moleque gemer... Tirava o dedo, molhava com minha saliva, cuspia naquela entradsa e voltava meter... Fiz isso por alguns minutos e em menos de cinco minutos, aquele cu ja se deixava penetrar por três dedos grossos de macho...

_Quero comer esse cuzinho!!!! Da ele pra mim???

_promete que vai com calma e não vai falar nada pra ninguém!?

_Prometo!!!!! Vou tratar esse cuzinho, como se trata um bebê, com cuidado e carinho!!! Vai doer, tu vai ter que aguentar, mas depois, tu vai pedir mais!!!!

Levantei em frente ao moleque, meu caralho duro pingava dentro da cueca... segurei seus cabelos e trouxe seu rosto de encontro ao tecido molhado, fazendo a baba se espalhar por sua pele e em seus lábios... meu pau pulsava e fazia pressão de encontro ao rostinho de Jerônimo...Seus lábios se abriram e envolveram minha rola ainda sob tecido e forçava sua cabeça a deslizar, fazendo meu cacete passear por entre aqueles lábios... nesse momento o moleque me surpreendeu, afastou o rosto e segurou o elástico da cueca, puxando pra baixo, fazendo meu cacete saltar pra fora, deixando um fio de baba ligando a cabeça da rola até o tecido da cueca... meus pentelhos ja estavam melados pela baba que se espalhou... o cheiro forte não afastou o gurizão, ao contrário!!! vi seu nariz arrebitado se enfiar em meio a meus pentelhos e sorver meu cheiro, enquanto sua mão jovem, mas já calejada do trabalho, segurava meu cacete e fazia a pele deslizar sobre a cabeça, em uma punheta que quase me fazia gozar.... Olhei em seu olhos e disse:

_Chupa!!!! lambe a cabeça !!!! Engole meu caralho, do jeitinho que fiz no teu!!!!

A língua quente e molhada do moleque deslizou pela cabeça da minha rola, quase me fazendo gritar de tanto tesão... jamais em minha vida, havia visto meu pau babar tanto... parecia que estava gozando... Jerônimo lambia a baba e engolia tudo, deixando no rosto um semblante, que passeava entre o nojinho e o prazer... o bom, é que ele se permitia sentir o prazer e dar prazer também... Senti a cabeça de minha rola se esconder dentro daquela gruta molhada e quente... Sua língua envolvia cabeça, como uma serpente envolve sua presa, e por um momento, me passou pela cabeça, que não era a primeira vez que aquele moleque chupava uma rola... Segurei seus cabelos e forcei... senti a rola deslizar pra dentro de sua garganta... Seus olhos se encheram de lágrimas que escorreram pela face, que ja ficava avermelhada... faltava o ar e o moleque apertava os músculos de minhas coxas, cravando as unhas, quase implorando pra que eu o deixasse respirar... ele engasgava e nauseava e quando percebi que o moleque não aguentava mais, tirei o pau de sua boca, fazendo a baba farta e grossa escorrer por seu queixo e por seu peito...sua cara de alivio, só me deu mais vontade de foder aquele guri...

_Te prepara, que agora vou foder esse cu!!! ja deu antes???

Pra minha surpresa ele respondeu:

_já, uma vez, mas o pau do cara não era grande como o teu!!!

Quis saber quem era e ele me confidenciou que foi com um colega do colegio, um moleque mais novo que ele.. com homem de verdade, era a primeira vez que ele fodia...

Peguei aquela baba espessa que ainda estava no peito dele e passei no meu cacete, depois virei o moleque de costas, colocando ele sobre o sofá, apoiado no encosto, ficando com o rabo redondo, exposto pra mim... Afastei suas coxas e dei mais uma chupada naquele cu... meti a língua... e nesse momento, percebi que precisava de algo que facilitasse a entrada dentro daquele rabo.. fui na geladeira, peguei margarina e lambuzei seu cuzinho, deixando bem melado e quase que se formava uma espuma, misturando a margarina e a saliva que havia depositado com minha língua...

_Carinha tu quer dar pra mim de verdade né???

_Quero... mas não podemos demorar!!!!

_Beleza!!! mas vai ter de aguentar... no tesão que tu to, depois de eu te cravar, só vou tirar depois de te encher o cu de porra!!! Vai doer no começo, tenta relaxar!!!

Dei mais uma cuspida naquele rabo e na cabeça de meu pau... passei um pouquinho da margarina que ainda estava em meus dedos, o que deixou a cabeça ainda mais melada e com certeza, faria meu cacete escorregar pra dentro daquele cu..

Com uma mão segurei firme em seu quadril e com a outra, segurei a rola e pincelei em sua entrada, fazendo o moleque gemer e se contrair...

_Relaxa!!!!Relaxa pra doer menos!!!

Ele afundou a cabeça na almofada do encosto do sofá e isso foi o sinal de que ele estava pronto pra me receber... Forcei e o moleque gemeu alto... O cuzinho aprtado não facilitava em nada pra que eu entrasse, mas com certeza, naquele momento, desistir, não era uma opção pra mim... iria meter naquele rabo, nem que o moleque ficasse todo arrombado e esfolado... aquelas pregas nunca mais se fechariam da mesma forma.... Forcei novamente!!! Novamente o moleque se trancou e gemeu... Segui forçando e pedindo pra ele relaxar pra eu entrar, pois iria entrar de qualquer maneira, então cabia a ele escolher se isso iria acontecer com menos ou mais dor... em meio a esse diálogo quase em tom ameaçador, quase esquecendo a promessa que fiz de fazer com carinho, o moleque deu uma piscada no cuzinho e isso foi suficiente pra que eu empurrasse minha rola e a cabeça rompesse sua resistência, fazendo o guri dar um berro e tentar escapar pra frente...

Não tinha mais o que fazer... a dor ele iria sentir de qualquer forma, tanto eu metendo como eu tirando o pau de seu rabo naquele momento...

_Calma!!!! relaxa!!!! sente meu caralho dentro do teu cuzinho!!!! Sente o calor do cacete do macho que quer entrar dentro de ti.... daqui a pouco, tu vai estar gostando e pedindo pra se r fodido...

Segurei firme em seus quadris e fuqie com meu pau parado dentro dele... dava umas pulsadas no cacete, pra ele sentir as veias se dilatando de encontro com a sua mucosa anal... Ele gemia e grunhia, quase chorando, engatado na minha vara... Abracei ele sem forçar a entrada, movimentei meu corpo em direção a seu corpo e fui trazendo seu corpo de encontro ao meu, até que meus lábios pudessem tocar em sua pele,,, lambia suas costas, seu pescoço, fazendo o moleque se arrepiar e pude sentir o cuzinho piscar, mordendo a cabeça de minha rola... era o sinal que o moleque estava cedendo e eu ja podia investir mais um pouquinho... Mordi sua orelha, lambi seu pescoço e fui entrando, fazendo o guri quase chorar... sentia meu cacet deslizando dentro dele, a caverna quente, pressionava meu caralho, quase estrangulando pela pressão que suas paredes faziam... aos poucos, movimentei meu quadril e fiz meu cacete entrar todo dentro dele, até sentir minhas bolas peludas e meus pentelhos encostarem em sua bunda....

_To todinho dentro de ti!!! Consegue sentir meu cacete no teu fundo??

_Anhãaa!!! To sentindo!!!

_Agora eu vou te foder!!!! Nunca mais tu vai ser o mesmo guri!!! de onde em diante, esse rabo vai ter o formato da minha rola!!!! Vou encher esse rabo com meu leite!!!

Disse isso e comecei a movimentar meus quadris, fazendo movimentos de entra e sai, pra frente e pra trás... no começo, vem devagar, pro moleque acostumar... sentia meu caralho queimar dentro daquele rabo, arder com o atrito de pele contra pele enquanto deslizava... seu rabo ja estava mais dilatado e o moleque se desmanchava em gemidos... por eu morar na entrada da cidade, não tinha vizinhos pertos então, os gemidos não eram problema... Comecei a socar cada vez mais forte naquele cu... sentia meu caralho quase sair e depois metia novamente com força, fazendo a cabeça entrar fundo e só parava quando as bolas batiam em sua bunda, fazendo barulho... esse era o limite pra voltar a sair e entrar novamente... o moleque estava molinho... Seu corpo suava que pingava sobre o sofá e acompanhava o embalo do meu... Suas costas ensopadas com meu suor, que escorria por seu rego, entrando dentro de seu rabo junto com meu caralho... aquela caverna outrora apertada, agora estava macia e acariciava minha rola, como uma mãe acaricia a face do bebê... Sabia que não podia demorar, sabia que precisava gozar e encher aquele moleque de leite... Ele precisava ir pra casa, embora por minha vontade naquele momento, eu foderia a noite toda com aquele guri... Tirei meu cacete de dentro de seu rabo, o fiz deitar de costas sobre o sofá, erguendo suas pernas e s colocando sobre meus ombros... ao colocar uma almofada sob suas costas, percebi que o danada, embora estivesse sofrendo na minha pica, estava de pau duro... o cacete do moleque devia medir uns 18 cm, grosso..precisava ver a carinha dele quando eu engravidasse aquele safadinho..a cabeça rocha e escorria baba...

Coloquei minha rola em sua entrada e forcei... dessa vez a cara e o gemdo do safado, foi de puro prazer...

_Mete Luiz!!! Fode meu cu!!!! Me enche de leite no cuzinho!!!

Com essas palavras, não tinha como não meter forte!!! Soquei meu caralho com força, fazendo as minhas bolas doerem ao baterem em seu rabo... Sua cara era de safado, de tesão... Sua rola pulsava dura com a minha enterrada em seu cu...

_Bate pra gozar seu puto!!! Vou te encher esse buraco de porra... Te deixando bem arrombado safado do caralho!!!

Ele segurava a rola entre os dedos e baia uma punheta forte... Sabia que ele gozaria logo e eu precisava acompanhar o moleque... soquei com força, forte e rápido... comecei a sentir uma pressão dentro de mim... minha uretra ardia e meu pau puklsava, as veias latejavam... De repente, aquela sensação, como se estivesse sendo esvaziado sob pressão... meu caralho pulsou e enterrei todo dentro dele... Vários jatos fortes de porra grossa invadiram o rabo do moleque, me fazendo sentir, como se pau estivesse mergulhado em uma vasilha cheia de mingau morninho... berrei alto e mordendo o peito do moleque, enquanto socava fundo, me cravando dentro dele.... Ele gemia forte e eu senti que ele estava prestes a gozar.. precisava retribuir todo o prazer que estava sentindo e quando pensei isso, ergui meu corpo... nesse instante sinto o primeiro jato de porra grossa e quente atingir meu rosto... o moleque estava gozando... sem pensar, abri a boca e envolvi a cabeça daquela rola juvenil, sentindo os vários jatos de uma porra quente, grossa e amarga invadirem minha garganta... engoli o que deu, mas o moleque gozou muito e acabou vazando porra e melando seu cacete e seus pentelhos....

Nossas respirações estavam, ofegantes... lambi a rola do moleque e me deixei cair sobre seu corpo, misturando a porra que ainda estava em seus pentelhos, junto com a porra que melava meu cacete, que acabara de sair de dentro dele... O cheiro daquela sala, era de sexo pesado, cheiro de macho suado, de sovaco, de cu fodido... O ar, estava pesado e o aroma de porra inebriava nossas narinas e nosso olfato... Nem nos demos conta do passar do tempo... a noite ja havia caído e a sala era iluminada apenas pela luz que penetrava pelas vidraças da cozinha e pelos vitrais, luzes da área externa e dos postes...

Saio de cima do moleque e vejo sua carinha de safado, aquela carinha de guri que realizou o sonho da vida... beijo sua boca e divido com ele o sabor de sua própria porra.. Acendo a luz da sala, olho o relógio eja haviam se passado mais de duas horas que havíamos chegado... Com certeza os pais dele ja deviam estar preocupados... Tomar banho naquele momento não poderia ser, pois não haveria como explicar em casa...

_Te veste, vou pegar outra cerveja pra criar cheiro e te levo em casa... Digo pro teu pai que te dei carona e que eu tava meio mal e acabamos perdendo a hora bebendo!!! ele é meu amigo, vai entender!!!

_Ta bom.. Ja sou grande né, mas melhor explicar!!!

O moleque foi se vestir, mas antes quis ver o estrago que tinha feito... Abri as nádegas do guri e lá estava, aquele rabo arrombado... Inchado, vermelho e escorrendo leite... Não resisti... meti a boca naquele cu e lambi... senti o sabor de minha própria porra misturada com o sabor do cu do moleque... meu pau pulsou novamente... Mas agora não podia fazer nada mais.... Fiz ele abrir a boca e deixei a porra escorrer de minha boca pra dele e depois o beijei novamente.... Fui pegar a cerveja enquanto ele vestia a cueca e o calção e a camiseta... vesti minha roupa também, sentei e começamos a tomar cerveja...

Demos uns três goles nos copos e foi o tempo de baterem na porta... quando abri, acho que minha pele ficou pálida!!! Ali estava Pedrão, que me olhou de cima abaixo e com certeza, percebeu minha bermuda ainda melada e também meu pau meio armado.. Olhou pra Jerônimo sentado no sofa e falou:

_Filho!!! Tua mãe ta bem louca, preocupada contigo, porque tu viria de a pé e até agora não chegou em casa...

Eu conhecia Pedrão, sabia que ele havia percebido algo de estranho e com certeza, havia sentido o cheiro que ainda pairava dentro da sala...

_Pedrão!! A culpa foi minha!!! na vinda encontrei teu guri la no boteco tomando um refri, então dei carona pra ele... Tu sabe que ando bem mal com a história da gravidez da Luzia!!! Convidei o moleque pra tomar umas cervejas, acabamos perdendo a hora... ja ia levar ele em casa!!!

Pedrão me olhou novamente , com aquele olhar sério de pai preocupado, que estava afim de dar uma bronca no filho... mas ao mesmo tempo, estava em frente o melhor amigo!!!

_Toma uma ai com a gente!!!! Eu disse tentando parecer o mais natural possível... jerônimo nem falava nada, nem me olhava direto e com certeza o pai percebu isso!!

_Não Luiz!!! Vou lá, tenho de tranquilizar a mulher, se não hoje ela me enlouquece!!! Vamos filho??!!

Jerônimo me olhou de relance e respondeu:

_vamos pai!!! mas isso é bobagem da mãe.. ja sou adulto né pai!!

_Quase né Jerônimo!!! Ainda falta!!!Vamos lá filho, trouxe capacete.. passei aqui, pra saber de ti, mas tinha certeza que te encontraria aqui!!!

Ele disse isso, novamente me olhando e dessa vez, olhou direto pra mancha molhada de baba que ainda estava na minha bermuda... eu gelei... Será que meu amigo viu alguma coisa??? O cheiro com certeza ele sentiu!!! mas se não esbravejou ou brigou, isso me deixava mais tranquilo... meu medo, era ele pressionar o filho e o moleque abrir o bico!!!

No outro dia tudo normal... pelo visto Pedrão não desconfiou de nada e se desconfiou, ficou quieto, provavelmente, tentaria pegar um flagrante.. adoraria foder com aquele moleque muitas outras vezes, mas não sabia se isso iria acontecer...

Depois de meses de sofrimento, chegou o dia do parto do meu filho... luzia estava muito abatida e com certeza não conseguiria dar a luz em parto normal... foi feito a cirurgia, Lukas nasceu e dois dias depois, minha esposa faleceu em decorrência de complicações...

Minha vida se transformou num misto de alegria, sofrimento, medo e insegurança... primeiro ano com o Lukas, minha sogra e minhas duas cunhadas foram essenciais, cuidaram dele o tempo todo... precisava trabalhar, me mudei pra casa deles... Quando meu filho fez um ano, recebi uma proposta de trabalho na Capital, segurança de uma empresa... ja havia feito um curso e pelo meu porte físico e por ser do interior, eles deram prioridade...

Em menos de um mês, vendi minha casa e mais um sitio que era de meus pais e me deram de presente e comprei um apartamentinho pequeno na capital.. Sala e cozinha conjugados, banheiro, uma pequena área de serviço e um quarto... Perfeito pra mim e pra meu filho... Como eu trabalharia seis horas por dia, apenas de segunda a sexta, estava ótimo.. salário bom, arranjei vaga em uma creche na esquina do meu apartamento e estava tudo perfeito...

Acertei minha demissão no local onde trabalhava e por trabalhar a muitos anos, o proprietário ainda me deu uma gratificação bem robusta, o que serviu pra fazer uma bela poupança, ja pensando no futuro do meu guri...

Chegado o dia de parir.. Sogra, sogro e cunhadas aos prantos, os colegas ao mesmo tempo que estavam tristes pela minha partida, estavam felizes pela mudança e principalmente, porque a tristeza em meu semblante havia se dissipado.. Durante aquele período de luto, ainda fodi com o filho do meu amigo mais três vezes... o moleque sabia armar a situação... Chegou a dormir na minha casa duas vezes, dizendo aos pais que estava preocupado comigo e que iria me fazer companhia, jogar carats e tomar cerveja... Fodi o safado a noite toda e teve uma das vezes, que o moleque me comeu, arrombou meu rabo... mas isso conto em outra oportunidade..

Na hora de me despedir deles, de toda a família, foi bastante doloroso, porque Pedrão era o irmão que eu nunca tive... Eu amava aquele grandão!!!E de certa forma, amava o filho dele também... aquele moleque estava ficando com o formato da minha rola no rabo... E uma pergunta acabou se formando na minha mente: Quem vai seguir comendo esse rabo??? esse guri ta na idade de foder e com certeza, vai arranjar muitos machos pra meterem nesse cu... de certa forma, senti um certo ciuminho... mas não podia sentir... abracei a todos eles, beijei pedrão no rosto, com um abraço bem apertado e na hora de me despedir do moleque, foi inevitável sentir aquele cheiro e aquele calor e não ficar de pau duro... com certeza a calça jeans não conseguia esconder.. mas não tinha o que fazer... beijei o moleque no rosto e disfarçadamente, dei um beijinho em seu pescoço e disse:

_Jerônimo!!! Te cuida moleque!!! Juizo nessa cabeça e obrigado por todas as conversas que tivemos, me ajudou muito a enfrentar toda essa dor...

Ele sorriu e baixou a cabeça... Olho pra Pedrão que esta com um olhar sereno mas sério... me olha no rosto e aos poucos vai baixando o olkhar em direção ao meu pau duro dentro da calça... com certeza fiquei vermelho... Era hora de pegar a estrada,,, minha sogra viera comigo por alguns dias, até as coisas engrenarem, ja estava no carro... quando virei pra sair, Pedrão me acompanhou até ´carro e no trajeto me disse baixinho:

_Tu sabe que tem uma divida comigo né Luiz!? Um dia, eu vou cobrar!!!

Eu entendi o que ele estava falando!!!! Ele sempre soube de tudo... E um dia eu iria ter de pagar e o pagamento, estava dentro do meu carro!!!

_Eu sei Pedrão!!! E eu vou pagar!!! Outra coisa meu amigo!!! meu filho, é afilhado de vocês!!!! Ele sorriu e gritou pra mulher dele:

_Ganhamos um afilhado!!!! Prepara os presentes pra esse moleque!!!! Ela riu feliz da vida... Olho novamente pra meu amigo, antes de pegar a estrada e digo:

_O mesmo tempo!!! a mesma idade!!! e eu pago a divida!!! Ele riu e disse:

_Serão longos anos de espera!!! mas enquanto isso!!! olhou pra jerônimo parado ao lado da mãe... E ai eu entendi, onde o moleque aprendeu a chupar uma rola!!!

_Enquanto isso, pega teu guri e vão me visitar de vez em quando!!!!

_Com certeza iremos sim, apenas eu e Ele!!!!

E vem a segunda parte!!!

Cada comentário faz a diferença quando se escreve... Cada voto, cada critica...

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Foto de perfil de Paizão IncestuosoPaizão IncestuosoContos: 93Seguidores: 146Seguindo: 15Mensagem Sou paizão, 55 anos... Curto muitos fetiches,especialmente o incesto entre pai e filho..Também, machos parrudos, peludos, pentelhudos... Gosto do cheiro natural do corpo do macho, aquele cheiro sem perfume, sem desodorante, sem trocar a cueca pir alguns dias...Cheirar o sovaco suado, os pentelhos suados e tb, o sabor da rola, suada, com aquele sebinho gostoso e aquele mijo de macho...

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